Textos sobre Tempo
Menos Propensos
Baruch Spinoza, um ser pensante, de mente privilegiada, adiante do seu tempo, totalmente livre das amarras impostas pela hipocrisia dos pretensos donos do "saber" e da "verdade" sobre a terra. Hipocrisia que reina e conduz o ser humano desde os seus primórdios.
Longa é a Dor do Pecador
Ano Novo
De novo
Tempo
De
Reflexão
Sem
Violência
Dizer
Não
À opressão
Da truculência
Do
Obscurantismo
Da
Corrupção
Mais
Uma vez
De novo
Dizer
Não
À arrogância
Da onisciência
À pretensão
Da onipresença
À miopia
Da onipotência
Ao pecado
Da omissão
Sim,dizer
Não ao comodismo
Da consentida
Voluntária
Servidão
Breve é a dor do trovador
À Mando e Amando
Amo isso
Amo aquilo
Amo a tudo
Quanto há
Amo
A todos
Todo
O tempo
No almoço
No jantar
Quer
De noite
Quer
De dia
Ao dormir
Ao levantar
Amo tanto
Que esqueci
Até mesmo
O que é
Gostar
Panaceia
Universal
Qualquer
Coisa
É só
Amar
Desgastado
Banalizado
pobrezinho
do amor
já si viu
Ser invocado
Em nome
De causa
Nobre
Com
Ameaça
E rancor
Paulo na Ditadura Freire
Conforme o tempo foi passando, a potência da filosofia freiriana cresceu. Seu prestígio se espalhou pelo mundo. O incômodo só aumentou, e os herdeiros da ditadura continuam o perseguindo.
A ditadura que expulsou Paulo Freire do Brasil em 1964, paradoxalmente, ajudou a espalhar sua pedagogia pelo mundo. Como um lutador de aikidô, Freire usou a energia repressiva do adversário como impulso da sua própria força.
Dramaticidade Onisciente
Mesmo
Na
Dramaticidade
Das
Vicissitudes
Ter sempre
Um tempo
Tempo
De se
Lembrar
Recordar
Olhar
De olhos
Docemente
Cerrados
Mãos
Sobre mãos
Pinicando
Movimentos
Alternados
Pra cima
Pra baixo
Brincando
De
Gavião Pinhé
Um doce
Pra quem
Souber
O que é
Como é
Há algum anacronismo.
Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.
Idoso é Gente
Boa notícia. O pedido de saída às ruas foi atendido, em tempo para evitar mais estresse em casa.
Diante de muitas reclamações de idosos, para poderem circular na cidade até para se exercitar batendo perna. Foi implantado o rodizio de idosos.
Já que o rodízio de veículos está suspenso foi adotado, também o rodízio de idoso.
Já está valendo amanhã.
É bem simples e uniforme, mas não vai precisar usar roupa esportiva só boné e bengala, quem precisa.
A regra e com final um e dois da data de nascimento, devendo obedecer par e ímpar para andar na calçada e evitar correria e trombada.
Vamos à luta que idoso também é gente que já fez gente e muita gente que não é gente e se esquece da gente.
Questão de Tempo
Andam circulando críticas sobre os aumentos da carne e outros produtos. Acham que é algo negativo. Não! Nós subimos o preço da carne para zelar pelo bem comum. Quais seriam as vantagens? a) preparação da quaresma e estímulo à espiritualidade geral; b) preservação do peristaltismo intestinal do consumidor ingerindo mais fibras; c) combate ao excesso de ácido úrico e da gota; d) reforço de vitaminas. É um indicativo para todos ficarem mais saudáveis. Assim também fizemos com o aumento dos combustíveis: queremos todo mundo andando mais e emagrecendo de forma saudável. Aguardem: em breve tomaremos mais medidas pelo bem de todos. Aproveitem.
Processos e Minutas
Como passou depressa o tempo
Como mudou a poesia
Uma gota de chuva
A mais,e o ventre grávido
Estremeceu a terra.
Depois foi só. O amor era mais nada
Sentiu-se pobre e triste como Jó
Um cão, sarnento e de rua
Mas não de todas as ruas
Veio lamber-lhe a mão
Espantado, parou.
Depois foi só
Tempo Duro e Pedra Mole
De uma religião universal que só os homens não têm, fui feliz porque não pedi coisa nenhuma, não procurei achar nada, nem achei que houvesse mais explicação.
Meu DNA é biológico e não virtual, portanto faço questão de ativar a minha massa cefálica toda vez que vou usar o meu teclado, principalmente numa rede social.
Talvez a palavra explicação não ter sentido nenhum, porque a não compreensão de um olhar, tampouco compreenderá uma longa explicação.
Mesmo que os meus versos nunca sejam impressos, ele lacram as suas belezas se forem belos, mas eles não podem serem belos e ficar por imprimir, porque as raízes podem estar por baixo da terra, mas as suas flores e folhas florescem ao ar livre e à vista, tem que ser assim por força e nada pode impedir. Os fenômenos humanos são biológicos em suas raízes, sociais em seus fins e mentais em seus meios. O que é o tempo? Quando quero explicá-lo não acho explicação. Se o passado é o que eu, do presente, lembro, e o futuro é o que eu, do presente, antecipo, não seria mais certo dizer que o tempo é só o presente? Mas quanto dura o presente?
Meu relógio biológico não tem ponteiros, por isso não tenho pressa para envelhecer.
Assimetrias Insondáveis
Deu
De sonhar
Rodopiar
No tempo
Nem lá
Nem cá
Deixar
Se levar
Rodopiar
Sonhando
Sonhar
Rodopiando
Nada
Previamente
Precisamente
Determinável
Nem lá
Nem cá
Discretamente
Analógico
O instigante
Das assimetrias
Nada
Lógico
O Espaço e o Tempo
Se o tempo
Parece pouco
Eternize
O segundo
Em
Hora incerta
De
Incerto dia
Subindo
A
Rua Direita
Na
Praça Tiradentes...
Inacreditável!
Estátuas
Descidas
Dos
Monumentos
Conversavam
Inesgotável
De que segredos soubeste
Suspenso na crista agreste
Do imenso abismo sem meta
Serventes do Tempo
Estou sempre de branco
Por toda a rua cinzenta
Relógios, paredes
Se quebram com o tempo
Prisioneiro de mim mesmo
Agregam-me os fatos
Relógios paredes me travam no tempo
Eu faço e desfaço-me
Pois sou o meu dom
E se querem saber o que fazem
Dos erros
Autores do tempo
Inventam seus tons
Os dois hemisférios comprazem enredos
Intensos abraços e eterna intenção
Da pele do pêlo dos nervos do elo
O logos do louco da lógica ao chão
Da simples pureza que se perde ao tempo
Do mero cansaço
Talvez solidão
Por entre os silêncios se dê um jeito
E
Do eterno e interno selvagem
Salve o lado bom
Novelo
Por aqui
Chegou
Faz tempo
Para traz
Deixou
Coisas
Por aqui
Juntou
Tem juntado
Coisas
Ave
De arribação
De sonhos
Memórias eternas
De algo que se juntou
Menininho
Por aqui
Chegou
Foi ficando
Ficou
E
Juntou
O
Juntado
E se foi
Voou
Para dentro
Você & Sítio
Na quietude do sítio
Onde o tempo
Se curva
À melodia da natureza
A alma encontra
A sinfonia da terra
E o espírito se eleva
Na dança cósmica
De sua existência
"Na quietude do sítio, onde o tempo se curva à melodia da natureza, a alma encontra a sinfonia da terra e o espírito se eleva na dança cósmica da existência."
No Real
O encanto
Da coisa
Sonhada
Viajar
À toda
No tempo
No espaço
Perceber
Em sua
Singeleza
Primitiva
O verdadeiro
Sentimento
Da
Existência
No real
A busca
Incessante
A miragem
Do oásis
No deserto
A fé
Naquilo
Que não se vê
A esperança
Que nos
Mantém vivos
No real
A dor
Alegria
O ódio
O amor
A vida
Em sua
Dualidade
No real
O medo
A coragem
A sombra
A luz
O eterno
Conflito
No real
A saudade
O presente
O passado
O futuro
A roda
Do tempo
No real
O sonho
A vigília
A fantasia
A realidade
A linha
Tênue
No real
O encontro
O desencontro
O abraço
O adeus
A dança
Da vida
No real
O silêncio
A palavra
O vazio
O infinito
O mistério
Da criação
No real
A busca
Continua
A miragem
Se afasta
A fé
Vacila
A esperança
Se esvai
No real
A dor
Aumenta
O ódio
Cresce
A vida
Se complica
No real
O medo
Paralisa
A sombra
Aterroriza
O conflito
Persiste
No real
A saudade
Aperta
O presente
Escorre
O passado
Assombra
No real
O sonho
Desaparece
A fantasia
Se desfaz
A linha
Se rompe
No real
O encontro
Se perde
O abraço
Se desfaz
A dança
Cessa
No real
O silêncio
Ensurdece
O vazio
Aterroriza
O mistério
Se aprofunda
No real
A busca
Se intensifica
A miragem
Se revela
A fé
Renasce
A esperança
Se reacende
No real
A dor
Diminui
O ódio
Se dissipa
A vida
Se simplifica
No real
O medo
Se enfrenta
A sombra
Se dissipa
O conflito
Se resolve
No real
A saudade
Se transforma
O presente
Se aproveita
O passado
Se aprende
No real
O sonho
Se reconstrói
A fantasia
Se reinventa
A linha
Se fortalece
No real
O encontro
Se realiza
O abraço
Se perpetua
A dança
Continua
No real
O silêncio
Se preenche
O vazio
Se completa
O mistério
Se desvenda
No real
A vida
Se revela
Em sua
Essência
Divina
O Tédio e o Labirinto
O tédio é um labirinto silencioso,
Onde o tempo se arrasta, lento e espesso
Nas paredes do vazio, ecoam passos
De uma alma que busca, inquieta, o repouso
É espelho que reflete a inquietude
A vacuidade que invade a quietude
Mas, no fundo do abismo, há uma luz
Um convite à transcendência, uma cruz
Pois o tédio, mestre disfarçado
Nos leva ao cerne do não revelado
Nas profundezas do existir
A epifania que desvela o véu do precipício
Lá Nem Longe
Era uma vez
Lá nem longe
Num tempo
Em que
As tardes tinham cheiro
De ontem
Bem
Que havia
Já não mais
Um quintal
Onde o mundo
Cabia
Num pé de goiaba
E a vida
Era medida
Pelo ritmo
Da rádio
Noite adentro
Vozes baixas
Contavam
O que o dia
Não ouviu
Agora
Só sobra
O vento
Que toca
À porta vazia
E um relógio
Que teima
Em marcar
Horas exatas
Que não existem mais
Era uma vez
Lá nem longe
O que restou
Como saudade
De coisa
Que nem chegou
A acontecer
E no álbum sem fim do vento
Um retrato de mim
Sem ninguém
E no canto esquecido da estante
Um abraço que nunca se desfez
E no relógio parado da cozinha
Os ponteiros
Ainda marcam tua hora
A fotografia, onde o tempo em pedra reside
A memória, qual névoa sutil que persiste
No cérebro reside, jardim onde a vida
Cultiva lembranças, em sombra e em luz se veste
O jardineiro interno, com arte e cuidado
Poda o que não nutre, o que é vão e passado
Deixando florescer o essencial
Livre o espaço da alma de um fardo pesado
Assim, a mente dança, leve e serena
No ritmo do tempo, que cura e acena
Guardando em seu âmago a beleza plena
E o esquecimento, em paz, a erva daninha acena
toda partida é uma despedida.
Valorizar o tempo perto das pessoas que você ama é fundamental para que não aja arrependimentos, talvez seu último adeus podes ser agora, seu último beijo, seu último abraço.
Então valorize o tempo que você tem perto de quem ama, não se prive por orgulho, nem por besteira nem uma, pôs o amanhã pode não mais chega.
Falo porque já senti na pele.
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