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Textos sobre Orgulho

Cerca de 1252 textos sobre Orgulho

Hoje meu lado feminino comemora 20 anos
E dele me orgulho muito
Tem uma luz especial
Tem um dom de ser legal
Esse meu lado feminino é completo
Do fio de cabelo ao Dna.
É minha mais pura essência
E vou te falar...Sou linda
Me transformei em uma mulher
Exuberante, bela
E tenho um nome
Juliane Klemz
Parabéns filha,
Você sou eu ..Mulher..
feliz aniversário
Curitiba 08/07/2015

Inserida por OscarKlemz

"" Há uma força no amor
Que destrói o orgulho
Que mata a saudade
Que aproxima as distâncias...
.
Há um não sei o que no amor
Que mesmo na dor
É belo de se viver
.
Há uma história em cada amor
Em cada coração
Há um tudo onde ele existe.
.
E pra quem pensa que o amor acaba
Ele surge do meio do nada
E leva o melhor, que alguém guardou...""
.

Inserida por OscarKlemz

⁠Aprendi que o caminho para a felicidade passa por diversas pontes
uma delas é o orgulho, passar por cima do orgulho é fundamental para ser feliz, outra é a ponte sobre a desconfiança, ninguém é feliz com desconfiança. Tem ainda a ponte sobre a inveja, definitivamente a inveja não combina com convivência feliz. o invejoso é sempre amargurado e infeliz. é preciso passar por cima dessa ponte, mas nesse caminho encontraremos passagens que teremos que fazer e levaremos um pouco daquilo que encontrarmos, um exemplo é a comunhão, outro bem apropriado e o encontro com a fé. o caminho para a felicidade é largo, pois não é possível ir sozinho, claro que alguns atalhos sugerem rapidez, mas não haverá pontes ou os encontros necessários, solidão será companheira e levará a lugar nenhum, no final se observará o erro. Ser feliz é semear e colher amor

Inserida por OscarKlemz

A dúvida cruel
A ordem, a desordem
A força, a sensibilidade

O orgulho, o mistério
Um arsenal de sentimentos, num instante eterno

Certezas incertas, respostas diretas
A inconstância, o drama
o vazio e o excesso

A vontade infindável do ser;
A busca incessante pelo eu.
Sorrisos, lágrimas e mais versos,

Sobre o nada, sobre tudo
Sobre ser quem se é e sobre o peso do mundo.

Inserida por ChristieWingler

O amor não morre.
Pode até hibernar. Pode recolher-se no silêncio, esconder-se atrás do orgulho ou perder-se no tempo. Às vezes parece distante, quase invisível, como se tivesse partido sem aviso.


Mas o amor verdadeiro não desaparece. Ele espera. Ele amadurece. Ele resiste às estações mais frias da vida.


Pode adormecer… mas nunca deixa de existir.
Porque o que é real não se apaga — apenas aprende a sobreviver.

Inserida por domingos_cupa_1

⁠Sou emocionado e com um orgulho imenso por ser assim. Se ser emocionado é demonstrar afeto, é dizer o que sinto e como me sinto quando estou perto de alguém que me importo e amo, sim, eu sou e-m-o-c-i-o-n-a-d-o. E amo ser assim.
E se ser assim se tornou algo ruim, não sou eu que preciso mudar, talvez as pessoas devessem fazer um excercício de reflexão e pensar no que as levaram a se tornar tão frias?
Talvez seja pelo medo de demonstar e não ser correspondido? É uma possibilidade, mas não precisa ser uma realidade.
Talvez seja o orgulho que insiste em nos deixar cegos e assim inevitávelmente nos fechamos para o mundo e consequentemente para todas as inúmeras possibilidades que a vida tem a nos oferecer?
Mas agora te pergunto: pra quê e por quê? O que de fato ganhamos em não demonstar? Em não sermos emocionados?
Do que adianta nos vestirmos com toda essa armadura se no fim das contas, lá no fundo o que todos verdadeiramente desejam é serem amados e inegavelmente emocionados?

Inserida por leonardo_sequim

⁠Meu maior orgulho em dizer, jamais usurpei alguém pra ser o que sou hj
Eu sou real, não vivo de status
Tudo que o que estou adquirindo é fruto do meu trabalho e minha dedicação

Só viajo se eu tiver condições de me bancar
Só vou a restaurantes requintados se eu pagar minha conta
Ser um mulher independente não é fácil é só pra quem pode
Hj tenho minhas prioridades que são meus estudos e o termino da minha casa, não tiro da onde eu preciso pra gastar com coisas supérfluas e momentâneas

Existem caminhos fáceis, mas eu decidi ter honra, ser orgulhosa e mesmo assim tem pessoas que falam o que não sabem, tentando denegrir minha imagem
Quando eu chegar no topo te empresto meus calçados e verás que não foi fácil andar pelo caminho que trilhei, mas a chegada no pódio será por puro mérito
E isso é uma honra e um legado que deixarei para minha filha

Inserida por RaquelSutel

⁠O orgulho e amor próprio.
O orgulho virou um padrão onde as pessoas se sentem satisfeito com quem que é, só que depois não quer mais liga pro próximo depois de realizar um sonho ou desejo.
O amor próprio é essencial para cuida e te uma vida satisfatória só que permita outras pessoas também te amar.
Quebre esse seu orgulho e ame o próximo.

Inserida por franciscodjayr

⁠ORGULHO DE SER VOCÊ.
BY: Harley Kernner
.
.
Uns querem ser você.

Outros querem ser igual a você

Mas tem uns que queria está ao seu lado para sentir a satisfação de ser tão inteligente, linda, incrível, crível, abençoada, e feliz assim.

Mas ainda tem outras pessoas amigas, que sempre que te ver, ou lembra de você, agradecer à Deus por sua vida, e pelas grandes vitórias que ele te concedeu, para chegar onde você chegou. "Somente Deus, que poderia fazer coisas lindas assim "

Bom dia minha amiga
Que Deus continue te abençoando em tudo.


Harley Kernner
Arquitetura de Poesia
Escrito Particular
Poeta Sem Livros

Inserida por HarleykKernner

⁠“O que me resume”
por Sariel Oliveira

Guardo tudo.
Não por orgulho,
mas por costume.
Aprendi a ser abrigo do que não mostro,
voz do que não digo,
refúgio do que ninguém percebe.

Às vezes sumo.
Não por maldade,
mas por necessidade.
Silêncio me cura mais do que conselhos,
e a solidão, embora fria,
me entende melhor do que gente demais.

Gosto de ficar só.
Não porque não amo,
mas porque me encontro no vazio.
É no meu próprio mundo
que faço morada,
mesmo quando tudo lá dentro
parece desabar.

E pedir ajuda?
Não sei.
Talvez por medo de ser peso,
talvez por não saber como se faz.
Mas sigo — inteiro por fora,
remendado por dentro,
só eu e o silêncio que me resume.

Inserida por sayro_designer

SOBRE O ORGULHO E A ILUSÃO DO DOMÍNIO INTERIOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

O orgulho não caminha sozinho por virtude mas por carência. Ele busca companhia porque teme o silêncio onde a consciência poderia interrogá lo. Trata se de um afeto desordenado que se apresenta como força quando na verdade é fragilidade não confessada. Onde o orgulho se instala a segurança não é real mas simulada e o eu passa a representar um papel diante de si mesmo.

Convém recordar que os defeitos não são senhores autônomos da alma. Eles não nos governam por natureza mas por concessão. O erro fundamental do orgulhoso está em inverter a relação entre sujeito e atributo. O homem não é possuído pelo defeito ele o abriga o alimenta e o preserva como se fosse parte essencial de sua identidade. Essa confusão gera servidão moral pois aquilo que poderia ser corrigido passa a ser defendido.

A lucidez ética começa quando o indivíduo reconhece que possuir um defeito não equivale a ser definido por ele. O vício é acidente e não substância. Enquanto essa distinção não é compreendida o orgulho seguirá mal acompanhado pois se alia à negação à rigidez e à insegurança. Quando enfim a razão reassume o governo interior o orgulho perde o trono e revela se apenas como um hábito que pode ser superado.

Assim a verdadeira elevação não nasce da exaltação do eu mas da coragem serena de reconhecê lo incompleto e perfectível pois somente aquele que se conhece sem ilusões caminha com firmeza rumo à imortalidade do espírito consciente.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - O ORGULHO E A VAIDADE.
SOBRE O ORGULHO E A VAIDADE E A ILUSÃO DO DOMÍNIO INTERIOR.

ORGULHO E VAIDADE COMO DESAFIOS DA VIDA MORAL.

Procuremos examinar com serenidade e método dois dos defeitos que mais frequentemente se manifestam no psiquismo humano o orgulho e a vaidade. A análise desses estados morais exige disposição sincera para conhecê los em profundidade sem mascarar lhes os impulsos nem justificar lhes as expressões. A tolerância verdadeira inicia se no trato que dispensamos a nós mesmos pois ninguém se reforma por meio da autopunição mas pelo esclarecimento progressivo da consciência. O trabalho de prospecção interior portanto deve realizar se com brandura vigilante evitando tanto a complacência quanto a censura destrutiva.

Trazer aos níveis conscientes as manifestações impulsivas que ainda nos governam parcialmente é condição indispensável para que possamos educá las e controlá las. Não se trata de negar os defeitos mas de compreendê los em sua origem e dinâmica reconhecendo que o domínio interior não é fruto de repressão violenta mas de lucidez moral constante.

O ORGULHO À LUZ DA DOUTRINA MORAL

O orgulho constitui uma das mais antigas e persistentes imperfeições do espírito. Ele manifesta se quando o indivíduo passa a condicionar sua felicidade à satisfação do amor próprio e dos apetites grosseiros tornando se infeliz sempre que não consegue impor sua vontade ou preservar a imagem idealizada de si mesmo. Segundo os ensinamentos apresentados em O Livro dos Espíritos por Allan Kardec no exame das penas e gozos terrenos aquele que se prende ao supérfluo sofre intensamente diante das frustrações enquanto o espírito que relativiza as aparências encontra equilíbrio mesmo em situações adversas.

O orgulho induz o homem a julgar se mais elevado do que realmente é a rejeitar comparações que lhe pareçam rebaixadoras e a colocar se acima dos outros seja por inteligência posição social ou vantagens pessoais. Conforme se esclarece em O Evangelho Segundo o Espiritismo no capítulo dedicado à cólera o orgulho gera irritação ressentimento e explosões emocionais sempre que o eu se vê contrariado ou questionado.

Entre as características mais recorrentes do indivíduo predominantemente orgulhoso destacam se a hipersensibilidade às críticas a reação agressiva a observações alheias a necessidade constante de centralidade e imposição das próprias ideias a recusa em reconhecer erros e a dificuldade em abrir se ao diálogo construtivo. Soma se a isso o menosprezo pelas opiniões do próximo a satisfação presunçosa diante de elogios e a preocupação excessiva com a aparência exterior com gestos calculados e com o prestígio social.

O orgulhoso frequentemente acredita que todos ao seu redor devem girar em torno de si e não admite humilhar se por considerar tal atitude sinal de fraqueza. Recorre à ironia e ao deboche como instrumentos de defesa nas contendas e acaba por viver numa atmosfera ilusória de superioridade intelectual ou social que lhe impede o acesso honesto à própria realidade interior.

Na maioria dos casos o orgulho funciona como mecanismo de defesa destinado a encobrir inseguranças profundas limitações formativas conflitos familiares não resolvidos ou frustrações relacionadas à imagem social que o indivíduo construiu para si. Em vez de enfrentar tais fragilidades o sujeito identifica se com o papel que escolheu desempenhar no cenário social tornando se prisioneiro da própria representação.

VAIDADE COMO DESDOBRAMENTO DO ORGULHO

A vaidade deriva diretamente do orgulho e com ele caminha de forma próxima e complementar. Enquanto o orgulho se estrutura como convicção interna de superioridade a vaidade manifesta se como necessidade externa de reconhecimento e admiração. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo ao tratar das causas atuais das aflições ensina se que o homem muitas vezes é o responsável pelos próprios infortúnios mas prefere atribuí los à sorte ou à fatalidade para poupar a vaidade ferida.

Entre as expressões mais comuns da vaidade encontram se a apresentação pessoal exuberante no vestir nos adornos e nos gestos afetados o falar excessivo e autorreferente a ostentação de qualidades intelectuais físicas ou sociais e o esforço constante para destacar se aos olhos dos outros mesmo ao custo de provocar antipatia. Observa se ainda intolerância para com os que possuem condição social ou intelectual mais humilde bem como aspiração a cargos e posições que ampliem o prestígio pessoal.

O vaidoso revela dificuldade em reconhecer a própria responsabilidade diante das adversidades e tende a obstruir a capacidade de autoanalisar se culpando a má sorte ou a injustiça do destino por suas dores. Essa postura impede o amadurecimento moral e favorece a cristalização do defeito.

A vaidade atua de modo sutil infiltrando se nas motivações aparentemente nobres. Por essa razão constitui terreno propício à influência de espíritos inferiores que se aproveitam da necessidade de destaque para gerar perturbações nos vínculos afetivos e sociais. Todos trazemos em nós alguma parcela de vaidade em diferentes graus o que pode ser compreensível até certo limite. O perigo reside no excesso e na incapacidade de distinguir entre o idealismo sincero voltado a uma causa elevada e o desejo oculto de exaltação pessoal.

DIMENSÃO PSICOLÓGICA E MORAL DA VAIDADE

As manifestações externas da vaidade revelam quase sempre uma deformação na relação do indivíduo com os valores sociais. Quanto mais artificiais se tornam a aparência os gestos e o discurso maior costuma ser a insegurança íntima e a carência afetiva subjacente. Muitas dessas fixações originam se na infância e na adolescência quando modelos idealizados de sucesso e felicidade são assimilados sem discernimento crítico.

O vaidoso frequentemente não percebe que vive encarnando um personagem. Seu íntimo diverge da imagem que projeta e essa dualidade produz conflitos silenciosos. Há sofrimento interior e desejo de encontrar se mas também medo de abandonar a máscara que lhe garantiu visibilidade e aceitação. Com o tempo essa dissociação pode gerar endurecimento emocional frieza afetiva e empobrecimento do sentimento.

O aprendiz do Evangelho encontra nesse processo vasto campo de reflexão. A análise tranquila das próprias deformações permite identificar as raízes que as originaram e favorece o resgate da autenticidade interior. Despir se da roupagem teatral e assumir se integralmente constitui passo decisivo rumo à maturidade moral e à disposição sincera de melhorar sempre.

ORGULHO VAIDADE E DOMÍNIO INTERIOR

O orgulho não caminha por virtude mas por carência. Ele busca companhia porque teme o silêncio no qual a consciência poderia interrogá lo. Trata se de um afeto desordenado que se apresenta como força quando na realidade é fragilidade não confessada. Onde o orgulho se instala a segurança é simulada e o eu passa a representar um papel inclusive diante de si mesmo.

Convém recordar que os defeitos não são senhores autônomos da alma. Eles não governam por natureza mas por concessão. O erro fundamental do orgulhoso consiste em inverter a relação entre sujeito e atributo. O homem não é possuído pelo defeito ele o abriga o alimenta e o preserva como se fosse parte essencial de sua identidade. O que poderia ser corrigido passa a ser defendido e dessa confusão nasce a servidão moral.

A lucidez ética inicia se quando o indivíduo reconhece que possuir um defeito não equivale a ser definido por ele. O vício é acidente e não substância. Enquanto essa distinção não se estabelece o orgulho seguirá mal acompanhado aliado à negação à rigidez e à insegurança. Quando a razão reassume o governo interior o orgulho perde o trono e revela se apenas como um hábito suscetível de superação.

Assim a verdadeira elevação não nasce da exaltação do eu mas da coragem serena de reconhecê lo incompleto e perfectível pois somente aquele que se conhece sem ilusões caminha com firmeza rumo à imortalidade do espírito consciente.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Orgulho dos Leões

Eminente engodo é pensar que o orgulho não é a nossa principal fraqueza! Insidioso inimigo que, com sua vil peçonha, envenena as profundezas da alma dos incautos.
Conduz passos, articula reações, influencia na tomada de decisões, e deturpa o bom siso. Até no mais pretenso humilde reverbera o orgulho de não ser como os demais! Entre "ser ou não ser' a resposta para a egrégia questão é: "não seja!", pois somente um pode declarar, sem sombra de dúvidas, "Eu sou!".

GAÚCHOS BONS DE ESTRADA

Me orgulho do Rio Grande
Pedacinho do Brasil
Com tantos homens ilustres
Pra história contribuiu
Entre eles o Quintana
Pra ele, até Deus sorriu.

Também teve o Veríssimo
Um gaúcho de valor
Encantou os brasileiros
Com poemas de amor
Pai do Luis Fernando
Cartunista e escritor.

Não esqueçam o Lupicínio
Magnífico senhor
Escreveu o hino do Grêmio
Merece grande louvor
Um eterno gaúcho
Cantor e compositor.

De lá de Santa Maria
Embora não ser artista
Merece todo o respeito
Por ser um grande jurista
Eros Roberto Grau
Das leis, um grande cientista.

Dentre tantos lugares
São Borja se fez presente
Terra do Getúlio Vargas
Nosso eterno presidente
Um sábio advogado
De sucesso evidente.

Vitor Mateus Teixeira
Foi casado com a Terezinha
Se pedisse boa música
Com certeza, ele vinha
Gaúcho de muita honra
Lembrai-vos do Teixeirinha.

E terminando os versos
Vou falar da capital
Terra do Gildo de Freitas
Na rima o maioral
Trovador e cantor gaúcho
Que amou a terra natal.

Eu só falei de alguns
Homens bons de estrada
Poderia citar mil
Que honraram a gauchada
Exaltaram o Brasil
Na difícil caminhada
E ficaram na história
Orgulho da pátria amada.

Inserida por thiago_rosa_cezar

Você só percebe o significado da vida “depois que para um pouco de viver”, viver o orgulho de ter alcançado o que ostentou, viver a correria pra no final dizer que tinha que acontecer. Então, pare e pense?
Pense em quantas pessoas você já viu sofrer? E quantas vezes teve a capacidade de ajudar sem preconceitos, sem nojo, sem má índole. Sem avareza... Pobre homem que somos!Vivemos, mas na verdade vegetamos. A vida pra muitos não passa de uma alegria supérflua.
A sua vida não pode ser controlada por dogmáticas criadas com o passar do tempo, a sua vida deve ser controlada com amor estabelecido numa cruz, pois só o amor arranca os dogmas. Faça Alguém feliz e talvez terás razão para viver.

Inserida por fillipesantiagopsi

⁠tenho um sorriso que ilumina o espelho
e o orgulho de já ter sido feliz,
mas então ante tua presença se curvam meus joelhos,
e a vergonha de ter feito o que não fiz...
os poetas não morrem, eu já sei,
mas não sei se os poetas sabem disso...
Cecília, entre os tons quentes do rosiclér
morria nos finais dos crepúsculos com todo capricho
deveríamos ser felizes se inventamos o amor
se fizemos o mundo
mas não somos felizes na busca desse amor profundo
quem terá entendimento pra felicidade...
diante de tantos deslizes
não somos, jamais seremos felizes
somos apenas deuses, temos apenas a eternidade...

Inserida por tadeumemoria

⁠Aqui morre toda presunção
Lá se vai a prepotência
Se enterra a vaidade, orgulho
Arrogância e a desunião

Adeus maldade
Adeus ignorância
Adeus falsidade
Adeus ganância

Teu lugar não é aqui
Foi meu Pai quem falou
Esse teu reinado vai findar
Em breve a sete palmos tu vai morar
Ele que ordenou

É o destino de todos nós
Seja você bom ou ruim
Dos calados aos falantes
Todos o mesmo fim!

Inserida por SamuelRanner

"Não tenho vergonha de assumir o que fui. E tenho orgulho do que estou sendo.
Agradeço aos meus pais que Deus me deu. Sempre me ensinaram o caminho certo que deveria percorrer, mais como Cabeçuda buscava atalhos rsrsr...Sem eles eu não teria chegado onde estou[...] Buscando a Deus e sempre sendo temerosa ao Criador. Meus defeitinhos eles fizeram questão de não me deixar como herança. Mais minhas virtudes e meu caratér veio deles." Deus é tremendo

━By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

⁠Silenciadores

Os armários chaveados,
Meu orgulho arranhado,
As carteiras arrumadas,
Meu estômago revirado.

Testemunhas silenciadas,
Depondo silenciosas.
Em meu silenciador,
Após silêncio a dor.

Silenciador,
Silencie a dor.

Desmontamos os pedestais,
Anulamos a exposição,
Rochas nocauteadas por cristais,
Desparcerados pela discrição.

Ela foi vítima,
Eu fui vil,
Ela é discreta,
Eu sou sutil.

Sentimentos silenciados,
Depoimentos sussurrados,
Enlaçados capturamos a libertação.

Silenciadores,
Silenciem as dores.

Inserida por michelfm

⁠Queria ser ninguém (em meu conservadorismo liberal)

Insistentemente
Como nunca planejei,
Orgulhosamente
Queria ser ninguém.

Identicamente pouco parecidos,
Distorcidos em imagem e semelhança,
Capturo imitações sem compromisso,
Em seu uso um desuso me alcança.

Queria ser ninguém
Em meu conservadorismo liberal.

É difícil se ausentar
À própria presença,
Edifícios arranhando
A paisagem local.

Codifico informações
Ao formular a sentença,
Meu Conservadorismo liberal.

Anti-partidário recém afiliado,
Estaria em cima do muro
Se não o tivessem derrubado.

Superávit de inteligência,
Descreveu não leu é porque não viu,
Déficit de coerência,
Justapostos ao regime que os pariu.

Vá pro regime que te pariu...

Queria ser ninguém
Em meu conservadorismo liberal.

Muito esforço e transpiração, Estabeleceram minha pose, Faturamento anual e crônica neurose.

A recompensa da aposentadoria
E seções de Terapia em hipnose.

Apesar do Jabá, suborno e propina.
Invisto na Amizade,
Respeito e Simpatia.

Como igualar se não descrimina ?
Quando era muchacho não adivinhava,
Que no orbe dos adultos a gente se adestrava.

Afirmação enganada,
Se chama Convicção,
Correta só a Errata,
Convicta de hesitação.

Um grande camarada
Foi o bicho papão,
Me fazia companhia na solidão.

Queria ser ninguém
Em meu conservadorismo liberal.

Inserida por michelfm