Textos sobre Nascimento
“No Natal, o nascimento de Cristo nos recorda que o verdadeiro propósito da humanidade é o amor incondicional, sem distinções.” - Leonardo Azevedo. A frase articula o Natal não como um evento meramente histórico ou ritual, mas como um marco ético e existencial, ao apresentar o nascimento de Cristo como um chamado à memória ativa do propósito humano. Ao afirmar que esse propósito é o amor incondicional, a sentença desloca o eixo da experiência natalina do sentimento passageiro para um princípio estruturante da convivência humana, enquanto a expressão “sem distinções” amplia o alcance da mensagem, recusando fronteiras morais, culturais ou identitárias. Assim, o enunciado propõe uma compreensão do Natal como oportunidade de realinhamento da consciência coletiva, onde a humanidade se reconhece não pela diferença que separa, mas pela capacidade de amar sem condições que excluam.
A memória do futuro é a eternidade no nascimento da despedida arqueológica da alma na permanência da mudança como o amor que morreu antes de nascer, assim como uma semente infértil que não chegará a ser árvore. E isso é natural como são todos os ciclos da natureza, mas eu não nego que a alma se lamenta se por debaixo da árvore absolvia sua sombra, tudo no presente possível se o passado tivesse acontecido. Mas a distância íntima que acompanha minha íris é uma tempestade silenciando a cidade e eu diria que a chuva são lágrimas já que o rosto não saber chorar. No entanto, eu nego o movimento e evoco um dia solar se é inconsistente a saudade do que nunca existiu. O amor que sobrevive ao amor são versos incessantes que ocupam a ausência dos instantes. O abraço entre o ser e o nada é uma madrugada inerte que desconhece o voo dos pássaros e ouve passos estridentes do mistério do ambiente. A eloquência do vazio é uma ilusão se o amor nunca pisou o chão e escrevo solenemente sobre a clareza obscura dos sentimentos, na certeza da dúvida que encobre um enigma evidente em uma canção tão transparente. E poderia se dizer que falo do nada, mas a ausência tem inúmeros movimentos de deixar o peito sem ar na fadiga de tudo que faltar. Então a simplicidade incompreensível encontra seu lugar nas ternuras indizíveis. E a sombra luminosa da árvore é esquecida ao deixar o sol aquecer o corpo na primavera de dias que florescem no destino. Tudo é como deveria ser, se as rotas são conhecidas e cada um navega o mar que lhe foi destinado e já não se lamenta o passado se o poema nega a tristeza e muito mais alegrias põe na mesa na abundância de uma certeza clara de um pôr do sol laranjado a refletir na praia nossas melhores ações. Viver o presente é o melhor conselho da face que reflete o espelho.
A minha vida é um grande livro de histórias. E eu sei que, na página do seu nascimento, o meu capítulo terá que se encerrar. Mas, em vez de fechar o livro para sempre, eu me transformarei em uma estrela na capa, para que eu possa, de lá, brilhar e iluminar todas as páginas que os meus quatro outros filhos irão escrever. O meu último suspiro de vida será a primeira e mais bela respiração de uma nova vida. E a minha ausência, no chão, será a luz que os guiará no céu.
Na soteriologia Armínio-Wesleyana, o Novo Nascimento ou regeneração define-se como a mudança interior e instantânea executada pelo Espírito Santo. Mediante o arrependimento e a fé, essa obra divina anula o domínio do pecado original e infunde na alma a vitalidade de uma nova vida santa e amorosa.
A explicação da vida é um quebra-cabeça que os pensadores desde o nascimento da filosofia tentam montá-lo, é um jogo que traz felicidade porque sempre está incompleto e logo, nunca termina. Daí veio os religiosos com uma peça falsa, forjada para caber em qualquer espaço, e então o jogo deixou de ser lúdico e se tornou sério e horrendo.
Então ta chegando a hora de comemorar o nascimento de Jesus, dia em que se renova as esperanças, os desejos e os votos, esperança pra uma nova etapa em nossas vidas, dia em que não existe inimigo, desafeto, dia em que todos desejamos o bem para nossos pares (pena que é só hoje), não existe dia igual no ano que exista tamanha saudade de quem se foi, de quem partiu e não voltou ou de simplesmente lembrar mais daqueles que não esquecemos, mesmo que façamos muita força pra esquecer, pois a presença em nossas vidas foi por demais marcante, é isso, eu lembro dos meus parentes que estão longe e que eu finjo que não fazem falta (TO DIZENDO QUE VCS FAZEM FALTA), lembro dos Fernando e Rafael, amores da minha vida, foram vcs que deram sentido a vida sem graça que eu tinha, quando me deu os filhos lindos que eu tenho, lembro dos meus amigos que moram longe e dos que fiz e ainda não os conheci pessoalmente, lembro das perdas irreparáveis que tivemos (as perdas dos meus amigos são minhas perdas), mas hoje é dia de FESTA, dia de ALEGRIA, e eu desejo do fundo do meu coração, que todos tenham uma noite abençoada (EU TEREI COM MINHA FAMILIA)e um ano novo prospero, que não nos falte batalhas pra gente, nem esperança, pois a vida é feita disso!!!! E EU AMO VCS TODOS
Natal, por definição: lugar onde se deu o nascimento. E nascimento, papel que se presta a natureza: realizar a existência em qualquer torrão natal, não importando se árido ou fértil, apropriado ou temporal. Cabendo a quem neste torrão nascer o impulso de viver. E por herança decidimos, amarrados à essa natura, de alguma forma e na mais variada circunstância viver. Por contexto, Natal é uma manifestação da Natureza (Conjunto de coisas que existem realmente), Porquanto, "Natal" não existe, só àquele concebido de um ideal, pelo reflexo de nossos valores, desejos, tradições e crenças.
Quais são as conseqüências do arrependimento, da fé no Senhor Jesus Cristo e do novo nascimento? A primeira é a possessão do júbilo e da alegria. Observem como Davi colocou isso: “Faze-me”, ele disse no versículo 8, “ouvir júbilo e alegria; para que gozem os ossos que tu quebraste”. Mas ouçam novamente como ele coloca isso no versículo 12: “Torna a dar-me (restitui-me) a alegria da tua salvação”. Ele tinha conhecimento disso, contudo a havia perdido, e quer tê-la de volta. Afirmo que qualquer homem que tem sentido isso através da experiência da conversão, que nasceu de novo, é alguém que conhece esse júbilo e alegria. Ora, sejamos cuidadosos acerca disso. Há muito mal-entendimento a respeito desta questão de alegria cristã. É muito importante observar que a alegria da qual Davi fala aqui é uma alegria exclusiva, exatamente da mesma maneira que a Bíblia fala dela em toda parte. Ele não está falando sobre uma alegria e júbilo comuns; não está falando de algo temperamental. A alegria da qual ele fala é chamada “a alegria da tua salvação”. É uma alegria especial. Por essa razão me esforço para enfatizar isso. Sou muito inclinado a concordar que temperamentalmente nos diferenciamos tremendamente uns dos outros. Há algumas pessoas que parecem ter nascido com um temperamento mórbido, introspectivo, miserável e infeliz, e há outras pessoas que são naturalmente alegres, otimistas e simpáticas. Se fizermos uma análise da humanidade do ponto de vista psicológico, descobriremos que há todas as variações concebíveis, do tipo introspectivo, totalmente miserável, a esse outro tipo de pessoa que está sempre, como já falamos, jubiloso, feliz e alegre, independente do que esteja acontecendo. Com efeito, a Bíblia é bem ciente de tudo isso, é claro, mas sua grande mensagem para nós — e graças a Deus por isso! — é que a alegria da qual ela fala é totalmente independente de qualquer situação natural. E a alegria da salvação vindo de Deus que é oferecida, e não uma alegria natural qualquer. Isso é importante neste sentido: o ensino bíblico é que todo cristão deve possuir esta alegria, e embora você tenha nascido naturalmente mórbido, ainda pode desfrutar desta alegria específica.
Nossa vida é bem parecida com as estações do ano e de uma semente o nascimento é a nossa primavera e infância, nossa adolescência o outono em que as coisas tomam novos rumos e gera responsabilidades, o verão é a parte mais divertidas porém a fase das escolhas as vezes é divertido oras é turbulento e por fim vem o inverno a fase do recolhimento e de nossa velhice onde somos preparados a ser sementes novamente.
Desde o nascimento já passamos pela experiência do amor - amor que temos pelas pessoas que cuidam de nós. Chamamos de amor esta variedade de sensações que temos num estado de espírito que não se compreende apenas na felicidade. É pra mim uma escolha e não um sentimento, porém, os conceitos que mais se destacaram foram o platônico, aristotélico e cristão(o amor de Jesus). Para tanto, não é difícil falar de amor, difícil mesmo, tenho observado, é viver no amor, sobretudo, no de cristo. Quanto aos relacionamentos amorosos, pois bem, muito do que falo é por meio das minhas experiências que datam desde os meus 13 anos. A partir dessa época eu passei a escrever a respeito. Escrevia, admito, muito mais inspirado nas visões decorrentes dos autores que eu lia e nas observações de pessoas próximas a mim, do que por vivência própria. Mas, as observações constituem uma prática muito inteligente de atrair para sua vida a sabedoria que outros ainda não dispõem por simplesmente não terem parado para pensar no quão é importante essa reflexão que dá a chance de corrigir as falhas que tanto entristecem o parceiro e desgastam a relação, bem como, desgastam o amor.
O hábito de ler proporciona liberdade de expressão e de escolha, e ainda fomenta o nascimento de novas células cerebrais (neurogênese), deixando o cérebro mais eficiente; possibilita clareza na visão de mundo; aumenta o vocabulário e a capacidade de comunicação; fortalece o raciocínio, a memória, a criatividade e o poder de concentração; é prazeroso, mas, sobretudo, emancipa o ser humano cultural e socialmente.
A quem ouse falar de igualdade, mas já no nascimento a vida nos impõe privações. Reputa o homem a nada, destrói o sorriso sincero e impõe um frustrado, nos mostra a beleza de tudo e só depois ensina que tudo se consome com o tempo, nos diz que o conhecimento não se pode ser roubado, mas nos mostra com o tempo que toda sabedoria é vã. Não temos controle sobre para onde iremos nem sabemos onde estamos, o mal que não queremos fazer fazemos e o bem que queremos fazer não fazemos e assim além de errantes nos tornamos hipócritas. Hoje a dor não coube mais no peito por isso resolvi borrar tais linhas.
A única coisa realmente boa do Natal é a comemoração do nascimento de Cristo, que ater poderia não ser comemorado todos os dias. Mas os seus ensinamentos deviam ser praticados e levados todos, todos os dias. Dos pais pôs filhos, das escolas para os alunos, a todos do mais novo ao mais velho. Em vez disso só vejo pessoas querendo destruir a família e os valores nobres e familiar. E abaixar cada vez mais o ser humano ao nível de um animal. Ou pior, de uma besta infernal.
Sabe quem vai faltar na festa de Natal? O aniversariante do dia! Como na noite do seu nascimento, ninguém lhe abriu as portas, e Jesus não tem onde repousar. Não há espaço para ele nas casas dos hipócritas, de ceias fartas e corações vazios… No teatro do Natal, entre simpáticos papais noéis, pinheiros reluzentes e embrulhos de presentes, Cristo passa até despercebido. Como se o “bom velhinho” fosse fato e o bom Deus é que fosse lenda! Eu não acredito no Natal-consumo, de gentilezas fugazes, do altruísmo anual… Natal são as boas novas eternas de um Deus que se fez servo, do verbo que se fez carne, do profeta que revolucionou o mundo pela paz e pelo amor. E é por amor a esse Deus-menino que os cristãos genuínos celebram o verdadeiro Natal.
O LUTO e o NASCIMENTO são acontecimentos que unem verdadeiramente as pessoas. (TODOS IRÃO ENFRENTAR MAIS CEDO OU MAIS TARDE). A morte e o nascimento são fatos encantadores que sempre serão grandes mistérios da humanidade. Não sabemos o que vamos encontrar do lado de lá e quando voltamos também não nos lembramos de nada. Não devemos ver com maus olhos a SENHORA MORTE, em todo seu mistério, em todo o pavor que nos causa tem um brilhantismo. Sempre saímos da devastação causada pela PERDA com um ensinamento: Viva se queira viver mas sempre com a certeza de que há algo do outro lado.
Ser cidadão não é apenas possuir certidão de nascimento ou uma carteira de identidade que indique a nacionalidade da pessoa. Tampouco basta ter um título de eleitor que obrigue ir às urnas em tempo de eleição. Exercer cidadania é ter o senso de pertencimento à nação que ajudamos a construir todos os dias, participando ativamente da vida econômica e política do país, assumindo a cultura e a dinâmica social de nossa gente como identidade e transformando o direito a voto na maneira de exercer o poder de forma justa, responsável e consciente.
ser feliz é ver que por onde você passar deixa saudade ser feliz é ver grandeza no nascimento de uma criança e maravilha-se no desabrochar de uma flor é agradecer a Deus por cada dia pode dizer bom dia olha o teu filho e dizer que o ama ver uma pessoa progredir em algo e se alegrar com a felicidade alheia ser feliz é fazer de um pequeno gesto momentos inesquecíveis
Vejo flores, sinto cheiro de terra brotando verde, exalando nascimento, recolhendo as folhas secas e acolhendo a natureza no pólen. Os pássaros cantam e os girassóis anunciam à primavera em grande estilo adentrando os jardins e ruas afora! Que seja uma primavera perfumada e viçosa, então, um caminho de rosas seja plantado e regado todos os dias em cada coração!
O Natal, se é a celebração do nascimento de Jesus, é consequentemente a história de uma família, ou melhor, de várias. O livro de Mateus começa com uma genealogia, porque a história de um homem na verdade é feita de milhares de outras histórias. Ninguém é sozinho por mais que se sinta sozinho. Só somos por causa de outros.
De fato, somos um país miserável. Não materialmente. Espiritualmente. Um país que teme o nascimento de uma criança, um país onde o silencioso assassinato a sangue frio de um inocente é reconhecido como um “direito reprodutivo” é, infelizmente, uma sociedade desfibrada moralmente, pervertida antropologicamente e monstruosamente sombria em seu espírito.
