Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende
Com essa campanha de sarampo agora, todo mundo se vacinando, lembrei da vez que eu tive, contava com os meus 8, 9 anos. Só sei que o sarampo recolheu, acredito que significa que se alastrou pelos orgaos internos devido a um filme de Tarzan que eu assisti a tarde... Quer que tem a ver Tarzan con sarampo? Pera, vou explicar... Tava quase bom, dias num quarto escuro me recuperando, milho jogado embaixo da cama e tudo, como manda a crendice, aí de repente fui pro sereno, vento entrando e eu na sala, no sofá recebendo o impacto, assistindo tazan o rei da selva, naquela tarde de domingo e mamãe reclamando e meu pai dizendo: deixa o menino assistir Tarzan, já tá Bom! Tava bom, que nada, pura precipitação. So sei que depois bateu uma fraqueza em mim, as pessoas parecendo um sonho distante na minha visão embassada, minha cabeça aquela leseira. Fui internado no hospital evangélico, conhecido como matadouro. Meu pai e minha tia, ficavam se reversando, minha tia de dia, meu pai a noite, se sentindo culpado, o pobre, talvez, foi ele que deixou eu assistir Tarzan. No hospital parecia que estava num hotel 5 estrelas, o hospital nao era particular, de plano bom, mas o que eu pedia era atendido. Uvas traziam as visitas, oh! Das boas, verdes, docinhas. Revista da coleção os bichos, brinquedos, coisa boa! Comi uma papa de um tal de Neston, gostei! Quero mais disse, tá certo seu pequeno Príncipe, seras atendido, Neston todo dia (Depois descobri que era meu pai que trazia e pedia pras cozinheiras do hospital fazerem). A noite tia Leta me conduzia, segurando pelo braço, pra olha da rampa do hospital a Fecin, um parque de diversões instalado no Parque da Jaqueira, onde do outro lado do rio, pontilhado das luzes refletifas, um brinquedos se destacava, o enorme e colorido tobogã. Sem noção da delicadeza da situação em que me encontrava, dos litros diários de soro no braço e os molambos da perna sem vida, perigo de ficar pra sempre sequelado, tem caso que fica cego. Quando não mata anleija, como se diz. Mas, aos poucos, graças a Deus fui me recuperando e após um mês, depois de terem tirado água da espinha, uma seringa de um líquido branco da coluna, recebi alta e atravessei triunfal de barco o trecho de rio que separa o hospiral da Avenida Rui Barbosa, ainda hoje é assim. Cheguei em casa de noite, nao podia ter chegado em ocasiao mais bonita era natal, a árvore toda enfeitada com lâmpadas pisca-piscas coloridas, cheia de algodão. Agora sim, totalmente recuperado. (15.02.2020)
Prestam-se a toda graça,
como a todo granizo,
sempre e em qualquer praça,
a reza, a queixa e o riso.
Engraçado esse pessoal que se aposenta e fica procurando o que fazer. Tipo um que eu vejo todo dia varrendo interminavelmente uma calçada, apanhando umas folhinhas, muito comum nessa fase da vida. Todo dia quando passo pra trabalhar tá ele lá. Ficam contando nos dedos os dias da tão sonhada aposentadoria, livrar-se da rotina, de bater o ponto, cumprir ordens do chefe, pegar onibus lotado. Ai quando se veem livres, ficam procurando o que fazer. O ideal seria gastar o resto dos dias livres viajando, conhecendo outros cantos distantes, mas, a grana que resta não prá esses luxos de ricos. Aqui até tem um bairro chamado Argentina, e um interior chamado Buenos Aires, não éa mesma coisa, mas, qualquer coisa vale pra mente ocupar, pra se ocupar, até descansar tem uma hora que cansa.
Lembrei de um amigo engenheiro que pediu demissão voluntaria num dos planos de um antigo governador, salário de engenheiro, multiplicado vezes o tempo de serviço na empresa, era antigão, um ano de plano de saúde, ticket refeitório, perto de se aposentar, pareceu-lhe extremamente vantajoso, e parecia de ver, ladade. Então ele pediu. Na sua nova rotina de homem livre, enfim, também fez o mesmo ritual do supra citado homem do meio do caminho do trabalho, varreu calçada, apanhou folhinhas. Depois ligou a TV, tava passando Xuxa. Terminou foi olhar a rua, bairro de rico, não tem o que olhar, ninguém passando na rua. Sua mulher ocupada, dando aulas de reforço, poderia até assistir pra passar o tempo, 2 e 2 são 4, abcdecfgh... Mas, não. O dinheiro, a bolada do plano da demissão voluntaria deu logo uma parte pra filha comprar um carro zero, outra deu pra outro filho, estoporou tudo e não viajou, e danasse a fazer os gostos deles. Ai, entediado, deu pra atravessar a rua e frequentar um pega-bebo em frente todo dia, de manhã encher a cara e de tarde dormir, só acordando a noite. E assim todo dia se resumia sua sobrevida de aposentado. Até que soube da morte de um diretor da antiga empresa em que trabalhou em condições trágicas, e compareceu ao sepultamento, lá encontrado um amigo gerente que lhe convidou a votar a trabalhar, mas, não mais como servidor, mas, como contratado, serviço prestado, perguntou se ele queria, ele respondeu, só se for agora, começo quando? hoje? Tava virando um alcoólatra.
O HOMEM DO VALE-TRANSPORTE
Quando eu era pré-adolescente, nos meus 14 anos, todo sábado ia ajudar minha tia a trazer uns pacotes para abastecer um armarinho que ela tomava conta. Reparava sempre, no meio do caminho, num cidadão magro, moreno, alto, na conhecida Praça do Diário (Praça da Independência), pedido vale transportes, uma vez até eu dei ao pobre, mas ficava meio assim... (Todo sábado lá, e ele vem pro centro da cidade só com a passagem só de ida e fica pedindo a de volta. Estranho. Ai fui sacando a dele, o cara ia pedindo com uma mão, com cara de choro, nem falar falava, só balbuciava algo incompreensível, e juntado com a outra, daqui a pouco ele começava a vender o que tinha juntado, recebido). Não é que um tempo desses e o entrecortei na Rua da Concórdia, incrível, e pedindo passagem ainda, e me pediu passagem, quer dizer, agora dinheiro, melhorou, não se usa mais vales-transportes. Eu disse: Me erra cara! Te conheço desde menino! Ele não se fez de rogado, virou pra outro lado e continuou pedido a outras pessoas. Hoje, pela manhã, no comecinho da rua Nova Nova, pasmem! Tava ele lá! O próprio! Tirei até uma foto pra guardar de prova, com os cabelos agora já grisalhos, compleição física, no entanto a mesma, sequinho, sem barriga, pedindo passagem ainda com cara de choro e a pouca voz, vida toda. Daqui a pouco se aposenta nesse ramo. Mas o Brasil tá de um jeito tal, atualmente, que ele até dá pena, face ao atual cenário de corrupção desmedida. Tantos agindo sem tanta visibilidade, sem tanto esforço. Subtraindo mais, incomparavelmente mais e saindo bem na foto, posando de bom moço, bem vestidos, nos enrolando direitinho, roubando algo mais precioso: nossa alegria, tranquilidade, respeito, nossa paz, boa fé, nossa confiança, nossa esperança, crença nos homens de boa vontade.
(18.02.2017)
Pensamos em sermos felizes o tempo todo!
Mas o que é está tal felicidade?
Alguém, sabe definir em cor, cheiro,som, objeto ou algo parecido?
talvez em alguns momentos ela já passou por nós , ou até esteve ao nosso lado o tempo todo.
Mas buscarmos a felicidade, é acreditar em algo que não se pode dominar.
Ah busca da felicidade é algo tão constante que colocamos a responsabilidade sempre em algo ou alguém
Se num mero sinal de erro, já delegamos este erro na infelicidade
Reflita!
Muitas das vezes ele se encontra naquele sorriso fácil, em um lugar que lhe traga a paz e tranquilidade, em momentos simples
em um conversa longa ou em uma breve frase.
Ser feliz é aquela receita de pão que sabemos os ingredientes, mas ao vermos o pão pronto, parece ser bem mais difícil, de quem procurou por a mão na massa.
Então não deixe passar se quer um momento que você tenha sentido algo que não consegue explicar
este é a sua FELICIDADE eternize-a.
Mesmo que seja do líder o ponto final das questões, as ações são montadas com a participação de todos de algum modo, e conforme a capacidade de cada qual, dentro do determinado contexto.
Somente eu e Deus, dentro deste universo de minha existência, conhece todo meu histórico do passado e do presente.
O que outros poderão achar sobre mim, somente a eles, em suas vãs especulações, dizem respeito.
E quanto ao meu futuro, nem eu sei, pois Ele ainda esta traçando este destino.
(Teorilang)
E para todo ódio, amor no coração... Aprendi que todo mal se paga com o bem assim como o próprio bem que fazemos e recebemos. O amor é a semente que faz florescer. Ao contrário do ódio, que como uma erva daninha não produz flores nem frutos, apenas destrói tudo por onde passa. Fazer brotar o amor é produzir uma boa colheita nos corações, até mesmo dos que se dominam pelo ódio. Pois nada é maior do que o amor e o bem. Nada é maior do que Jesus nos ensinou... O amor é o único capaz de vencer todo mal.(Juju)❤
Todo mundo quer receber amor,
Mais nem todos querem dar o amor em troca, pelo medo de se machucar q coisa absurda... todo mundo nasceu para sofrer... ame como se não existisse dor no mundo por mais que seja difícil, a dor apareceu pra todos.. e amar alguém nunca foi uma stupidez
Pontinhos brilhantes.
Quase todo dia vejo pontinhos no céu, meu papai fala que alguns são estrelas, imensas bolas de gás, e cada uma tem nome: Sirius, Canopus, Polaris... também vi alguns planetas, Netuno, Vênus, Marte... os mais legais e mais raros são os "óvnis", lindas bolinhas de bilhar andando pela vasta mesa dos Céus...
Porém, uma coisa me deixa FURIOSO, pois minha curiosidade fala bem alto: e os pontinhos que não vejo, ou não tem nome, ou nem conhecemos? Cada um abriga vida, ou uma paisagem, cada um é especial, pontinhos brilhantes que tocam meu coração.
Todo ser humano possui dois lados,
Um é o que enxerga plenamente,
Outro é seu ponto cego,
Dentro deles,
Qual o certo?
O que vê com a retina?
Ou o que vê com a neblina do que é sentir?
O que seria do ser?
Se não houvesse a doutrina?
E o sentir fosse o centro do ser?
Seus olhos sao as estrelas mais brilhante que ja vi,olhos lindos que enfeita todo seu rosto quando sorrir para mim.
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