Textos sobre Tempo

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Noções de tempo e lapsos no espaço contínuo da realidade: o tempo segue seu fluxo ininterrupto, mas, no instante em que abrimos o olhar, parecemos sair de sua equação. Afinal, o tempo passa ou não passa? A noção psicológica de tempo está fora do cálculo mecânico — aquele gerado pelo ciclo de 24 horas e fracionado em horas e segundos.
​Ao viajarmos pelo espaço, sofremos as variações da dilatação temporal a cada parsec. O ser humano, contudo, não foi feito para a imensidão espacial. Ele precisará ser aprimorado: evoluindo através do transhumanismo ou da fusão entre a inteligência artificial e o biológico, transcendendo o conceito tradicional de humanidade desde a sua estrutura molecular primordial.
​Outra vertente dessa evolução pode emergir da própria consciência, trazendo um novo fôlego à humanidade. A geometria do universo revela uma construção magnífica e minimamente previsível, onde a geração de grávitons em sistemas massivos atua como uma holografia assimulada — uma simulação de realidade embutida em nossas mentes, na qual tudo o que vemos e conhecemos é a parte contida no todo, e o todo refletido na parte.
​O equilíbrio dessa equação reside num paradoxo existente, porém frequentemente ignorado pela nossa limitação de conhecimento. O universo é um ponto retroativo na imensidão: assim como uma única gota d’água carrega em si a essência dos oceanos, presenciamos o milagre de um ser ganhando consciência. A virtude única da nossa percepção sensorial é ser a própria perspectiva do cosmos no instante exato em que tomamos noção da nossa existência.

No tempo de outras eras eram deuses miticos que controlavam a Matrix sendo horizonte do mar final do mundo.
O mar criaturas e monstros guardavam os mares.
Meros arficios de manipulação.
Hoje em dia conflitos sociais e éticos são expostos no novo conceito da existência contemporânea.
O prelúdio do capitalismo somos sombras dos deuses esquecido.
A conciliação da conceito da consciência livre e do pensamentos fragmentos.
A terra é um pássaro numa gaiola..
A terra seria plana até que cubismo político e moral tenha a narrativa da verdadeira da natureza.
Dentro da alienação social somos fragmentos fragis...
Toda fake news trás um pássaro no profundo sentido do ser alienado.

Amor bela flor...
Flor de petulância e espinhos que encantam.
No tempo encontrava refúgio no jardim.
Tuas melodias era levadas pelo abuso dos ventos.
Na chuva que vinha chuvisco clamando terra seca...
Folha amarelada preenche o cheiro com a marra do desejo...
Foram queimados pelo sol e sua ardência demonstra que ate beleza tem um final...
Marreta flor se espalha pela floresta.
Minha alma rebelde floresce ate num pântano pois a vida é o amor tão simples... torna-se evidência do destino.
Somos copilidos com polem, a semente trans nascimento de outra vida.

Tese do relativismo na Internet e suas experiências nas star tapes. Terceira parte.


Tempo de uso excessivo do celular traz falta de sono ou troca do dia pela noite.
O trabalho em casa e nas impressas o stress do deslocamento até trabalho fazem do celular o escape de euforia.
Os perfis das redes sociais sao muitas vezes cenários de crimes virtuais desde crimes pacionais, crimes assédios sexuais entre outros artigos da lei,
Os golpes pelo aplicativos são corriqueiros e sofisticado dando alienação intelectual e moral um vasto reino...
O cubismo político também é um problema social em que alienação conta com deepfakes e resenha fakes news...
A religião nas lives online dão partido novas crônicas do conto do vigário,
E enriquecimento ilícito e predatório.

O tempo é escoamento do real momento da vida


Se existimos em algum ponto crucial da história respiramos o instante da eternidade.
Nossos pensamentos são fragmentos na memória sanguínea.
Então estamos ligados pela eras de experiências na existência so quando temos essa experiência relembrada temos o ar mais profundo de nossos ancestrais...

O tempo é a extensão que somos..
Dentro deste contexto tempo e real e constante.
No linear da consciência a liberdade de pensar se torna nobre nos dá o recanto.


Entre dilúvio das almas perdidas na ilusão da alienação religiosa e social.
Um labirinto moral se abre...
Questionar as grades da prisão intelectual sera te livra das garras do silêncio da sua consciência?
O vazio da existência social é opcional...?
Distância no despertar o silêncio cruel e libertador...
Se conhecer a ti mesmo dentro de um mundo de conceitos te dá opinião própria, Suas escolhas são suas...
Ate onde a ostentação vai te levar ?
O consumismo é seu ou é opção deles que escolhe o que consuma e seja consumado?

Nos caminhos dos sonhos somos relíquias perdidas no tempo...
Somos bem aventurados ate que nos tornamos poeira,
Somos esquecidos pois o tempo passou e ao mesmo tempo parece que nunca existimos...
Apenas um nome e uma data de nascimento e morte.
?além quem foi... Embora ninguém o conheça?
O moribundo ninguém sabe quem era nada mais do que poeira deixada num canto escuro....
Seria possível seus fantasmas serem seus atos insanos.
Loucura que habita cada um de nós são fantasmas da manipulação.
Todo gênero é classificado e rotulado nas sombras da fogueira.
Tudo que dito esta no seu apogeu.
Em teu epílogo teu ego é o domínio das garras da dominação e alienação.
Vulgar o seja mente cega e obediente torna se escrava do sistema escravagista do clero burguês

Na alquimia do tempo e o espaço.
Se abrange a conexão do ser humano com desconhecido...
Sendo detalhado o uso transhumanismo e é ilusão por baixo de disfunção os robôs inteligentes.
Desde da caverna e suas sombras o ser humano ainda tem a vivência de estar acorrentado a dogmas.
Para novas descobertas se tem sem curiosidade e raciocínio lógico aprimorado.
Vemos iluminação nas contas do universo.
Sendo a lua um percentual absurdo da ilusão ate iluminação.
O embarque a ilusão dos acontecimentos, cordas são puxadas para que boneco tome o próximo movimento.
As danças de bonecas ainda intertre o ser humano.
A faceta torna se corriqueira...
Mas, a humanidade ganha novas possibilidades diante o fanfarrão.

Morremos a cada amanhecer.
Somos esquecidos a cada anoitecer.
No murmúrio do tempo, somos compelidos a lembrar que existimos.
Embora existir não se compreenda — pois o tempo passou, e quem fomos se esvai diante dele —,
resta apenas a equivalência da existência cognitiva num instante do espaço e do tempo.⁠

Nas nuances do tempo no verde e no violeta, as linhas das cores são assimiladas pela luz, desbotadas pela reação química e pelo movimento da evaporação. Nas profundezas da cor, há poros e rachaduras: os resquícios do solvente tornam-se o fenômeno que transforma a obra em monumento, pois o tempo e a temperatura expõem seus cursos, e até a umidade transfere novos caminhos para a pintura.
​É a vastidão exterior interagindo com o interior — o tempo gerado por um quadro binário ou multidimensional. Para entender o que criamos no subconsciente, buscamos inovações psicológicas; mas é no espelho multiversal que encontramos estradas e estruturas em uma linguagem única: o expressionismo.
​Uma arte que enfeitiça a percepção: dependendo do ângulo, transforma-se em outro desenho. São múltiplas imagens ocultas dentro de outras imagens. Muitas vezes, cenários iluminados ou tiras de metal tornam-se parte da obra. Toda criação mexe com o artista, mesmo quando a expressão ganha traços que se mesclam em um teor superficial.
​A percepção física nos estímulos de cada pincelada projeta um olhar no vazio — muitas vezes como quem olha diretamente para o sol para entender o que está sendo criado. Fomos surpreendidos nas formas porque mantínhamos o olhar fixo na lembrança da pintura inicial. Então, percorremos cada contorno: os traços primordiais, as técnicas de evolução existencial. Longas exposições à luz dão continuidade ao processo, mas os padrões conceituais deixam de importar; o caminho percorrido é só seu, até que possamos visualizar novos horizontes.
​Os sentimentos nem sempre são fáceis de compreender. Muitas vezes, cenários iluminados são apenas o diário de um artista. A filosofia e a especulação ambiental oferecem uma fuga da realidade, transmutando-se na angústia da solidão ou no desespero pela compreensão inata do universo. A separação e a perda do amor trazem inovações à obra; surge então uma voz na imagem reduzida — algo quase imperfeito, uma sutil nuance. O que para o público parece um sol ou uma nave alienígena é, para o pintor, a representação exata de uma lanterna reluzente que ilumina o dia.
​Derivados de substâncias e bebidas trazem sensações de alteração corporal e sensorial. O momento assimilado é instável, composto por distorções mentais que se desdobram em ressaca e dor de cabeça. No choque cultural, quando a arte atravessa as eras, os sentidos costumam ser interpretados de forma limitada ou bidimensional. Testemunhamos inovações psicológicas dentro dos lapsos: a tela ganha desenho sobre desenho, revelando um segredo sentimental ou o ato de reaproveitar o próprio suporte.
​A luz capturada pelo olhar fixo na tela desenvolve um estado de sentimento. A consciência transmuta ideias por meio de pareidolias mentais, evocando uma ausência — um estado divergente, primitivo e inerte. A desventura do paradigma do caleidoscópio faz parte do emaranhado do cubismo, tornando o processo uma verdadeira cascata de compreensão da tela.

Nas janelas da alma
Vejo florescer o destino.
Mesmo que tempo seja uma flor.
Remanejos as obras do amanha.
Sobre olhares os seres sombrios são meros pássaro da consciência.
Virtuosos seres remotos num estado enerte como estatua que simboliza a liberdade ainda assim as penas caem ao longe.
Transfigurando o passado num sino de liberdade no chão rachado e enferrujado dando aspecto que foi arrado do coração.
Os direitos dos deuses místicos foram esquecido pois alienação os fez morrer no espaço do continuo po para o po.
Num suposto enigmático alvorecer sinto frio mesmo tempo a ternura de estar num tempo que nada existiu apenas o vicio de olhar tempo passar diante das contas as cordas munumentais esguian se na escuridão.
Muitas nuvens e luzes que sao lampejos de vida.
Nas entrinhas paz e liberdade.
Velho sino foi lembrado nos esbolsos do tecido da realidade.
Ouço que espaço tem sons para humanidade grite estamos aqui venham ou corram pois somos o somos e podemos ser.
Abrace que alucinação da teoria das cordas seja mais um conto da fragilidade humana.
E perceba que o sino so é poeira no espaço que te faz compania enquanto ressoa a existência do seu ser diante o que somos.
O tempo passo o metrô chegou. Tenho ir ao trabalho. Pois nem tudo nasce no jardim.
Os sinos tocam as portas se fechamento muitas pessoas aglomerados. Como estrelas no novo espectro que luz celeste revela a liberdade de sois.
Revelace telas cabeças olham o vazio.
Na síntese da otopia fotossíntese humana se mistura se mistura com ar acondicionado. Alguém ainda pensa na liberdade ou fato que estrelas brilham pois ignora é tempo que foi marcado pela gravidade dentro de uma singularidade.
Aonde a astrofísica so pode ver tempo passar e deduzir que vida tão rara que suspiro nos tornou ferramentas do universo. Mesmo assim somos alienados e apaixonados pelo instante avançamos sem olhar nem mesmo porquê, ainda existimos.

Mosaico do Tempo e a Ilusão da Causa
​O erro do paradoxo temporal pode não ser um erro de fato, mas um caminho não intrusivo. Afinal, a coexistência simultânea parece impossível até mesmo no microcosmo — a menos que consideremos a possibilidade da entropia existir dentro da própria visão. O que significa existir em um universo etéreo, onde a luz replica a si mesma? Na coexistência entre a sombra e o "eu", há uma aparente igualdade que logo se desfaz, pois é a luz que coordena e dita essa existência. O ser existe porque o caleidoscópio é parte intrínseca da visão cubista.
​Compreender os mistérios exige olhar para dentro deles, e não apenas especular. Buscamos a solução de tudo na equação e no equilíbrio do todo para o todo; mas, quando nos deparamos com o caos e com aquilo que não conseguimos explicar, criamos fantasias e medos, transformando a dúvida em crônicas de mito e misticismo. O tempo necessário para a compreensão ainda faz parte da Caverna de Platão: um olhar moldado pelo medo e pela desconfiança. No entanto, ao olharmos para os céus como grandes edificações, o tempo passa e aquilo que tanto nos intrigava torna-se irrelevante. O jogo terminou.
​Diante da fusão do pensamento, a realidade torna-se um mosaico temporal, um passado congelado pela força da emoção. O estado analógico fez o pássaro voar dentro de uma condição assimilada pela teoria do espelho: a existência do mundo macro depende do observador, e a mutabilidade da causalidade temporal transforma-se na bebida dos deuses. A existência emerge pelo simples e puro fato de existir.
​Contudo, quando os adereços da causalidade são reunidos no estopim de um evento, a causa se torna o ponto mais fascinante: todos os desfechos convergem para ela, independentemente do que façamos. Mas o que acontece quando essa interação ganha novas sombras e novos observadores? Terá a história o mesmo final? Guardará ela a mesma propriedade na profundidade das probabilidades?
​A construção de uma nova realidade é ambígua. Na arquitetura de um megacubo espacial — um cubo desdobrado no espaço-tempo —, o som finalmente seria compreendido através da distorção da gravidade. Haveria uma defasagem da história no próprio ato de sua escrita, uma nova proposta de criação vinda de um mundo de sombras.
​O som viaja pelo espaço, mesmo quando este se mostra vazio e translúcido. É quando a gravidade o toca que invocamos novos acordes ou o silêncio absoluto; a atração o torna inerte, transformando-o na imagem de um passado guardado em nossas lembranças. O cubismo fragmenta essa imagem. O som pode ser distorcido, e o próprio movimento da gravidade pode ser modificado pela força do simples querer, pela pura manifestação da vontade. É quando a lei da relatividade, enfim, transcende a própria causalidade.
Por Celso Roberto Nadilo
Pensamentos

O Eco do Caos e o Arco do Tempo
​A evolução é som e sinal que se propagam pelos astros; o mundo grita para o universo. Seríamos nós servos dos sons que ouvimos, ou reduzimos a imensidão desse conceito a algo corriqueiro, disperso em qualquer lugar? Dentro do ambiente social, ainda somos marcados pela sonoridade — que, na verdade, é a própria luz propagando-se pelo espaço. Paradoxalmente, vivemos na escuridão.
​No entanto, a verdade é que lampejos de vida transmutam o tempo e o espaço. Somos capazes de mudar diante das adversidades do caos. Compreendemos que o tempo pode fazer o espaço comprimir e esticar, dependendo do caminho percorrido. O tempo torna-se o efeito de um paradoxo, pois atravessa até as linhas da imaginação: o tempo aqui jamais será o mesmo tempo de um lugar distante.
​A causalidade que pensamos dominar pode já ter se tornado passado; afinal, o que foi escrito, lá está, consolidado. O futuro, por sua vez, permanece como um arco de possibilidades. Diante disso, quando olhamos para trás, vislumbramos um leque de futuros que poderiam ter sido, ou apenas contemplamos o presente?
​Toda ação precisa de uma reação, independente do estado da matéria. As verdades que enxergamos são apenas a linha da continuação. Pois até o som pode se tornar eterno, deflagrado na imensidão, até que sua constante seja ampliada ao infinito ou reduzida a quase nada.A luz parada no tempo sendo sentelha da vida na sua plenitude como podemos viajar ou imaginar essa vida se expressando no exato momento da criação. Pois nada mais belo que flutuar nas fronteiras da existência ainda reflir o que somos diante o somos.

O Arquivo Vivo do Tempo
​Nos atos do espelho, repetem-se os ecos da moral e da ética, mas eles são validados pelo viés. Os escravagistas possuem a linha de dados lógicos e os algoritmos para toda a colonização do ecossistema. Pequenos lampejos de vidas anteriores são transmitidos pelas linhas sanguíneas; nem todas as respostas estão mastigadas dentro do lado espiritual. Fatos são fardos: fragmentos e lembranças de déjà-vus na linha cronológica do tempo.
​No primeiro contato dos alienígenas, somos índios diante do espelho — o espelho e eu. Somos indígenas dentro de um mundo alienígena do qual também somos alienígenas. Com o foco distorcido de uma realidade ambígua, compreendemos as sombras como alegorias, mas ainda ouvimos, em sonhos, seus cânticos no mundo espiritual. O DNA traz cargas de lembranças para nos tornar médicos, engenheiros ou qualquer outra coisa; temos uma consciência transmutada e esquecida, pois começamos exatamente de onde eles terminaram — como os aviões na cabeça de Leonardo da Vinci.
​A vida floresce, até que alienígenas queiram não só o núcleo da Terra, mas também os nossos corpos como moeda de troca: as flores do conhecimento. No DNA, como um arquivo vivo das almas vivas, somos células como a poeira do universo, somos sementes do espaço. Caminhamos pelos astros em seres animados por suas próprias ideias, partes da floresta que habitamos no subconsciente.
​Quando sonhamos com luzes no céu, nossos neurônios são levados de volta ao instante em que os colonizadores chegaram a novas terras. As sombras implantadas são frutos de abdução. Mesmo assim, continuamos a buscar compreensão no espaço sideral. Vemos nossas almas pairar sobre nossos espíritos aventureiros; cada experiência faz parte do emaranhado da alma humana. Mesmo quando o transhumanismo for a realidade de todos no planeta, haverá o código genético: a linha eterna da experiência.
​No instante em que a caverna digital e suas alegorias florescem na alienação intelectual, há algo no sangue que ainda sabe quem somos. Diante do feed, somos servos observando, maravilhados, os deepfakes existenciais. Mas, no mais profundo sentido do sangue, carregamos lembranças, mesmo dentro da horda coletiva. Vemos lapsos de tempo, o esquecimento como uma doença ou uma falha do sistema. Mas, quando o rádio quebra, nós o consertamos com outros transdutores, condutores e até capacitores. O termo infinito se torna breve com a percepção de tempo e espaço. Os olhos tremem, os lábios tremem, a insônia chega: num instante, avançamos os limites da consciência.
​A expressão verbal da consciência estava nas árvores — o grito era a linguagem quando, ao redor da fogueira, estávamos alucinados pelos rituais. Aprendemos a ver a história da caçada como a verdade da realidade, a enxergar as adversidades morais e éticas como a resiliência da própria vida diante daquilo que verdadeiramente somos. Essa verdade viaja pelo tempo. E todo registro é resgatado. Como sabemos fazer algo, como sabemos falar outras línguas se nunca as estudamos? Está no sangue. Carregamos essas lembranças e recordações.

Temporal
​Se viajamos no limite do espaço e do tempo relativos, a diferença em casa já não existiria. Talvez as crianças — que outrora estudavam a origem da vida e os frutos da alienação — seriam agora apenas pontos ancorados na sua própria mente. Uma mente que se manteria em uma forma constante, pois o coma o reteve exatamente ali: no último e eterno instante de consciência.
​— Por Celso Roberto Nadilo

"O tempo é o efeito da reação do que foi para o que é. Assim como o cheiro fica gravado na mente, a luz e a cor também podem ter aroma, pois a manifestação do som pode ser entropia. Do que foi para o que é, resta o amarelo das lembranças e dos dados envelhecidos.
​A falha no componente da matriz da cor com o cheiro gera uma defasagem, onde a ferrugem se mistura, resultando na ausência das experiências passadas. Uma voz ao longe e as limitações dos outros fótons de luz no fluxo do caleidoscópio fazem o universo bidimensional desatar-se em um astro cubista.
​Muitas vezes, cenários iluminados provocam a difusão do escuro, e pingos de luz revelam-se como frutos do conhecimento e de suas expectativas. No fato intrínseco do ar, na percepção do passado e do futuro, construímos imagens em cubos; mas, no amanhã, nem o som poderá ser visto como o é no presente e no passado. As ações compilam cada fase com o contraste da ação lógica de espaço e tempo relativos."
— Celso Roberto Nadilo

Os atributos da cor manifestam-se estritamente no espaço e no tempo.
​A visão da viagem temporal confere funcionalidade e pragmatismo sobre a matéria que constitui o tecido do espaço-tempo. É essa percepção que dá vida à animação alegórica da existência, pois o movimento só se realiza através dessas coordenadas.
​Sob essa dinâmica, as figuras possuem cores, nuances e pensamentos distintos, cada uma operando dentro da carga natural e singular do ser que nelas foi estabelecido.

O homem que era o viajante do tempo... encontrou seu avô...
Seu avô morreu diante no dia encontrou sua vó lapsos temporais começaram.
Deste mesmo lapsos a alienação começou...
Diante esse pensamento o tempo se dobrou diante a gravidade sendo o homem parte da sua própria existência.
Se a relatividade é simplicidade continuo espaço tempo..
A grávida escapa da luz distorcendo o homem que viveu até outras mais profundo torna navegante do paradoxo.
O psicológico se tornou parte de tantas existência que as ondas temporais fazem ser alienado entanto cópias do seu no infinito construído um ser sem duas definições apenas uma mais o homem é feito na barriga de sua mãe apenas por um sentido biológico.

O homem que era o viajante do tempo... encontrou seu avô...
Seu avô morreu diante no dia encontrou sua vó lapsos temporais começaram.
Deste mesmo lapsos a alienação começou...
Diante esse pensamento o tempo se dobrou diante a gravidade sendo o homem parte da sua própria existência.
Se a relatividade é simplicidade continuo espaço tempo..
A grávida escapa da luz distorcendo o homem que viveu até outras mais profundo torna navegante do paradoxo.
O psicológico se tornou parte de tantas existência que as ondas temporais fazem ser alienado entanto cópias do seu no infinito construído um ser sem duas definições apenas uma mais o homem é feito na barriga de sua mãe apenas por um sentido biológico.Efeito borboleta o caos caótico da fisica de um sistema a possibilidade é simplicidade abandonado do real paradoxo alinha do futuro pode ser alterado com um corpo pode existir num estado inerte todavia da teia cronológica do ser sendo dois seres não podem existir no mesmo espaço. Porem no mundo quantico a verdade e o linear de cada ser pode ser possível, mais com variáveis da estabilidade gravidade sendo o paradoxo do eu infinito.

O deslumbre do lienar da vida.


Podemos contemplar e viaja no tempo encontrar o início de nossas vidas.


Mesmo tempo Podemos contemplar o crescer da vida e sua passagem para mundo espiritual.


Conhecendo o presente e futuro somos máquinas do tempo pois guardamos o passado dentro de nós deslumbramos o futuro e vivemos no presente.