Textos sobre Erros
Os meus erros são aprendizados, mas sei que não é desculpa pra ninguém
Se eu quiser ser perdoado
Preciso acertar-los e pedir em oração também
Deus ver a minha sinceridade, dentro do meu coração
E se eu agir com a verdade, serei passivo do perdão
Deus é misericordioso ama todos, dando a luz
Deu o seu filho unigênito como cordeiro para morrer na cruz
Mas Jesus não está morto ele é o sagrado coração
Deu a vida, mas ele vive para a sua salvação!
Nos meus erros, aprendi a construir a evolução genuína
Por tanto tempo que tropecei, não desisti, pois essa é a minha doutrina!
Com as minhas dificuldades senti que me feriram, chorei por não acreditarem, por que não contribuíram!
Tentar não é desistir, lutar nunca foi trair
Mas sobreviver ainda é a única opção, andar de vagar é melhor do que cair.
Meus pulmões quando respiram, esperam perfume de flores
Pois eu contemplo cada escolha porque esses são os meus valores;
Amar é
Foi e sempre será, a lucidez do coração
É curar os erros e superar toda e qualquer frustração
Reconhecer que o medo nos alcançou
Mas nunca desistir por interferência da dor...
Amar é
Encantar de propósito, acalentando com todo amor...
Suportando o silêncio, abraçando o barulho seja ele onde for
É disfarçar o ciúme e dizer que está tudo bem
Em ritmo de harmonia como um jardim de uma única flor
Amar é
Se declarar com elogios subliminares
Cultivando com palavras afetivas
E sentir reciprocidade de um sorriso muito grato!
Eu desabrochei para me encontrar
quero abrir meu coração com todos
os meus erros, eu preciso me aceitar!
Eu acredito que minha força é maior
que qualquer frustração...
Sou guerreiro, eu não desisto
eu tenho um caminho de campeão;
Não busco a mesmice
eu quero tudo ou nada...
Eu vivo pela intensidade
com atitudes e palavras;
Me inspiro ao sereno
e revelo meus pensamentos
me arrisco pela vida
para conquistar seus
sentimentos!
Há quem viva no presente os mesmos erros do passado, é o jeito que encontra de estar lá presente, no passado.
Não vale a pena alguém iludir-se que fará a diferença, só porque sabe amar. O amor constrói-se a dois, sem egoísmo, sem orgulho, com demonstrações de carinho diárias. O passado deveria servir de aprendizagem e não para lhe prestar uma homenagem permanente, cometendo os mesmos erros. Amar por dois é impossível, é pura ilusão, mas quando os dois querem, sentem, verbalizam e demonstram é lindo demais.
Todos aqueles que gostam de nós como somos, com nossos acertos, erros, manias e grandezas, são pessoas que contribuem com luz a nossa vida.
Caso contrário, se estamos a ser julgados ou menosprezados porque não estamos na vida com os mesmos interesses, gostos e objetivos, melhor afastar-nos, essas pessoas só nos diminuem.
Feliz Ano Novo
É muito fácil desculparmos os nossos erros com os erros dos outros!
Seríamos muito mais felizes ao corrigirmos os nossos próprios erros, em vez de repeti-los constantemente e sempre arranjar uma desculpa ou um culpado !
Crescer dói, mas a dor cessa se aprendermos a cuidar de cada cicatriz com maturidade, ao lamber as nossas próprias feridas.
Se esperarmos sempre que venham passar a mão pela nossa cabeça a cada erro nosso, nunca seremos adultos e vamos repeti-los!
Não adianta querermos mudar o outro, é uma perda de tempo, só temos capacidade para nos mudarmos a nós próprios.
Teremos que evoluir, para sabermos fazer conscientemente nossas escolhas e responsabilizar-nos pela nossa felicidade ou infelicidade!
Quando não estamos bem conosco, precisamos de badalação, de chamar a atenção. Por mais que coisas boas cheguem à nossa vida, parece que nada nos faz feliz, que estamos cegos, falta sempre alguma coisa!
Vem aí um Novo Ano, uma nova oportunidade de sermos felizes, evoluindo, não perdendo tempo a obrigar o outro a mudar, mas sim mudar a porcaria que fazemos continuamente!
Um dia eu sonhei
Em mudar as coisas
Que estivessem erradas
E quanto mais erros eu via
Menos gente
Havia ao me lado
descobri
Que o certo
É ter por perto
Quem não queira
mudar a gente
Este mundo imperfeito
É feito de pequenos e grandes
Enganos
Os Planos de Deus
São os mesmos que os meus
Mas pra mostrar tudo isso
A quem tem compromisso
Somente com si mesma
Leva anos
de trevas
E então a gente percebe
Que cada um recebe
A parte que lhe cabe
Neste grande Oceano
de "não saber e achar que sabe"
Que envolve o Mundo
Não dá pra vencer a tempestade
Porém, todo mundo pode
Aprender a diferenciar
O brilho que ilumina
do brilho que ilude
A verdadeira verdade
Se esconde
Nos lugares mais visíveis
E são tantos quanto possíveis
Os noventa graus de uma esquina
Podem ser aquele "Ás de Paus"
Que a cegueira desnuda
Nada é somente
Aquilo que parece
Não adianta tentar
Mudar o Mundo
A minha melhor atitude
É não permitir
Que as pessoas que nele vivem
Me mudem
Só isso já muda tudo.
Edson Ricardo Paiva.
Não me iludo
Já cometi grandes erros na vida
Agora eu não mais me iludo
Desisti de pensar que as coisas mudam
Aprendo a cada dia
Que vou errar e me iludir de novo
Aprendi que pra isso é que existe
O arrependimento
E me arrependo
Aprendi que os erros
Não foram feitos para errar
E muito menos pra aprender
Eles existem pra não ser cometidos
E nem sempre o perdão
Alcança os resultados que se deseja
Por mais belas sejam
As palavras que se ouve na esquina
A conversa termina sempre lá
Não é preciso trazer pra casa
Muito menos guardar na alma
A bonita filosofia
Que resulta pouco mais que nada
E que fiquem no passado
A tantos erros alheios
Hoje eu vejo que devia
Ter mudado a direção
Ainda no meio de muitos caminhos
Sempre existem novos erros
e ilusões se evitar
Aprendi somente a não me iludir
E pensar que vou saber
Quando é que eles vão chegar
Nunca aprendi direito
O melhor jeito de olhar pro Céu
E dizer se vai chover
Mas com o tempo a gente sabe
Olhar a tempestade iminente
E decidir nos cabe ou não
Molhar-se na chuva que ainda não caiu
Mas iludir-se
Pensando que não vai molhar
Depois de tudo que já viu
Eu bem queria acreditar
Que em pouco tempo
Não há de formar-se
Outro rio nessa avenida
Então me apresso
em voltar pra casa em paz
Assim a vida ensinou a gente
Pois hoje, sinceramente
Eu olho pra esse Céu de ilusão
E fujo dessa velha mesma chuva
Que já me enganou muitas vezes
Mas agora
Ela não me molha nunca mais.
Entre erros e acertos…
Há momentos na vida em que somos convocados a sermos vilões em histórias que não escrevemos. É curioso perceber como, às vezes, sem intenção ou consciência, nos transformamos no espelho onde outros projetam suas dores, frustrações e carências. Não importa o quão genuínos sejam os nossos gestos, o quão sinceros sejam os nossos atos: algumas pessoas precisarão nos moldar em algo que justifique suas próprias narrativas. E isso não diz sobre quem somos, mas sobre o que elas precisam enxergar.
Aceitar esse papel é, antes de tudo, um exercício de liberdade. Não a liberdade que agrada, que se curva, que busca validação a qualquer custo, mas aquela que nos mantém íntegros, mesmo quando o mundo à nossa volta insiste em nos julgar. É melhor ser autêntico e incompreendido do que perder-se no labirinto de expectativas alheias. Porque, no fim das contas, agradar a todos é um jogo injusto — e o preço é sempre a nossa essência.
As opiniões que os outros formam sobre nós são, quase sempre, reflexos deles mesmos. Quem nos detesta sem conhecer, quem nos julga sem buscar entender, está, na verdade, lidando com suas próprias feridas, não com a nossa verdade. Não cabe a nós corrigir percepções equivocadas, muito menos abrir mão da nossa paz para justificar quem somos. Afinal, se alguém tem algo a resolver conosco, que nos procure. E se não nos conhece o bastante para isso, será mesmo que vale a pena carregar esse peso?
Entre erros e acertos, sigo aprendendo. Já tropecei, já decepcionei, mas também já amei, edifiquei e cresci. E, nesse constante aprendizado, a lição mais valiosa tem sido ser justo comigo mesmo: permanecer fiel ao que acredito, respeitar meus limites, e, acima de tudo, cultivar a paz que nasce do autoconhecimento. Que a minha autenticidade incomode, se for preciso. Porque a tranquilidade de viver sem máscaras vale infinitamente mais do que a aprovação de quem nunca enxergará além das suas próprias sombras.
Eu confesso
É Deus, todos os defeitos são meus
Todos os erros são meus também
Todas as fraquezas são minhas eu sei
Todas as irresponsabilidades foram minhas
Todas as revoltas foram minhas
Todas as dúvidas se criaram aqui
A falta de fé também está aqui
Aquela falha realmente foi minha
Foi minha a ofensa
Foi minha a traição
O primeiro golpe saiu de mim
A irá nasceu aqui
A dúvida mora em mim
Foi eu quem desferiu o golpe
Também foi eu quem blasfemou
Sim eu sei que sou imperfeito
Sei que erro sempre, sou soberbo, hipócrita, ignorante, irresponsável.
Sei que sou falho senhor, sei que não mereço teu perdão, sei que faço tudo errado.
Tudo bem eu estar colhendo os efeitos
Só peço que não me abandones , não desistas de mim Deus....
Nossos olhos tem uma habilidade absurda para enxergar os deslizes alheios e apontar erros. Nós só enxergamos o que nós estamos VENDO, não é mesmo?
O que nós NÃO vemos é que, por trás de cada erro, de cada falta, de cada deslize, existe uma pessoa, cujo coração e mente nós desconhecemos. Dificilmente nós buscamos saber em quais circunstâncias a pessoa errou, não sabemos quais são as dificuldades que ela enfrenta diariamente e, muito menos, COMO ela lida com as duas dificuldades. Será que ela tem alguém com quem conversar? Será que ela sofre abusos? Isso nós não vemos.
Quando Jesus estendeu as mãos à mulher adúltera, ele sabia que ela estava errada, e ela também sabia. E, reunidos em volta da mulher, havia um grupo de pessoas ansiosas por fazerem justiça com as próprias mãos. Pessoas que estavam vendo apenas o ERRO e que não tinham autoridade moral para fazerem qualquer julgamento, visto que elas mesmas também erravam.
Jesus tinha autoridade moral para tacar quantas pedras quisesse na mulher. E, se o fizesse, estaria amparado pela lei dos homens. Mas, em vez disso, ele estendeu às mãos à mulher e disse-lhe apenas que, daquele dia em diante, não tornasse a errar. Esta é a lei de Deus. A Lei que não condena ninguém eternamente e que dá a todos a oportunidade de reparar seus atos a partir da adoção de novas posturas.
Façamos este exercício, amigos: Deixemos a tarefa de julgar e condenar para Deus. A nós, cabe a tarefa de estender as mãos àqueles que caem e de buscarmos, acima de tudo, corrigirmos os nossos próprios erros.
O mundo não
aprende com
os seus erros,
e mesmo
conhecendo
a história
do Holocausto
que começou
com discursos
de ódio persiste
neles sem receio.
Gerando todos os
dias um holocausto
novo um atrás
do outro e sem pudor,
ensinando a apatia
como nobre andor.
Podem permanecer
a conta de mais
de duas centenas
de desaparecidos,
muito reagem alheios,
as dezenas de mortos
não os comovem,
porque eles não
foram os atingidos.
Flexibilizando erros
e deixando barragens
à revelia assim vamos
nos matando todo dia
sempre mais um pouco,
e até mesmo com ironia.
Cantam que o Carnaval
está proibido enquanto
choro pelos meus filhos,
e escrevo poemas sobre
e entre os escombros.
Repetir os erros
da oligarquia - colombiana -
de apontar os dedos
no afã de ocultar
os seus próprios erros,
não ajudará a corregir
os rumos da História,
Só ajudará a piorar
o quê está péssimo.
É muito fácil
acusar os cubanos
para você fugir
dos seus patrióticos
compromissos,
Passou da tua
hora de amadurecer,
Lanço esta grinalda
de versos para que
aprenda a dialogar.
Os Generais não
estão presos
por causa deles
ou porque são
de fato culpados,
E sim porque
uns confundiram
que discordar
é desobedecer
e outros precisam
criar inimigos
imaginários
para permanecer
em nome do poder.
Reescrever a História
dos teus erros com calúnias
que foram espalhadas
como plumas para justificar
o teu mal não vai adiantar.
Estar do lado certo não
é estar do lado forte,
É estar do lado da verdade
que a tua crueldade
não tem parado de atirar.
Dançando nos escombros
de Borodyanka ao som
da guitarra elétrica,
Levanto e baixo os meus
ombros aos homens da Terra
que insistem nesta guerra.
Muito antes do que você
mandou fazer em Bucha,
Entre os lábios eis o punhal
como resposta do destino
que nem o teu Exército
irá ter o êxito de capturar,
O meu nome é levante
poético que nem míssil
igual ao da destruição
em Kramatorsk irá me parar.
A rebelião vem erguendo
fortalezas e trincheiras
no coração das tropas,
e sobretudo no amável
coração do teu povo,
E as nove montanhas
têm me feito inabalável
em nome da revolta
que haverá de te tombar.
O ideal seria
se os filhos
da alta
hierarquia
não fossem
humilhados
pelos erros
dos pais,
Se a proposta
de fato é
viver em paz;
Não é justo
perseguir
os jovens
por aquilo que
nada fizeram,
É preciso
reeducar
o coração se
a intenção é
reerguer a Nação.
Se é verdade
ou mentira,
da poesia
sou o tempo ruim,
embarcação virada
e migrante
desaparecida
por vinte
e nove vezes.
E assim sou
a poética
que circula
livremente
por Fuerte Tiuna
conversando
sobre a tropa
e o povo
até obter
a liberdade
do General
injustamente
capturado,
sou o verbo
de amor saído
da sua boca.
Não sou gato
para ter
sete vidas,
mas sou
gente
para ter
vinte
e nove,
e não
me bastar
até cada
uma delas
serem
encontradas.
Uma identidade cultural
é construída ao longo
do tempo com a soma
de erros e acertos dialogando
com a História, com o lendário,
com tudo aquilo que pode vir
a ser por cada um descoberto
e saudando até o Quero-quero.
A Cultura de um povo
deveria ser tratada como sagrada,
e não ser tergiversada
para a finalidade de dominação,
tentar diminuir ou tirar a Cultura
de um povo é deixar ele sem chão,
é furtar o brilho dos olhos,
a ternura do coração e tirar
a esperança perene de construção.
O gaúcho desde o mais pequeno rincão conhece as suas
histórias farroupilhas,
conta os butiás que caem do bolso,
sabe da lenda amorosa de como
nasceu o primeiro gaúcho,
canta e dança para honrar a tradição
e não será ninguém que vai ditar
como o gaúcho deve celebrar ou não.
Holístico
"Se desejamos mudar nossos dias, devemos aceitar nossos erros, equívocos e imperfeições. Abraçar nossos limites e afastar a soberba das nossas ações. Viemos para ser simples ainda que vitoriosos e prósperos. A vida se trata não só de nós mesmos, mas também do outro."
Marcondes - Série Reflexão
Uma pessoa
não pode consertar,
os erros de outra pessoa.
É impossível.
Não tem como.
Deus que é restaurador,
tem condições.
É só Ele, que pode.
No Terceiro Céu,
no Paraíso.
Que as pessoas,
estarão restauradas;
incorruptíveis;
endireitadas.
Aqui na Terra.
As obras da carne,
são manifestas.
Em apenas, uma pessoa.
Obras da carne,
são os defeitos.
Obra da carne,
é um defeito.
Em cada defeito, está o diabo.
O diabo corrompeu,
uma pequena parte dos anjos.
Corrompeu Eva, depois Adão.
Comerão o fruto,
que Deus disse
para não comer.
O diabo disse, para comer.
Com isso, os defeitos.
Corrupções;
pessoas tortas;
com pecados;
imperfeições.
A pessoa errando,
recebe castigos
por causa da desobediência;
ao que Deus orienta na Bíblia.
Num recomeço não se apaga os erros, mas tira-se as grandes lições, trata-se das feridas, perdoa - se a si e aos outros.
Daí, 90% de chance da vida ir no rumo certo. Num seguir com a vida, nada é reparado e o passado sempre às portas com ressentimentos, mágoas amarguras e nada pode justificar ou amenizar
os remorsos na alma.
