Timidez

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Minha timidez é incerta ao meu querer, mas na verdade que penso em você sem a coragem devida de declarar-me a você;
Talvez eu lhe escreva uma carta anônima ou até crie coragem para gritar o quanto te amo com lágrimas de chuvas que há faça saber;
Não consigo mais esconder minha timidez que me apaga, fazendo que você não me enxergue como desejo;

Inserida por JULIOAUKAY

A timidez domina o seu próprio sucesso;

Inserida por JULIOAUKAY

Ingenuidade não é timidez anunciada
Mas ignorância reprimida;

Inserida por JULIOAUKAY

Vislumbrei sua timidez e lhe quis assim mesmo
Pois aos olhos do meu coração, tu és digno de todo jeito;

Inserida por JULIOAUKAY

⁠Entendo que és espetáculo, quando pousas sobre o teu pedestal;

Me encanta com com a tua timidez e a tua beleza fenomenal

Mas estamos em tempo versáteis e como todos saberão

Se todos vissem o que eu vejo... Todos amariam o teu coração;

Tu és flor com espinhos... desinteressada e silenciosa

Esconde um amor feroz em tempestade, mas és delicada tão formosa;

Inserida por JULIOAUKAY

⁠A timidez discretamente silenciou o que havia escutado

Sem qualquer coisa
Sem qualquer dúvida

Indiretamente, seja mesmo o que for,
Seja assim quem se aquietou;

Que o silêncio calou
Até que o corriqueiro sentimento pudesse crescer;

Inserida por JULIOAUKAY

A manhã trouxe

a tua presença espiritual,

a timidez está terminando,

estamos nos aproximando,

e cada verso é motivo para

seguirmos nos brindando,

estamos nos amando e

nos perscrutando...



Perscrutas a minh'alma

como um enólogo que

sente um aroma,

auscultas atentamente

e a todo o momento

o quê me dá sentido

e emociona;

o teu jeito cativa

e me apaixona.



Ocultas o teu sentimento

por timidez de colocar

o teu coração

em minhas mãos;

não precisas mais fazer

isso porque já me tens

com poder infinito,

amo o teu amor fino...



Perscrutas a minh'alma

do jeito de quem caminha

prum beijo e tens todo

o meu desejo;

aprecio o teu brilho,

todo o seu jeito

e te trago bordado

no meu peito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Mesmo que por timidez
de um vagaroso instante
ainda não se pronuncie,
Você embalando o ritmo
romântico deste fandango
pela poesia na tua mente
que dança te chamando,
é um sinal que está se apaixonando.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Me despi da timidez e expus meu ser.
Sim, em grande ousadia caminhando e vencendo meus temores.

Inserida por Claudiokoda

Eu não consigo sair da minha zona de conforto - que não é tão confortável como o nome diz.

Quero dizer que não consigo me "mexer", fazer algo de útil e tornar o meu dia produtivo.
Eu queria ter a facilidade em cumprir deveres. Queria ser disciplinada e ter muita motivação. Mas tudo que sei fazer é reclamar e choramingar.

Minha vida é um completo tédio. Eu poderia está apaixonada e ocupar minha mente em amar alguém que não fosse minha família. Porém, não existe ninguém. Não tem ninguém pra tampar meu vazio.
E os dias passam, passam, as horas passam, e eu não me importo.
Eu não me importo, inclusive, com minhas responsabilidades.
Não sei nem que dia é hoje...

Nada é interessante.

Nada faz sentido, principalmente a vida: viver não faz sentido.

Queria entender tudo e ser um robô como os outros, mas eu simplesmente não vejo prazer.

NÃO HÁ PRAZER EM VIVER. Porque eles são robôs. Robôs prestes a morrer. Robôs que, a qualquer momento, instante, pode falhar e nunca mais ser ligado.

Robôs sim. Eles nascem, vão para a escola, estudam e depois estudam, depois se casam, filhos e filhos, trabalha (muito trabalho) pra poder ter grana e viajar. Pra poder ter grana e viajar...
Sim, apenas por isso.

Chamam isso de vida? Chamam isso de "felicidade"?

O pior de tudo é, e se eu não conseguir nada disso? Serei um fracassado?
O que não entendo é, do que adianta todo esse sacrifício, se no final todos nós iremos morrer?

Se você é rico ou pobre, bonito ou feio, legal ou chato, humilde ou egocêntrico, não adianta NADA.
Todos, todos, exatamente todos nós iremos morrer.

E eu?

Eu prefiro pular essa parte de ter que me sacrificar pelo resto da minha existência, e ir logo para a parte onde eu morro de uma vez.

Quando se viu pela primeira vez
Na tela escura de seu celular
Saiu de cena pra poder entrar
E aliviar a sua timidez
Vestiu um ego que não satisfez
Dramatizou o view da rotina
Como fosse dádiva divina

Tiago Iorc
Música Desconstrução ("Reconstrução", 2019)

Há pessoas que têm vergonha de viver: são os tímidos, entre os quais me incluo. Desculpem, por exemplo, estar tomando lugar no espaço. Desculpem eu ser eu. Quero ficar só! grita a alma do tímido, que só se liberta na solidão. Contraditoriamente quer o quente aconchego das pessoas.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Vergonha de viver.

...Mais

Eu sou tímido, não retardado.

Eu grito em
Silêncio
para não te
incomodar.

Mais preferível sentar ao lado de um tímido e introvertido, do que de um extrovertido e popular.

Diante de você não consigo dizer uma só palavra,
Horas e horas viajando no seu rosto,
O corpo sente um calafrio, os pés parecem flutuar
Nosso olhos se encontram em uma dimensão não conquistada.
Perco-me no brilho do teu olhar.
Essa inquietação domina meu todo, como um mudo tentando lhe fazer que você entenda por linguagens de sinas esse amor atormenta, que me faz delirar e começar de novo.

A pior solidão é aquela quando você está cercado de muitas pessoas, sente-se constrangido, perdido, angustiado, frigido, acanhado... Não permita que a solidão tome conta de você, aprenda a gostar de sua própria companhia. A paz interior que você tanto busca está mais perto do que você imagina, dentro de você!

Eu tanto escrevi, que acabei me perdendo em versos meus.
E tinha tanto a dizer, mas não falei, por ser inibido por você e essa beleza do seu rosto.
Eu tentei dizer tanta coisa que não tive coragem!
Ensaiei cada palavra, cada gesto que tive vontade de expressar.
Mas sabe, a timidez me vem, junto com o amor que me assola.
Será amor mesmo? Do que eu posso chamar isto?
Parece-me um risco.
Risco de ser mais de alguém do que de mim.

Enluarado

Vem pisar na areia
Vem brincar na beira do mar
Tem uma lua cheia
Pronta para te banhar

Larga a timidez
Vem, vem pra ver a lua
Bela de tanta nudez
Esperando a sua.

Eu aqui, apaixonado pelas duas
Todo, enluarado pelas nuas.

⁠Grosseiramente Selvagelmente

Acho meio estranho
Como geralmente
As conversas mais legais
São feitas sem a mente

Sim, raciocino quando converso
Sim, memorizo & observo
Mas os papos mais divertidos
Os papos mais descontraídos
Vem da emoção
Vem do coração

Não pense que é só por paixão
Nem pense que é falta de razão
Na verdade, deve ser meio óbvio
Talvez eles enxerguem enquanto uso óculos
Mas se pensa demais
Acaba tendo medo
Medo de falar o que não devia
Medo de não falar e ficar na fria

Usar a razão leva tempo
E é tudo o que não deve fazer
Demorar, deixar passar
Gastar neurônios inutilmente
Com variáveis que mentem
Sobre sua capacidade
De não trazer felicidade

É questão de personalidade
Se tem caráter ou é um covarde
Pois não deve se mascarar
Bolar um jeito de falar
Deve se expor, se mostrar
Mostrar quem é de verdade
O você sem medos, sem ressentimentos
Se criar um outro eu
Será mais complicado, não?

É questão de instinto
Só vá e faça um novo amigo
Sem pensar se vai falhar
Se vai se enrolar

Não seja quem não é
Não se iluda, não seja a mentira
Senão o você pode virar a ilusão
Sem graça tentando, divertindo quem engana
Não chame atenção, seja a atenção
Não siga modinhas, seja a modinha

Sim, estou te pedindo pra agir naturalmente
Grosseiramente, selvagelmente
Não quer ser reconhecido
Como alguém que tem um apelido
Só desligue a cabeça
Deixa que vá
Deixe rolar