Textos sobre Tempo
Como um eco suave, que o tempo não apaga,
Revivo em meu peito a paixão que me alaga.
Minha Sapekinha, em cada verso que te dei,
Um pedaço da alma, em amor, eu entreguei.
Que as palavras passadas sejam o nosso guia,
Para um amor que cresce a cada novo dia.
Um sentimento puro, que transcende o olhar,
Um refúgio seguro, onde podemos amar.
E se a vida nos testa, com ventos a soprar,
Nosso laço é mais forte, não vai se quebrar.
Pois em ti encontro a força, a paz e o querer,
O meu lar, meu futuro, meu eterno prazer.
Velhice
Velhice é tempo que pesa no peito,
Silêncio que grita no fim do leito.
É pele que sente, é passo que falha,
É o tempo dizendo que a vida não para.
Fugimos do espelho, mudamos o rosto,
Omitimos a idade como se fosse desgosto.
Mas ela chega — e se não vem,
É porque partimos cedo, também.
Não é o cabelo branco que mais assusta,
É a visão que falha, a memória que custa.
É a dor de perder quem já se foi,
E saber que o tempo não volta, não dói?
Velhice é sorte cercada de amor,
De um neto que estende a mão com fervor,
De um filho que ajuda com o prato na mesa,
Num mundo que esquece a delicadeza.
Envelhecer é poema que poucos leem,
Mas é dádiva dos dias que ainda vêm.
É ver, devagar, quem amamos partir,
E sentir no peito o tempo a ruir.
Elaine Paula 14 julho 2025
Raízes do Afeto
Nas fotos antigas, desbotadas no tempo,
Sorrisos guardados em preto e branco —
São laços que tecem, silentes, seu assento
No meu coração, como um rio sagrado.
Vejo nas tuas mãos as linhas que herdaste,
O mesmo tremor da avó ao cantar.
No teu olhar profundo, o que me contaste:
Amores antigos a nos sussurrar.
Na mesa posta, na receita esquecida,
No jeito de dobrar o pano de chão,
Vive a ternura de outra vida,
Semente lançada em gerações.
O amor ancestral não morre, repousa:
É seiva na árvore, é voz no vento...
Sangue que flui e não se esgota,
Abraço de séculos no meu momento.
O Brasil é dos Brasileiros
Composição: André Luiz Zanata
Quero falar do tempo sobre o tempo
Do vento que sopra e não tem lamento
Do olho sobre o olho, sem engano
Da fé que mora no gesto humano
Quero falar do amor que não se fala
Do amor que se planta e não se cala
Amor que é riso, toque, chão e passo
Que não precisa palavra, só abraço
Do Brasil que é Deus feito um verso em prosa
De um céu tão azul que a alma repousa
Da vida que a gente nem sempre entende
Mas que o coração sente e compreende
Quero falar da natureza com a gente
Das águas claras e do sol ardente
Das mãos na terra, do cheiro do mato
Do silêncio que canta no alto do trato
Do Brasil que é Deus feito um verso em prosa
De um céu tão azul que a alma repousa
Da vida que a gente nem sempre entende
Mas que o coração sente e compreende
Tudo que temos é presente e graça
Do grão ao sorriso, tudo é massa
E se o mundo pesa, a gente reza
No balanço da rede, a alma se apega
Do Brasil que é Deus feito um verso em prosa
De um céu tão azul que a alma repousa
Da vida que a gente nem sempre entende
Mas que o coração sente e compreende
"segue o tempo, o ponteiro do relógio em sua marcha, em seu ciclo interminável, jamais empático com qualquer que seja...segue sem olhar para trás.
Missão de jamais olhar o que passou e sempre seguindo adiante nos lembrando que o agora é o momento de fazer aquilo só cabe a você e que lhe diz respeito "
E então, o tempo de frio chegou
Enquanto eu derretia, eu pensava em palavras certas
Enfim, qual o meu propósito?
Sinceramente, nem sei o que pensar
Se o deleite é a resposta?
Se o silêncio é a resposta?
Se...
É muito mais difícil pensar
Quando se está perdido em pensamentos
Ainda assim... espero uma resposta.
O peso do agora
O tempo não passa.
Somos nós que deslizamos por ele,
como folhas levadas por uma corrente invisível.
Chamamos de presente o que já se foi,
e de futuro o que nunca se deixa alcançar.
Mas o agora
esse ponto microscópico entre dois abismos
carrega o peso de tudo.
Permanecer é impossível.
Tudo pulsa em transformação,
mesmo na pedra,
mesmo no silêncio.
Perguntamos o sentido das coisas
como quem interroga o espelho,
sem notar que o espelho apenas devolve
aquilo que somos incapazes de ver.
Existe um centro dentro de nós
que não se move,
mas que observa
todas as nossas tentativas de ser.
E talvez a sabedoria
não esteja em encontrar respostas,
mas em escutar o que permanece
quando todas as perguntas cessam.
A vida em um ano!!
Deixem-me ser eu, ver o tempo passando como o céu, minha mota minha vida em seus peneus;
Valorizar o que eu sou,ser feliz como o Sol, viajar e descobrir lugares que nunca ninguém encontrou;
Fazer o futuro valer a pena, deixar a vida mais serena e lembrar-me de como na sua imperfeição foi perfeita.
🌱✨ NO TEMPO DE DEUS ✨🌱
Com paciência e perseverança, tudo vai dando certo.
Às vezes, as coisas não acontecem do jeito que a gente quer ou no tempo que esperamos...
Mas Deus sempre sabe o que é melhor para nós. 💛
Mesmo que você não entenda as adversidades, confie: do jeito d’Ele, tudo vai fluir.
⏳ Ainda que a jornada pareça demorada, não desanime!
No tempo certo, o Senhor vai te fazer evoluir.
🙌 Mantenha a fé.
Siga firme na caminhada — lutando, trabalhando e sonhando com atitudes!
Vai plantando e regando a semente.
Você pode até não ver as folhas agora,
mas algo lindo vai brotar na sua vida.
Sim, ainda posso sonhar...
O tempo pode passar pausadamente...
A vida engatinhar arrastadamente...
O sonho em realidade mil anos pode demorar pra se transformar.
Mas ainda posso sonhar.
O que fiz não posso apagar.
Impossível o caminho trilhado deletar.
Pelo que foi perdido só posso chorar...
Lamentar os amores que eu não soube amar.
Mas ainda posso sonhar.
Quem sabe alguns caminhos por onde andei...
bem longe por eles passarei... presentemente neles não estarei.
Talvez alguns jeitos... alguns feitos do passado nunca mais repetirei.
Esses seguramente não os ecoarei.
Talvez...
Meu caminho faço novo.
Vivo o novo.
Não deixe migalhas pra não saber voltar...
O passado sempre pra trás há de ficar.
Talvez...
Mas ainda posso sonhar.
Nasci no ventre do eco,
onde o tempo não ousa entrar.
Ali, o mundo me olhou de costas,
e eu tive que ser meu próprio espelho.
Trago os ossos do pensamento à flor da pele,
mas ninguém ouve a dor que não sangra.
Tudo em mim é vidro —
mas cortante, não frágil.
Chamei a ausência pelo nome,
ela respondeu com o meu silêncio.
E no frio do sentido negado,
vi que até Deus evitava meus olhos.
A mente, em espirais de pedra,
caminha sem chão,
mas insiste em buscar
uma saída onde não há porta.
Sou o cárcere que se nega a abrir-se,
sou a chave que teme a liberdade.
Ser é um verbo afogado —
mas ainda respiro.
E se tudo isso for o belo?
Essa dor sem forma,
esse grito contido,
essa esperança disfarçada de exílio?
Pois talvez o belo more
não no alívio,
mas no gesto de seguir
mesmo sem horizonte.
Minha paz, meu asilo, meu momento.
Tudo uma questão do velho amigo tempo
A emoção, a intensidade.
Uma verdade absoluta: Quem tem fé no que busca, chega até a voar.
Em minha esperança carrego o peso das mudanças
Quase desisto de chorar, como uma criança ganhando um doce.
E se toda choradeira fosse simbolo, do quanto custa cada lágrima?
Á lágrima é rica nela valoriza-se sua dor.
O travesseiro com sua absorvência se enriquece toda noite.
E meu papel se rasga todos os dias.
Valorize suas lágrimas, aos que reclamam que choram muito. A lágrima lava por um momento, depois voltamos a sujar os olhos com a tristeza. A felicidade dura por um momento, também caem lágrimas por não caber aos olhos tanta alegria. Os que não choram? Bem, na escrita toda tinta que cai no papel e vira palavra, é lágrima.
Mistura Versão 3 - Completa.
Nordestino
(Nordeste de minha lembrança, o tempo leva a chuva, a união sustenta o tempo com a mistura das peles.
Saboreio a eternidade cultural, prestígio a saudosa tribo!
União...união, lembranças da escravidão, índios e seus espelhos refletindo os medos.
No aperreio do memorar a seca veio de morar, meus olhos vieram a alagar por Kariris e irmão Aduke.
Lembro e cuido da minha amada lembrança, bumba e seus barulhos a passar.)
Negro e Índio
(A união do pensamento e do olhar, minha pele, meus cabelos, minha liberdade, nessa luta nos unimos, em cultura viramos mis-tu-ra! Brasileiros...Brasileiros em espirito... guerreiros que foram trazidos, exportados, destruídos!.)
Nordestino
( É, ainda posso ouvir-los minutos antes de se erguerem para entrar na história.)
Índio
( Grito do meu povo refletido nos olhos de uma pálida pele portuguesa.)
Negro
( Chicotes e gemidos de minha mãe! Na dança, no batuque, escuto a voz de meu pai
:- Resistance .
Oxalá traga à paz. )
Nordestino
( Passa boi, passa boi-bumba, enquanto dançam os chamados mulambos, gritam os pardos em cima dos galhos.)
Negro e Índio
( Cante em meu peito liberdade! Cante nos rios e nos mares! Cante em meu peito cultura, me sustento em teu seio enquanto prematuro!)
Nordestino
( Meus pés gritam para Deus, porque tirou de um filho seu a água que banha a vida? Minha luta, minha labuta, o pensamento embebeda, os olhos escorrem meus molhados pingos.)
Negro
( Mãe! Deixe passar o boi! Deixe o boi passar! Festeje essa dor, alegre-se pelo que a de mudar.)
Índio
( Anauê Arebo. Salve a cada dia. )
Negro
(Ṣaaju ki ọjọ to pa ọ. Antes que o dia te mate.)
Nordestino.
( Antes que o tempo lhe leve, sem te tornar PARTE.)
Música - O tempo de amar vai te encontra.
O tempo vai cuidar,
do beijo, da vida em seu ohar.
Amor, não choreres agora, que seu preto não demora a chegar. 2x
De manhã, volto mais tarde
Entardecer, volto mais noite,
Madrugar, chego quando a alma despir pensar.
Iéié é lererererere íé íé íe.
Cor de luz, vem me seduz,
sem nem pensar.
Me iluminar,
Me chama pra ser teu bem.
Sem querer dividir-me com ninguém.
Vou lhe esperar, maré calmar.
Vou lhe esperar, quem sabe um dia não vai me amar.
Vou lhe esperar, o amor demora, mas, o tempo de amar vai te encontra.
O tempo vai cuidar,
do beijo seu, da vida em seu olhar. (ah, aaaaah, aaaa)
Amor, não choreres agora, que seu preto não demora a chegar. 2x
De manhã, volto mais tarde
Entardecer, volto mais noite,
Madrugar, chego com à alma pra despir teu pensar.
Iéié é lererererere íé íé íe iaiaia.
Cor de luz, vem me seduz,
sem nem pensar.
Lumiar, vem que lá fora o tempo corre, e quando cê menos esperar, o trem do seu bem já lhe passou.
Meu neném, chama-me agora pra ser teu bem.
Sem querer dividir-me com ninguém.
Vou lhe esperar, maré calmar.
Vou lhe esperar, quem sabe um dia não vai me amar.
Vou lhe esperar, o amor demora, mas, o tempo de amar vai te encontra.
Iéié é lererererere íé íé íe iaiaia.
Musica. Só ( consigo.)
Cuida do tempo, pro tempo cuidar de você.
Queima esses lábios no pires e tenta não enlouquecer.
Faz companhia pra solidão,
são só pares dos impares da ilusão.
Acende o clarão desses olhos já vai escurecer.
Mata a saudade do beijo que te fez revoar.
...
Amor, te peço um tempo pra cuidar do tempo que tenho de viver.
2x (Me deixa só ( sozin.)
Mas fica (aqui) 2x
Pertinho (de mim)2
, amor.)
Cuida do tempo, pro tempo cuidar de você.
Faz companhia pra solidão.
Não deixa na mão quem te fez renascer.
Não se esqueça o espelho da alma que vive em você.
( Te deixo só ( sozinha.) Me deixa só ( sozin.)
Com seu amor. Mas fica (aqui) 2x
Te deixo só ( sozinha.) ( Amor.
Ó meu amor.) ( Ó meu amor.)
Cuida de tu ( de mim.)
Mas, por favor, não se esqueça de ser você
o seu amor.
Cuida do tempo, pro tempo cuidar de você.
Queima esses lábios no pires e tenta não enlouquecer.
São só pares dos impares da ilusão.
Momentos tão bons que me lembram você.
Transpareço quando a tristeza vira lençol, mesa vazia.
Bate o cansaço com o olhar do correr.
Acende o clarão desses olhos já vai escurecer.
Não deixa cair desta gota muito da dor e pouco do amor que te fez renascer.
Mata a saudade do beijo que te fez revoar.
Lava essa alma com amor por você.
A dor é um pouco menos do que um pensar.
Navega esses olhos sem mar, sem remar.
Nada esse nada que o peito custa em dar lar.
Deita na rede mirando esse sonho, dormir no acordar.
Cuida do tempo, pro tempo cuidar de você.
Queima esses lábios no pires e tenta não enlouquecer.
São só pares dos impares da ilusão.
Momentos tão bons que me lembram você.
Acende o clarão desses olhos já vai escurecer.
Não deixa cair desta gota muito da dor.
Mata a saudade do beijo que te fez revoar.
Lava essa alma com amor por você.
A dor é um pouco menos do que um pensar
Navega esses olhos sem mar, nem remar.
Nada esse nada que o peito custa em dar lar.
Vive um só dia os outros vão te esperar.
(Presta atenção a canção corre sem ter que rimar.)
Vou lhe falar que foi dificil não me apaixonar.
Uns olhos castanhos que me fez viajar.
O beijo colou no meu céu do amar.
Seu rosto ficou no pensar do gostar.
Eu me acho.
Enquanto me perdia, se me perco noite, acho-me no dia.
Acendo o tempo, senão o tempo me apagaria.
A vida um caminho fino de passagens grossas, olhos congelados, vistas turvas.
A claridade, me escurece, desdenha-me da sabedoria.
Suga-me os rasos pingos d'água dos olhos, já não me resta nada.
Perdia-me, e quantas vezes me perdi.
Achavam-me e quantas vezes não achava-me.
Diz o ditado dos outros, não os meus:- Um homem se perde enquanto a luz, uma mulher se encontra enquanto existe a madrugada, não há hora no mundo falada que lhe mostre em que momento se perderá na estrada.
A vida é se encontrar estando em pedaços perdidos por lá, onde o mundo não lhe dá morada.
Olhos de Poesia
Nossos olhos são versos soltos,
que o tempo escreve sem avisar,
poema vivo, sem rima e sem dono,
um brilho oculto a nos guiar.
A Alma Escreve
A alma é pena em papel de vento,
rabisca luz e sombra ao léu,
poema antigo, forte, sincero,
escrito em névoas, tinta e céu.
Composição dos Sonhos
Poemas são ações que respiram,
nas mãos de quem sente e ousa sonhar,
versos que pulsam, criam caminhos,
e nunca deixam de nos tocar.
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