Textos sobre Fé
A Fé Além da Porta
Ter fé é acreditar que, quando a hora divina chegar, Deus fechará a porta e removerá as paredes.
Porém, muitos que dizem ter fé permanecem condicionados, esperando que a porta se abra, sem olhar ao redor, sem confiar que Deus só trabalha com abundância — e que Seus milagres não são apenas mágicos, são extraordinários.
A fé: Entre o ver, o crer e o compreender.
Não estou aqui para provar nada, tampouco pretendo fazê-lo. Afinal, cada pessoa possui seu próprio grau de evolução, que acontece de forma gradativa. Alguns parecem já nascer com essa percepção; outros a adquirem ao longo da vida. Há, porém, aqueles que passam a vida sem enxergar além do que lhes foi apresentado, sem questionar, sem aprender, vivendo no modo automático, seguindo padrões limitantes e presos a alguma zona de (des)conforto.
Vivem no raso, no morno, e jamais enxergarão além dos muros que o próprio tempo construiu — a menos que decidam ultrapassá-los.
E, sinceramente, não posso fazer nada a respeito. Afinal, quando alguém é condicionado a enxergar apenas o básico, tentar explicar algo que está além de sua compreensão naquele momento pode ser como entregar uma prova do 9º ano a uma criança do 1º ano: ela ainda não possui os conhecimentos necessários para resolvê-la. Seria uma perda de tempo exigir dela aquilo para o qual ainda não está preparada.
Por isso, continuarei contando a minha verdade, e cada um irá compreendê-la e absorvê-la de acordo com seu próprio desenvolvimento, suas experiências e sua capacidade de enxergar além daquilo que conhece.
Consigo compreender essa dificuldade e imagino como deve ser desafiador acreditar naquilo que nunca se vivenciou. Nem todas as pessoas nasceram e cresceram em meio ao mistério, buscando explicações para o inexplicável e tentando, ao mesmo tempo, encaixar suas experiências na mesma bolha em que todos parecem viver.
Mas eu já vi, ouvi e senti muita coisa para simplesmente fingir que nada aconteceu ou me calar como se essas experiências não fizessem parte da minha história.
Ainda assim, compreendo que isso é algo individual, pois também envolve a fé, as experiências e a maneira como cada um interpreta o mundo.
Ver não é o mesmo que crer. E tocar ou sentir também não significa, necessariamente, compreender.
Porque não depende de mim querer mostrar. Depende do outro estar disposto a olhar.
E há uma diferença enorme entre aquilo que alguém precisa ver para acreditar e aquilo que outra pessoa já não consegue negar porque faz parte da própria experiência.
O PIX pela FÉ
Um mendigo me pediu dinheiro no centro da cidade. Falei que não tinha sacado nenhum dinheiro, mas ele disse que aceitava PIX. Quando tirou um iPhone do bolso, quase roubei o celular dele! 😂😂😂
Mas acabei dando um dinheiro, porque vi o nome e era o do meu sogro, já falecido. E, para completar, naquela noite eu tinha sonhado com ele... 🤔😌
Cortinas Rasgadas
Até a fé está entrando no jogo das
cadeiras da política.
Há ainda quem acredite que A é
diferente de B, ou que B é melhor
que C. Todos provêm da mesma
escola da falência humana,
E nós, do povo, ainda somos obrigados
a participar direta ou indiretamente desta falácia que chamam de processo eleitoral.
O Avesso do Silêncio da Fé
Muitas vezes, tudo de que precisamos
é parar e silenciar todo o barulho
do mundo.
E, humildemente, perguntar a Deus
qual o caminho devemos seguir.
Nem sempre Ele nos responderá;
no entanto, tenhamos certeza de que
Ele nos acompanhará sempre e
para sempre no caminho escolhido
por cada um de nós.
Isto é para quem tem fé,
mas principalmente para os que
duvidam dela — ou Dele.
Marcelo HB
Domingo
Seja qual for a sua fé, cultive-a. Que ela lhe traga a paz que você precisa e que você merece. Que hoje seja um dia de descanso, de fortalecimento da fé e de cuidado interior. Que seja um domingo para reforçar a certeza das vitórias e dissipar as dúvidas que tiram o brilho da fé. E que você colha com carinho na medida do que planta. Que Deus esteja no controle e no cuidado de todos os seus filhos.
Assim seja.
Josy Maria 18/10/2026
"A decisão de receber a sua benção está em suas mãos. Basta perseverar na sua fé em Deus, mesmo quando estiver debilitado, fraco, descrente sem ter esperanças. É nesta hora que Deus te mostra que não depende só de você mais esta luta, que a causa agora é dEle. É com Ele que virá sua vitória e todos saberão que você é um escolhido, que foi agraciado por depositar seus sonhos no altar do Senhor. " #profético
—By Coelhinha
Quero acreditar
que você está
Em segurança,
porque a nossa
amizade, fé e amor
Por nossa gente
nunca arredarão,
A minha poesia
a embalar
A preocupação
virou escândalo
Sem reverso,
quer o fim
Do pesadelo,
faz jus a história
E tem a esperança
que tudo o quê não
Queremos passará,
e ao teu caminho
Você regressará.
Fé infinita
O tamanho do universo é análogo ao amor de Deus: infinito.
A fé do homem deve ser na mesma proporção, também recheada de agradecimento e regada com perdão.
Cada amanhecer é um presságio do poder do Pai Celestial e um novo momento concedido pelo nosso Criador a todos nós.
A alvorada nos renova, e os primeiros raios de sol são bênçãos divinas.
Obrigado, Senhor, por mais um dia de vida!
Hebreus12:2
olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus
A fé amadurece quando os olhos deixam de admirar homens e passam a contemplar Jesus
A fé !!
A fé uma experiência particular , um testemunho de cada um de nós.
Um encontro conosco e com Deus .
Fé , resignação ao que nos apresenta muitas vezes através do cotidiano , compromisso , entrega e lealdade .
Capacidade de olhar a frente com amor , esperança , força .
E nesta busca , procura incessante ao Pai , chega - nos o encontro com Deus , e neste momento tão sagrado , profundo e sublime de entrega , louvor e adoração , agradecimento , me vem a mente :
Não foste tu que me procurastes , fui eu que vós escolhi , foste eu que te chamei . 🙇🏼♀️🙏👐📿
Simone Vercosa .
Água pura , limpa , assim deve ser o nosso coração aos reveses da vida .
Fé, esperança e credibilidade em Deus . Que nada faça com que o seu coração seja contaminado. Ore , entregue , silencie.
Quando alguma coisa ruim chegar até vc , um gesto ou uma palavra , uma injustiça , estenda a mão em direção a luz e ao bem.
Deus é conhecedor de tudo que está incluso em cada coração !!.
Simone Vercosa .
Somente com fé em Deus
tudo na vida avança
Com lealdade ao rei
e ao País o futuro alavanca.
Deixar-se iluminar e guiar
pela supremacia da Constituição
constrói a esperança
Cultivar o Estado de Direito
se colhe a confiança.
Com cortesia e moralidade,
se conquista a fortaleza,
a harmonia e a temperança.
No sutil recado da Bunga Raya
a importância de viver
em estado de Rukun Negara.
Fé como alicerce da sua vida,
e o respeito a quem tem
fé como você mesmo sendo
de religião diferente,
Seguir o Rukun Negara é
a orientação para seguir
em união com a sua gente,
O quanto você é capaz
de colocar em prática,
fala profundamente
sobre você e do encontro
com a segurança em Deus
para se proteger e proteger os seus.
Sob a fé como escudo austral
e a florada da Caroba branca,
Não desisti de ensinar a olhar
para o céu a qualquer hora,
Pois a tranquilidade de outrora
faz muito tempo que escorreu
entre os meus e o seus dedos,
sei quem desejam que colapsemos,
-- e nem amanhã acordemos.
Promessas e superioridade
alheia não salvam ninguém,
Não cultive o amor ao nosso
chão só quando convém,
Porque eles só fazem algo
somente vendo a quem,
Alguns precisam entender
que eles ignoram o nosso bem.
A asfixia da cápsula do tempo
se repete implacavelmente,
estamos no revival do século XIX
por quem prega que pertence
o Hemisfério Ocidental,
sem pudor de repetir a fórmula
atroz em Fort Snelling,
não sei o que se passa com
os três presos da Oglala Sioux.
Mesmo que tentem apagar
a graça de olhar a Via Láctea,
nada me impede de ler
a progressão que me leva
do visível ao invisível,
e do tátil ao espiritual - enleva,
o amor divinal que pode ser
dito em letras, verbos e silêncios.
Um dos maiores e mais belos propósitos da Fé é constranger o impossível.
Porque a Fé não é ausência de dúvida — é presença de confiança.
Ela não se alimenta de garantias, mas de esperança.
É o gesto mais ousado de quem planta mesmo sem ver o solo fértil, de quem continua caminhando mesmo quando o chão parece ter desaparecido debaixo de seus pés.
A Fé é essa força bruta silenciosa que, ao invés de discutir com o impossível, o constrange com pureza, entrega, insistência e resiliência.
Ela não o vence pela lógica, mas pelo amor.
E quando o impossível, envergonhado, se curva diante da perseverança dos que creem, é ali que o milagre acontece — discreto, sereno, e profundamente humano.
Se a
Fé e a Esperança
desse colo ao Medo, jamais caberíamos no Abraço da Paz.
No colo, talvez ele crescesse em nós como uma criança mimada, exigindo atenção constante, dominando nossos pensamentos e guiando nossas escolhas.
O medo, quando alimentado, torna-se senhor dos nossos passos; limita sonhos, interrompe caminhos e nos convence de que é mais seguro não tentar nada.
Mas a fé não foi feita para sustentá-lo — foi feita para enfrentá-lo.
E a esperança não existe para justificar inseguranças — ela nasce justamente para nos lembrar que há luz mesmo quando os olhos ainda só veem sombra.
A paz não é a ausência de desafios, mas a presença de confiança.
Ela floresce quando, mesmo sentindo medo, escolhemos acreditar.
Quando decidimos seguir apesar das incertezas.
Quando entendemos que o medo pode até bater à porta, mas não precisa sentar-se à mesa.
Fé é dar um passo no escuro confiando que o chão surgirá.
Esperança é manter o coração aceso enquanto não amanhece.
Se fé e esperança acolhessem o medo como verdade absoluta, viveríamos encolhidos, presos a possibilidades que nunca ousamos experimentar.
Não caberíamos no abraço da paz porque estaríamos ocupados demais abraçando nossas próprias inseguranças.
A paz exige espaço — espaço interior que só existe quando soltamos aquilo que nos paralisa.
Que a fé nos fortaleça, que a esperança nos impulsione e que o medo encontre apenas o tempo necessário para nos alertar, mas nunca para nos dominar.
Assim, quando a paz nos envolver, estaremos inteiros — leves o suficiente para permanecer em seu abraço.
Com tanta má-fé se valendo do nome de Deus — invocá-Lo publicamente, em breve, causará mais Dúvida que Devoção.
Quando o Sagrado vira instrumento, ele deixa de elevar e passa a encobrir.
Palavras que deveriam consolar, orientar e transformar, tornam-se escudos retóricos, usados para blindar interesses ocultos, justificar excessos e maquiar as más intenções.
Não é a fé que se esvazia por si só — é o uso indevido dela que corrói sua credibilidade diante dos olhos atentos e, sobretudo, dos decepcionados.
A repetição desse gesto — invocar Deus em vão, em discursos vazios de prática — cria um ruído muito perigoso: quanto mais se fala em nome d’Ele, menos se percebe Sua presença nas atitudes.
E então nasce a dúvida…
Não a dúvida honesta, que busca compreender, mas a desconfiança cansada, aquela que já não acredita.
A fé, que deveria ser ponte, passa a parecer palco.
E quem assiste, pouco a pouco, se afasta.
E se continuarmos dando palco aos que usam o nome d’Ele e da Igreja para se esconder, aparecer e se promover, muito em breve seremos os culpados por um fenômeno ainda mais grave: transformar o Livro mais lido e menos vivido no mais evitado do mundo.
Porque não há nada mais contraditório do que uma mensagem de amor sendo transmitida por atitudes de vaidade, exclusão ou manipulação.
A incoerência não apenas enfraquece o discurso — ela o invalida.
E quando isso se repete o suficiente, o problema deixa de ser quem distorce e passa a ser também quem assiste, aplaude ou silencia.
Talvez o maior risco não seja a perda da fé, mas a banalização dela.
Quando tudo se diz em nome de Deus, nada mais parece vir verdadeiramente d’Ele.
E nesse excesso de vozes, a essência — silenciosa, exigente, transformadora — vai sendo soterrada.
Resgatar o sentido do sagrado talvez exija menos declarações públicas e mais coerência privada.
Menos exposição, mais vivência.
Porque a fé que resiste não é a que se impõe em vozes estridentes, mas a que se revela, discretamente, naquilo que se faz quando ninguém está olhando.
Em meio a tanto ruído, já não se sabe se a fé da humanidade está sendo provada ou se é só para descobrir as cabeças alugadas.
Talvez o maior drama do nosso tempo não seja a ausência de informação, mas o excesso dela atravessando consciências cansadas.
Nunca se falou tanto sobre liberdade de pensamento e, paradoxalmente, nunca foi tão fácil encontrar pessoas repetindo discursos prontos como se fossem conclusões próprias.
A avalanche de opiniões instantâneas transformou convicções em mercadorias emocionais: compra-se uma narrativa, veste-se uma indignação e aluga-se a própria percepção em suaves parcelas ideológicas.
A fé — não apenas a teologal, mas também a humana — parece encurralada entre o barulho das certezas fabricadas e o medo de pensar por conta própria.
Porque pensar exige muita coragem…
Exige o desconforto de admitir dúvidas, rever posições, contrariar o próprio grupo e suportar o silêncio antes de formular uma opinião.
Mas o ruído moderno não tolera pausas; ele exige posicionamentos imediatos, reações inflamadas e fidelidades cegas.
Nesse cenário, muita gente já não busca compreender o mundo, apenas encontrar um coro que confirme aquilo que deseja sentir.
E quando a emoção substitui completamente o discernimento, a consciência deixa de ser território de reflexão para virar palanque de repetição.
É aí que surgem as “cabeças alugadas”: pessoas que terceirizam a própria capacidade crítica em troca do conforto de pertencer a algum rebanho político, religioso, cultural ou digital.
O mais curioso e inquietante é que os manipuladores nem sempre precisam mentir.
Basta alimentar medos, vaidades e ressentimentos pré-existentes.
Uma população emocionalmente exausta se torna vulnerável não apenas à desinformação, mas também à sedução das respostas simples para problemas complexos.
E toda resposta simples demais costuma cobrar um preço muito alto da lucidez.
Ainda assim, talvez exista alguma esperança justamente naqueles que continuam desconfiando do excesso de unanimidade.
Os que ainda conseguem ouvir, ponderar e mudar de ideia sem sentir que traíram a própria identidade.
Porque a verdadeira fé, sobretudo na humanidade, talvez não esteja em quem grita convicções, mas em quem preserva a honestidade — espiritual e intelectual — mesmo quando o ruído coletivo tenta sufocá-la.
No fim, a grande prova pode não ser descobrir quem está certo ou errado, mas quem ainda consegue pensar sem precisar entregar a própria mente para terceiros.
Com tanta má-fé se valendo do nome de Deus para se esconder, aparecer e promover, muito em breve os Religiosos e Cidadãos de bem nos cobrarão muito mais cuidado do que os Criminosos Assumidos.
Porque o criminoso assumido, ao menos, costuma carregar consigo a honestidade brutal da própria escolha.
Não tenta se vestir de virtude enquanto negocia a dignidade alheia.
Nem sobe em púlpitos para transformar crueldade em moralidade, nem tampouco usa discursos de fé para anestesiar consciências e justificar violências.
O problema mais perigoso da hipocrisia nunca foi apenas mentir.
Foi transformar a mentira em instrumento de autoridade.
Quando alguém usa o nome de Deus para lucrar, manipular, perseguir, humilhar ou destruir reputações, não está apenas cometendo um erro individual.
Está contaminando símbolos coletivos de confiança.
Está fazendo com que pessoas honestas passem a ser recebidas com desconfiança antes mesmo de abrirem a boca.
E esse talvez seja um dos danos mais profundos da má-fé travestida de moralidade: ela sequestra a credibilidade de quem vive sua fé de forma sincera, silenciosa e ética.
A sociedade aprendeu a identificar muitos criminosos pelos seus atos.
O desafio contemporâneo é perceber aqueles que aprenderam a performar bondade enquanto praticam violência social, emocional, política ou até espiritual.
Porque existe algo particularmente muito perigoso em quem faz o mal convencido — ou tentando convencer — de que está defendendo o bem.
E então nasce um paradoxo duro demais: pessoas comuns começam a baixar a guarda diante de criminosos assumidos, mas elevam suas defesas diante daqueles que se apresentam como “cidadãos de bem”.
Não porque a Fé, a Religião ou os Valores Morais sejam problemas, mas porque parte dos que os utilizam transformou essas bandeiras em esconderijos convenientes para interesses pessoais.
No fim, talvez a crise não seja de religião, nem de moralidade.
Talvez seja de coerência.
Porque o mundo nunca precisou de gente perfeita pregando superioridade.
Precisou — e ainda precisa — de pessoas decentes o suficiente para não usar Deus como álibi para aquilo que jamais teriam coragem de assumir sem Ele.
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