Textos sobre Tempo
consola-me saber
que a vida é maior que eu
… flutuo no tempo-espaço
como uma piscadela da galáxia
– da menor galáxia do universo!
não tenho importância
na quase infinda dança dos astros
e essa liberdade me encanta…
é a liberdade da descoberta
da minha bela insignificância!
ah, como é leve existir apenas
enquanto os dardos me apontam
e minhas mãos aprontam a cena
– uma igual história!
um conto qualquer, outro poema
e já não preciso dar conta dos meus dilemas!
ah, como é bonito ser apenas
enquanto as folhas bailam
e meus pés andantes acenam
– um instante à toa!
um fragmento, uma suave pena
e já não preciso de fugas nem de aplausos
– UM SALTO!
E nova moradia se faz em mim:
a vida é boa…
a vida é boa
… a s s i m!
sou o istmo ligando minhas emoções
às emoções alheias
ao mesmo tempo sou ilha e oceano
sou o próprio sentir
desaguando inteiro
em mim:
sou o rio que mata
a própria sede
enquanto desafaz-se das redes
do seu existir:
rio
mar
oceano
e eu-gota
escorro dos lábios ferozes
amantes da terra molhada
do bálsamo de si…
O TEMPO É VALIOSO DEMAIS
O tempo é valioso demais
para eu gastar torcendo por vitórias que não mudam minha jornada,
em festas ruidosas que abafam o silêncio da alma cansada.
É valioso demais para discussões vazias,
para correr atrás de aplausos em plateias frias.
Não vale a pena perder horas com inveja ou rancor,
com medo de errar ou fingindo ser o que não sou. Por favor...
Não vale chorar por orgulho ferido,
nem esperar que o mundo me faça sentido.
Não vale a pena alimentar vaidade,
nem fingir alegria em meio à falsidade.
O tempo não deve ser jogado fora em amores mornos,
em promessas rasas, em sonhos sem adornos.
Mas vale — oh, como vale —
sentar ao lado de quem te escuta com o coração inteiro,
abraçar o silêncio de um fim de tarde verdadeiro.
Vale rir até a barriga doer,
vale amar mesmo com medo de sofrer.
Vale escrever, criar, construir,
ver a vida brotar, sem medo de partir.
Vale sentir o vento, andar descalço na areia,
valem os cafés lentos, as conversas sem peleia.
Vale lutar pelo que aquece a alma,
perdoar para manter a calma.
Vale servir, aprender, crescer,
e estar presente no que se escolhe viver.
O tempo é valioso demais
Não para contar os dias que passam,
mas para viver os dias que ficam.
Aos dezoito anos, percebo que a passagem do tempo me afeta de maneira peculiar. Uma sensação de transitoriedade invade meu ser, levando-me a contemplar a minha efemeridade. Embora a vida esteja apenas começando, a consciência de que um dia deixarei este mundo é um pensamento que me acompanha. Não compreendo completamente a origem desse sentimento, mas ele se revela como uma inquietação profunda.
Se, por ventura, a minha existência se extinguir, desejo que aqueles que me cercam continuem a viver, guiados por um princípio de respeito às questões éticas e morais que fundamentam a dignidade humana. Que suas ações sejam sempre orientadas pelo imperativo categórico, buscando tratar o outro como um fim em si mesmo e não meramente como um meio. Neste sentido, a vida deve ser vivida em conformidade com os preceitos da razão e da moralidade, honrando assim a essência da humanidade que nos une.
Vitor Ferreira de Paula,2024
Meu último poema:
Nas asas do tempo, um adeus se esvai,
No eco do silêncio, a saudade cai.
Palavras não ditas ficam a pairar,
No espaço entre nós, a emoção a vibrar.
No abraço apertado, sentimentos se entrelaçam,
E nas lágrimas contidas, os corações se abraçam.
É uma forte despedida, mas também um novo começo,
Um ciclo que se encerra, mas deixa seu apreço.
A estrada se estende, rumos diferentes a trilhar,
Mas o que foi vivido sempre irá perdurar.
No peito a saudade, no olhar a lembrança,
Uma despedida marcante, que o tempo não cansa.
Que o vento leve os suspiros da separação,
E traga de volta a doce sensação.
Que mesmo no adeus haja um brilho de esperança,
Pois a vida é feita de despedidas e bonanças.
Assim, seguimos adiante.
Uma história escrita com carinho e calor,
Na jornada da vida, o adeus é apenas um ponto de amor.
Bye Vander Hacher
Uma Chuva de Lembrança 🌧️
As gotas dançam na janela fria,
Sussurram memórias que o tempo levou,
Cada trovão, um eco tardio,
De um amor que a chuva deixou.
O vento canta em tom de saudade,
Levando os segredos da nossa estação,
No chão molhado, a realidade,
Reflete os traços da recordação.
Os pingos desenham no vidro embaçado,
Versos perdidos na imensidão,
Um céu cinzento, um peito marcado,
Pelas sombras da solidão.
Mas toda tempestade um dia se acalma,
E o sol renasce no peito ferido,
A chuva se vai, mas deixa na alma,
O brilho eterno do que foi vivido.
Você Ainda Está Aqui na Foto Desse Quarto 📸
O tempo passou, mas tudo é igual,
O mesmo perfume, a luz no retrato,
Seu rosto sorri num brilho imortal,
Você ainda está aqui, neste quarto.
A poeira descansa sobre a moldura,
Como se o tempo parasse por nós,
Cada detalhe é uma doce tortura,
A foto me fala com a sua voz.
A brisa da noite toca o lençol,
Traz seu abraço que nunca partiu,
A lua esconde-se atrás do véu,
Como se o mundo também sentiu.
Mas quando o dia nascer lá fora,
E o sol beijar essa solidão,
A foto sussurra: “eu não fui embora”,
Vivo em teu peito, em tua canção.
Sinto medo da coragem que tenho
Me movia em meus pensamentos durante o tempo que me mantive estático.
O silêncio falava comigo, na noite daquele dia.
Expressei calmamente meu nervosismo o falei sem dizer nada.
Enfrentei os gigantes que eram pequenos diante da imensidão de meus pensamentos.
Venci, sem ter lutar, escapei, sem precisar fugir, pulei para baixo e alcancei o topo do desafio que me era impossível.
Encontrei coisas que não procurava sem perder o que já havia achado.
Me deparei com um lugar fechado que não havia paredes, onde a escuridão era a maior fonte de luz.
Então um abrigo descoberto, onde o fogo se encontrava apagado, percebi que o óbvio não fazia sentido, e a lógica era irracional, no mundo de coisas contrárias onde se acha o que nunca foi perdido.
Neste momento tive medo da minha coragem, de continuar percorrendo sem sair do lugar.
Um desassossego trazia paz, já que a guerra portava bandeira branca, e os inimigos eram meus aliados.
fui embora, mesmo permanecendo lá por momentos que me pareciam eternos.
Tive a coragem de sentir medo para saber a hora de recuar, e atacando fiz o caminho de volta a um lugar desconhecido, então senti medo da minha coragem de enfrentar tudo de novo, sem repetir o que já fora feito.
Voltei a ter vida, sem ter enfrentando a morte, lutei com ela em pensamentos e me esquivei antes que a visse.
Por isso tive medo da coragem, mas permanci vivo ao matar esse medo.
E hoje conto a história do futuro que passou em minha mente.
ENDENTEU TDUO?
O VENTO ASSOBIA TOCANDO O ROSTO E O TEMPO PASSA!
LONGAS HORAS ENTRETEM-ME NESTA DEMORA!
OS SENTIMENTOS NÃO PODEM SER ENTALHADOS COMO ESCULPIMOS OUTROS OBJETOS!
GRAVITAM SONHOS, ESPERANÇAS E SENTIMENTOS NESTE ESPAÇO QUE VEM SENDO MINADO PELA LASSIDÃO PROVOCADA PELA AUSÊNCIA DA SUA VOZ!
OS OLHOS LASCIVOS TENTAM NÃO ESMORECER, MAS SE DENUNCIAM EMBEBEDANDO MINHAS MÃOS!
FRÁGEIS ESTES ENLEVOS, MAS A IMPACIÊNCIA DO SINAL DE VIDA ESTANCA UM RISO E ELE SOFRE AO PERCEBER QUE O SEU DESTINO É REPETIR O GOTEJAR DOS VISORES BUSCANDO O SEU VULTO!
SONHOS SÃO ESGANIÇADOS E FINDAM COMO DANTES ESPERANDO UM SIMPLES CARINHO PARA SOBREVIVER!
VOCÊ NUNCA CHEGA E, NESTA ALEIVOSIA DE DEDICAÇÃO, PADEÇO MAIS UM DIA DE SOLIDÃO!
©Balsa Melo
31.07.05
Cabedelo - Paraíba
Neste mundo de desculpas incontidas com a justificativa da falta de tempo... passamos pela vida sem o significado expressivo de termos causado alguma diferença neste Universo.
Interessante que o tempo passa a despeito de nós.
Cause algo, ao menos, pelos movimentos dos seus sonhos.
Sorria mais.
Abrace mais.
Seja gente como a gente... permanente e em movimento girando o seu universo e o nosso.
Não tento remendar o meu coração para não feri-lo mais do que já está.
Deixarei o tempo cicatrizar os ferimentos de agora e, quem sabe, um dia, poderei sorrir com a mesma graça de antes.
Quero apenas que não fira mais a minha alma e, tampouco, furte as minhas penas que me permitem voar para distante de ti.
É tempo de reflexão.
Muitos tiram as máscaras nesta época do ano e, poucos, colocam-nas.
"Tudo nos é lícito,
mas nem tudo nos convêm "
já profetizou Apóstolo Paulo, por isso, somos o que semeamos.
Que o tempo não seja a irresponsabilidade dos desavisados.
Poeta Balsa Melo
Quero não querer o que quis por muito tempo na variável permanência desprovida da temporalidade ilusória!
Passou!.... felizmente, como brisa que fragilizou minha face, nada mais!
Películas de ornamentos frágeis que apodrecem pelo desgastar provocado pelo uso de tantas mãos que manusearam e descartaram!
#Ingenuidade
Vivo tranquilo...
A liberdade é quem me faz carinho...
A brisa, como tem tempo não tem pressa...
Flores, música, poesia...
O luar e o sol...
São minhas companhias...
Bastam minhas asas...
Escolho a ousadia...
Ilusão de cada dia...
Vivendo em maestria...
Não é da minha natureza esperar que me deem liberdade...
Não sinto medo...
Até quando não percebo...
Eu mesmo me concedo...
Serei eu ingênuo?
Sandro Paschoal Nogueira
#FÊNIX
Ainda tenho a chama...
Guardada no peito...
Que mantém viva minha alma...
Vagando no tempo...
Nos dias que seguem...
Teimo em renascer...
No eclipse da lua...
Ou na explosão do sol...
Sempre renovando...
De ontem...
Nunca igual...
Espírito flamejante...
Cujas asas não se prende...
Da alvorada ao poente...
Tempo se vai...
E nem sente...
Mentiras e vaidades...
De medos e verdades...
Na taça o veneno...
Sorvendo...
Lentamente...
Possuído entre deuses...
Em um mundo que gira sem parar...
Vem...
E me chama...
A hora tarda...
Não é cedo para amar...
Não me engane agora...
Com suas novas da boa fortuna...
Não faça de minha vontade...
Em sua coleção...
Apenas mais uma...
Na forma que se cavalga dragões...
Uniremos nossos corações...
Ritmo único e compassado...
Nesse tempo...
Mal contado...
Inocência perdida...
Esperança franzina...
Paixões perdidas...
Triste sina...
Só o amor é nobre...
Não está em prateleiras...
Não se encontra em noites vagas...
Nas sarjetas...
E nem nas sujeiras...
E isso não mudará...
Por mais que tente me calar...
Só sei que é assim que penso...
Nem desejo mudar...
A vida é uma dança...
Venha comigo bailar...
Diga a verdade, me compreenda...
Vem e me chama...
O fênix renasce...
Para lhe amar...
Sandro Paschoal Nogueira
#UM #CONTO #DE #NÃO #FADAS
Era uma vez...
Um país perdido no tempo...
Abandonado por todos...
No esquecimento...
As leis eram manipuladas...
Favorecendo a quem pagava mais...
De cara e intenções mais deslavadas...
A Arquitetura morreu de tristeza...
Ao cair das alturas...
Se machucou, teve grangrena...
A Medicina , que só tinha um diploma na parede...
De enfeite...
Foi atender...
Não soube como fazer...
Fez um puxadinho em suas pernas...
Deixando-a manca...
Para sofrer...
A Educação optou por se fazer de cega, surda e muda...
Diante de tal fato...
Só não perdeu seu olfato...
Quando queimava a erva maldita dos ratos...
Justiça teve um AVC fulminante...
Quando os juízes miliantes...
Amasiada com a política embriagavam-se juntamente...
Vendendo sua alma na esquina...
A quem aparecesse na frente...
Com cobres , ouro ou prata...
Sorriam alegremente...
Com todos os dentes presentes...
A Saúde, coitada, ficou muito doente...
Abandonada ao povo carente...
Delirava constantemente...
Jogada no chão...
Em solidão...
Seus gemidos embora altos...
Não chegavam aos palácios dos magistrados...
Estavam muito ocupados...
Bebendo caros vinhos...
Comendo camarão...
O povo que sofria...
Em dolorosa intermitente agonia...
Em sua ignorância só rezava e dizia...
"Amanhã vai melhorar...
Somos o país do futuro que está a chegar".
Velas era acesas...
Mãos postas em oração...
Porém brigavam entre si...
Em estranha confusão...
A mão esquerda batia na direita...
A mão direita batia na esquerda...
Fazendo ritmo para dançar...
A Corrupção...
Era um país de extrema beleza...
De muitas cores e de grande alegria...
Mas tudo somente ia ficando cinza...
Dia após dia...
O preto brigava com branco...
O marrom brigava com o amarelo...
E assim crescia...
Esses estranhos flagelo...
O Tempo que a tudo via...
Partido nenhum tomava...
Sabiamente gargalhava...
Emboscada preparava...
De passado outrora em glória...
Triste presente ausente...
O que adveio foi o terror...
Impossível narrar...
Tamanho torpor...
Debaixo da poeira da ignorância...
O Futuro se suicidou...
Tão triste história de um país...
Que antes de ser estrela fulgurante...
Doente...morreu...acabou...
PS: Qualquer mera coincidência que sirva de alerta para que o mesmo não aconteça conosco...
Sandro Paschoal Nogueira
#PEDAÇO #DE #LUZ
Enquanto o tempo durar...
Algo de você sempre fica em mim ficará...
Marca profunda, sem dor...
Lembranças, saudades...
Pedaços de luz...
Um pouco de amor...
A esperança como um fósforo ainda aceso...
Pálida luz na manhã...
Lentas nuvens fazem sono...
Como às vezes num dia azul e manso...
Deixe-me ouvir o que eu não ouço...
Deixe-me ser o que sonho...
Depois que todos foram...
Ainda cá eu lhe espero...
Do fundo do fim do mundo...
Doze signos do céu o sol percorre...
E eu como outrora fui outro..
O que eu não tinha...
Eu me resigno no alto da montanha...
Falhei...
Os astros seguem seu caminho...
Mais triste do que o que acontece...
Minha alma sabe-me antiga...
Na noite que me desconhece...
Não digas nada...
Lua amiga...
O ruído vazio da rua...
O meu coração se quebrou...
No som do relógio...
Saudade restou...
Sonhei, confuso, e o sono foi disperso...
O prometido nunca será dado...
Sigo eu aqui então...
Sozinho...
Desejando ter você...
Ao meu lado...
Sandro Paschoal Nogueira
#ENTREGA
Perfume da vida...
Que chega sem avisar...
Tão rápido assim...
Transcendendo no tempo...
Logo se aprende a amar...
Dá-se adeus a solidão...
E desejos loucos ocupam nossos momentos...
De improviso...
Toma nosso coração...
Sonhos ganham beleza...
Alimenta a esperança...
A gente volta a ser criança...
Felicidade brota no peito...
E às vezes meio sem jeito...
Ficamos sem ar...
Não apenas um dia...
Mas todos os dias...
Tudo tem mais luz...
Tudo tem mais alegria...
Como água que brota das fontes...
Magia que se pronuncia...
Novos horizontes...
Nossa alma fica mais bonita...
A intenção é estreitar...
Os laços que vem pelo caminho...
Tudo na vida tem que saber a hora...
Na entrega ou na recusa...
De um carinho...
De onde eu venho...
Procuro a solução para sempre continuar...
Em tantas vezes que amei...
Nem em todas me entreguei...
Mas afirmo com certeza...
Sou feliz...
E sempre serei...
Sandro Paschoal Nogueira
#MOMENTOS
Para dizer tudo o que tem que ser dito...
Tudo vem ao seu tempo...
Basta observar os sinais...
Para colocar tudo nos lugares certos...
Nada acontece por acaso...
O acaso não é nada...
Em tempo na travessia...
Sempre em frente...
Com alegria...
Minhas certezas, meus conceitos...
Minhas virtudes, meus defeitos...
O que passou...
Já foi feito...
No que virá...
Me aprumo...
Me ajeito...
Existe o momento de sonhar...
Seu amor, que um dia encontrei...
Confesso...
Não sei em que esquina perdi...
Ou só deixei...
Dizem que o tempo ameniza...
Isto é faltar com a verdade...
Não me parecem novas, nem estranhas...
Minhas mudanças...
Mas são minhas...
Vivas e com ferocidade...
Cansado de correr...
Na direção contrária...
Hoje me entrego...
Ao sabor do vento...
Não...
Não sou louco...
Apenas desejando...
Ser mais feliz...
Nesse momento...
Sandro Paschoal Nogueira
#CANTIGA
Cenas retratam flagrantes da vida...
Tecendo o tempo...
Desatinos vão se completando...
E assim vamos seguindo...
Ano após ano...
Em olhar meio de lado...
Vez ou outra escuto no bar...
Papo furado...
E com esse enredo...
Cheio de cantos...
Sem culpa e sem arrependimento...
Apenas...
Vivendo...
Da insônia madrugada a fora...
Entre um copo e outro...
Vou jogando conversa fora...
Em tudo que aspiro...
O nada vai levar a nada...
Amanhã, talvez...
Possa esquecer alguma história mau contada...
Sem hora marcada...
Sei que tenho que voltar logo para casa...
Os abraços recebidos...
Nem de todos amigos...
Completaram a lacuna vazia ?
Entoaram alguma cantiga?
Fantasio e invento absurdos...
No que não existe faço acontecer...
Entre bocas ocas...
A conversa fiada me rende...
Sob a lua cheia...
Já tonto...
Me finjo acreditar que isso é viver...
Sandro Paschoal Nogueira
