Todo Amor Precisa ser Alimentado
Nem todo mundo quer casar, comprar um apartamento, ter filhos e viver uma relação monogâmica e duradoura.
E nem todo mundo quer ser solteiro, sem filhos, morar em países diferentes e manter relações casuais.
Somos 7 bilhões de pessoas no planeta, 7 bilhões de modos de ser feliz.
Sempre fui fascinado pelo tempo. Afinal, todo mundo sabe o que é o tempo, mas ninguém consegue defini-lo com precisão. Os mais sensíveis, conseguem senti-lo. Os mais sábios, conseguem aproveitá-lo. Para os mais velhos, o tempo normalmente é uma memória. Para os jovens, normalmente o futuro. Mas o fato é que a maioria das pessoas costuma dizer que não têm tempo para nada. O que elas deveriam dizer, na verdade, é que não sabem administrá-lo, pois o tempo é um bem comum a todos. O que nos resta é buscar uma relação harmoniosa com ele.
A educação é como uma jóia de grande valor, você tenta vender, mais nem todo mundo paga o preço justo.Isso acontece não por falta da condição para pagar,mas sim por falta do intendimento (conhecimento, principalmente cultural).
O novembro negro, simboliza um marco de lutas com resistências, e existe como homenagem a todo antepassado, que hoje se faz presente em lutas contemporâneas contrarios ao racismo. Quantos dos nossos vivenciam o racismo sem consciência de que é preciso combate-lo, o que se faz neste mês é trazer a baila, o que é preciso valorizar, porque se estamos aqui, houveram lutas lá atrás, e precisamos tomar nosso cajado, e continuar. Então, para os que tem consciência, bravo e os que não tem? Que não despertou?! O novembro negro, não vai conseguir aplacar tudo que foi apagado, mas certamente é um ponto de luz que precisa ser alimentado.
Acho que me sinto meio encurralado o tempo todo, porque não sei descrever como me sinto.
No flutuamento do seu pensar,
Seu coração pulsando estar,
Diagnosticando su'alma,
Que a todo instante, perde a calma,
Seus olhos se vão no horizonte,
E ele, cada vez mais distante
Entranha no seu corpo, a lira,
Neste ser alado que ainda respira,
Largou a sua bagagem no chão,
Esvaziando de vez o peso na sua mão,
E no seu íntimo, refúgio existencial,
Livra-se da dor que lhe causa mal,
Dizem que ele é poeta; deveras.
Alquimia és tu, Poesia, que a até ele "vieras",
Dizem que ele é poeta; ele diz: "Quem dera!"
Pois, encarecidamente disseram,
E os versos, até ele vieram
No extato momento,
Sendo para ele, fomento.
E nestes versos, dizem que ele é poeta?
Deveras; Quem eras, Poeta?!
