Textos Vc Nao foi Homem pra Mim

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Ela me chamou de idiota.
E eu ri.

Porque não foi ofensa.
Foi daquele jeito que só quem gosta fala.
Idiota leve.
Idiota que não pesa o clima.

Eu sou esse cara.
O que faz graça sem maldade,
o que quebra o gelo quando tudo fica sério demais,
o que entra no jogo só pra fugir um pouco do mundo.

E ela riu comigo.
Isso ficou.

Se eu erro, ela ri.
Se ela ri, eu fico bem.
É simples assim.

Ser idiota assim não dói.
É cuidado disfarçado de brincadeira.
É amizade que acolhe.

Então se eu sou idiota,
que seja desse jeito —
o tipo que arranca risada
e guarda carinho no meio da zoeira.

O que não posso viver
por Sariel Oliveira

Amar você
foi como segurar o mar nas mãos.

Por mais que eu tentasse,
por mais que eu quisesse…
nunca foi algo que eu pudesse manter.

Você nunca foi minha,
mas, ainda assim,
morou em mim
como se tivesse escolhido ficar.

E talvez esse seja o pior tipo de amor:
aquele que nasce inteiro,
mas não encontra espaço no mundo
pra existir.

Eu te vivi em pensamentos,
em silêncios,
em conversas que nunca aconteceram.

Te senti perto
mesmo quando tudo gritava distância.

E o mais cruel de tudo…
é que não faltou amor.

Faltou tempo.
Faltou caminho.
Faltou “nós”.

Hoje eu entendo:
nem todo sentimento vem pra ser vivido.

Alguns vêm
só pra atravessar a gente
e deixar marcas
que ninguém vê —
mas que mudam tudo por dentro.

E você foi isso…

um amor que eu senti inteiro,
mas que a vida
não deixou acontecer.

⁠A vida não é e nunca foi um conto de fadas. Passamos por dificuldades o tempo inteiro, lutas infindáveis e pelo cansaço físico e psicológico.
Somos postos a prova todos os dias, decepções, partidas, mágoas, tristezas... Não podemos esperar que tudo seja fantasia ou que sempre vamos estar de pé.

O JARDIM QUE NÃO FOI VISTO.
Há uma tragédia silenciosa que não se ergue em gritos, mas em ausências. Não é o abandono de Deus que dilacera a alma humana, mas a incapacidade de percebê-Lo quando Ele se faz simples. Eis o drama antigo e recorrente. Procurar o Altíssimo nas alturas inalcançáveis, enquanto Ele repousa na intimidade humilde do próprio quintal.
A imagem que se desenha é teologicamente profunda. O Senhor não se impõe como espetáculo, mas insinua-Se como presença. Perfuma as flores, isto é, santifica o ordinário. Assenta-Se no jardim, isto é, habita o espaço cotidiano. E ainda assim, o espírito inquieto O ignora, porque espera trovões onde só há brisa.
Não lavar os pés do Senhor não é um gesto físico omitido. É a metáfora da negligência moral. É deixar de servir, de amar, de reconhecer o sagrado no próximo, no instante, no dever singelo. Não ouvir Sua voz não é surdez dos ouvidos, mas dispersão da consciência, absorvida pelo ruído das próprias angústias.
“Por que, Senhor?” não é uma pergunta dirigida a Deus. É um eco que retorna à própria alma. A resposta, ainda que dolorosa, é clara. Não foi crueldade deliberada. Foi desatenção espiritual. Foi o esquecimento de que o divino não se revela apenas no extraordinário, mas sobretudo no constante.
A tradição evangélica sempre insistiu nesse ponto. O Reino não vem com aparência exterior. Ele já está entre nós, oculto naquilo que não valorizamos. E é precisamente aí que se dá a maior perda. Não reconhecer o que sempre esteve presente.
Mas há um consolo austero. Se o Senhor esteve no jardim, Ele não partiu. A presença divina não se ofende com a ignorância humana. Ela aguarda. Silenciosa. Fiel. Persistente.
O que se exige agora não é desespero, mas lucidez. Não é culpa paralisante, mas conversão do olhar. Ver o que antes foi ignorado. Ouvir o que sempre foi dito em silêncio. Servir onde antes houve indiferença.
Porque o verdadeiro reencontro não acontece quando Deus retorna. Ele nunca se ausentou. Acontece quando o homem finalmente aprende a enxergar.
E nesse instante, o jardim deixa de ser apenas terra e flor. Torna-se altar.

Não importa se o que sonhou pra tua vida não foi exatamente aquilo que almejavas, e sim a estrada que construístes em meio aos escombros, ora de cacos de vidros que juntastes, ora de pedras pelo caminho que
tirastes. Então chegará o dia que tua visão enxergará
a escada da luz que teus pés irão subir, tuas mãos tocarão
as nuvens, tuas lágrimas banhará tua alma e com um sorriso
abrirás teus braços para o céu confirmando tua fé e tua vitória!
A escada se refere a fé que temos que ter, é a fortaleza pra sempre subir os degraus das adversidades e nunca descer, não no sentido de morte e sim de renovo, de aprendizagem e de crescimento e sempre de cabeça erguida dando passos firmes em direção Àquele que morreu por nós nos dando vida em abundância...

A minha força nunca foi a ausência de fragilidade, mas a decisão diária de não interromper a marcha, mesmo quando o corpo está quebrado e a mente se torna um labirinto sem saída aparente. Desistir pode até sugerir um alívio imediato, mas quase sempre cobra um preço impagável na moeda da nossa própria dignidade. Sigo devagar, se necessário, mas sigo com a convicção de que nem tudo o que perdi foi, de fato, uma perda.


- Tiago Scheimann

O poeta não me deixou,

ele não é [tolo],

Apenas foi passear

no jardim da eternidade.



Ariano [vive]...,

Um poeta nunca 'morre',

morrer é coisa de humanos;

Os poetas são anjos.



O sertão ele me deixou

como [legado],

Agora sei como arde,

e que o significado de sertão:

- Se entende por saudade.

Seus filhos odeiam as igrejas?


Foi criado na igreja, mas dela não querem saber mais.
A culpa não é delas, mas sim de seus pais.


Quando chegavam em casa em vez de a Deus agradecer pelo dia maravilhoso e da noite de louvor.
Se sentavam a mesa para falar mal.do seu pastor.


Er mal do pastor, da dirigente do louvor, falavam mal do diácono e da Santa Ceia do Senhor.


Casal da língua ferina, língua sem unção, hoje choras a perda, dos filhos na prostituição.


Isso acontece em todos os cultos, com crentes que não têm não tem visão;
deixam de louvar a Deus e de viver em comunhão.
Falam mal de todos os crentes sem fazer acepção.


Depois ficam se perguntando onde foi que errou, para perderem os filhos que apresentaram ao para o Senhor?


Foi a sua língua grande falando mal da congregação hoje choras por vê seus filhos longe da congregação sem fé e sem esperança jogado na perdição.

⁠AUTOPSICOGRAFIA:

Entre o ser e o ter... Eu não sei!
Qual a dor e a que não foi
Quem sou não sou nem serei
Pois ambas as dores me dói
Quão a dor de se ser rei...

Ansiei ser tudo que se há
Ninguém a mim pôde ver
Se viu não há de encontrar
Senti o meu ser escorrer
Da vida que não me está

Chamava-se Laura.
Não foi um amor como os outros. Não começou com febre no corpo nem com a vertigem dos impulsos súbitos. Começou com silêncio. Um silêncio atento, desses que antecedem as revelações. Ele a conheceu num curso de literatura, numa sala de paredes altas e ventiladores lentos, enquanto discutiam um conto de Machado de Assis. Ela, ainda insegura, confessou que sentia algo no texto que não sabia explicar. Não era tristeza, não era ironia, não era encanto. Era outra coisa.
Ele sorriu com a delicadeza de quem reconhece um território fértil. Disse que literatura não se explica, se atravessa. Que às vezes a compreensão vem depois da vertigem.
Foi ali que começou.
Não houve anúncio, nem consciência imediata de que algo raro se instalava. Apenas uma sequência de encontros que passaram a acontecer com naturalidade. Ele lhe emprestou A Paixão Segundo G.H., sublinhado nas margens com sua letra inclinada, como se oferecesse não apenas o livro, mas suas próprias interrogações. Deu-lhe um exemplar gasto de O Livro do Desassossego, dizendo que aquele livro não se lê, se suporta. Advertiu que ali não havia respostas, apenas espelhos.
Ela recebia cada obra como quem recebe um rito de passagem. Lia devagar, fazia anotações, voltava com perguntas. Ele a ensinava a ouvir o silêncio entre os versos. Mostrava que um poema não termina no ponto final, mas na respiração de quem o lê. Falava sobre a diferença entre emoção e sentimentalismo, entre lirismo e exagero. Ela o escutava com olhos vivos, mas não submissos. Havia nela uma inteligência em formação que não queria imitar, queria compreender.
Tomavam café no fim da tarde, sempre na mesma mesa junto à janela. A luz entrava oblíqua, pousava nos livros abertos, desenhava sombras sobre as xícaras. Falavam de Carlos Drummond de Andrade como quem fala de um parente distante, às vezes incômodo, às vezes necessário. Riam de versos que pareciam simples e eram abismos.
Ela anotava frases dele num caderno azul. Ele fingia não perceber, mas percebia tudo. Percebia o modo como ela inclinava a cabeça ao discordar. O jeito como ficava em silêncio antes de formular uma ideia. A maturidade que surgia pouco a pouco, como uma construção interna.
Andavam de mãos dadas pelas ruas do centro, não como amantes clandestinos, mas como dois pensadores que haviam encontrado abrigo um no outro. Não havia pressa. Não havia corpo colado. Havia calor, mas era um calor que vinha da palavra, do reconhecimento, da partilha de mundo.
Nunca houve beijo.
Nunca houve quarto fechado.
E, ainda assim, havia algo que doía como se tivesse havido tudo.
Porque havia possibilidade.
E possibilidade é uma das formas mais agudas de sofrimento.
Havia momentos em que ele sentia o impulso de atravessar a linha invisível que os separava do gesto definitivo. Bastaria inclinar o rosto. Bastaria permitir que a mão que já segurava se tornasse abraço. Mas algo o detinha. Talvez a consciência da diferença de tempo entre eles. Talvez o medo de macular aquela pureza intelectual com a concretude do desejo. Talvez a intuição de que certas experiências sobrevivem justamente por não se consumarem.
Ela, por sua vez, nunca pediu mais. Mas havia instantes em que seus olhos demoravam um segundo além do necessário. Instantes em que o silêncio se tornava denso demais. Nenhum dos dois era ingênuo. Sabiam que algo pulsava ali. Escolheram não nomear.
Ela partiu primeiro.
Um convite para estudar fora. Uma bolsa. Um futuro promissor que se abria como estrada. Ele a encorajou com a generosidade dos que sabem que amar também é não prender. Disse que o mundo era maior do que aquela cidade, maior do que os cafés, maior do que a cumplicidade que haviam construído.
No dia da despedida, caminharam longamente sem falar. A cidade parecia suspensa. O tempo, dilatado. No final, ela apertou a mão dele com força, como quem segura a borda de um precipício. Não disseram eu te amo. Talvez porque amor dito exige consequência. E consequência exigiria coragem.
Depois disso, apenas distância.
Os anos passaram com a indiferença própria do tempo. Ele publicou poemas. Dedicou alguns que nunca tiveram destinatário explícito. Quem lia não sabia, mas havia sempre uma interlocutora invisível entre as linhas. Cada metáfora lapidada tinha algo do rigor que aprendera ao dialogar com ela. Cada silêncio poético carregava ecos daqueles cafés.
Às vezes via notícias dela nas redes sociais. Um livro publicado. Uma palestra. Um reconhecimento. Sorria com uma mistura de orgulho e perda. Pensava que fora ele quem abrira aquela porta. E logo depois se envergonhava do pensamento, como se o amor verdadeiro não devesse reivindicar autoria.
À noite, às vezes, relia as mensagens antigas. Não havia promessas ardentes nem declarações dramáticas. Havia debates sobre metáforas. Havia áudios discutindo a diferença entre lirismo e sentimentalismo. Havia risadas espontâneas, comentários sobre o mar, sobre o medo de não ser suficiente para a própria vocação.
E havia aquilo que não aconteceu.
O que dói não é o que foi.
É o que poderia ter sido.
Ele sabe que, se tivessem atravessado aquela linha invisível, talvez tudo tivesse se queimado rápido demais. Talvez o encanto tivesse se tornado cotidiano. Talvez tivessem se ferido na banalidade das expectativas. Talvez o amor concreto não suportasse a altura da idealização.
Mas há noites em que ele deseja ter arriscado.
Deseja ter trocado a lucidez pela vertigem. A elegância pela entrega. A ordem pelo caos.
Porque viver é administrar o caos, e ele, naquela história, escolheu a ordem.
Ela segue outro caminho. Ele também. Não se falam. Não se procuram. Mas às vezes, ao abrir um livro antigo, ele encontra uma dobra numa página que marcou para ela. Passa os dedos sobre o papel como quem toca uma cicatriz. E sente uma melancolia fina, quase elegante.
Não é arrependimento.
É a consciência de que existiu um amor que não precisou de corpo para ser inteiro e, ainda assim, ficou incompleto.

Foi pela Graça que eu resisti
Foi pela Graça que eu não desisti
Foi pela Graça que eu me levantei
Foi pela Graça que eu continuei
Foi pela Graça que eu busquei chorando
Foi pela Graça que eu me vi lutando
Foi pela Graça que eu cri nos Teus planos Flávio Henrique / Bruno Marinho.

Foi tempos que era só
bordão que tudo mudou,
Não se encontra mais Tatu,
ninguém faz mais Aaru,
Por enquanto ainda há
alguma memória para quem
tiver vontade de procurar,
E se um Tatu te encontrar,
melhor deixar ele caminhar
_porque não nos falta Beiju.


Não se esqueça de recordar
que a Terra precisa sobreviver
para a gente se sustentar...

Acordei como quem tivesse
caminhado por muito tempo,
Não foi por falta de aviso,
para evitar este mal que
não deveria nem ter nascido.


Nenhum povo merece passar
nem um segundo por isso:
Ser arrancado do lar e destino
por causa do que é vil e do perigo.


Sempre que insistirem fazer
que a vida perca o sentido,
assumo ser a que persisto
com o grau de rebelião mais fino.


Os teus pés como os meus não
nasceram para ser refugiados;.
Nós nascemos com raízes,
passaram conosco dos limites.


Sou mais do que pedra e fuzil,
sou todo o povo que está farto,
poema denúncia em disparo
para não calar o quê tem sido fardo:


(Deslocamento interno forçado).


#poesiabrasileira
#poetrycommunity
#poetry

Não há mulher abaixo ou acima do peso, fora do padrão, que macho idiota algum foi autorizado a impor ou validar.


A verdade é que o “padrão” nunca foi sobre beleza — sempre foi sobre controle.


Um molde invisível, moldado por olhares apressados e opiniões rasas, que tenta enquadrar o que é, por natureza, múltiplo, diverso e indomável.


O corpo feminino, ao longo do tempo, foi tratado como território público, sujeito a julgamentos, comparações e sentenças proferidas por quem jamais foi convidado a opinar.


Mas quem define o que é excesso ou escassez?


Quem mede o valor de um corpo como se fosse mercadoria em prateleira?


Há uma arrogância silenciosa em acreditar que se pode nomear o outro — como se a experiência de existir coubesse em números, curvas ou expectativas alheias.


Cada corpo carrega histórias que não se veem.


Cicatrizes que não se explicam.


Forças que não se medem.


Reduzir uma mulher a um “padrão” é ignorar a complexidade de tudo que ela é — e, mais ainda, de tudo que ela enfrentou para ser.


Talvez o verdadeiro desvio não esteja nos corpos que fogem às regras fabricadas, mas na necessidade insistente de sustentá-las para aquilo que nunca precisou delas.


Porque quando se tenta encaixar a diversidade em moldes estreitos, o que se revela não é um erro na forma — mas na visão de quem observa.


E, no fim, a pergunta que fica não é sobre quem está fora do padrão inventado… mas sobre por que ainda insistimos em padrões que não servem a ninguém, a não ser ao ego frágil de quem precisa sustentá-los para se sentir maior.⁠

⁠O mais trágico da Polarização não foi revelar a face medonha dos Cheios de Certezas, mas Espalhá-los
tão estrategicamente para tropeçarmos neles aonde quer que formos.


Eles estão por quase todos os lugares…


Nas reuniões e confraternizações familiares e profissionais, nas praças e esquinas, nas mesas de jantar, nos grupos de mensagens, nas filas de espera e até nos comentários mais triviais.


Não chegam mais como exceção ruidosa, mas como regra silenciosa — aquela presença que não escuta, apenas aguarda sua vez de afirmar.


E afirmar, para eles, não é um gesto de construção, mas de encerramento: como se cada frase pudesse ser um ponto final definitivo num mundo que, por natureza, só sabe falar em reticências — e que não pode ignorar ser habitado por mais de oito bilhões de pessoas.


O problema nunca foi a divergência.


É ela que precede e oportuniza qualquer debate.


O atrito, quando honesto, ilumina.


O choque de ideias pode literalmente expandir horizontes, revelar nuances, produzir algo novo.


Mas os Cheios de Certezas e Verdades não se interessam por horizontes — eles carregam e preferem paredes e trincheiras.


Onde poderiam existir pontes, erguem-se fronteiras invisíveis, delimitando territórios onde só ecoa aquilo que já pensam ou acreditam pensar.


E talvez o mais inquietante seja que essa distribuição não parece aleatória.


É como se cada espaço humano tivesse sido cuidadosamente ocupado por uma certeza inflexível, garantindo que o desconforto nunca nos abandone.


Não há mais refúgio no diálogo leve, na dúvida compartilhada, no “talvez” dito sem medo e sem culpa.


A dúvida, aliás, virou fraqueza.


Pensar em voz alta tornou-se quase um risco.


Nesse cenário, o cansaço se instala.


Não o cansaço físico, mas o cansaço de existir entre verdades fabricadas.


Um desgaste que vem da necessidade constante de filtrar palavras, de medir silêncios, de escolher batalhas que muito raramente valem o preço.


Porque discutir com quem não admite a menor possibilidade de estar errado não é debate — é desgaste com roteiro previsível.


Ainda assim, há uma escolha muito honesta e silenciosa que resiste: a de não se tornar só mais um Cheio de Certezas.


A de preservar o incômodo da dúvida, o espaço do outro, a coragem de dizer “não sei”.


Pode parecer pouco diante do barulho dominante, mas talvez seja justamente aí que mora uma forma discreta de lucidez.


No fim, o que a Polarização realmente espalhou não foram apenas posições opostas, mas a tentação de abandonar a beleza da complexidade.


E resistir a isso, hoje, talvez seja um dos gestos mais difíceis — e mais necessários — que ainda podemos fazer.

Foi aí que eu percebi que quando a gente não está feliz com a gente, mesmo que algo venha com certa garantia de trazer felicidade, não adianta nada.
Se não estivermos realmente felizes por dentro, lá fora tudo será igual. Porque felicidade não se compra. E todos estamos preparados pra cuidar de algo ou alguém, mas é muito mais fácil e divertido de fazer, quando amamos. E amar não é fácil, se não começarmos pela gente mesmo.

Texto Felicidade vem de dentro pra fora

Inserida por fernandalencar

De repente pensou se não estaria invadindo o jardim; e como foi parar ali; e onde estaria as portas daquele jardim; acanhou-se; olhou para os pés; deu alguns passos; olhou para frente; olhou para trás; angustiou-se; era tudo muito lindo e sossegado, mas não é que estava presa naquela paisagem?

Texto Olhou para os pés

Inserida por fernandalencar

Afiaste a faca em meu pescoço
Esmagaste meu coração com suas próprias mãos
Você não foi feito sob minha medida
Minhas lembranças são mercadorias
Teu amor é vendedor
Quando o futuro foi-se embora
Quando os prazos foram vencidos
Apenas restou um dogma proscrito,
uma indiferença ao infinito
Após o desequilíbrio , ou sobrará , ou faltará amor
Minha vida recusa principiantes...

Inserida por MaMigliato

Vendo um filme, me lembro como se fosse hoje;
Estar no jardim de infância, não foi so uma epoca de descobertas priliminares a nossa volta, foi o começo de tudo, era onde não tinhamos medo de dai um " oi " , medo de seremos quem realmente aparentamos ser, aprendiamos a dividir o pouco que levavamos e ainda faziamos amigos em apenas minutos, ou até mesmo segundos. Quem derá se hoje o mundo se comportasse como no jardim de infância.

Inserida por leandromota

Meu erro não foi em querer ser feliz; mais acelerar este processo tão natural , "esse foi o erro"! . Nos sempre nós perguntamos , sobre a hora certa de quando vão acontecer as coisas , mais nunca nos demos a chance das coisas acontecerem no
seu tempo , sem pressa, sem pressão, acho que ainda temos uma mente um pouco egocentrica.
Mais hoje não vivo so um momento tão feliz, que é estar bem comigo mesmo, pois sei que minha felicidades não depende das pessoas a qual minha vida conjugue me proporcionara, sou eu quem dita as regras em minha vida, e se hoje eu quero viver intensamente ao lado dos meus amigos, familiares e quem sabe um dia algo magico aconteça , mais até la, não darei lado aos status que as pessoas buscam, quero viver intensamente tudo que a vida me oferecer. Até lah # Eu quero sempre, espero sempre mais de MIM... rs

Inserida por leandromota