Textos sobre Nós Mesmos
A autêntica conversão se manifesta quando desviamos o olhar de nós mesmos e o voltamos para Cristo. Abdicamos da busca pela justificação própria, permitindo que a justiça de Cristo nos ampare diante de Deus. Acima de tudo, abandonamos a autossuficiência intelectual e emocional, acolhendo uma nova mentalidade que floresce a partir da nossa conexão com Cristo.
"Dentro de nós, existem três versões de nós mesmos: a versão de quem realmente somos, a versão de quem somos em Deus e que só Ele conhece, e a versão que demonstramos às pessoas. E aquela que mais alimentarmos será a que irá determinar o nosso destino e a qualidade da vida que viveremos dia após dia."
A espiritualidade é uma busca pela conexão com algo maior que nós mesmos, muitas vezes referido como o divino. Na Bíblia, essa conexão é descrita como um relacionamento pessoal com Deus, onde encontramos orientação, conforto e propósito para nossas vidas. Através da oração, meditação e estudo das Escrituras, buscamos nos aproximar de Deus e viver de acordo com seus ensinamentos
"Vivemos uma constante crítica de nós mesmos, confrontamos a fragilidade de nossas próprias críticas em um mundo onde as palavras têm mais peso do que as ações, e somos constantemente julgados pelos outros. Nessa jornada, mergulhamos em profundas reflexões em busca do verdadeiro significado de nossa existência e da aceitação genuína de nossa identidade. Diante de questões morais, como doutrinas religiosas ou escolhas políticas, enfrentamos o desafio de reconciliar nossos valores internos com as demandas externas da sociedade, tudo isso acaba por se tornar um palco de encenações ao nos confundir entre o verdadeiro e o falso, entre o dito e o não dito."
A arte de ser quem somos é complexa. Ela envolve aceitar a nós mesmos não como um fato dado, mas como matéria a ser moldada pelas circunstâncias da vida. Significa aceitar o outro como parte integrante da vida que nos afeta, afastar-nos de quem nos faz mal, e aproximar-nos de quem compartilha energia potencial e não negativa. A vida é uma arte de existir com alegrias, felicidade e a capacidade de tornar a existência mais interessante através de uma ação no mundo mais interessada.
"O nosso pior inimigo somos nós mesmos. Não conseguimos conter hábitos ruins: tais como: os vícios: cigarros, bebidas, má alimentação, jogos eletrônicos (perda de tempo), drogas, preguiça, relaxamento entre outros, que nós levam a derrota e ao sofrimento a médio e longo prazo. Por isso, é de bom alvitre combater os hábitos ruins"
Quando compreendermos que o nosso maior inimigo somos nós mesmos ao deixarmos que a maldade proveniente do pecado nos separe de Deus, que é o único que pode transformar as nossas vidas, veremos que perdemos as nossas batalhas interiores quando não vivemos segundo o amor perfeito Dele em nós, através da Sua graça.
O único caminho para vencermos a nós mesmos reside na realidade interior da presença do Espírito Santo em nós, quando subjugamos todas as nossas deficiências e deixamos que Ele revele e trabalhe em nós todas as Suas virtudes e princípios de santidade, levando-nos ao verdadeiro arrependimento.
Quantas vezes falamos que temos amor próprio e muitas vezes nós mesmos somos os causadores da nossa limitação, nos auto-sabotamos, e assim deixamos a porta aberta para a tristeza, frustração... AME O TODO EM VOCÊ, a luz e a sombra, o amor incondicional a si próprio é a chave da sua liberdade.
É indispensável enviar mensagens de abundância sempre, tanto a nós mesmos como aos demais, sempre de forma assertiva, eliminando palavras que plantem dúvidas, incrementem medos ou freiem nossa ação. Isso é chave na geração de riqueza e gostaria de ter aprendido isso antes em minha vida, mas o importante é que aprendi e agora posso compartilhar com você a importância disso.
Às vezes, a vida nos quebra em mil pedaços e a dor é tanta que nos fechamos dentro de nós mesmos. Ali ficamos encolhidinhos, enclausurados no sofrimento, sem enxergar saída alguma, mas de repente, uma réstia de fé entra por alguma fenda da nossa alma quebrada e como o sol acorda a esperança que adormeceu dentro da gente.
Quando colocamos nossa esperança em um ídolo, estamos dizendo a nós mesmos: "Se eu tivesse aquilo, tudo seria perfeito; só assim minha vida teria valor'. Ora, se alguma coisa é nossa 'salvação", temos de tê-la, portanto ela se torna inegociável. Se as circunstâncias ameaçam tirá-la de nós, ficamos paralisados por um medo incontrolável; se algo ou alguém a tira de nós, ardemos de ódio e lutamos contra a sensação de desespero.
Na linguagem bíblica, "fazer um nome" é criar uma identidade para nós mesmos. Ou ganhamos um nome - uma essência que nos define, nossa segurança, nosso valor e nossa singularidade - a partir daquilo que Deus fez por nós e em nós (Ap 2.17), ou fazemos um nome por intermédio do que conseguimos construir por conta própria.
Se a razão para o trabalho for servir e exaltar a nós mesmos, inevitavelmente ela terá menos a ver com o trabalho em si e mais a ver conosco. Nossa ousadia acabará se transformando em abuso, nosso esforço em estresse e nossa autossuficiência, em autodepreciação. Contudo, se o propósito do trabalho for servir e exaltar algo além de nós mesmos, acabaremos tendo uma razão melhor para colocar em prática nosso talento, ambição e força empreendedora – e teremos mais chances de ser bem-sucedidos a longo prazo, mesmo segundo a definição da sociedade.
Se estamos nesse mundo por nós mesmos! Se não é para ser luz, se não for para o amor ao próximo! Se não é para ser sal da terra! De que aproveitaremos? Da nossa própria vaidade? Do egoísmo? Da falta de amor próprio? Pois se não ama seu irmão, amas a que? Se o amor que podemos dar ao outro, é o nosso amor próprio? A vida se torna vã e vazia...
O esforço para levar bênçãos aos outros redundará em bênçãos sobre nós mesmos. Esse foi o propósito de Deus ao dar-nos uma parte para ser desempenhada no plano da redenção. Ele concedeu ao ser humano o privilégio de tornar-se participante da natureza divina e de compartilhar as bênçãos com seus semelhantes. Essa é a honra mais elevada e a maior das alegrias que Deus pode conceder ao ser humano.
Os nossos maiores medos estão nas versões desconhecidas de nós mesmos, visto que somos um território quase nada explorado, a cada passo uma nova máscara e uma nova armadura, um novo sonho e uma nova aventura. Por isso, viver exige coragem para enfrentarmos aquilo que nos tornamos a ser em outros lugares, em outros cadafalsos e outros altares.
"O culpado pela falta de recursos financeiros somos nós mesmos. A busca de opções de trabalho cabe a nós. Durante a juventude e a idade adulta pode-se minimizar com trabalhos informais (quebra-galho), mas na velhice os dias maus irão bater em nossas portas e os recursos financeiros que tanto precisamos e fomos avisados não teremos"
Nós, decepcionamos a nós mesmos na maioria das vezes, então não é certo esperarmos sempre coisas extraordinárias de outros (isso é egoismo), sempre querendo só o lado bom de alguém, devemos sim, querer sempre pessoas completas ao nosso redor, principalmente com seus fardos e defeitos, buscando ter o máximo de compreensão possível com essas pessoas, assim como queremos pra nós.
Para amar ao próximo temos que, antes, amar a nós mesmos. Reconhecendo a jornada que percorremos para chegar onde estamos e aceitando as escolhas que fizemos. Cada um tem o seu próprio universo, em constante evolução. Ninguém precisa se diminuir, nem sacrificar seus sonhos, para caber no mundo alheio, mas dois universos não se juntam, sem uma gigantesca transformação.
