Textos sobre Jovens Carlos Drummond
Quer você goste ou não, sempre me manterei firme nos meus principios; continuarei a falar sobre as coisas da forma como eu as vejo e as sinto, mesmo quando os meus pensamentos mudarem de direção. Deixo a você suas próprias conclusões de como eu vejo o que acredito ver e sinto o que acredito sentir. Sei que vejo e sinto tão perfeitamente como qualquer outro pode ver e sentir.
A única coisa que eu acho revolucionária é a conscientização – sobre o que é a vida, o que é o mundo, o que são os outros –, que é o que, de fato, evolui a conduta humana. Infelizmente, a falta disso é o motivo por que tão poucos compreendem isso. Alguns poucos, na verdade muito poucos compreendem, sabem, ou podem compreender isso.
Na mente de algumas pessoas, há um entendimento bastante distorcido sobre o papel de um pastor. Muitos acreditam que ser pastor se resume apenas a pregar; outros enaltecem os pastores como se fossem estrelas pop, enquanto alguns defendem a ideia absurda de que os pastores têm o direito de ter mais de uma esposa. No entanto, no princípio, não era assim. O verdadeiro pastor bíblico é um homem que se expõe a perigos para proteger, guiar e nutrir seu rebanho. Essa é a essência da vida pastoral.
A opinião dos outros sobre sua orientação sexual é o que menos importa. Não tolere ofensas e não permita ser maltratado ou ignorado no trabalho ou nas relações pessoais.Hoje o preconceito contra homossexuais é punido como crime de racismo e a união cívil homoafetiva é permitida e o casamento gay já é realizado em algumas igrejas evangélicas e nas sinagogas podendo também ser abençoado nas igrejas católicas o que pode ser considerado uma grande vitória para a comunidade LGBTQIAPN.
Na questão sobre vigiar e orar, há de se levar em conta que a vigilância é mais complicada do que se pensa, pois há de se levar em conta o trabalho de um vigilante, há certos aparatos como guarita, câmeras, espelhos convexos, armas e trajes característicos, não é mera coincidência que muitos deixam de vigiar por não tomar conhecimento de tal vigilância, o quanto a orar é simples e direto baseado no ensinamento de Cristo Jesus.
Especialistas do caos alertam sobre uma possível catástrofe global devido à queima de combustíveis fósseis e colapso energético. No entanto, ignoram estudos que apontam que nos próximos 10 anos, 90% dos veículos serão elétricos e 70% das residências serão abastecidas por energia solar.
A questão não é sobre quem manda, mas sobre a importância de ouvir um ao outro com humildade e amor. Em Efésios 5:22-25, a Palavra ensina que a esposa deve se sujeitar ao marido, mas também que o marido deve amar a esposa como Cristo amou a igreja, entregando-se por ela. Isso mostra que o marido tem uma liderança amorosa, mas não autoritária — ele deve cuidar, proteger e valorizar a esposa.
Que meus olhos trafeguem livres por entre as imagens mudas e sobre o grito das palavras soltas... E que cada fragmento aqui lapidado tenha cheiro de terra,jeito de arte, gosto de vida e sabor de pólem...Que a saudade seja como as folhas esquecidas que choram no outono...E a tristeza, como um beijo liberto no vazio e levado suavemente no assanhar colorido das asas inquietas das borboletas...
Sobre o dar só se for receber. Se você começa a fazer coisas só pela troca sem o coração, depois de um tempo acho que acaba por se tornar um robô frio, mesquinho e sem emoção. Acho que tem coisas que não tem preço, assim como um espirito que é invisível mas está sempre nos protegendo sem a gente saber, ou o amor que a gente sente mas não tem explicação.
A beleza tem as suas vantagens sobre à vida mundana mas como única e órfã qualidade da estética.Mas quando vem mau acompanhada de uma grande inteligência e uma forte sensibilidade quase sempre se transforma em um grande e grave problema insólito de exigibilidade.Parece que também nas virtudes da estética à vida não permite aglomeração de várias qualidades e belezas em um único ser ou direção, afinal o quase perfeito só pra conceitos ou mitos.
Ainda sobre o capitulo das " jóias de crioula" é importante ressaltar e esclarecer que a Igreja Católica no Brasil dos séculos XVIII e XIX, não era uma religião somente, ela se chamava de Clero e fazia parte do estado. A exemplo disto temos o artigo primeiro do Código Comercial Brasileiro, que proíbe a mercancia, o ato de praticar comercio entre outros os clérigos que fazem parte do estado e as mulheres casadas sem a permissão do marido. Isto bem recente, nos primeiros anos da republica no inicio do século XX. Sendo assim, mesmo que veladamente coube ao clero, imputar a idéia que o povo negro escravizado, não tinha alma e fortalecendo o poder produtivo das Fazendas Coloniais, a um custo baixo para que os Barões do Café, da Borracha e da Cana de Açúcar, pudessem ter muito lucro, afinal eram eles que bancavam literalmente o Império. Mesmo que o Estado Brasileiro, tenha assumido pelo fim da escravidão e o nefasto comercio de pessoas, após a independência em 1822, perante varias nações européias, foi a partir deste período até 1850, que foram feitos os maiores e perversos contrabandos de escravos no Brasil, a sua maior parte no Estado do Rio de Janeiro, inclusive realizados por negros libertos, também, que traiam e vendiam os melhores e mais fortes trabalhadores de seu próprio povo. A exemplo disto, temos a figura folclórica de Dom Obá, um negro que possuía diversos escravos e estava ligado ao comercio imoral de escravos junto aos coronéis.
Historicamente e cientificamente, pouco se sabe sobre a crucificação romana, como instrumento de sofrimento, tortura e morte. Não existem até hoje crônicas detalhadas nem entre os romanos e nem nos textos canônicos. A cruz cristã como se conhece foi concebida e imposta como alegoria e símbolo por Constantino durante seu reinado e persiste.
Por mais que exista uma farta iconografia artística por diferentes trabalhos sobre o nascimento, vida e crucificação de Jesus de Nazaré, desde os primeiros anos do cristianismo e avançando pela idade media, nenhum artista teve a total liberdade criativa, pois as obras eram fiscalizadas pela inquisição da Igreja ou eram custeadas pelo Clero. Sendo assim, as criações tem mínimas diferenças mas engessadas pelos textos canônicos da liturgia da fé.
Sobre a Guerra Santa, repetida por vários fanáticos desajustados. A guerra nunca pode ser santa pois não existe um santificado no mundo, que possa promover a dor, o flagelo e a morte. Seria mais apropriado, chamar de Guerra Insana, por que acima de nos, só existe um Deus, personificado por vida, misericórdia e amor nas diferentes culturas espalhadas pelo mundo.
O Brasil é o lugar dos esquecimentos principalmente nas artes e na cultura. Duas verdades sobre joalheria brasileira devem ser ditas, o conceito da Joia Arte Assinada no Brasil foi concebido primeiramente pelo joalheiro brasileiro Caio Mourão em Ipanema no Rio de Janeiro. Caio foi meu grande amigo, parceiro em criações, sobretudo no uso das gemas brasileiras lapidadas pois tenho formação e atuação em lapidação. Eu fui marchand de suas obras visuais pinturas e esculturas em aço e por muitos anos encontrávamos semanalmente proliferando novas ideias para o meio. Já o conceito de artista plástico e visual joalheiro, no Brasil foi concebido por mim na mesma época que tentávamos organizar o primeiro encontro de Arte Joia no Brasil. Caio prematuramente falece mas por meio e uma personalidade artística própria e muito forte, o Atelier Mourão e a Arte Joia continua cada vez mais forte no Brasil agora pelas mãos de sua filha, a joalheira Paula Mourão, que no mesmo sentido de promover o aprendizado sobre a arte joalheira brasileira e no mesmo momento já começa a fazer historia, com suas criações joalheiras exuberantes minimalistas entre o belo e o pratico, fugindo da tradicional e distorcida visão de mais um adorno estético e captando a personalidade de vida e do movimento de quem as usa, de quem sonha ou vai passar a usar. .
Eu hoje sei sobre alguma coisa mas meu conhecimento assim mesmo é ínfimo perante as possibilidades de perguntas que existem e das novas perguntas que são geradas pelas múltiplas derivações. Sempre diante do que não sei, de verdade, me calo e não enrolo, pois não existe coisa pior que divagar sobre o que não se conhece minimamente. Então respiro fundo e vou buscar a melhor resposta junto ao que já foi dito, o que está escrito e buscar o conhecimento de quem sabe. No verdadeiro conhecimento não são aceitas as inexatidões e as falsas virtudes.
o artista Moacir Andrade foi o meu maior mestre sobre as cores da Amazônia. Tudo de um jeito simples, como é típico de quem sabe, entre os igarapés, igapós e balneários da Grande Floresta. Suas palavras embebidas de magia do dia a dia, das que se encontra por esperança nas populações ribeirinhas ecoam no meu imaginário nas noites de lua cheia.
Moacyr Andrade, meu grande mestre sobre a arte e a cultura amazônica sempre foi forte e gordo, tinha muita fome em comer generosamente as cores, os sons e os mitos da Grande Floresta. Uma fome gratuita e bela, onde o coração de quem ama é bem maior que a barriga, o comer de conhecimentos para generosamente passar para quem aprendeu a amar também por respeito e liberdade. Hoje sei que quem sabe verdadeiramente distribui o que sabe. O mundo ainda não reconheceu o valor da extensa cultura amazônica deste grande pesquisador e artista. Moacyr Andrade e Manoel Santiago foram meus mestres por graça divina e devem ser considerados os maiores expoentes desta rica cultura regional brasileira.
Parafraseando Olavo Martins Bilac, o príncipe dos poetas brasileiros e meu grande patrono sobre amor cívico das estrelas da cultura do Brasil, exercido ininterrupto pela Liga da Defesa Nacional, desde 1918, o poeta diz em seu soneto - Ora (direis) ouvir estrelas, o soneto de número XIII da coletânea de sonetos Via Láctea. " E eu vos direi: Amai para entendê-las!Pois só quem ama pode ter ouvido capaz de ouvir e de entender estrelas." Assim também vos digo " Amai para entendê-la. Pois só quem ama pode ter ouvido e olhos, capazes de ouvir e de entender a Amazônia. Ela existirá para sempre, bem mais que um grande punhado de verde, distante de tudo que dizem os teóricos da grande floresta.
A verdadeira arte não destrói o que quer que seja, o que destrói sobre qualquer coisa que existe como plataforma é uma ilegitima perversão destrutiva da anti-arte. A arte criativa em qualquer tempo exalta o que já existe, respeita e dialoga em seu tempo diante do esquecido, despercebido e do mais comum, revigora a existência na quintessência regenerativa da criação.
