Textos sobre Felicidade

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⁠⁠⁠A glória não está simplesmente em vencer a guerra, mas na brava luta pela vida que é o único caminho disposto pela Natureza, para perpetuá-la...
Aglória é o próprio sangue derramado... Isso é glória! Por isso Cristo é Rei! Imagine agora a paz eterna... Você acha mesmo que ela existe? Ele disse que veio para trazer a espada! Há tempos de guerra, e tempos de paz em todo o Universo...

Todos os que foram antes de mim deixaram uma marca um sim um não, os pros e os contras de uma vida a ser preenchida para não viver no vazio, me ensinaram a lutar pois quando entrei na imensidão do mar nao encontrei o vazio, e sim as ondas que me puxaram para dentro de mim, para ponderar e sentir o medo,tambem me ensinaram a caminhar na terra quente e sentir na pele, a dor. me ensinaram a perdoar muito no seu leito moribundo, me ensinaram a reconhecer meu erros.
E que para desfrutar a abundância eu teria que trabalhar e muito e que herança tem um grande significado, não espere muito tempo, pois também acaba e também passa, pois sim eu passei, por muito mais que muitas pessoas passaram em uma só vida aqui, e aprendi também, a plantar uma semente e acreditar que mesmo na escuridão dos nãos ela germinara se tornará uma árvore bela e frondoza que dará flores e frutos, e depois de tudo, suas folhas irão fertilizar o solo para brotar inundando a primavera de flores.




Sonia Solange da Silveira

A medida da vida


A vida....
É curta para quem só olha.
É longa para quem vive.


Viver não é apenas respirar, é interagir com a natureza, com as pessoas. É desfrutar dos minutos, das horas, dos dias, meses e anos.


Curta para quem tem pressa de chegar e chegar de qualquer jeito.
Longa para quem aprende a observar o caminho durante a tranquila e suave caminhada.


É longa para quem se movimenta. Para quem faz, tenta, erra e recomeça. Para quem acredita que tudo passa e por isso não estaciona esperando a vida passar.


E não passa para quem não se move.
Porque quem não se move, não vive. Só espera.
E esperar cansa, desmotiva, isola, desbota.
Viver alivia.


No fim, não é sobre ter muitos anos de vida.
É sobre ter muita vida nos anos vividos.

AMAR É ....que saudades do romantismo !Agora só dá Smartphone !
CRÔNICA DA VIDA VIRTUAL 1
autor: Gilberto Braga

AONDE FORAM PARAR O AMOR, O ROMANTISMO ....?
Na lua de mel ...não se larga o smartphone...o tablet...o Note...
E enquanto isso....o romantismo..o amor....o namoro...tudo trocado por essas malditas teclas !
Que pena !
Não se namora mais, apenas se: curte ...compartilha....adiciona ....
Que falta de criatividade!
Larga esse celular gente !!!
Se namora por celular...se casam pelo smartphone !!!
Caramba !!
Bons tempos do : AMAR É ....que não voltam mais !

Para conquistar algo na vida, como um emprego, um grande amor,precisamos ter " atitude", sair da zona de conforto e pagar o preço.
Nada que é facil demais tem muito valor, ou melhor, não valorizamos algo que conquistamos sem esforço.
Ter atitude !
Pagar o preço !
Sair da inèrcia !
Ser humilde e simples !
Ter o coração " quebrantado" e " misericordioso"!
Amar sem condições e restrições !
Esse é o grande segredo para ser feliz!
O amor !

Aprendi com a vida a andar com os 2 pés no chão...
Sem divagações lúdicas sobre o " céu" e coisas utópicas tais.
Aprendi que nascemos vivemos e depois morremos e que o " Eterno, nada tem a ver com isso!
Aliás, como assim?
As minhas escolhas, certas ou erradas ,tem lá suas consequências, boas ou ruins...
E o Criador, ou o Eterno, ou qualquer outro pensamento filosófico, espiritual ou religioso nada tem a ver com as minhas escolhas!
Minha vida não está nas mãos de nenhuma "divindade" ou das estrelas, mas sim nas minhas próprias mãos e minhas decisões.

​A LIBERDADE QUE PRENDE

​Eu já tentei transformar a vida em um cálculo: tentei prever todas as consequências e escolher o "perfeito" para não sofrer. Foi exatamente aí que a liberdade virou peso.

​Quando me apoio apenas no meu próprio entendimento, não ganho controle; ganho ansiedade, cobrança e um tribunal constante dentro da cabeça.

​Confiar em Deus não é desistir de pensar, é parar de carregar o mundo nas costas. É devolver à liberdade a sua verdadeira função: dar direção.

​"Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie no seu próprio entendimento."

— PROVÉRBIOS 3:5




​Liberdade não é fazer o que bem entendo. É ter a coragem de reconhecer que não dou conta de tudo sozinho. É escolher a direção certa, mesmo quando ela não for a mais fácil.

​A verdadeira liberdade não nos faz reféns das nossas próprias escolhas — ela nos liberta do peso de ter que controlar tudo.

​EU DOU CONTA

​O PARADOXO DA ESCOLHA

Douglas Santos

Não se esqueça desses sete pontos para uma vida genuína e verdadeira!
1 - Cuide de Sua Mente. Respeite seus Limites e Confie em Deus;
2 - Trabalhe, mas não se esqueça de Crer e Viver;
3 - Busque Resultados, mas não transforme os resultados em sua identidade;
4 - Planeje, mas permita que a vida também surpreenda;
5 - Aprenda, mas permaneça humilde;
6 - Seja autentico, mesmo quando o mundo tentar molda-lo;
7 - Seja quem você se mostra, mesmo quando ninguém estiver te olhando

Você já agradeceu a Deus Hoje.
Pelo dom da Vida.
Pela oportunidade de existir.
Pela capacidade de pensar.
Pela possibilidade de aprender.
Pela criatividade.
Pela família.
Pelos amigos.
Pelo trabalho.
Pelas dificuldades que ensinaram.
Pelas dores que fortaleceram.
Pelas pessoas que chegaram.
Pelas pessoas que partiram.
Pelas histórias que ficaram.
Pelos sonhos que nasceram.
Pelos sonhos que precisaram mudar.
Pelo passado que ensinou.
Pelo presente que está sendo vivido.
E pelo futuro que ainda não conhecemos.
E por tudo que, de forma gratuita lhe é oferecido todos os dias!
Obrigado Deus!

O que você está fazendo com vida que você recebeu?
Que sua resposta seja mais que Produzi! Conquistei! Acumulei! Diverti ou Sobrevivi.
Que você responda: Eu vivi, amei, aprendi, servi, pensei, criei, ajudei, caí e levantei, cuidei de quem Deus colocou no meu caminho, usei aquilo que aprendi para fazer o bem e vivi o meu tempo sem perder minha essência, mas sobretudo: Procurei caminhar com Cristo. Porque no fim das contas,
talvez essa seja a maior conquista de todas. não apenas ter passado pela vida, mas ter permitido que a vida passasse por nós e nos transformasse em alguém melhor.

A vida não desmorona de uma vez. Ela se desgasta aos poucos.


No “depois eu resolvo”.
No “mais pra frente eu decido”.


É assim que o tempo perde o prazo.


E cada coisa que você empurra
para amanhã vai cobrar um preço depois.


A vida não muda com grandes discursos, ela muda no “agora eu faço”.

"Eu cheguei"


A vida brota bem pequena,
como uma folha a desdobrar.
Cresce serena e crescida,
no tempo certo de chegar.
​Acolhe o pingo da chuva,
busca o abraço do sol,
descansa no colo da noite,
espera a luz do girassol nas manhãs.
​Nas tardes mansas de vento,
na primavera eu floresci.
O verão trouxe o seu calor,
no outono as folhas vi cair.
​No inverno fiz meu abrigo,
calmando os passos da corrida.
Venci cada desafio,
sarando as dores da vida.
​Esqueci velhas feridas,
fiz das cicatrizes paz.
Guardando meus lindos sonhos,
olho a estrada e sei: cheguei.

​A Chão Aberto


​Não havia ouro na mesa,
nem berço de palha macia.
Havia a vida crua e dura
na curva de cada dia.
​Sem mapa, sem garantia,
sem nome para herdar,
você aprendeu no escuro
o caminho de caminhar.
​Quem olhava de cima,
no alto do seu brasão,
não viu a força firme
que brota do próprio chão.
​Pois quem nasce sustentado
não sabe a dor da subida,
não conhece a estrutura
que se molda na ferida.
​Você não trouxe o brocado,
mas trouxe no peito a garra,
a teimosia da planta
que rasga a terra e a pedra.
​E quando o tempo passa
e a vida mostra a colheita,
a história mais bonita
é a que a mão própria ajeita.
​Surpreender o mundo
não foi promessa ou vaidade:
foi resposta do silêncio
transformado em dignidade.
​O berço dá o começo,
mas o caráter faz o fim:
é gigante quem se ergue
quando o chão foi feito assim.

A Janela e o Silêncio


​A vida entre nós tinha muros, limites e chão,
Um respeito guardado no fundo do meu coração.
Fomos o que foi possível, com o peso que a vida nos deu,
Entre conversas difíceis e o que o tempo acolheu.
​A notícia chegou num sopro, num dia qualquer,
Sem aviso, sem hora, sem o tempo que a gente quer.
E eu fiquei ali, no silêncio daquele salão,
Sem saída, sem pranto, presa na minha própria mão.
​Ao teu lado o tempo todo, como quem guarda um altar,
Na anestesia do peito que ainda não sabe chorar.
Parecia um sonho distante, um filme sem cor,
Onde a dor não tinha nome, não era nem raiva nem amor.
​Mas na hora da despedida, olhando além da janela,
Entre flores e pedras, na paisagem fria e singela,
Um choro prendeu na garganta, abafado e profundo,
Um choro pra dentro, teu gesto, despedida do mundo.
​Olhei para o fim sem sentir que era o fim de verdade,
Pois o que se viveu não se apaga na eternidade.
Fica a paz do respeito, a história que a vida escreveu...
A tua alma partiu, e a minha, em silêncio, entendeu.

Poema - Orgulho de ser santista


Orgulho de ser santista
O Santos é a nossa vida
Torcida sofrida
Mas é apenas uma fase
Já dizia Racionais
É só questão de tempo,
O fim do sofrimento
Quantidade não é qualidade
A nossa torcida é de verdade.


Orgulho de ser santista
Time de artistas
Time do povo
Do mais velho, do mais novo
Time de branco, time de preto
As cores que carrego no peito
Meu coração é alvinegro
Nascer, viver e no Santos morrer
É um orgulho que nem todos podem ter.

Sensato Coração
(Amor pela Vida)

A vida nos ensina á fazer coisas loucas, nos ensina á andar por caminhos diferentes todos os dias; nos ensina á amar, chorar, sorrir, cair, levantar, nos ensina ás mais diversas emoções.
A vida é para ser vivida das mais diversas formas que existe; não é difícil viver, não é impossível achar a vida bela; abra os olhos, sinta a vida, junto com a primavera.
Quando Deus criou tudo isso, foi por um propósito, foi para mostrar que a vida é divertida de viver, para mostrar que a Criação não foi em vão e que a natureza é uma das coisas mais linda que Ele criou.
Oh, sensato coração, nunca me deixes na mão, eu preciso aprender a viver, eu preciso aprender á amar, preciso olhar á vida, como uma forma de Amor, preciso aprender a perdoar. Oh, sensato coração, porque tem que ser assim? Porque forçamos sentimentos, sem eles existir? Porque maltratamos nosso próximo? Porque julgamos se sabemos que isso é permitido apenas para Deus? Oh, sensato coração, me ensinar a viver a vida melhor, me ensina a amar o meu próximo. Oh, sensato coração.

Sorte minha ser poeta,
porque, se eu fosse pintor,
passaria a vida diante de uma tela em branco,
misturando tintas e procurando uma cor
capaz de reproduzir a beleza
que os meus olhos encontraram em você.

E, ainda assim, fracassaria.

Restou-me a poesia,
esse lugar onde as palavras
tentam alcançar
o que os pincéis não conseguem explicar.

Porque algumas obras de arte
não nasceram para ser pintadas.
Nasceram para inspirar poemas.

O Primeiro Amor


Cresci escutando que o primeiro amor da vida de uma menina é o pai. Nunca ouvi tanta mentira caber em tão poucas palavras.


Porque o primeiro amor de um filho não deveria ser definido pelo gênero, mas pelo vínculo, pelo cuidado, pelo lugar onde o coração encontra o primeiro abrigo. E, para mim, esse primeiro amor sempre foi a mãe.


É nela que encontramos conforto, é no colo dela que descobrimos aconchego, é na voz dela que encontramos calma quando ainda nem sabemos explicar o que sentimos. É através dela que a vida começa, é dentro dela que, antes mesmo de conhecermos o mundo, já somos existência, já somos parte de alguém.


Antes de aprender a amar qualquer outra pessoa, aprendemos o amor através dela. Antes de conhecer qualquer paixão, conhecemos o calor de um colo. Antes de entender o significado de pertencimento, já pertencemos a alguém.


Talvez o primeiro amor não seja aquele que nos ensina a amar romanticamente. Talvez seja aquele que nos ensina, pela primeira vez, o que significa ser amado.


E é por isso que nunca consegui enxergar verdade nessa frase que colocaram tantas vezes como regra. Porque amor não é uma fórmula, não é uma sentença pronta e muito menos uma definição baseada em gênero.


O primeiro amor é aquele que nos acolhe quando ainda somos pequenos demais para compreender o mundo. É aquele que nos reconhece antes mesmo de sabermos quem somos. É aquele que nos oferece abrigo quando tudo ao redor ainda é desconhecido.


E, para mim, esse amor tem nome: mãe.


Porque antes de qualquer romance, antes de qualquer paixão, antes de qualquer pessoa que um dia possa chegar e ocupar espaço no coração, existe aquela que nos ensinou, mesmo sem palavras, que amar também é cuidar, proteger, acolher e permanecer.


O primeiro amor não é necessariamente quem um dia fará o coração bater mais forte.


É quem, um dia, ensinou esse coração a bater.

Enquanto o Ritmo Muda


Se a vida mudar de tom,
mude também a dança;
há melodias que terminam
para dar lugar à esperança.


Não nasci para ficar presa
a uma música que não me faz bem;
se o compasso já não me cabe,
que outro ritmo venha também.


Mude os passos, recomece,
deixe o coração conduzir;
às vezes, aquilo que parece fim
é só outra melodia a surgir.


— Então dance comigo?
— Eu danço, até a música fazer sentido.
Mas talvez eu ainda esteja no mesmo passo,
mesmo que a dança tenha mudado de sentido.


E talvez seja isso:
há coisas que não consegui deixar para trás,
há passos que o tempo repete
mesmo quando a alma pede mais.


Difícil é encontrar alguém
que acompanhe o meu compasso,
que não queira mudar meu ritmo,
mas compreenda cada passo.


Porque eu preciso de uma nova dança,
de um ritmo que eu ainda não conheço;
não de alguém que chegue sabendo,
mas de alguém que queira aprender comigo,
mesmo quando o ritmo mudar.


Pode ser difícil encontrar essa companhia,
alguém disposto a permanecer,
mas talvez não seja preciso procurar tanto…
talvez seja preciso apenas enxergar.


Enxergar além da música ouvida,
além do compasso e da canção;
pois há melodias que os ouvidos não percebem,
mas que encontram morada no coração.


Não é sobre já chegar sabendo dançar,
é sobre aprender enquanto o ritmo muda;
é tropeçar, recomeçar, mudar os passos
e ainda assim não soltar a mão da dança.


Talvez a vida insista no mesmo passo
até que a gente escolha outra direção.
Talvez uma nova dança comece
quando duas almas, sem conhecer a melodia,
decidem descobrir juntas o refrão.


E se a música estiver no mudo,
que o silêncio nos ensine a sentir:
há ritmos que não precisam ser ouvidos,
basta haver alguém disposto a seguir.


Porque, no fim,
não é sobre dançar perfeitamente igual.
É sobre encontrar quem permaneça
quando o compasso mudar —
e, mesmo sem conhecer a música,
ainda escolha dançar.

Imensurável

Desejei, eu sei, por longa data,
Encontrar em minha marcha infante
O alvor da vida de maneira errante,
Qual embarcação no cais abandonada.

Migram as aves vindas do norte
Sobre minha cabeça, vazia de ilusões,
Enquanto soldados disparam canhões,
A inocência caminha pelo vale da morte.

Perdidos os homens nesse tempo vil,
Pelas ruas, criaturas metálicas, robóticas,
Perigosas e armadas engenhocas,
Irão cavar, em breve, o meu covil.

Enquanto a carne frágil se refugia,
Os mesmos velhos loucos enrijecem,
Covardemente, em seus palácios riem,
E nenhum Deus qualquer se pronuncia.

Cruzaremos, então, a linha intransponível.
Já não haverá, então, nenhuma poesia.
Rir-se-á de nós, em breve, a criatura fria.
Encontraremos o limite, o imensurável.

Vladimir Wingler