Textos sobre Medo
Quando eu não confio em alguém, não significa eu tenha medo de qualquer coisa que aquela pessoa possa fazer contra mim, se eu der mole. Quando eu não confio em alguém, sofro porque eu simplesmente me sinto frustrado por não poder oferecer àquela pessoa o meu afeto mais sincero, a minha verdadeira alegria e por não poder dispor da minha necessária vontade de ficar perto dessa pessoa com o coração desarmado, com o pensamento solto e com a alma leve.
Quem desconfia acorda com qualquer barulho e não dorme tranquilo.
É que as vezes é necessário relevar… o medo, a agonia, a indiferença. Não é um não sentir, é apenas um deixar de lado, um colocar em um canto pra pegar de volta depois, é um colocar de cabeça no lugar.
Colocar a cabeça no lugar, pra falar, pra pensar, pra sentir. Pra não viver achando que o mundo gira em torno da gente.
Na verdade eu sempre acreditei que cada um tivesse um mundinho interno onde imperavam regras individuais, sem licenças pra críticas e desvalorização de ideias. E realmente, esses mundinhos existem, e é esse o motivo de tanta discórdia. Não saber lidar com esse mundinho,particular, ou com a alma, ou com a imposição.
E mesmo com a discórdia, acho necessário essa individualidade do ser humano, é necessário saber se relacionar consigo para se relacionar com os outros.
É necessário esse mundo. Esse portal de transferência, do interno pro externo. Um lugar onde se alojam os pensamentos, entre o real e o subconsciente. Um lugar escondido, particular. Provavelmente, o lugar onde mora a alma.
Me pega de jeito,sem medo sem pudores.
Me faça tua, me reinvente me desvende .
quando digo não...estou dizendo me beije logo !
Quando falo que não me importo estou morrendo de saudades de vc
Leia nas entre linhas de minhas loucas e desordenadas palavras aliás leia, meu olhar meus lábios,desvende- me
descubra -me .....
Queime esse fogo que tem pra queimar, não demore me tira logo essa ansiedade,faça valer a pena cada instante, eternize cada momento. me faça perder esse medo de te amar .
É, a vida me surpreendeu tanto, me deixou com trauma. me colocou medo.
Eu sei que é só o começo, mas dói tanto que parece o fim...
As lágrimas insistem em aparecer, e quando está tudo bem eu volto a chorar, é isso dói mesmo, eu não entendo porque gostamos sem saber se a pessoa vai gostar da gente também, eu não entendo porque a raiva dura pouco, porque brigamos, nos cansamos de ser a segunda opção e estamos sempre a disposição.
MEDO, PRA QUÊ?
O que é o medo? É o freio de mão da sua vida... Você não precisa usá-lo a todo o momento... Apenas quando realmente necessário! Conduza seu caminho. Pare quando tiver que parar, siga em frente quando tiver que seguir, pegue um atalho se for preciso e só pare quando chegar lá. E mesmo assim, de vez em quando, dê uma volta no quarteirão pra nunca se esquecer do caminho, caso precise pegar a estrada novamente.
Medo.
A vontade de sorrir se perdi, junto com o silêncio , junto com as lágrimas, junto com a raiva. A garota agora se abraça , não sente dor , não sente raiva , não sente nada, nada além de medo .. medo de abrir os olhos e vê que sozinha está, medo das pessoas que vem a te cerca, medo dos sorrisos que encontram seu olhar , medo dos abraços que os falsos te dá, medo das pessoas que juram te amar, medo de si mesma, medo de se corta , medo de do nada ver seu pulso sangrar, medo de ser fraca e se machucar, medo de amar, medo de gritar, medo de odiar, medo de perdoa, ela só não tem medo de sozinha caminhar.
Hoje eu sei o que é chorar com medo de perder aquele pelo qual se apaixonou,
O desespero que aflige a alma,e que percorre o rosto,
È se lembrar de tudo que já passou e no que poderia vir,
Saber que tudo estava em seu lugar, e que tudo era bom antes do que iria te afligir,
È aquele pensamento constante de tentar correr atrás,
Amar não é apenas sentir, é assumir aonde errou,
Reconhecer o que já passou, e valorizar o que conquistou,
Afinal o que seria de mim sem o teu amor?
É patético ser normal.
Me vi cega no escuro, sentando em tudo que é muro, sentindo medo do nada, acordando na madrugada. Não era eu ali, eu não era assim. Adaptei-me ao ambiente, temendo ser diferente e, feito um camaleão, camuflei-me. Estava vazia, igual e normal. Não era eu ali, eu não era assim. Certo seria se eu fosse eu e não um camaleão idiota que tem medo de tudo. Certo seria se eu criticasse o amor quando ele por mim passasse, certo seria se eu subisse no palco e recitasse uma poesia, se eu contasse até dez, cem ou mil quando fosse provocada, se eu cantasse sob o chuveiro quente um inglês embaralhado, se eu inventasse palavras e passasse a usá-las no cotidiano, se eu gostasse mais de mim, se eu sonhasse todas as noites, se eu não entendesse piadas e pedisse pra me explicarem. Se eu ouvisse alguém falar algo e mesmo assim fazer cara de “hã?”, aí seria certo, aí seria eu. Acho que estava cansada demais, transbordando, sem espaço pra fazer/ser diferente. Acomodei-me e camuflei-me. Estava normal, como todos. Aceitando tudo, deixando coisas pra amanhã ou para o mês que vem. Estava igual. Igual e patética. Patética sendo normal. Havia me camuflado tanto que não me via mais no espelho do meu quarto. Não era eu ali, eu não era assim.
Deus tem um recado para você: Essa dor, essa angústia, essa aflição dentro de você, o medo de seguir em frente e todos essas coisas que estão te fazendo mal, tudo isso EU vou tirar de você, sabe por quê???
Porque eu sou o seu DEUS, seu verdadeiro AMIGO, sou sua FORÇA!!! Sou maior que a sua dor e suas fraquezas!!! Por isso confie em Mim, eu jamais te abandonarei!!! =)
-F.T
Me diga o porque sentir tanto medo da realidade e fugir tanto da verdade?
Quando a mentira e a ilusão só nos levam a podridão.
O fingimento pode ser bonito,mas nem tudo que é bonito deve ser seguido.
Nem tudo que é feio deve ser banalizado.
Afinal as coisas sempre possuem dois lados. Com a mesma terra que plantamos flores,cavamos covas
Sentando nessa mesa, inspirado pelo desafio
Vejo seus olhos reluzentes, com medo do meu próximo movimento
Sua mão vai ao queixo e a aposta é aumentada, como se fosse normal, como se eu não tivesse nada
Sei que esta mentindo, que é blefe, dou all in
Você sai fora, sem metade de suas fichas e aprende que é feio mentir pra mim.
Misterioso Olhar
Nesse seu misterioso olhar.
Esconde o doce medo de amar.
Que sua face não mostra,
Mas em tua alma sinto uma jovem
Com medo de amar.
Foges de todos a ponto de se esconder
Do seu próprio sentimento do seu querer.
Posso até entender, isso não quer dizer;
Que não vou ariscar.
Nesse misterioso olhar, esconde o mistério da vida;
De uma menina que não sabe amar.
Espera ansiosa pelo teu príncipe, que nunca chegas de cavalo,
Para contigo cavalgar, mas ele vem em trajes humilde.
E gentilmente pede para contigo passear.
Nessa estrada da vida sigo meu destino, nesse misterioso olhar quero desvendar.
A essência de uma louca paixão, o libido da alma de uma garota tão calma que me faz sonhar.
Como podes ser tão fascinante, que nem ao menos sei quem sou, seu olhar cheio de querer, vive a dizer, venha me domar meu amor.
O poeta quando não descoberto
Deixa seu medo o controlar.
A outros olhos
O poeta é calmo é normal,
Mas ainda sim
Não se considera poeta.
Porque é louco é culto fechado
Esquecido.
O seu interior grita
Repudia.
Quer rir...
Chora... Não consegue correr de si.
Não sabe o que é aquilo,
E que confusão inebriante é aquela.
Não se solta
Não se diz! Não se mostra!
Odeia ser chamado de poeta.
Ele simplesmente se apaga!
Sufoca-se, esperneia, grita e geme.
Sem medo de errar
Errar não significa fracassar
Errar significa agir para aprender
Fracassar é a rotina de esperar
Algo diferente, mas nada fazer
Então o medo se sustenta
Em cima de nossas fraquezas
Vivendo com a alma que lamenta
Ligando tudo a antigas tristezas
Mesmo que agir leve a solidão
O importante é sempre agir
Com isso purificar nosso coração
E no último dos atos poder sorrir
Eu confesso, que respirar fundo as vezes me dá medo, pois tem tanta sujeira no ar que não dá pra contar. Hoje, nós temos medo de tomar Sol por conta dos buracos na Camada de Ozônio… temos que tomar um banho de protetor pois o Sol se tornou uma ameaça. O que é que nós fizemos com o Planeta? Aliás… o que estão fazendo com o Planeta? Muitos de nós, já imaginamos um futuro, casados e com filhos… hoje temos água, mas não mais abundante… temos animais nas florestas, mas em extinção. E me pergunto… será que os meus filhos vão poder ver isso? E eu? O que eu vou beber no futuro? Tudo isso está acontecendo na nossa frente, e nós não fazemos nada como se tivéssemos a solução pro futuro…
Crianças pobres, sonham em ter dinheiro; e se você perguntar, elas vão dizer que com o dinheiro, ajudariam as outras, tentariam acabar com a fome que existe no nosso país e no mundo todo… mas e nós? Nós temos dinheiro, talvez não sobrando, mas não queremos dividir. Queremos gastar em roupas, em sapatos, em coisas pra alimentar nosso ego. E quem não tem pra compartilhar, pensa em doar… e porque nós que temos, agimos assim, como hipócritas?
Nós temos que mudar o mundo de alguma forma. Como? Juntos.
Nós não temos as soluções pro Planeta, os presidentes não tem, os adultos não tem… por isso temos que preservar, porque o que foi destruído jamais voltará.
Para de pensar, e comece a agir. Ou você vai beber petróleo no futuro?
É esse tal medo
E essa tal de confusão
Vestígios de dores, sei...
Escondidos no coração
Então, vamos crescer?
Sei que está na hora
Mas não grite para mim:
''O tempo é agora!''
Já se foi o tempo
Em que eu falava de dor
Mas minhas poesias tristes
Sempre tiveram uma pitada de amor
Você diz pra mim:
''Venha, pegue minha mão.''
Pego sim, mas tenho receio
De enfrentar de novo a solidão
Esqueci de dizer que te amo
Mas você conhece meu sentimento
Te vejo por todos os lados
E não te esqueci nem por um momento
BOCA NO MUNDO
Quantas palavras contidas
medo de falar...
receio de magoar
simplesmente inibir
e fui colecionando letras
para melhor conjugar
Na escala do tempo
teria inúmeras páginas
que pelo caminho deixei...
Teria sim! Que no baú catar...
papéis amarelecidos
alguns registrados
outros corriqueiros
todos armazenados
Liberação geral
vou conjugando verbal
sem preconceitos
nem receios
Grito aos quatro cantos
desafogo todos os prantos
distribuo os acalantos
rezo a todos os santos
Solto todas as palavras
que vivam livres...
que entrem para a história
sejam em versos, prosa
à um amigo ditas
mas que sejam proferidas
Boto a boca no mundo
falo, escrevo ou grito
e principalmente
escuto os ecos...
Daisy Jael
Quando uma pessoa ama,
Ela não tem medo de ser feliz
Ela arrisca o impossível,
Consegue oque quer, oque diz
Depois de fazer o possível,
Sofre, ignora o mundo.
Importa-se em amar
Deixa de lado tudo,
Não tem medo de se machucar.
Quando uma pessoa ama,
Chora, sorri, ignora oque não te convém
Sente um vazio imenso na multidão
Enquanto o bem querer não vem
Ela não se apavora com as batidas aceleradas do coração.
Quando uma pessoa ama,
Pode não ser correspondida
Assim, luta, corre atrás
Não olha para trás
Deixa de viver,
Ela quer amar,
Ela que o amor,
Sem ver
Ninguém se importou.
Quando uma pessoa ama,
Não vemos, mas ela morre por dentro
E de tanto lutar, já se anestesiou
Começa então a ver sua infelicidade,
Já não mais sorri.
Suas amizades?
Esqueceram de ti.
Confições:
- Olha, nunca estive com medo que me largasses na primeira esquina.
Garoto, eu nunca estive com medo que você sumisse. Não, não era isso. O meu medo mesmo era que você ficasse, que me ensinasse a te amar.
Meu medo era daquele futuro que vinha desejando ter ao seu lado, daquele trabalho, daquela casa, daquele convívio que sempre me deixou bem.
Eu já consegui ficar sem você uma vez, talvez eu não saiba ficar uma segunda vez.
Medo nas águas
Beto, o barqueiro, acostumado às águas do Rio Tapajós. Numa noite quente de setembro, em aparente calmaria, termina seu dia. No bar, senta-se em uma cadeira desconfortável, bebe um refrigerante em uma garrafinha de 600ml. Ele gosta dessas, a garrafa de vidro, que parece de cerveja.
O dia tem agora a calmaria, e é bom porque desde cedo o que passou nessas águas foi medo. Parece que o valor que ganhou nem é tão considerável levando em conta os contratempos do dia.
Na primeira viagem, às 6 horas da manhã, depois de 45 quilômetros pelas águas e quase 2 horas de trajeto, o vento agitou muito as águas, e o barco sentiu dificuldade em desbravar. A cada onda levantada, o Beto manobrava o barco para não bater de frente com as águas agitadas. E nisto, o barco se enchia de água, e o medo entrava junto, de maneira que os 6 passageiros gritavam a cada vez que uma onda se levantava. Ao avistar uma margem, dois dos passageiros pediram para descer. Desistiram de ir até o final da viagem.
Na hora do almoço, enquanto Beto amarrava o barco, seu telefone caiu na água. Enquanto tentava resgatá-lo – sem sucesso –, os ponteiros do relógio não pararam. Foi tempo suficiente para que o único restaurante do pequeno distrito de Fordlândia fechasse, e ele ficasse sem almoço. Comeu uma coxinha fria, com gosto de celular molhado, estragado, e de prestações a vencer.
Agora, termina os afazeres com a sensação de calmaria para seu dia turbulento. Pensa na terça-feira e na família, que está sem notícias suas desde cedo. Na hora que iria dar notícias, o telefone caiu na água e não funcionou mais. E pelo visto não mais funcionará.
Sentados em volta de uma mesa, à frente, quatro rapazes esperam a partida de Beto. Planejam ir de Itaituba até o distrito em que Beto encerra seu dia, Fordlândia. Um lugar pequeno, com muitas casas de madeira, suspensas, uma praia bonita, e duas pousadas, sendo que nenhuma delas tem televisão no quarto. Algumas construções abandonadas, projetadas por americanos, do princípio do século passado.
Os rapazes comentam o medo que passaram durante o dia, já na hora do crepúsculo, nas estradas de terra, quando o pneu do carro estourou, e o motorista, inexperiente, perdeu o controle do automóvel. Por um momento, todos pensaram que morreriam, pois em meio à poeira, só viam um par de olhos brilhantes se aproximando do veículo. Quando conseguiu parar o carro num cantinho bem apertado, o caminhão passou em alta velocidade, levantando mais poeira e sumindo no meio dela.
Pelo visto, tanto os rapazes quanto o Beto precisam descansar.
Um amigo, seu Neves, faz a carga no barco enquanto Beto espera. O desânimo é muito grande. O seu plano era esperar ali, olhando status no seu whatsapp, no smartphone novo, rindo de alguns, criticando outros. Tinha feito isso no sábado e gostou muito.
Neves grita, "Betão, tudo ok aqui".
Beto acena para os rapazes, que o seguem. Caminham em direção ao barco.
Ao chegar na embarcação, Beto fica olhando, sem coragem de entrar. Um dos rapazes chega a entrar, senta-se no banquinho duro, mais à frente do barco.
Neves, com muita calma diz, "É bom que tem quatro passageiros. Cada um segura uma alça do caixão. Quando chegar lá, leva para a igreja. A família está à espera do corpo, estava desaparecido nessas águas há uma semana."
