Textos sobre Tempo
O #ACENDEDOR DE #LAMPIÕES
No silêncio do ontem...
Entre ventos a soprar...
Saudoso de tempo que não volta mais...
O acendedor de lampiões vem lá...
Em namoro com a lua...
Em vielas e ruas...
Nos becos mais escuros...
Junto as tabernas ou cafés...
Casarões antigos...
Cabarés...
Em cantos silenciosos...
Entre alguém e ninguém...
Um a um acende...
Tão cedo no céu a fornalha se aurora...
Retorna lentamente...
Vagando entre as sombras...
Que espreitam insatisfeitas...
O adormecer das estrelas...
No baile das horas...
Não sabe ele...
Nada pode testemunhar...
Da vida pulsante oculta...
De madrugadas de luar...
Muitas vezes o tormento...
Incendeia a paixão do tempo...
Quando a alma precisa de um momento...
Em caminho tantas vezes percorrido...
O acendedor sente saudades de abrir a janela do coração...
Bendita, malvada vida...
Em acender e apagar o lampião...
Suas imensas lembranças...
Silenciosamente dentro dele começam a ecoar...
Algumas oprimem seus sonhos...
Outras o fazem sonhar...
Na rotina dos dias, meses e anos...
Deseja prender o tempo...
E do que lhe resta tão pouco...
Sem perceber muito dá...
Em seu passeio noturno...
Ele faz tudo brilhar...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
#PARES
É o inverno do meu tempo...
Não irei amar a mais ninguém...
O tempo avança...
E uma a uma...
Vão morrendo as esperanças...
Se alguém por mim perguntar...
Diga que estou bem...
Vou por aí...
Descobri em mim...
Outra forma de ser feliz...
Amores são fáceis de achar...
O que acredito ser bem difícil...
É verdadeiramente amar...
Então sigo...
Já não posso mais confiar...
Em cada esquina...
Deixo um pouco de minha vida...
Sempre haverão estrelas...
Sempre haverá pássaros cantando...
Seguirei assim pelo mundo...
Em louvável mistério...
Sem par...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
#DEVANEIOS
Às vezes, passo horas inteiras...
Sonhando o tempo que lá vai...
Julgo que a luz seja eterna...
E que Deus sua face me revela...
E vou com as andorinhas...
E até quando, me pergunto...
Flor insegura, enlaçada ao vento...
Na curva onde ilude o mundo...
Creio que tudo seja eterno...
Durante um segundo...
No espaço sereno das coisas que se deixam...
Fazendo bem ao coração...
Sonho...
A viver, sem testemunhas...
No espelho de mim...
Ah, os meus olhos...
Onde estão?
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
Noite à fora...
Sobre uma navalha...
Ó divina esperança...
Sonho de criança...
O tempo a criar silêncio...
Tornando o sonho poeira dos tempos...
Poço imenso e fundo...
Que engoliu meus desejos...
A ver no mundo seco a seca realidade...
Dos ébrios jogados à sarjeta...
Das matronas em penunbras das ruas da esquerda...
Dos pederastas em gargalhadas...
Disfarçando as lágrimas não jogadas...
Das mocinhas vendendo favores...
Em troca de licores...
Daqueles que só encontram alegrias...
Quando deixam suas garrafas vazias...
A vã loucura a moda é prima-irmã...
Mas quando vem o senso erguer-lhe os densos véus...
Desse desgosto...
Livrai-me Deus...
Salvo o meu desejar...
Teço beleza em tudo...
No hálito podre de um sugismundo...
No idoso porchetta...
Em quem que com qualquer um se deita...
Nessa langorosa magia...
Sob a lua que irradia...
As torpes paixões...
Sigo para meu descanso...
Aguardando, quiçá ...
Outro dia...
Valei- Deus...
Ou quaisquer outros guias...
Fim de noite...
Madrugada fria...
Eu próprio me interrogo:
– Onde estou? Onde estou?
E procuro nas sombras enganosas...
Sob essas horas mortas...
As mesmas coisas repetidas...
Inúteis os sonhos e as amarras
que nos prendem ao cais...
Mas quem sou eu que não escuto meus próprios ais?
Sandro Paschoal Nogueira
Por vezes quando o tempo passa...
Em horas dentro de mim...
Passa um nada meio acontecido...
Uma saudade que não tem mais fim...
Na penumbra de minha casa...
Escondido sob o luar...
Na artéria estendida do silêncio...
No vão do patamar do tempo...
A procurar...
Pressupondo um olhar para trás...
Por tudo o que eu vi e sei...
No curso veloz da vida...
Corri, subi e voei...
Agora grito...
Para rasgar os risos que me cercam...
Insensatos...
Não me servem de consolo...
Tolos...
Inúteis...
Pueris...
Fartam-me até as coisas que não tive...
Fartam-me com tudo o que sonhei...
Fartam-me o tanto que desejei...
Outrora escalar os céus, imaginei...
Tudo era igual...
E tudo me ruiu...
E entrei abandonado na esperança...
Entreguei -me a ela e ela me possuiu ...
Em combustão secreta...
Ao silêncio me abri...
Hoje entre as pedras procuro...
Aquilo que perdi...
Não paro...
E se necessário volto atrás...
Quantas vezes necessárias forem...
Até reencontrar...
O que nunca esqueci...
Dizem todos que é loucura...
Bem isso eu sei...
E muito ouço e muito já ouvi...
Tenho um caminho marcado...
E se agora não encontro...
Vou procurar no passado...
Revolvendo as cinzas...
Até descobrir...
Sandro Paschoal Nogueira
No declive do tempo os anos correm...
E o tempo esmaga tudo...
Ai, ai de mim enquanto caminho...
São inúteis as palavras destes versos...
Nada entenderás...
Só quero o que me é devido...
Com licença, quero passar,
Tenho pressa de viver...
Não tenho tempo a perder...
Nesses dias que embranquecem meus cabelos…
Ferido de silêncio duro e violento...
Com um beijo me despeço...
Eu andava à sua procura quando ainda não existias...
Sinto...
Sem planejar nenhum destino...
Que é preciso partir...
Os nossos sonhos uniram-se
talvez muito tarde...
Anda a bruma a fazer-me medo...
Não há luar,
Não há estrelas...
Já não sei mais o quero...
Já não sei o que vejo...
Hoje, é que nada espero.
Para quê, esperar?
Sandro Paschoal Nogueira
No tempo dos segredos...
Todas as coisas eram possíveis...
Era no tempo em que os meus olhos...
Não tinham visto tantas coisas frias...
Antes das palavras gastas...
Antes de não termos já nada para dar...
O que chega, não fica...
Nem mesmo abre em nosso peito feridas...
Já não se passa absolutamente nada...
A rosa se descobriu a perder a cor...
Fechou os olhos e adormeceu...
E quando amanheceu veio o vento e a arrancou...
Ocultam-se as paixões...
Sob os véus da ilusão...
Tudo acaba como começa...
Sem guardar a lembrança de um amor...
Pobre e frio coração...
Ninguém te abriu...
Ninguém verteu lágrimas de puro afeto...
Ninguém lhe sorriu...
Refém das mágoas que a si mesmo causou...
As histórias são recontadas de tantas formas...
Tudo indefinido...
Destino...
Acaso...
Desejos...
Escolhas...
Talvez...
É bom às vezes sentir medo...
Raro ser compreendido...
À frente o desconhecido...
De tudo que se acreditou...
Onde o silêncio esconde pensamentos...
De tudo que já sonhou...
Sandro Paschoal Nogueira
Grande ilusão morta no espaço tempo...
Do fundo do copo...
Disfarçando a espera de um qualquer sofrimento...
Pelas saudades que lhe aterram...
Procurando no amor a felicidade...
Entre conversas vãs...
Entre os descasos sem cuidados...
Pertencer a quem souber...
Apreciar os trejeitos...
No íntimo mais profundo...
Ignora o silêncio e o eco...
O que o coração murmura, a voz não diz...
Entorpecido sente-se feliz...
E vão-se em mar a fora...
Os sentidos embriagados e mal sentidos...
Que tudo é ilusão que esta alma sente...
Se nada há de novo e tudo o que há...
Sentir prazer em deitar-se com o perigo...
Que alguém lhe mostre a tua imagem, como tantos, sem sentido...
Sem expor à vergonha...
Sem alardear seus gemidos...
Pobre esperançado...
Que anda crê na ilusão…
Do amor…
Da fantasia...
Que nas portas dos bares aguarda...
Alguém a lhe acompanhar pelas ruas...
Tudo posso esquecer em minha vida...
As visões em minhas estradas percorridas...
Só não consigo me esquecer no entanto...
Dessa figura de alma nua...
Sandro Paschoal Nogueira
Que lucrei, eu, Senhor com o tempo perdido?
Num e noutro despojo me achando o que a vaidade me propôs...
Nunca mostramos o que somos, senão quando entendemos que ninguém nos vê...
Mas se ninguém nos vê o que importa afinal ser ou parecer?
Escoar-se é um desperdício...
Assim como aprisionar o vento...
Pouco se ganha...
Tanto se perde...
Tantas coisas sem sentido...
Homem que sou...
Ó divina esperança onde estás que comigo brinca...
E não me convida à dança...
Tu que transforma os sombrios pedadelos em sonhos dourados...
Que nos inflige e nos obriga a levantar da cama...
Virgem de eterno devaneio...
Que hoje minhas mãos não alcançam...
A rotina é tão pesarosa...
As mesmas pessoas enfadonhas...
Dentro de mim, a noite escura e fria se anuncia...
Que me olhar não se perca...
Entre tantos outros que passam...
E farto de fadigas...
E de fragilidades tantas...
Que amanhã...
Em outro dia...
Então...
Eu floresça...
Sandro Paschoal Nogueira
Todo esse tempo que lá vai...
Vejo passar a minha vida...
Em preto e branco...
Em branco e preto...
Por alta noite...
Quando não ouço um pio...
Os meus amigos onde estão?
Que batam à porta...
Façam-se chegar...
Mas apenas espero você...
Por onde andarás?
Vem...
Destruir o silêncio...
Levantar os panos...
Limpar o espelho...
Que de tanto o fitar...
Preto no branco ...
Cinza está...
Deixada sobre a mesa...
Cheia de negra poeira...
A estrela por ti colhida...
Se empequena...
Tudo está lá fora...
E tanto aqui dentro quero...
Sentado...
Aqui espero...
E ponho-me a olhar suspirando...
Aguardando que se abra a porta...
E eu, que não sou mais do que isso...
É só isso o que me importa...
Tendo idéias e sentimentos por os ter...
Do que julgo que sou…
Do que anseio ser...
Sei que nada sou...
Quando estou longe de você...
Sandro Paschoal Nogueira
''O Encanto do Perder''
essa vida anda mesmo
me pregando peça
e já há algum tempo
que estou caindo em todas elas
sempre após cair em uma
eu ainda ficava aliviado
pois quando eu era pequeno
ganhei um bracelete
e eu sempre o levava para todo lado
vivia com ele no meu braço
e o amava mais que tudo
e sempre após me machucar
eu olhava para ele
e de alguma forma me trazia conforto
porém com o passar do tempo
ele começou a ficar torto
a cor do bracelete já havia desbotado
e por um momento até cogitei em ficar louco
mas ao me acalmar eu pensei melhor
que mesmo ele tendo se despedaçado
graças a ele aprendi
a lidar com acontecimentos
de forma melhor.
#Quem #é #capaz #de #amar...
E trair ao mesmo tempo ?
Será eu ?...
Será você ?...
Talvez o vento...
Responda quem puder...
Essa minha indagação...
Doar sem receber...
Receber sem merecer...
Alguém merece a confiança ilimitada?
Acreditar que dali não viria...
A cruel punhalada...
Trai com um sorriso...
Em ato banal...
Sentindo alegria...
Enquanto faz o mal...
Colecionar decepção...
Para mim não é normal...
Aperta meu coração...
Perco a fé ...
Desistimula a crer...
Nas pessoas por final...
Em mais um dia...
Compreendo então...
Embora não aceite...
Tamanha ilusão...
De onde menos se espera...
Na alma se recebe a punhalada...
Ao traído um triste ai...
Para quem traiu ...
Não foi nada...
Sandro Paschoal Nogueira
Houve um tempo em que minha janela se abria....
Sem horas e sem dores...
Com sorrisos, flores...
Desejando amores...
Em dias quentes e em madrugadas frias...
O tempo não é nosso tempo...
E passou...
Tudo passa um dia...
Esperança já tardia...
O que é torto, o que é direito...
Que é tido como certo...
Duvido...
Vira e mexe me complico...
E por mim já descarrilho...
Só me rendo pelo brilho de quem vai fundo...
E nenhum predicado será prejudicado...
Sandro Paschoal Nogueira
— em Conservatória, Rio De Janeiro, Brazil.
#Qual #desejo #que #vale #o #ensejo...
De um tempo sonhado...
Da esperança que pouco alcança...
De um adulto ainda criança ?
Quantos anos foi de vida...
Horas, dias, décadas breve...
Sonhas ainda ou já sonhou?
Ilusão que me mantinha...
Sou mais velho do que sou...
Ponho em mim todos os choros...
E sorrisos em meu bojo...
Hoje no tempo...
Não faço anos...
Soma-se dias...
Em outrora perdido...
Lágrimas vertidas...
Noites mal dormidas...
Dia transcorrido...
Aconteça o que acontecer...
O tempo e as horas sempre chegam ao fim...
Guardo dentro de mim...
Bem lá no fundo...
A certeza da incerteza...
Tal qual flor a renascer...
Quando sopra o vento...
E a chuva desaba...
A luz, em fração de pensamento...
Segue para a eternidade...
Tu és... também sou...
Sandro Paschoal Nogueira
#Ainda #me #lembro #de #uma #manhã...
Em um lugar bom e belo...
Em que o tempo era doce...
E meu coração mais singelo...
Não me preocupava...
Com o vai e vem das noites...
Não me preocupava com as auroras...
Sentia grande prazer...
De ver nascer minhas rosas...
Vai-se agora a noite...
Vem de novo o dia...
Em meu jardim caminho eu...
Em silêncio consternado...
Não ouvindo mais ...
Melodia de pássaros...
Agora assustados...
Luz estaria agora comigo...
Se tivessem vocês ao meu lado...
Somente o jasmim...
Me recorda como um dia...
Tão grandemente fui amado...
Todos partiram...
O vento os levaram...
Na taça que hoje eu bebo...
O fel é tomado...
Estrada comprida...
Sem destino certo...
Algoz de mim mesmo...
Coração vazio...
Quase acabado...
Bate em sintonia...
Com a saudade que não é fantasia...
Antes assim fosse...
Daria término a minha agonia...
Conta os minutos...
O tempo que urge , que voa...
Erguendo aos céus as mãos...
Choro solidão...
Fera que ronda...
Insaciável apetite...
Aconselha de forma vã...
Me deixando mais triste...
Meu coração já não mais dorme,
Não mais sorri...
Em madrugadas frias...
Na alma o silêncio proclama...
Estou aqui...
Ah meu Deus...
Até quando esse cântaro terei que verter ?
Apazigua meu espírito...
Que eu já não mais me preocupe...
Plante no árido deserto que sou...
A esperança de ainda viver...
Sandro Paschoal Nogueira
#Vem #aqui...
Esquece do tempo...
Tenho muito a lhe dizer...
Quero lhe falar...
Aqui é o melhor lugar do mundo...
Para a gente se encontrar...
Fácil amar...
Tudo começa com um olhar...
Quando as mãos se tocam...
Quando a lua faz companhia...
Quando a estrela cai...
Em perfeita sintonia...
Sei que quer se sentir amado...
Não se deixe mais ser enganado...
Colocando o juízo de lado ...
Quando entende tudo errado...
Porque assim quer ser...
A vida é um momento...
Um abraço ao vento...
Um sonho a ser realizado...
Espaço a ser preenchido...
Vem aqui...
Vem comigo...
É fácil amar...
Tenho muito a lhe falar...
Meu coração é porto seguro...
Aqui é o melhor lugar do mundo...
Para gente se encontrar...
Sandro Paschoal Nogueira
— em Conservatória, Rio De Janeiro, Brazil.
Que eu perca meu tempo com isto !
Com sol, com energias malucas mais positivas !
Que eu valorize meu dia como o mais importante!
E que nele eu aprenda a respeitar todos como pessoas humanas, que procuram a felicidade cada qual da sua forma, e que eu olhe e seja olhada como um aprendiz, com direitos iguais a todos de acertar, ir e vir, sorrir e chorar, calar e falar, outras vezes errar para aprender como se deve caminhar ! Mas que acima de tudo respeite o direito que cada um tem de escolher o próprio destino ! Nada se faz pelos outros, dificilmente mudamos o proximo, somente mudamos a nós mesmos ! Iara Rosires
O tempo rápido te espera correndo pra você olhe pra traz, e diga pro tempo-que falta que ele seja longo , e que possa aprender o que não sei!
E possa também valorizar as pessoas, porque cada uma delas é aquilo que pode ser !
Me ensino todo dia que não sei muitas coisas que achei que sabia ! E descubro que nada é totalmente certo, e nada é totalmente errado em se tratando de ponto de vista de onde se olha. Viivendo e aprendendo !
Jericoacoara...
Final de tarde em jeri! O tempo passa ligeiro! As ondas são calmas, o mar se exibe ! Os pássaros cantam ! Os cachorros correm! A contemplação das pessoas é inânime ! Difícil olhar algo que desagrade ! Uma paz invade nosso ser na certeza de que Deus foi grandioso quando criou este lugar ! Difícil se despedir ! Difícil não agradecer ! Digicil não sentir a presença de Deus..
Em vez de aguardar a solenidade fúnebre para declarar seu amor, faça isso agora, enquanto o tempo ainda nos concede a bênção da presença mútua. Abrace, beije, profira palavras de afeto, peça perdão e conceda-o. Que o amor jamais se cale em seu interior!
Aos seus pais, demonstre a imensidão de sua gratidão e admiração. Agradeça cada ensinamento, cada palavra de orientação que moldou seu ser. Celebre a sabedoria e a história que seus avós carregam, reconhecendo a importância de suas vivências. A seus irmãos, reforce os laços fraternos e a relevância que ocupam em sua vida.
Não permita que a saudade se torne um fardo. Expresse aos seus amigos o quanto sua ausência os afeta e o quanto sua amizade é valorizada. Cultive momentos de alegria e cumplicidade com aqueles que iluminam sua jornada.
Lembre-se: a efemeridade da vida é um lembrete constante da urgência em amar. Viva o amor agora, antes que o amanhã se torne incerto. Transforme palavras em ações concretas, demonstrando seus sentimentos de forma genuína e autêntica.
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