Textos sobre Tempo
Não existe nada de errado
comigo ou contigo,
o amor florescerá no tempo
certo como foi previsto
O Ipê-branco-do-cerrado
despontará pleno no meio
do sonetário dos ipês
que está sendo escrito
Com total paz embaladora
e poesia amável e sedutora
para a gente se aproximar
Até as estrelas já sabem
e estão indicando o lugar
onde vamos nos encontrar.
Não é preciso dizer uma
só palavra porque eu sei
que ocupo há muito tempo
a sua mente e o coração.
E eu te amo sem te ver
profundamente e quando
falo sobre você soa
sempre doce como canção.
Acreditamos firmes na força
da grande Pátria Austral
sob o Hemisfério Celestial Sul
com os olhos fechados.
Sem estar nos meus braços
sei que nos combinamos
desde de sempre e estamos
interiormente conectados.
Todos os seus mais pequenos
sinais mesmo aqueles que
os mantenho silenciados
ao coração ainda falam cadenciados.
A algazarra das araras
na memória do nome do rio
nem mesmo o tempo
apagou como foi escrito.
Os tempos mudaram
e ainda insisto na recusa
pela última dança
nas correntezas do destino:
O quê falaram ou faltaram
está ali tudo o quê pode ser visto.
A ginga que levou continua
a mesma de barco de pesca
que dança no rio ou no mar,
Por isso vou por onde desemboca,
encontra e naquilo que toca
e a esperança ninguém sufoca
e tem a grandeza do Atlântico Sul:
(Carrego o quê há ora verde e ora azul
do Rio Araranguá do Extremo Sul).
Cosmos das três Américas
sob o Sol da verdade,
Lembro de uma terra que
há muito tempo o seu
choro ninguém escuta
ou se interessa por sua
luta e o quanto sofre,
Tudo isso faz por um
com que pare, ore
e peça que ao Haiti
alguém traga a liberdade
e a paz que alcance com equidade.
Até o curso de um rio
fora de um momento
não se desafia em nome
do seu próprio tempo.
O Rio da Madre ensina
até quando se lida
com gente é preciso
sempre aguardar na vida.
Desafiar não é a opção
em nome do imprevisível
que podermos contar.
Amar e o tempo respeitar
seja para ir de barco, canoa
ou até mesmo para nadar.
Junho é tempo de lanço
para pescar Tainha
no mar de Santa Catarina,
Todo o dia faço algo
parecido só que é poesia.
De lanço em lanço fisgar
no seu coração o oceano
é a assumida ambição,
Só para a gente fazer
arraial com fogo e paixão.
É contigo que desejo unir
os nossos oceanos,
E facilmente revelo planos
de fazer o melhor
para pertence aos seus dias.
O tempo está mudando
e as ondas quebrando
nostálgicas e fortes
na Ilha das Pombas.
Na embarcação antiga
poemas geográficos
abertos e alcance
sem caleidoscópios.
Razões do dia e da noite
cumprem a missão
de ordenar o coração.
Uma busca para aportar,
colocar os pés no chão
e esperar a chuva passar.
Quem dera o tempo não existisse, fosse apenas uma ilusão
E que a vida fosse somente um simples passar das horas.
O medo da noite eterna me persegue na aurora,
Os vaga-lumes brilham como estrelas na minha noite.
No quarto o monstro da madrugada flutua perfumado,
Sinto o aroma da fronha nos meus sonhos verdejantes,
Nunca disseste que a vida era dura com quem vive,
Nunca sorriste para mim com a ternura de um olhar infantil.
Tempo! Tempo cruel e ingrato,
Por favor, não pare, volte atrás...
Devolva o sonho e a esperança,
Torna-me novamente criança,
Depois eu morro e nada mais...
Devolva as brancas asas foragidas
Ao meu coração sofredor.
Leve para longe esta negra tristeza,
Devolva a infantil e pura realeza
Que era viver num tempo sem dor.
Em vez de aguardar a solenidade fúnebre para declarar seu amor, faça isso agora, enquanto o tempo ainda nos concede a bênção da presença mútua. Abrace, beije, profira palavras de afeto, peça perdão e conceda-o. Que o amor jamais se cale em seu interior!
Aos seus pais, demonstre a imensidão de sua gratidão e admiração. Agradeça cada ensinamento, cada palavra de orientação que moldou seu ser. Celebre a sabedoria e a história que seus avós carregam, reconhecendo a importância de suas vivências. A seus irmãos, reforce os laços fraternos e a relevância que ocupam em sua vida.
Não permita que a saudade se torne um fardo. Expresse aos seus amigos o quanto sua ausência os afeta e o quanto sua amizade é valorizada. Cultive momentos de alegria e cumplicidade com aqueles que iluminam sua jornada.
Lembre-se: a efemeridade da vida é um lembrete constante da urgência em amar. Viva o amor agora, antes que o amanhã se torne incerto. Transforme palavras em ações concretas, demonstrando seus sentimentos de forma genuína e autêntica.
Saudades
Abraços que ficaram no ar,
Beijos que o tempo não deixou roubar,
O tremor da primeira vez a palpitar,
Brinquedos artesanais que aprendemos a amar.
Risadas partilhadas com irmãos,
Pipas ao vento, piões nas mãos.
Corridas sem fim pela rua,
Noites de escuridão ao clarear da lua.
Futebol descalço, a liberdade nos pés,
Sobre paralelepípedos, longe de leis.
O doce sabor do amor a descobrir,
Em cada jogo, um mundo a sorrir.
Esconde-esconde, a vida a brincar,
Bicicletas a girar, estradas a explorar.
Sem preocupações a pesar,
Infância, um reino que não queremos deixar.
Eu nasci no campo de batalha sem ao menos saber o que estava acontecendo.
Mas, com o tempo, percebi que essa guerra é silenciosa.
Ela é travada nas mentes das pessoas —
é uma luta de ideologias, entre a consciência e a ignorância,
o misticismo e a realidade,e a arma mais poderosa é o conhecimento.
A algum tempo é sabido mas não compreendido com vontade e intento para realizar mudanças necessárias, que a base inicial crucial para qualquer reforma politica seria e eficiente no Brasil deve começar com uma reformulação dos processos investigativos e uma abrangência de foro mais eficaz nos Tribunais de Contas da União, dos Estados e dos Municípios.Sem uma contabilidade estatal justa e par não
existe responsabilidade fiscal, ética e moral dos representantes administradores e administrações da coisa publica perante os representados.
Na boa, quero ser feliz o tempo todo mesmo!
Quero rir, ser linda, ser amada, ser segura... Mas nem sempre isso é possível (Me refiro a ser segura... rs). Não vou ficar esquentando minha cabeça com gente pequena, infeliz, frustrada. Graças a Deus, não tenho o mesmo tempo que as pessoas tem de se preocuparem com a minha vida, pois enquanto isso, estou vivendo! Meus filhos são a minha vida! Temos saúde, eu trabalho, isso que importa! Aconteça o que acontecer, sempre vou me confortar por saber que temos um ao outro.
Já viu como está o mundo?
Há muito tempo me prendi em uma caverna... me isolei do mundo, das pessoas e de mim mesma.
Agora tudo mudou, eu não quero mais me contentar com esse teto escuro, quero crescer, quero sair, mas ela diz que não é seguro… Que tem coisas horríveis lá fora… Pessoas más… Pessoas que vão querer meu mal… Lugares sombrios… Mais sombrios que minha caverna…
Mas… É claro que tem coisas ruins lá fora… Mas eu fico pensando…
Tem coisas boas também, não é?
Onde tem sombras tem luz, não é?
Quero viver… Quero sair…
Ela não deixa eu sair…
Ela tem medo…
Assim como eu tive…
O MUNDO QUE GUARDEI
Havia um tempo que a lembrança traz.
Havia um tempo que não volta jamais:
Risos ao vento, infância fugaz,
Imagens pra reprisar.
Lembranças, amigos, tardes de alegria,
Brincando no pátio, pura nostalgia.
Risadas ecoam, corredores felizes.
No trilho, a infância, onde tudo era belo.
Memórias que ardem, pois ele cresceu;
Caminhos sem volta, o tempo não perdoa.
Nos olhos, saudade, reflexo de um mundo que não volta mais.
Lembranças, amigos, tardes de alegria.
Mas, dentro de si, guardo cada cena,
Como quem guarda o sol daquelas tardes tão serenas.
E, mesmo que o tempo insista em correr,
Há coisas que a alma não deixa esquecer.
Risadas ecoam, corredores felizes.
No trilho, a infância, onde tudo era belo.
Raras Orquídeas
Tão belas e de delicado cuidado,
rústica em suas folhas sobrevivem ao tempo
e renascem como que por encantamento.
Presenteando nossos olhares com as mais belas flores por um raro momento.
Lindas, perfeitas, alegres e coloridas,
ficando depois da florada sua rara marca preferida.
As grandes amizades são assim.
Imunes ao tempo e cheias de emoções.
Sobrevivente dos momentos difíceis,
com marcas perpetuadas em nossos corações.
As vezes basta um único olhar
para reconhecer uma bela flor.
E por ela se encantar numa rara
história de amor.
Minhas amizades cultivo com carinho e cuidado. Por elas sou um eterno apaixonado e morro de amor. Ainda mais por aquelas que se vestem de flor.
Da minha janela
Da minha janela acompanho o passar das horas.
Os reflexos do tempo iluminando a alma.
Os dias não são iguais, o céu nunca é o mesmo.
Tão lucida e translucida tu es minha companheira.
Em dias de sol aquece minha alma
Na tarde chuvosa tenho o aconchego do teu reflexo.
Da minha janela sou côncavo, sou convexo.
Sou eu mesmo e o próprio universo.
Passeio na imensidão e me escondo nas nuvens da emoção.
Da minha janela sou o silencio da noite.
E carrego no peito o barulho da imensidão.
Sou leitor, sou poeta, interprete das dores da mente e do coração.
Da minha janela posso voar sem sair do chão.
“Eu Queria Estar”
Eu queria estar no teu hoje, no teu agora,
E não presa nesse tempo que me ignora.
Teu mundo gira e eu fico pra trás,
Implorando por migalhas que não vêm jamais.
Sinto tua falta como quem sangra calada,
Te amo no grito, mas sou ouvida em nada.
Te procuro nos gestos, nos ventos, no ar,
Mas tua ausência me ensina a sufocar.
Eu queria ser o colo onde tua dor deita,
Ser a calma na tua noite desfeita.
Queria teu riso nascendo de mim,
E não esse silêncio que machuca sem fim.
Não tô pedindo amor por caridade,
Só quero verdade, presença, vontade.
Tô cansada de ser quase, de ser talvez,
De te sentir tão perto e longe outra vez.
Meu coração tá pulsando demais,
Mas tua distância não me deixa em paz.
Eu tô me perdendo tentando te ter,
E só queria… só queria você.
O Quarto
No quarto, o tempo se dobra e se esconde,
Segredos murmuram por trás do bonde.
A cama é abrigo de risos e choro,
O teto conhece meu céu e meu ouro.
As paredes escutam meu grito calado,
O lençol embala um corpo cansado.
O espelho reflete quem fui sem saber,
E às vezes revela quem posso ser.
O abajur acende memórias no escuro,
Lembranças que voltam num beijo maduro.
Tem cheiro de vela, de flor e desejo,
Tem gosto de sonho guardado num beijo.
O chão sabe histórias que a boca não diz,
De noites vazias, de dias por um triz.
E o vento que entra pela fresta da dor
Traz verso, vertigem, silêncio e ardor.
No quarto, sou nua, sou fera, sou flor,
Sou toda partida, sou toda calor.
Ali me desfaço, me monto, me invento,
O quarto é o mundo no meu pensamento.
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