Textos sobre Tempo
A paciência é a coisa mais importante de todas na vida espiritual. Quanto tempo é preciso esperar depois de semear a semente! No início todo o esforço parece perdido, nada parece estar acontecendo, e então um dia a espera termina e a semente se rompe, empurrando a terra em direção à planta. Mas lembre-se que mesmo quando nada parecia estar acontecendo, a semente estava trabalhando sob o solo.
Hoje em dia passamos muito mais tempo digitalmente com as pessoas que amamos, mas isso não quer dizer que as amamos menos. Na verdade, apenas significa que a tecnologia serve como uma ponte para podermos estar sempre perto do que é realmente importante em nossas vidas. Agradeço a todos que vieram a minha página para me desejar feliz aniversário. Amei cada segundo, cada palavra e cada gesto. Mas, principalmente, amei que as minhas pessoas preferidas do mundo inteiro se tenham reunido no mesmo dia e espaço para me fazerem uma surpresa. Amei as homenagens. Que Deus abençoe sua vida com chuva de bênçãos.
Houve um tempo em que pensei que a dificuldade era o fim, que o peso da separação era uma prova irrefutável de que havíamos falhado irremediavelmente. Porém, a resiliência me ensinou que o que parecia ser uma pena é apenas uma pausa dramática. Com a humildade de quem reconhece o erro, eu me permito o recomeço, um retorno corajoso ao primeiro passo.
O tempo não possui o poder mágico de curar, ele é apenas o cronista impiedoso das nossas batalhas perdidas, registrando as feridas que insistimos em maquiar com o falso sorriso da resignação forçada, e a ilusão de que a passagem dos anos apaga a dor é o autoengano mais perigoso. O verdadeiro antídoto contra o veneno do passado não está na espera, mas na ação de mudar as escolhas, de traçar um caminho onde a sua atitude não seja um reflexo do que foi, mas um farol do que será, porque a vida só se transforma quando paramos de ser meros espectadores dos nossos próprios erros.
A alma encontra o próprio porto na vertigem do teu afeto, onde o tempo, que para todos corre, por nós se curva e multiplica a graça. Meu coração, antes inquieto, desarma e se rende ao teu cheiro, pois o que quase ninguém vê é o segredo que o teu toque descasca, e no teu beijo, o corpo vai sem medo, entregando-se inteiro à certeza de ter amado te ver.
A espera é o lugar de treino onde a paciência cresce e se aprimora. Não é tempo perdido e parado, mas um momento especial onde Deus trabalha em coisas que não podemos ver. Se quisermos colher antes da hora, teremos frutos amargos, é essencial respeitar o tempo da semente, honrando o silêncio da terra onde a promessa ganha força.
O tempo é um paradoxo quântico, para mim, não faz sentido, pois nossa existência é moldada por instantes que já se foram e por futuros que ainda não nasceram. Vivemos no fio tênue do agora, mas carregamos em nós as marcas de tudo que foi e a ansiedade de tudo que poderá vir. O presente é apenas um fragmento entre duas eternidades invisíveis.
Somos tolos em nossa própria ilusão, atribuindo valor ao que se desfaz com o tempo, dinheiro, status, títulos. Olhamos com arrogância para aqueles que sustentam silenciosamente a vida em sociedade, os que limpam, os que recolhem, os que tornam possível o nosso cotidiano, como se a dignidade fosse privilégio e não essência. No fundo, seguimos apenas rótulos impostos por uma sociedade adoecida, sem perceber que a verdadeira grandeza não está no que se ostenta, mas no que se é.
O passado é um cadáver intocado pelo tempo; regressar a ele é deitar-se na podridão, aspirar a decomposição de ossos que jamais voltarão à vida. Ainda assim, minha mente enferma cava covas dentro de mim, arrancando memórias que nem sempre são minhas, mas que me invadem como larvas famintas. Eu as vivo em carne exposta, como se fossem chagas abertas, sangrando uma dor que não me pertence, mas que me consome como se fosse a única verdade que restou.
No breve tempo que me ausentei, ao regressar, percebi que já não era o mesmo. Os sentimentos haviam se esvaído como água entre as mãos, e em meu peito apenas o silêncio se aninhava. Aquele eu que um dia partira, morreu no exílio do tempo e jamais retornaria. Em seu lugar, restou apenas uma sombra errante, um eco de mim mesmo, condenado a habitar a casa, mas nunca mais a pertencer a ela.
Fui moldado pela dor e lapidado pela paciência. Cada sofrimento foi um cinzel nas mãos do tempo, esculpindo em mim a consciência de que nada é em vão. A dor me rasgou, mas também me abriu para o divino que habita no silêncio. A paciência, essa artesã invisível, me ensinou que o amadurecimento não é pressa, é entrega. Hoje entendo que fui forjado não para ser perfeito, mas para compreender a beleza do processo, o sagrado que existe em suportar e florescer, mesmo em meio ao fogo.
“Mas isso foi a muito tempo atrás. Crescemos, partimos para lugares diferentes, nos separamos. Nada disso é muito estranho, eu creio. Nossas vidas nos levam por rumos que não podemos controlar e quase nada permanece conosco. Essas coisas morrem quando nós morremos, e a morte é algo que acontece com todos nós, todos os dias”
"Ele voltou. Depois de um bom tempo voltamos. A nos falar, a nos ver, a nos sorrir. A nos lembrar de como éramos antes de nos sumirmos. Éramos mais amigos, mais cúmplices, mais íntimos. Éramos mais um do que dois. Éramos saudade, clareza, simplicidade, harmonia, ansiedade e espera. Éramos tantas outras coisas. Éramos tudo antes que o tempo aparecesse para nos tornar em nada. Hoje somos apenas saudades. A do pior tipo, a que não se mata."
É engraçado como nossa vida se desenrola, ou antes, marcha na fieira do tempo. Chega um momento em que, inopinadamente, dobramos do Cabo da Boa Esperança para o Cabo das Tormentas, num percurso inverso ao de Bartolomeu Dias. E o pior é que, ao nos darmos conta disto, nossa nau desembestada já está se aproximando de Calecute.
É aqui e agora que o tempo se divide, tudo que eu fui acabou, tudo que eu poderia ser morreu, agora é apenas eu tomando as rédias de minha própria vida sem ter que me lamenta publicamente, não se preocupe colocarei um sorriso no rosto, um brilho no olhar e quando me perguntarem como estou vou apenas responder, estou indo, sem muita bagagem, na mochila carrego apenas lembranças de um passado incompleto que daria até um livro de romance ou um filme com altos e baixos, com felicidades e tristezas, vou levando, a vida me ensinou a levantar a cabeça novamente e a seguir, porque topadas e quedas não nos matas apenas arranha e encaliça e você consegue a sobreviver com cada queda e topada que vida lhe encarrega de lhe oferecer.
Não tenho mais tempo e nem paciência para ficar analisando ou decifrando comportamentos alheios, as pessoas são maduras e racionais o suficiente para saberem exatamente o que querem da vida! Se ainda não sabem e se estão confusas, infelizmente, só lamento! Cansei de ser resiliente com os aqueles de alma pequena.
"Talvez isso que dizem sobre o tempo é verdade: que ele cura, que ele livra, que ele sara, que ele cicatriza. Talvez também seja verdade que todas as pessoas precisam de um tempo sozinha, um tempo para pensar no que se tornou, do que precisa e de quem precisa. Talvez o tempo te jogue de volta ao passado para poder encaminhar-te ao futuro. Talvez, depois de tantas pancadas, você realmente encontre o seu caminho. Mas só talvez."
- Meus dentes não são perfeitos, completamente desalinhados, tende a amarelar com o tempo pelo o uso fatigante do cigarro. Meu cabelo liso caramelado e tingido pelo preto do luto são rebeldes e tende a intensifica a cor da minha pele, branca feito à neve do polo norte, me fazendo parecer com a flor copo de leite. Eu como toda Zantedeschia aethiopica tendo a ser venenosa, em contato profundo causo da queimação ao inchaço aos lábios, a boca e a língua. Sendo essa inocência tóxica causo asfixia em ambiguidade. Meus pulmões já estão fatigados e eu ainda não sou tão velha assim, ainda tenho pulmões, pois ainda há combustão, para mais uma embriaguez do marasmo ao ápice de um fumo qualquer sujo e cinzento engavetado. Minhas mãos já estão enrugadas, porém ainda é lisa e possui uma macies agradável ao toque. Meu rosto pálido e branco continua encantador apesar da dor e das espinhas. Tenho um rastro de sinais formidáveis e secretos, da lateral da orelha esquerda, ao colo, ombros, braços, barriga, quadril e ao dedão do pé esquerdo. Os sinais são como os pontos das estrelas que no final sempre pertence a alguma constelação, o meu de capricórnio sendo visível o dia inteiro. Sou um epílogo ardente deliberadamente morta, com gosto de licor, que deixa a voz enrouquecida, fazendo o corpo tombar no sangue do meu corpo pálido que clama, ama e continua belo.
Algumas dores nunca irão passar, por mais que se esqueça delas por algum tempo, elas nunca passam, nem adianta tentar. É como aquela alergia maldita; ou aquele ossinho que quebrou caindo da cama. No começo doeu, depois a dor passou e você esqueceu, mas quando veem aqueles dias ruins, fechados e chuvosos o seu ossinho sempre dói. É como se colassem seu coração e as rachaduras continuassem a doer. É como se eu ainda escutassem o som dos seus últimos passos ressoarem sobre cada um dos meus nervos. Eu costumava te ter, costumava me entregar para você e agora sei que nunca será capaz de voltar. Você morreu. E eu simplesmente tenho que acostumar com dorzinha de não poder mais te ter.
Não se prepare demais para correr atrás do que quer, você nunca estará preparado, o tempo passa e se você parar, derá que andar o dobro para não ficar para trás. Arrisque, você entender que é caminhando que se faz o caminho, que de fato quando é para ser, todos os ventos lhe são favoraveis. Não espere o amanhã, afinal, ele nunca será seu de fato se não passar pelo hoje.
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