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Textos sobre Mulher e Homem

Cerca de 13068 textos sobre Mulher e Homem

⁠Deus soberanamente decretou que o homem deve ser livre para exercer a escolha moral, e o homem, desde o começo, tem cumprido esse decreto ao fazer suas escolhas entre o bem e o mal. Quando ele escolhe fazer o mal, ele, dessa forma, não contrabalança a vontade soberana de Deus, mas a cumpre, na medida em que o eterno decreto não decidiu quais escolhas o homem deve fazer, antes, que ele deve ser livre para fazê-las [...]. A vontade do homem é livre, porque Deus é soberano. Um Deus menos que soberano não outorgaria liberdade moral às Suas criaturas. Ele temeria fazer isso [...].

A. W. Tozer - The Knowledge of the Holy (São Francisco: Harper & Row, 1961), pp. 117-119.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Resumo da Ação da Graça de Deus
O homem não pode perseverar na fé apenas pelas forças de suas próprias potências naturais (Jo 15.5) — se não pela própria virtude da graça (Fl 2.13).
A graça da perseverança final é dom gratuito de Deus (Tg 1.17; Jo 3.27), pois é causada e mantida pelo poder de Deus (SI 37.24; Fp 1.6, Jo 10.28, 1º Pe 5.10), e é concedida pela ação contínua de Deus naqueles que não resistem (At 7.51) a atividade da graça. A graças futuras são iniciadas por Deus em razão apenas de sua misericórdia e bondade para aqueles que buscam a Deus (1º Cr 16.11), esperam em Deus (Os 12.6), por meio da oração (Rm 12.12; Ef 6.18), e permanecem na fé (At 14.22; Cl 1.23; 2º Tm 4.7), e se mantém firmes na esperança (Hb 3.6).
E, por conseguinte, todos os efeitos são produzidos — por e com — virtude dessa mesma graça; os efeitos são: A esperança (2ª Ts 2.16);
A fé (At 18.27);
A justificação (Rm 3.24; Tt 3.7);
E a salvação (At 15.11; Ef 2.5, 8).
A obra de Deus é completada nos santos por meio da graça (2º Ts 1.11-12), e o sucesso e o término da obra de Deus são atribuídos à graça (Zc 4.7).
Pense nisso e ótima semana!
Na Graça do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠O Processo Histórico
O cenário para manifestação do homem da iniquidade está sendo montado diante dos nossos olhos.
O mundo se encontra PRONTO para manifestação e ACOLHIMENTO do anticristo, e muitos na igreja estão DESPREPARADOS para manifestação e o ARREBATAMENTO de Cristo.
A tristeza é que muitos cristãos, principalmente as lideranças, estão adormecidas e não entendem ou fingem não entender o que realmente está ocorrendo no mundo.
O processo histórico está se repetindo novamente com uma nova roupagem e novos personagens. Como no passado, os cristãos fiéis e judeus ficaram sozinhos, e serão novamente o bode expiatório das mazelas desse mundo caído. Os novos Neros dessa nova (velha) ordem mundial criaram e criarão muitos mecanismos de opressão, e todos que não aderirem a esse novo estado de coisas (A Grande Babilônia de Apocalipse 17 e 18) serão cancelados (perseguidos) nessa nova ordem que está emergindo no mundo.
O cenário está sendo montado diante dos nossos olhos. Por isso, ouça o conselho do Apóstolo Paulo em 2º Tessalonicenses 2.1-17.
Pense nisso e preste atenção nos acontecimentos da geopolítica mundial.
No Amor dAquele que vem sem demora para arrebatar a verdadeira Igreja, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠DE PARA FILHO:

Quando criança eu for...
Dileto filho.
Deveras já serás homem!
Em suplica de pedirei
Perdoa minhas travessuras!
Mima-me com lenitivo
As agruras do impiedoso
Tempo!
Quão intempestivo vento
Arrebata nossos sonhos
Dilacerando os pensamentos
Das coisas que nos alentam.
Filhos, netos amores incontestes.
A tudo serás preferido.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠O HOMEM DO MAR
O indolente navegante que veleja Além-Mar – Sol a pino
Nutre-se no vazio do tempo insolente e fugaz dos mares tênues
Sob o vento a seduzir as flâmulas.
Que aportam órfãs mães por seus amores
E suas viúvas a sonhar em solitários portos
Sobre o tremular das águas no sal de sua íris
Ah, insensato homem do mar!
Você só tem as águas salgadas do mar e o vento!
Que emana os eflúvios dos corpos sedentos daquelas que perecem solitárias
Aos portos incólumes destes mares glaucos.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠⁠A HIPOCRISIA DOS MORTAIS
Sinto repulsa ao sistema religioso do homem.
Ao "deus" do cristianismo, misógino, separatista e preconceituoso
O despotismo da ditadura militar
A extrema direita, o capitalismo
E a hipocrisia da elite intelectual.
Eles são o inferno da humanidade
O anticristo e a corroboração da desigualdade
Eu adoro a natureza
A simplicidade campesina e sua sabedoria.
O canto dos pássaros
O assovio da caipora
O amor das prostitutas
A sensibilidade dos gays
A necessidade dos ladrões
E a sabedoria do ateu.
Porque meu Deus é a diversidade.
E imanência.
Você talvez não compre.
Mas, de certo, abarca.Nicola Vital

Inserida por NICOLAVITAL

O HOMEM DO POEMA

Sempre que escrevia, agoirava:
Não vale nada!
Que poesia mais chanfrada!...

Talvez namoro ou derriço,
Ou grito agudo de lamento
Daqueles que a alma vomita
Numa sensata heresia,
Enquanto lhe resta tempo?...

Mas quando o poema nascia
Na transpiração suarenta
Do corte da placenta
Do filho que foi dado à luz,
Entre coxas de sofridão,
Na mais completa escuridão
Onde só se via a cruz,
O homem chorava então,
Já não agoirava e dizia:
Eis a minha poesia
Tão modesta, tão pequena,
Saída da minha pena...⁠

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 11-10-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

A MAÇÃ

⁠Era outono.
Havia uma maçã no chão,
Caída da árvore cinquentenária.

O homem, esfomeado, vergou-se
No ranger dos ossos castigados
Por longos jejuns lazarentos,
De uma vida de naufragados
Num barco de pobres assinalados,
Pelas misérias dos tempos.

Tinha já a podre maçã
O bicho que a carcomia,
Fruto de macieira arraçada
Também velha e corcovada,
Triste por não ser sã,
Nos ramos em agonia.

Prestes a pegá-la do chão
Pousa um passarito aflito
E o homem com prontidão
Diz ao pássaro com emoção:
Come, come tudo sem parar,
Pois assim me capacito
Que minha fome pode esperar.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 11-10-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠O HOMEM E O URSO

Gostam de me chamar o velho,
Por este corpo desfigurado;
Sei que inflamo por capricho
Como urso branco sem brado,
Pelo destino de ser bicho.

Sou aquele pequeno grão
De areia,
Plebeia,
Nesta teia de ilusão,
Quase no fim do percurso.

Então em último recurso
E em termos de simpatia,
Prefiro mil vezes ser urso,
Que velho por analogia.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 18-11-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

NATAL ÍNTIMO E ÚNICO

⁠O Homem Cristo,
O Jesus,
É a misteriosa voz,
Falante em alguns de nós,
Num misto
De sensações,
Que agora até nos seduz
Desde o nascimento à cruz,
Conforme as disposições.

Que ninguém nos leve a mal
Nas coisas dos sentimentos,
A vida rebenta em eventos,
Sacros ó profanos é igual,
Por mim, é sempre Natal.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 12-12-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

O homem que se dispõe as ser como um rio flui com tranquilidade.
Contorna obstáculos, despenca sem medo em cachoeiras, segue mar a dentro para imensa vastidão a ser contemplada pelos outros homens que se dispõe a ser poças e lagoas...
Seja como um rio para fluir com calma e força, com ousadia e serenidade..

Inserida por RitaCeli

ELE TINHA CORAÇÃO.
"O Ferro que Aprendeu a Ser Homem"

O mundo, tantas vezes, mede a força de um pai pelo peso que ele suporta, pelo silêncio que mantém e pelas batalhas que trava sozinho. Muitos o chamam de “homem de ferro” — aquele que não chora, que não treme, que não se deixa abalar. Mas, por trás da armadura invisível que o tempo e a sociedade lhe impuseram, há um coração vivo, pulsando, sangrando e amando.

A infância de um pai morre lentamente para dar lugar a um vigilante eterno. Ele não pode se dar ao luxo da fraqueza porque acreditou, desde cedo, que o amor verdadeiro se prova na resistência. E no entanto, é justamente essa dureza aparente que esconde o maior dos segredos: a sensibilidade. Ele talvez não fale das noites em que ficou acordado ouvindo a respiração do filho doente, nem confesse o medo que sentiu ao ver a vida colocar nas mãos da família o peso das incertezas. Mas ele estava lá — como um farol em mar revolto, calado, mas firme.

A sociedade raramente autoriza o homem a demonstrar ternura sem antes cobri-lo de rótulos. Ainda assim, todo pai carrega no íntimo uma luta silenciosa contra essa sentença cultural. Porque ser pai é ser ferro por fora e carne viva por dentro; é entender que a fortaleza não é a ausência de fragilidade, mas a coragem de mantê-la em segredo para proteger quem ama.

Chega um dia em que os filhos crescem e começam a enxergar não o herói, mas o homem. E nesse instante entendem: não era o ferro que nos sustentava, era o coração que batia dentro dele. Um coração que, mesmo pesado de responsabilidades, escolheu amar sem pedir nada em troca. E talvez esse seja o maior legado que um pai pode deixar — ensinar, pelo exemplo, que a verdadeira força não está na rigidez, mas na capacidade de continuar amando, mesmo quando tudo ao redor pede endurecimento.

"Ele Tinha Coração – O Ferro que Partiu Vitorioso"

Em cada esquina da vida, há um pai que a sociedade não quis ver. Não estampou seu rosto nas manchetes, não lhe ofereceu medalhas nem reconhecimento. Chamaram-no de “homem de ferro” — não por ser frio, mas por aguentar calado o peso de mundos que só ele sabia carregar. Um pai assim veste, sem pedir, a armadura que o tempo e a cultura lhe impõem: “não chore, não reclame, não mostre medo”. Mas, sob essa couraça, pulsa um coração real, vibrante, que arde de amor.

A filosofia nos lembra que a verdadeira grandeza não se mede pelo poder de dominar, mas pela capacidade de servir. E no papel de pai, esse servir é silencioso, quase invisível. Ele não conta as vezes em que deixou de lado o próprio sonho para alimentar o sonho dos filhos; não revela o medo que o acompanhou nas madrugadas de incerteza; não espera retorno, apenas se coloca no caminho como muralha contra o inevitável.

Do ponto de vista sociológico, esses homens são frequentemente engolidos por uma narrativa injusta: a de que afeto e masculinidade caminham separados. E assim, escondem suas lágrimas, oferecendo apenas o lado forte, acreditando que proteger é também poupar o outro do peso de suas dores. No íntimo, porém, guardam lembranças de abraços breves, conversas apressadas, olhares que diziam mais que qualquer palavra.

Psicologicamente, o pai que ama incondicionalmente constrói, sem alarde, o alicerce emocional da família. Mesmo ignorado — por orgulho juvenil, por ingratidão momentânea ou pela pressa do mundo — ele permanece. Porque para ele, amar não é negociar: é escolha diária, gratuita, inabalável.

E chega o momento inevitável da partida vitoriosa. Não vitoriosa pela ausência de derrotas, mas pela dignidade de ter amado até o último instante. É quando o silêncio da casa revela o som de sua presença na memória, e os que um dia não o perceberam como deviam descobrem, com atraso doloroso, que todo aquele “ferro” era apenas a casca de um coração que sempre bateu por eles. Nesse dia, o mundo perde um homem, mas ganha a lição eterna de que a grandeza não precisa de testemunhas para existir.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Thomas Barnardo: O Homem que Não Trancava o Amor.

Thomas John Barnardo (Dublin, 4 de julho de 1845 — Surbiton, 19 de setembro de 1905) foi um filantropo irlandês.

Nas ruas frias de Whitechapel, onde a neblina parecia esconder a própria compaixão dos homens, caminhava um jovem médico com os olhos marejados de fé e um coração inquieto. Thomas John Barnardo não buscava glória nem fama. Buscava um sentido.
Chegara a Londres com o sonho de ser missionário na China queria curar corpos e salvar almas. Mas bastou-lhe uma noite nas vielas de miséria para entender que Deus o chamava de outro modo, em outro idioma, mais silencioso e urgente: o idioma das lágrimas infantis.

Foi ali, sob o fulgor pálido dos lampiões a gás, que encontrou Jim Jarvis um menino descalço, sujo de frio, esquecido do mundo.
Jim não lhe pediu nada. Apenas existia como uma pergunta muda à consciência de quem passava.
Barnardo ajoelhou-se diante dele e, num gesto que selaria o destino de milhares, ofereceu-lhe o que as ruas jamais dariam: uma mão estendida e um olhar que não desviava.

Daquele encontro nasceu uma obra de ternura revolucionária.
Ele abriu uma casa simples, com janelas pequenas e um letreiro singelo, mas onde nenhuma porta se trancava. A inscrição à entrada tornava-se lei moral:

“Aqui, nenhuma criança será recusada.”

Na Londres industrial, onde a caridade era privilégio e a pobreza, crime, Barnardo ousou contradizer o mundo. Alimentava quem tinha fome, ensinava quem ninguém queria educar, e amava os que o destino parecia ter esquecido.
Nas suas escolas, o alfabeto vinha acompanhado do pão; e cada palavra aprendida era uma escada erguida para o alto, um degrau rumo à dignidade.

Houve dias em que o desânimo o cercou. A indiferença das autoridades, o preconceito dos ricos, o peso da fome que não cessava — tudo o empurrava para o abatimento.
Mas Barnardo não se deteve. Dizia que “não há fechadura para o amor de Deus”, e caminhava outra vez pelas mesmas ruas, buscando novos rostos para acolher.
E, assim, foi multiplicando lares, como quem semeia abrigo no deserto.

Quando a morte o chamou, em 1905, mais de sessenta mil crianças haviam atravessado as portas que ele nunca trancou. Sessenta mil destinos que deixaram de ser sombras e voltaram a ser infância.
E quando a cidade dormiu naquela noite, talvez tenha sido o próprio céu que acendeu suas luzes para recebê-lo não como um missionário que partia, mas como um pai que voltava.

Hoje, a sua obra ainda vive, e o nome Barnardo ressoa nas escolas e abrigos do Reino Unido como um eco de misericórdia.
Mas a verdadeira herança que ele deixou não se mede em prédios, nem em números, nem em instituições.
Está gravada no invisível: no instante em que uma criança sente que alguém acredita nela.

" Alguns homens constroem monumentos de pedra. Outros, como Thomas Barnardo, edificam catedrais de ternura dentro da alma humana. "

Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.

A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.

É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.

Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.

Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.

E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Que bom seria.
Que bom seria que o homem, ao invés de construir armas
Fabricasse remédios para cura das almas.
Ao invés de agredir seu semelhante,
Tratasse todos como diamante.
Pois na condição de “pedra preciosa”
Todos teriam a vida mais valiosa
Falo de fato o que é difícil entender
Pois o ser humano não se deixa compreender.
Mas como dizem, ainda existe esperança
E esta esperança diz que é criança.
Mas quem, a esta criança irá ensinar,
Se a mudança nos adultos deve começar?

Inserida por RobinsonMarques

Homem Imperfeito

Sentimento que compõe o ser humano, de tal maneira que transforma, liberta e expressa emoção. Ao qual o mesmo se isola e vive em seu momento único, conheci a si, compromete-se com os seus deveres, deixa de lado a vaidade, o egoísmo, dentro de si carrega AMOR, por puro prazer de não se deixar levar, por pequenas coisas que acontecem, sou simples, sou HOMEM, sou imperfeito.

Inserida por Fernand0S

⁠Doce veneno D'alma
*
*
Sem rumo, o homem pôs-se a caminhos
Já saindo pro mundo, entreviu aqui-acola'.
Certamente que nem faria tanta diferença!
Pois de mala e cuia, sem crenças 'a tornar.
*
O mundo 'e terra de ninguém, disseram-no
Ainda que o ferissem, ao juízo não voltaria.
Transtornado com a vida, a surtar o espirito!
De tal forma o mesmo homem não aceitaria.
*
O mundo parece mesmo lugar inapropriado
Quem tanto falava bem, não vivia ao desdém.
Aos poucos e aos prantos; corajoso, valente!
Conseguia o quebrantamento da mente-refém.
*
Ao final de uma alma velha, com boas feridas
O espirito já não sucumbe a tão fácil ardor.
Agora tolerante, o coração da' vez 'a sabedoria.
Doravante... quem comanda 'e o pleno amor.
poeta_sabedoro

Inserida por andre_gomes_6

O HOMEM

Que ser engraçado é o homem
que só se preocupa em ter,
não importando a que preço
vive como se não fosse morrer.

Se apega em coisas vãs
coisas que não tem valor,
eu quero ver no final
quando embora se for.

Óh homem, pobrezinho homem,
diga-me, onde vai?
Não existe nada eterno
tudo que sobe cai.

Pois bem, escute um conselho
para que não morras assim,
pois não se leva nada
quando se chega ao fim.

Mas como dizem os antigos:
O mundo vive em mudanças.
Que o tempo leve essas coisas
e que ressurja a esperança,
e que venham tempos melhores
nas mãos das nossas crianças.

Inserida por thiago_rosa_cezar

DA ESCRAVIDÃO

Às vezes não compreendo,
O homem e o seu valor
Que surrou o seu semelhante,
Como se não sentisse dor
E o pior de tudo,
É que a razão foi a cor.

A escravidão é uma lembrança,
Que envergonhou a história
Vai ficar para sempre,
Acesa na nossa memória.

Tendão de Aquiles da Pátria,
Desse país varonil
Vergonha pros Europeus,
Que povoaram o Brasil.

Primeiro foram os índios,
Saques, ruindades e invasões
Depois vieram os negros,
Morar em nossos galpões.

Não tinham nem pagamento,
Gentileza e dignidade
Não respeitavam os coitados,
Desde a tenra idade
Sofriam de sol a sol,
Todo tipo de maldade.


Mas como eu disse em outra feita,
O tempo é sempre Senhor
Veio a Princesa Isabel,
Com um resquício de amor
Libertar os nossos negros,
Daquela vida de horror.

Liberdade, palavra linda
Quando se tem aonde ir,
Pois daquelas fazendas
Foram obrigados a sair,
Só não sabiam para aonde,
Não tinham onde dormir.

E esse foi o início
Da diferenciação,
Pois um negro doutor
Não se vê hoje não,
Resultado da vergonha
Do princípio da Nação.

Inserida por thiago_rosa_cezar

DA VAIDADE DO HOMEM

Que belo seria o mundo
Se não existisse a maldade
Ódio, ganância e avareza
E ainda tem a falsidade
De um ser insensato
Mergulhado na vaidade.

Um mundo capitalista
Onde o valor está em "ter"
Não importando o preço
Vivendo como se não fosse morrer
Parece o fim dos tempos
Não há para onde correr.

Oh homem, pobrezinho homem!
Já dizia o poema
Parece até especialista
Em corromper sistema
Vive dando jeitinho
Golpes, trapaça e esquema.

É triste a realidade
De onde vem o lamento
O homem de tão mesquinho
Não reparte o alimento
É como se levasse o dinheiro
No dia do sepultamento.

Mas esta é a realidade
De um ser sem valor
Que mata o semelhante
Se preciso for
Pela ganância e olho gordo
Fazendo da terra um horror.

Em meio a este absurdo
Fica a indagação
Onde estão os deuses
Com toda a resolução
Colocar este ser tão cruel
Rumo a aniquilação
Eu até sofro com isso
Mas creio, é a solução!

Inserida por thiago_rosa_cezar

POEMA DO ARREPENDIMENTO

As vezes não compreendo
Por que o homem age assim
Maltrata o próprio pai
E só se arrepende no fim
Aí depois que ele morre
— Papai, volta pra mim.

Não é por falta de aviso
A história está aí
Depois que ele se for
— Queria você aqui!
Aí não tem mais o velho
Pra em seus braços cair
Choro, tristeza e lamento
Não há para onde fugir.

É como diz o poeta
O tempo é sempre senhor
Depois de perder o papai
Aí se vai o rancor
— Queria te dar mais um pouco,
de amizade e amor!

E pra terminar o poema
Fica a reflexão
Tratar a todos os pais
Com carinho e afeição
E pedir com humildade
— Papai, te peço perdão.
Porque quando menos se espera
— Adeus, meu velho amigão.

Inserida por thiago_rosa_cezar