Textos sobre o que o meu Pai Ensinou me
ELE TINHA CORAÇÃO.
"O Ferro que Aprendeu a Ser Homem"
O mundo, tantas vezes, mede a força de um pai pelo peso que ele suporta, pelo silêncio que mantém e pelas batalhas que trava sozinho. Muitos o chamam de “homem de ferro” — aquele que não chora, que não treme, que não se deixa abalar. Mas, por trás da armadura invisível que o tempo e a sociedade lhe impuseram, há um coração vivo, pulsando, sangrando e amando.
A infância de um pai morre lentamente para dar lugar a um vigilante eterno. Ele não pode se dar ao luxo da fraqueza porque acreditou, desde cedo, que o amor verdadeiro se prova na resistência. E no entanto, é justamente essa dureza aparente que esconde o maior dos segredos: a sensibilidade. Ele talvez não fale das noites em que ficou acordado ouvindo a respiração do filho doente, nem confesse o medo que sentiu ao ver a vida colocar nas mãos da família o peso das incertezas. Mas ele estava lá — como um farol em mar revolto, calado, mas firme.
A sociedade raramente autoriza o homem a demonstrar ternura sem antes cobri-lo de rótulos. Ainda assim, todo pai carrega no íntimo uma luta silenciosa contra essa sentença cultural. Porque ser pai é ser ferro por fora e carne viva por dentro; é entender que a fortaleza não é a ausência de fragilidade, mas a coragem de mantê-la em segredo para proteger quem ama.
Chega um dia em que os filhos crescem e começam a enxergar não o herói, mas o homem. E nesse instante entendem: não era o ferro que nos sustentava, era o coração que batia dentro dele. Um coração que, mesmo pesado de responsabilidades, escolheu amar sem pedir nada em troca. E talvez esse seja o maior legado que um pai pode deixar — ensinar, pelo exemplo, que a verdadeira força não está na rigidez, mas na capacidade de continuar amando, mesmo quando tudo ao redor pede endurecimento.
"Ele Tinha Coração – O Ferro que Partiu Vitorioso"
Em cada esquina da vida, há um pai que a sociedade não quis ver. Não estampou seu rosto nas manchetes, não lhe ofereceu medalhas nem reconhecimento. Chamaram-no de “homem de ferro” — não por ser frio, mas por aguentar calado o peso de mundos que só ele sabia carregar. Um pai assim veste, sem pedir, a armadura que o tempo e a cultura lhe impõem: “não chore, não reclame, não mostre medo”. Mas, sob essa couraça, pulsa um coração real, vibrante, que arde de amor.
A filosofia nos lembra que a verdadeira grandeza não se mede pelo poder de dominar, mas pela capacidade de servir. E no papel de pai, esse servir é silencioso, quase invisível. Ele não conta as vezes em que deixou de lado o próprio sonho para alimentar o sonho dos filhos; não revela o medo que o acompanhou nas madrugadas de incerteza; não espera retorno, apenas se coloca no caminho como muralha contra o inevitável.
Do ponto de vista sociológico, esses homens são frequentemente engolidos por uma narrativa injusta: a de que afeto e masculinidade caminham separados. E assim, escondem suas lágrimas, oferecendo apenas o lado forte, acreditando que proteger é também poupar o outro do peso de suas dores. No íntimo, porém, guardam lembranças de abraços breves, conversas apressadas, olhares que diziam mais que qualquer palavra.
Psicologicamente, o pai que ama incondicionalmente constrói, sem alarde, o alicerce emocional da família. Mesmo ignorado — por orgulho juvenil, por ingratidão momentânea ou pela pressa do mundo — ele permanece. Porque para ele, amar não é negociar: é escolha diária, gratuita, inabalável.
E chega o momento inevitável da partida vitoriosa. Não vitoriosa pela ausência de derrotas, mas pela dignidade de ter amado até o último instante. É quando o silêncio da casa revela o som de sua presença na memória, e os que um dia não o perceberam como deviam descobrem, com atraso doloroso, que todo aquele “ferro” era apenas a casca de um coração que sempre bateu por eles. Nesse dia, o mundo perde um homem, mas ganha a lição eterna de que a grandeza não precisa de testemunhas para existir.
ELE TINHA CORAÇÃO.
"O Ferro que Aprendeu a Ser Homem"
O mundo, tantas vezes, mede a força de um pai pelo peso que ele suporta, pelo silêncio que mantém e pelas batalhas que trava sozinho. Muitos o chamam de “homem de ferro” — aquele que não chora, que não treme, que não se deixa abalar. Mas, por trás da armadura invisível que o tempo e a sociedade lhe impuseram, há um coração vivo, pulsando, sangrando e amando.
A infância de um pai morre lentamente para dar lugar a um vigilante eterno. Ele não pode se dar ao luxo da fraqueza porque acreditou, desde cedo, que o amor verdadeiro se prova na resistência. E no entanto, é justamente essa dureza aparente que esconde o maior dos segredos: a sensibilidade. Ele talvez não fale das noites em que ficou acordado ouvindo a respiração do filho doente, nem confesse o medo que sentiu ao ver a vida colocar nas mãos da família o peso das incertezas. Mas ele estava lá — como um farol em mar revolto, calado, mas firme.
A sociedade raramente autoriza o homem a demonstrar ternura sem antes cobri-lo de rótulos. Ainda assim, todo pai carrega no íntimo uma luta silenciosa contra essa sentença cultural. Porque ser pai é ser ferro por fora e carne viva por dentro; é entender que a fortaleza não é a ausência de fragilidade, mas a coragem de mantê-la em segredo para proteger quem ama.
Chega um dia em que os filhos crescem e começam a enxergar não o herói, mas o homem. E nesse instante entendem: não era o ferro que nos sustentava, era o coração que batia dentro dele. Um coração que, mesmo pesado de responsabilidades, escolheu amar sem pedir nada em troca. E talvez esse seja o maior legado que um pai pode deixar — ensinar, pelo exemplo, que a verdadeira força não está na rigidez, mas na capacidade de continuar amando, mesmo quando tudo ao redor pede endurecimento.
"Ele Tinha Coração – O Ferro que Partiu Vitorioso"
Em cada esquina da vida, há um pai que a sociedade não quis ver. Não estampou seu rosto nas manchetes, não lhe ofereceu medalhas nem reconhecimento. Chamaram-no de “homem de ferro” — não por ser frio, mas por aguentar calado o peso de mundos que só ele sabia carregar. Um pai assim veste, sem pedir, a armadura que o tempo e a cultura lhe impõem: “não chore, não reclame, não mostre medo”. Mas, sob essa couraça, pulsa um coração real, vibrante, que arde de amor.
A filosofia nos lembra que a verdadeira grandeza não se mede pelo poder de dominar, mas pela capacidade de servir. E no papel de pai, esse servir é silencioso, quase invisível. Ele não conta as vezes em que deixou de lado o próprio sonho para alimentar o sonho dos filhos; não revela o medo que o acompanhou nas madrugadas de incerteza; não espera retorno, apenas se coloca no caminho como muralha contra o inevitável.
Do ponto de vista sociológico, esses homens são frequentemente engolidos por uma narrativa injusta: a de que afeto e masculinidade caminham separados. E assim, escondem suas lágrimas, oferecendo apenas o lado forte, acreditando que proteger é também poupar o outro do peso de suas dores. No íntimo, porém, guardam lembranças de abraços breves, conversas apressadas, olhares que diziam mais que qualquer palavra.
Psicologicamente, o pai que ama incondicionalmente constrói, sem alarde, o alicerce emocional da família. Mesmo ignorado — por orgulho juvenil, por ingratidão momentânea ou pela pressa do mundo — ele permanece. Porque para ele, amar não é negociar: é escolha diária, gratuita, inabalável.
E chega o momento inevitável da partida vitoriosa. Não vitoriosa pela ausência de derrotas, mas pela dignidade de ter amado até o último instante. É quando o silêncio da casa revela o som de sua presença na memória, e os que um dia não o perceberam como deviam descobrem, com atraso doloroso, que todo aquele “ferro” era apenas a casca de um coração que sempre bateu por eles. Nesse dia, o mundo perde um homem, mas ganha a lição eterna de que a grandeza não precisa de testemunhas para existir.
O reconhecimento é algo muito fino. Quando se para pra observar a própria vida e contemplar com coerência os anos vividos, a referência de um pai tem seu valor. Ilusão de um filho achar que tem pais perfeitos, todos somos humanos, feitos de defeitos e virtudes, os pais, nossos primeiros heróis, são constituídos da mesma matéria prima. Eles fazem o que podem, uns podem menos, outros podem mais, mas dão de si aquilo que têm de melhor aos filhos. Eu não tive a oportunidade de conhecer o homem a quem chamavam João Carlos Pedroso, o meu progenitor que desencarnou antes de eu nascer. Desde que me entendo por gente, o lugar de pai na minha vida foi ocupado por esse senhor, Antúlio Lima de Sousa, meu querido amigo, meu primeiro professor na caminhada. Lembro com respeito dos abraços na infância, da orientação pra viver uma vida direita, das correções quando necessárias, das respostas a tantas perguntas durante o despertar espiritual que vivi na adolescência, sempre mostrando o caminho, conduzindo o exame, mas deixando à minha responsabilidade o lapidar da compreensão, ali vi o talento de um Mestre amigo a quem ainda recorro até hoje sempre que preciso.
Ao longo do tempo o barco da nossa vida cruzou fortes ondas, mas também vivemos muitos momentos felizes e eu sou grato à Natureza pelo pai que me deu nessa jornada.
Hoje venho trabalhando pela constituição da minha família e guardo comigo lições diversas, principalmente o sentimento limpo e verdadeiro que um pai precisa ter por seus filhos, isso fica registrado e ecoa por toda vida.
Feliz dia dos Pais a todos os que o são. Que encontrem sempre condições de cumprir a sublime missão com dignidade.
Deus abençoe meu pai, a quem amo e respeito.
LUZ DAS ESTRELAS
Certa feita estive numa aldeia.
Lá me deparei com uma menina,
Sua fome me olhava atentamente.
Tinha o nome de luz das estrelas.
Seu pai não se sabia e sua mãe não vinha.
Perguntei-lhe se sonhava. Disse-me que não.
Mas que quando deixasse de ser miúda,
iria ser médica para cuidar das pessoas e dos que vão nascer.
Você sabe o que é poesia?
Não, não a conheço, interpelou-me rapidamente.
Poesia é feita pra gente?
Passei a visitá-la.
Numa manhã que chovia, nova indagação.
Do que você gosta? Prontamente me disse:
Gosto de comida, de escola e de brincar de casinha quando faz frio.
E vou lhe confessar algo.
- Também brinco de agarrar nuvens com as mãos
Carlos Daniel Dojja
Para Luz das Estrelas, em Angola.
Eu acredito que em toda mulher,
mesmo na mais anciã,
permanece sempre no fundo da alma
aquela composição menina
escrita e gravada com as letras sentimentos
para a Poesia Pai.
Toda vez que o meu coração a declama
meus olhos jorram sobre o meu rosto
a mais sentida e profunda lembrança.
*Lembro do meu pai brincando e catando tatuí comigo
na Praia de Itaipu.
O “pão nosso de cada dia” não é uma oração que visa o pão como um bem próprio, mas, sim um pedido de socialização deste pão.
Um pão que não deveria ser só meu ou estar apenas em meu poder já que o pão e o pai, como diz na própria oração, deveria ser nosso.
Pedir apenas o pão de cada dia é uma denúncia clara que o Cristo é contra o acúmulo de bens.
Sonho com um dia
sem pressa.
Eu, meu filho, uma praça...
deitados olhando figuras de nuvens
sorrimos.
Inspirados por ipês amarelos
florescemos. E como eles
sem ligar para a pressão das estações
vamos criando nossas próprias primaveras.
Sonho com um dia
sem pressa.
Eu e meu filho
Sorrindo...
e o tempo não tendo poder sobre nós.
O amor
“Ainda estou aprendendo sobre o amor.
Ouço as pessoas falarem;
- Eu te amo!
Mas tenho dificuldades para dizer.
Será que é um sentimento, será que é uma ação?
A professora diz que é verbo. Mas como verbo se o agir é com o coração?
Acho que o amor nasce dos olhos!
Sei, pois já os vi nos do meu pai, mãe, avós, tios e primos que mais parecem irmãos.
Não precisam me dizem uma palavra. Foram pelos olhos que senti seu coração.”
As pessoas estão tão acostumadas com a escassez, que ao invés de evoluir, as pessoas pensam que a vida é sobre uma competição onde o outro tem de perder para que você ganhe. É deprimente.
Os pais podem e devem ensinar aos seus filhos que todos podem ganhar e que há mais que o suficiente para todos!
Belém do Pará;
Cidade morena das chuvas da tarde,
Cidade das mangueiras e frutas a vontade,
Cidade pequena, mas grande na fé,
Cidade do gigante, Círio de Nazaré.
Do açaí, da tapioca,
Do tucupí da mandioca,
Do cupuaçú, do taperebá,
Da nossa castanha do Pará,
Da maniçoba, do tacacá,
Do carimbó e do siriá.
Tem tudo isso e muito mais,
Cidade rica de cultura e paz,
Lugar pai d'égua, venha visitar,
Todos que provam querem ficar!
O som que da vida!
Velhos tempos, saudosos momentos que as minhas doces lembranças me trazem, o memorias danadas de boa!
Interior do estado de Alagoas, município de Xingó ( cidade de Piranhas) para ser mais específico.
O que diriam meus vizinhos, do gosto eclético pelas músicas ouvidas em alto e bom som pelo meu pai?
Ele ouvia com propriedade o bom e velho som do rei do Baião ( Luís Gonzaga), gostava de um Alceu Valença e se derretia com a boa música de um tal de Tom Jobim.
Era enjoado; adorava estourar os meus ouvidos ao som de Elvis Presley e Raul Seixas.
Mas quando o senhor alegre, chamado Djalma colocava aquelas músicas internacionais lentas, não importa os cantores, tinha que ser lenta, ai meu amigo! Ele incorporava a língua inglesa no corpo que só ele mesmo entendia e achava que cantava bem pra caramba.
Com o passar dos anos foi acrescentando outros estilos musicais como o Reggae, o Samba, o Funk e até o Axé. Graças ao meu bom Deus meu amado Pai não quis entrar na arte da dança, se manteve firme apenas no seu estilo único de cantar em voz auto desde que pudesse ser ouvida por toda a vizinhança; cá entre nós eles adoravam os shows oferecidos pelo meu querido Pai.
Vergonha; eu na minha infância? Não, nenhum pouco; são momentos e situações como essas que vive; que me trazem saudades de tempos tão bons da minha vida.
A paternidade não é um título, é um compromisso.
Raízes que nos lavram
Antes de sermos pais ou filhos, somos solo.
E como todo solo, recebemos sementes: algumas desejadas, outras jogadas com pressa, muitas lançadas com dor.
Não nascemos amando ou odiando nossos pais aprendemos. O amor é uma construção silenciosa, feita de ausências e presenças, de abraços dados ou recusados. E o ódio... se existe, nasce quase sempre como fruto de uma fome: de amor, de verdade, de um nome que não veio.
Crianças são terra fértil.
Tudo o que se joga nelas floresce: o cuidado, a negligência, a ternura, a violência.
Plantamos com gestos. Colhemos com o tempo.
E mesmo as raízes mais finas, quase invisíveis, crescem mais fundo que o tronco aparente.
Por isso, antes de cobrar que o mundo eduque, é preciso perguntar:
que chão temos sido para os nossos?
Porque, às vezes, culpamos a erva daninha...
mas esquecemos que fomos nós que abandonamos o terreno.
A educação começa dentro de casa, mas não só nos livros ou conselhos:
ela começa no silêncio das manhãs, no jeito de pedir desculpa, na escuta que não julga.
Começa quando a criança vê em nós aquilo que um dia sonha ser.
E se um dia o filho que criamos decide deixar de ser árvore para ser espinho, que não seja por nossa ausência.
Que ao menos ele saiba que teve sombra, raiz e água.
Somos o que herdamos, sim mas também somos o que escolhemos fazer com o que herdamos.
Somos filhos das nossas vivências, dos nossos traumas, dos acertos e erros que os nossos pais cometeram com as ferramentas que tinham.
Hoje, como pai, não sou perfeito.
Às vezes, falho como marido.
Às vezes, me desencontro de mim mesmo como filho.
Mas carrego comigo a decisão de ser presença.
De não repetir silêncios.
De ser espelho ainda que embaçado mas espelho honesto.
Os meus filhos...
Ah, os meus filhos são terra sagrada.
E o que será de mim, se não os lavrar com amor?
Não se planta com palavras apenas.
Planta-se com tempo.
Com propósito.
Com fé.
Com mãos sujas de cuidado.
Colhemos o que plantamos.
E às vezes, não colhemos nada porque nunca houve semeadura.
Mas quem planta amor... colhe legado.
Quanto a mim, não precisei ser pai para entender certas coisas.
Mas precisei vir a Luna para enxergar outras tantas.
A paternidade não é um título, é um compromisso.
E quem ama de verdade... dá a vida, mesmo quando ainda está aprendendo a vivê-la.
Por Malexandres
Pai, o tempo está passando tão rápido e as responsabilidades que hoje tenho como homem só me fazem admirar ainda mais você, hoje o sentimento que mais me domina é a gratidão por ver quem eu me tornei como pessoa, graças aos seus ensinamentos. Agradeço a Deus todos os dias, por além de ter uma relação entre pai e filho, também somos os melhores amigos. Obrigado por tudo Pai !
Se hoje fosse o ultimo dia da minha vida o que eu diria? Pediria desculpas a minhas filhas pelo que fui... fui o que pude ser, não o que idealizei ser. Sinceramente, se tivesse escolha, escolheria ser melhor. Fui o melhor que pude. As minhas filhas são as coisas mais importantes da minha vida, se eu pudesse faria tudo para ser o melhor pai do mundo. Mas sinto que ser o melhor pai do mundo foge do meu controle. Sou o melhor pai que consigo ser.
Não tive um pai presente, ao contrário, ausente. Porém, dei meu máximo por algo tão belo que vários homens desse planeta já perderam, que é o título e privilégio, merecido e reconhecido, de ser chamado de pai por um ser humano seu, que você trouxe ao mundo, e o seu sobrenome ele honrará, não importando o significado da palavra.
Por meio de Cristo, Deus nos adota como filhos, e, com a liberdade de quem ama, podemos chamá-Lo carinhosamente de 'Aba, Pai' ou 'Papai'. Essa adoção revela um relacionamento profundo e pessoal com Deus, marcado pela confiança, pelo amor e pela dependência de filhos que sabem estar sob o cuidado do Pai.
A paternidade, o amor, o carinho e cuidado quando se é o pai biológico de um ser, é muito bonito, louvável e responsável... mas quando o homem, nunca foi pai biológico de ninguém e assume a paternidade de todas as crianças do mundo, de todas as raças, cores, credos e culturas. Da mesma forma que assume filosoficamente a paternidade por todas as sementes, por todos os filhotes e todos os espíritos infantis em todas as dimensões. Pela atitude se propõe ser um adepto da perpetuação da vida e de certa forma comunga em espirito com o Grande Pai Celestial, na paternidade de todas as coisas.
Ó meu jesus, em vós depositei toda a minha confiança. Vós sabeis de tudo meu Pai. És o Senhor do universo, Sois o rei dos Reis; Vós que fizeste o paralítico andar, o morto voltar a viver, o leproso sarar, fazei com que (pedir a graça) Vós que viste minhas angústias e lágrimas, bem sabeis de tudo Divino Amigo, como preciso alcançar (pedir a graça). Convosco Mestre, me dá ânimo e alegria para viver. Só de vós espero com fé e confiança (pedir a graça com fé).
Fazei Divino Jesus que antes de terminar essa conversa que terei convosco durante nove dias, que eu alcance está graça que peço com fé (pedir a graça). Como gratidão envio 1.000 orações para outras pessoas que precisam de Vós aprendam a ter fé e confiança em Vossa Misericórdia. Ilumine meus passos, assim com o sol ilumina todos os dias do amanhecer. E testemunhe o nosso diálogo, Jesus tenho confiança em Vós, cada vez aumenta a minha fé.
Amém.
Eu fiz e graças à Deus deu certo, se estiverem precisando de ajuda façam essa oração e depois divulguem para quem precisa de ajuda Dele também.
Oração para os Desaparecidos
Deus em nome de Jesus eu levanto um clamor Senhor
Pai amado Deus todo Poderoso, Deus que tudo sabe e tudo vê,
Deus que nada passa por despercebido a teus olhos, Senhor.
Envia os teus Anjos e ajude Senhor os Policiais, os Investigadores, os Espiritualistas, que estão na missão de encontrar os desaparecidos.
É muito grande o sofrimento de não saber onde se encontra uma pessoa, Senhor.
Não saber se esta bem, se precisa de alguma coisa, se esta vivo ou falecido.
Envia os teus anjos em volta de (nome do desaparecido) e de alívio a esta pessoa no que ele(a) possa precisar.
Se estiver vivo traga- o de volta para seus familiares e amigos
Se estiver já falecido que os profissionais da área possa encontrar o corpo para a família e amigos poderem sepultar, pois isto é o que manda a sua palavra Senhor, bem sabemos quanto é grande o sofrimento de um espírito que perde seu corpo fica sem paz.
De alívio a esta alma, Senhor envia um de teus anjos.
Envia teus anjos também junto aos familiares e amigos desta pessoa e ameniza o sofrimento Senhor, pois grande é aflição de todos.
Eu bem sei Senhor que para Ti nada é impossível
Lc 18. 27 Jesus respondeu: “O que é impossível para os homens é possível para Deus”
Eu Creio! Senhor sei que tudo podes.
Graças a Deus! Assim Seja! Assim Será! Amém
Também clamamos Senhor por todos os desaparecidos, seus familiares e amigos
Para que derrame dos teus milagres e misericórdias.
Graças a Deus! Assim Seja! Assim Será!
Senhor, eu nasci para Te chamar de Deus, eu nasci para Te chamar de Pai, e andar do Seu lado! Mas todo dia o pecado vem, e me chama... Todo dia vêm as tentações e me chamam...
MAS EU ESCOLHO DEUS, eu escolho ser AMIGO DE DEUS! Eu escolho Cristo todo dia! Já morri para minha vida, e agora eu vivo a vida de Deus!
Senhor, eu nasci para Te chamar de AMOR!
(Eu Escolho Deus)
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