Textos sobre como Curtir a Vida

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Sobre a faculdade
Que todos nós possuímos
De crêr e pressentir e intuir
e transformar em verdade
Coisas e lugares
Onde antes havia o nada
Tudo isso acaba por conferir
Uma espécie de divindade
A cada um de nós, gente comum.
Sobre a possibilidade
de querer manipular os fatos
Acrescentar e subtrair
Algo de algo
Que há de ter existido, acontecido
e permanece abstrato
E absolutamente não levam a nada
Sempre haverão de comprovar
A nossa desastrada humanidade
A triste realidade
da nossa natureza
E toda a inferioridade
que, infelizmente
Certamente
Possuímos
Aqueles que a isso vivem
Não deveriam ter o direito
de possuir nada
Pois não tem posse
Assim como jamais
Pertenceram sinceramente
ao grupo dos que possuem direito
a estar no coração de alguém.


Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Estive ouvindo um cientista
Que falava sobre estudos
E descobertas da ciência
Pensamentos acerca
de nossa humana inteligência
O cara expôs uma lista, disse Muito
da importância disso tudo
Me lembro que falou sobre sinapses
Conexões neuronais
Discorreu sobre as nossas conquistas
E o que aquilo representa pra nós,
Seres pensantes
Como somos agora
E o jeito que éramos antes
Falou muito mais
E quanto mais ele falava
Menos as pessoas
Pareciam ser iguais entre si
Pois eu me ative a algo que ele não falou
Apenas expôs
de forma velada e subjetiva
Algo sobre o qual
Eles não sabem quase nada
E que muito os aparvalha:
A velocidade com a qual
Espalha-se a ignorância
Nossa ausência voluntária de pensamento
Na mais injusta medida
Ali
Cresceu também a ganância
Filha mais bem nutrida
da falta de inteligência
Pois
Parece que diante
da efemeridade dessa vida
O ato de pensar
Deixou de ser importante
A sua desnecessariedade
É muito mais atraente
Porquanto seduz
A muito mais gente que a gente pensa
A coisa que ele não disse
Mas que eu supus
Foi que é bem mais fácil compreender
O Pensamento de gente que pensa
Do que o pensar aparente
Sua falta de luz
Tornando assim
Quase impossível aceitar
A nossa mais que imensa
Festejada arrogância
Travestida de muitas coisas
Ele disse que todo mundo
Possui um cérebro na cabeça
Mas não falou que a ciência não tem
Conhecimento suficiente
Pra explicar
Porque é que tanta gente
Pode pensar e não pensa

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

O debate na mata
Uma espécie
de embate civilizado
Parece conversa
Que versa
Sobre a maneira ingrata
Insensata
E menos estranha
Com que tanto bate
Quem apanha
Termina sempre em empate
O Sapo coacha e me diz
Que burrice não mata
O porco guincha o que acha
Ruge o leão, estridente
O cavalo pensante relincha
A coruja ulula mais que o vento
O Veado enfurecido,
Vocifera, exigindo
O direito de ser comido
O macaco eloquente
Abarrotado de exigência
Pula mais alto que a árvore
Quer falar mais bonito que Deus
Fez-se gente
Inteligente e tão triste
Veio até me dizer
Que Deus não existe
A mim
Resta saber
Dentro e fora da roda
Quem pensar diferente
Não presta
Mas eu posso aplaudir
Enquanto a Floresta incendeia
Sem consenso ou pensamento
Inteligível
Nem tampouco inteligente
Todo mundo vence
Ou se convence que sim
A mim
Me cabe olhar de longe
A formiga que trabalha indiferente
E o Tigre calado
Fingindo de amigo
Pois seu simples olhar,
Me diz tudo
Com o tempo aprendi
Que quando um olhar não diz nada
Toda conversa é perdida
Melhor é fazer-me de mudo.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Há mais coisas sobre a gente
Que a gente não sabe
Que é melhor nem mesmo pensar
Não é medo de andar de avião
e nem vontade de pisar com o pé no chão
Perdi meu medo de fantasma
Mas às vezes me assusta o marasmo
Me assusta o descaso
Me assusto em ver
Tanta gente que se supervaloriza
Sem que ninguém as avise
Que tanto brilho
Que enxergam em si mesmas
São pelo fato de viver ensimesmadas
Mais nada
O que a gente, às vezes, não percebe
é que não é preciso nada disso
Pois o nosso compromisso
é com algo invisível
E quando a gente
Atinge o grau da simplicidade
Acabou de subir um nível
Não faz mal ter medo de escuro
O mais puro medo que se oculta
é aquele
Que nem mesmo o coração escuta
e a alma refuta
Um medo descabido
Que a cada dia
Tanto mais descabe
Mesmo que a casa caia
Nem mesmo que o Céu desabe
A gente vai morrer sem saber
Muita coisa sobre a gente
Que a gente não sabe.

Inserida por edsonricardopaiva

Quando eu digo palavras suaves
Ou escrevo alguma coisa sobre amor
Minhas palavras raramente tem retorno
Senão, parecem não surtir nenhum efeito
Muitas vezes vão acompanhadas de gestos
Que ninguém, vê nem repara
Outras vezes por um olhar
Que as pessoas
interpretam de maneira errada
E eu não compreendo
Se essas pessoas são vazias
Ou se eu mesmo não saiba me expressar
Algumas das pessoas, cuja companhia
Eu mais quis...
Se afastaram.
E as que ficaram são aquelas
Que a mim parece que fazem
Um enorme esforço
Em demonstrar o seu desprezo
Mesmo sendo as mesmas que um dia
Tanto fizeram
Pra hoje ter direito
à minha companhia.

Inserida por edsonricardopaiva

Um dia
Estivemos caminhando
Sobre a mesma terra
Que hoje
Nos esconde
deve haver
Em algum lugar
Outras almas
que ainda se lembrem de nós
Mas nós não sabemos
Onde procurar
Pudemos somente
Pedir
Em sonho ao rapaz
Que costuma escrever
Pra muita gente
"Uma vez
Lembra de nós
Com o amor que tem
No coração
diga que há muitos aqui
Precisando um pouco
de oração"
e
Sem saber direito
O que fazer
o moço que sonhou
acordou
e escreveu

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

Cortinas
Pendem majestosamente
Por sobre as minhas janelas
Aquelas que de vez em quando se abrem
E que às vezes vedam meu olhar à esmo
A seu bel prazer
Completamente soltas e concretamente absortas
No controle daquilo que nós mesmos
Podemos ou não saber
Acerca da vida da gente
Cortinas que se sobem finas
Pra depois quedar pesadamente
No seguinte instante
Assemelhando-se ao véu da noite
Enluarado Céu
O semblante do outro lado
da Lua
Finalmente é revelado
Escondendo assim os rostos
das pessoas cujos passos
Eu ouço vir lá da rua
Em plena madrugada
Cortinas que se fecham
Pro teatro milenar da vida
Onde a imensa maioria das pessoas
Não diz
e nem quer dizer nada
Quase todas escritas a giz
Mas as flores são sempre aplaudidas
E as dores, eternamente repetidas
Porque sempre existe os que não as entenda
ou cultive a ideia de que sejam lindas
Avermelham-se os horizontes
Em pores-do-Sol sem iguais
Subterfúgio do destino
Inato esconderijo
Oculta o momento exato
Que termina a vida
Seguindo cegamente em direção
Ao momento em que somente
A mão do destino descortina
O tecido muito fino
Carregado de mistérios
Determinada a cumprir
A cada um conforme a própria sina
Assim pendem, sublimes
Por sobre as janelas que escondem
A cada enredo e próximo ato
Apagando luzes aos segredos
Que a muitos arquitetos
Nem chegam a ser assim...
Secretos.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Sobre o Sol que nos encobre
Hoje eu queria saber
Que será que ele sabia
Estarmos nós aqui
Ou será que ele só alumia
Sem sequer imaginar
Sobre a poesia que nos inspira
A luz derramada
Por sobre os nossos dias
Os caminhos da vida
E os desalinhos das trilhas
E, que apesar de tanta luz
Não sabia de nada
Somos nós, tão pequenos
Que apenas nos cabe viver
Sem nunca...jamais conhecer
O tamanho do alcance das suas vistas
É tão estranho
Ver o Sol lá no Céu, todo dia
E não saber
Que será
Que ele brilhava tanto
A buscar companhia
E no entanto
Solidão era só o que sentia.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Quando a gente era criança
Existia uma lenda
Sobre um pote de ouro escondido
E que nem todo mundo o encontra
Havia um segredo
Eram coisas que se queria
Sem saber bem ao certo o que era
E talvez estivessem por perto
Quando o certo
Era antes responder pra si
Que, se a gente conquistasse
Todo o ouro que existe no mundo
Pra que será que ele servia?
A vida, uma estrada bem larga
Felicidade, uma senda
Enquanto isso
A gente ia sentado
Nas janelas do trem da vida
Pesquisando em mapas e fotografias
E perdia as mais belas paisagens
O tempo apressado, pediu pra passar
E eu deixei
O tesouro não era um pote
Nem bau, nem nada assim
O segredo da vida, é a vida
Que se encontra espalhada
No caminho a ser percorrido
Pra poder ser vivida
Um pouquinho a cada dia
E todo dia ela muda
O tesouro da vida é um sorriso
Um resto de melodia
É saudade que gruda
Então, se é possível sorrir, ainda
Faça isso em cada dificuldade
O pote de ouro da vida
Não era uma lenda
A mentira escondida, era sobre o valor
Das coisas que o dinheiro compra
Há tesouros diferentes
De vida pra vida
E se tornam semelhantes
Na medida em que você percebe
Que os tesouros de maior valor na vida
Vem de graça, na graça da vida
E eles não estão à venda.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Não é o que eu digo sobre mim
Que importa
Porque todo mundo, em algum momento
Sempre vai mentir a respeito de si mesmo
Não é a quantidade de obrigações que eu cumpri
Que vai revelar o meu caráter
Mas a quantidade de coisas boas
Que se faz por querer fazer
Sem se importar se tem alguém olhando
Também não são as coisas que eu escrevo
Não preciso dizer nada sobre a minha vida
Talvez o mais importante
Não seja a gente desejar bom dia
Nem lembrar do aniversário
Tudo isso vai no tempo
E se a gente observar o reflexo da Lua no mar
Percebe que quando a Lua se vai
Não fica nenhuma marca lá, da Lua refletida
E o reflexo do céu, vai ficar logo em seguida
Mas mesmo que estando invisível
Ela ainda influencia nas marés
O importante não é a gente ter a presença marcante
As marcas que deixamos
Não precisam ser vistas e alardeadas
Se é que marcas deixarmos
Essas, tem que ser sentidas
A saudade que deixamos é que faz saber
Da importância que quem tem saudade da gente
Tem também nas nossas vidas
Mesmo quando a gente vai se ver mais tarde
Dizer ao mundo que eu sou uma pessoa boa
Não faz de mim uma pessoa boa
Querer ser, não é ser
É preciso ser.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Fale-me
Sobre alguma coisa que aprendeu
Me ensina a fazer as contas
Me diz o que devo dizer
Me diz alguma coisa sobre a vida
Esse barco que segue vazio
Prosseguindo sob o Sol ou vento frio
...e apenas vai
Me diz o que é que sente
A folha que cai, durante a queda
Por que foi que a gente quis ser gente
Em vez de ter sido uma pedra
Ou, quem sabe, um passarinho
Eu quero aprender sobre a dor que dói mais
da saudade, quando a dor se vai
da verdade, quando é dor que fica
Só não tente ensinar-me o amor
Quando a gente sabe muito pouco sobre a vida
Sabe
Que o amor, esse, quando é de verdade
Não se explica.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Quando a gente esquece
É que a verdade vem
Talvez eu possa até
Não ter opinião formada
Sobre nada
Isso eu julgo uma conquista
Porque há tanta coisa além do que se vê
Quando a gente não se lembra
As velhas sombras se dissipam
Fica mais fácil de verdade
Enxergar a luz do Sol
Quando é fim de tarde...e a noite cai
Aquela hora à toa
Em que o elo entre a vontade e a fantasia
Flutua ao vento e foge até o dia de hoje
Momento entre o querer... e o que queria
Tem dias em que as horas passam lentas
Contudo, nada muda
É tudo uma questão
De ter ou não ponto de vista
Um lugar pra ir
E vários, onde nunca mais voltar
Quando a luz do fim de tarde clareia a visão
Eu posso, então... e enfim
Dizer aqui, só para mim, a direção
Pra onde cada ponto de luz irradia
Os raios de Sol se cruzam, se vão pro fim do mundo
Eu saio pra ver o Céu, abandono as ilusões
Vem invernos e outonos
Deixando atrás de si a certeza
Que o mundo esta aqui ainda
A visão que cada um, pode ou não, perceber
A imensa maioria nem se importa, ela pode até ser linda
Mas nem todo mundo que a olha, a vê
As horas continuam parecendo passar diferentes
Quando a gente nem se lembra
Nem se quer lembrar data nenhuma
A vida, ela precisa ser vivida
Não adianta perguntar porquê
Um dia depois de outro dia é mais provável
Pois a ordem do tempo é imutável
Pra tristeza ou alegria
No mais, tudo são névoas
Visões pela metade
São coisas que obscurecem
E não há como viver pra sempre assim
Porque a verdade vem sentar na flor lá da janela
Vem quando a gente nem se lembra mais
Qual era mesmo a versão que queria ouvir
Qual era mesmo a verdade
De quem não tem ponto de vista
Mas tinha sempre opinião.

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Um Texto sobre a Poesia da Relatividade.

Enxergamos despedidas
Tempo e lugares distantes
Borboletas antigas
Buscando uma pétala vaga
Pra descansar as velhas asas
Vagando sobre flores desbotadas
Que recobrem um resto de alegria
Que flutua na memória
Uma pintura
Uma palavra do Mestre
Arte rupestre do acender das luzes
Traz de volta à vida outras luas passadas
A felicidade primordial, rudimentar
A única que foi real
Vem romper com a ruptura
Em formato de palavra dura
E mostra uma flor que não víamos naqueles dias
Provando que o tempo não retrocede
Senão como saudade
Que nem mesmo a sede, uma vez saciada
Há de voltar às nossas vidas
Se despede, se despe de nós
Vai zunir nas asas de uma velha abelha
Fazer morada nas telhas
De uma casa há muito demolida
Tudo está pra sempre lá
Porém velho, desbotado e sem vida
Talvez seja essa a relatividade do tempo
A velha roseira ao meu lado
Sempre trará flores novas
A roseira nova do passado
Não há provas que tenha existido.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Uma formiguinha
caminhava sobre o piso de cimento
Seguia em linha reta
O local tinha sido varrido
Não havia nada à carregar
Era apenas e tão somente
Um inseto perdido
Num lugar desconhecido
Às vezes
Eu também me sinto assim
Quanto tempo faz
Que tudo foi levado pelo vento
Tanto tempo faz
Que uma seta indicou o caminho
Que a tudo conduzia
Ao inexorável fim
E tentando ser amável
O mundo esqueceu de mim.

Inserida por edsonricardopaiva

Caminhando sob o Sol
Sobre o duro e estéril
Solo infértil da terra salgada
escavei e ali eu achei
Um pote de sementes
Que naquela hora e lugar
infelizmente
Não serviam pra mais nada
Caminhando sob a sombra
de um chão acidentado
da terra alagada
Mergulhei e ali me deparei
Com um pote de ouro
Que naquele momento
Também não serviu-me pra nada
Palmilhando cada centímetro
do chão pisado
de meu coração sem cura
cansado e endurecido
embaixo da dor eu encontrei
um pote de amor, que àquela altura
era tardio, não valia mais nada
Procurando na terra dos sonhos
Onde eu sempre ponho
A esperança que às vezes me resta
No final de mais um dia de tortura
Encontrei um grão de sabedoria
Cristalina e pura
Ali acabou-se a procura
Finalmente eu havia encontrado
Alguma coisa que presta.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Eu só quero ter um olhar manso sobre o dia que cai, a hora que vai...
Só quero ver a beleza do encontro inesperado, num mundo vituperado...
Ciente que de Deus vem o carinho...
Entre flores e espinhos...
Ariado e no caminho...
Na calmaria, no redemoinho...
Seja sóbrio ou no vinho...
Nos farrapos e no linho...
Porque a vida não nos trouxe só para âncora, mas também para um reboliço de mar azul.

Leonice Santos......🕊️🌷🎼🦋🫀🍄

Inserida por LeoniceSantos

Quando conhece o estado de saúde e
Entende sobre o corpo, o corpo terá menos
Demônios a serem expulsos.
O bem estar do corpo e da mente
Reflete pelo quanto reclamam,
Das dores que sentem e
Das injustiças que acreditam.
Cada um armazena no estado de saúde
O que deseja o que concorda existir.
(a. valim)

Inserida por amaurivalim

Ironia sobre o tabagismo
Por: amauri valim


(IRONIA). Promovam a fumaça e o cultivo do tabaco; o tratamento das doenças; uma maior atenção médica e investimentos no setor de recuperação dos pacientes vitimas do tabagismo. Jamais a extinção do cigarro e das doenças causadas por ele. Não ao combate ao tabagismo, Não as campanhas do Deixe de Fumar. A causa está na cultura de todos os povos, nos fundos de arrecadações de impostos e geração de emprego. Por que acabar com o prazer de fumar nem é um ridículo prazer! Esse prazer trás centenas de outros benefícios em muitos setores da economia, da politica e da saúde. O sistema deveria formar mais médicos para tratar dos pacientes vítimas do tabagismo e promover as pesquisas e avanços para combater apenas o mal e não a causa. As causas para todos os males e todos os prazeres do cigarro não pode ter fim, para não correr os riscos na economia de um País. Visto que se arrecada em torno de 1.6 bilhão e gasta apenas 338 milhões para tratamento.
O Brasil é hoje o quarto maior produtor de tabaco no mundo e fica atrás da China, Estados Unidos e Índia desde 1993; ocupa o primeiro lugar na exportação mundial. (fonte: http://inca.gov.br/tabagismo). - A maior hipocrisia no setor é a campanha contra o tabagismo é uma ironia das falácias políticas, as promoções de emprego e as arrecadações são extremamente importantes para a economia do País. Assim as campanhas contra o tabagismo, umas fotos sensacionalistas em maços de cigarro, são as degradações da imagem de um povo diante dos sistemas de saúde pública e do próprio sistema.
O cigarro provoca um prejuízo anual para o sistema público de saúde de pelo menos R$ 338 milhões, o equivalente a 7,7% do custo de todas as internações e quimioterapias no País. (- Que ironia). (...) De acordo com o ministro Padilha o Brasil é reconhecido como uma das grandes lideranças mundiais no combate ao tabagismo. “O país tinha, no começo dos anos 90, cerca de 35% da população fumante. Hoje são cerca de 15% que fuma’. As mudanças das regras de taxação de cigarros elevará em R$ 1,6 bilhão a arrecadação do setor em 2012. Fonte: (http://g1.globo.com/politica/noticia).
Sendo assim pode ser muito mais importante para o País, nos setores da saúde e da política a promoção da fumaça, sem a promoção da perda dos direitos adquiridos do prazer de fumar. Não havendo o pensamento irônico nem a visão crítica, resta ao povo á contribuição de cinco ou dez para combater a desgraça de interesse público. (A. Valim).

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Comentários sobre Jack
A exegese é um imparcial, uma visão realista desprovida de credulidade pelo sistema dogmático: em vários momentos cético (não consegue acreditar), ateísta (não acredita na existência de divindades), ou Deísta (acredita sem a necessidade de devoção), mas, um pouco mais voltado para a compreensão do pensamento agnóstico (sem qualquer ideologia religiosa). Não se pode dizer ainda de que haja uma confusão espiritual nele, nem de que seja alguma ovelha pervertida do rebanho. O Fato é que os meios proporcionam adaptações rápidas e sustentam diversas modalidades criando os cenários, esses cenários são compostos de êxtases tanto para o devoto prostrado quanto ao impuro na taberna. São dois lados de uma mesma moeda, um lado mais complexo dotado de sistemas e rituais, o outro lado mais liberdoso, vulgar. Não seja ele como Jó abundantemente paciente nem como Nabucodonosor por suas tiranias. Assim também acaba por descobrir que a maioria não concorda com este pensamento. Pode ser que veja ele orgulhoso por ter uma própria ideia evolucionista uma opinião em formação sobre a criação, á evolução e a crença, por ser capaz de contestar a opinião que a maioria já aceitou. (A. Valim)

Inserida por amaurivalim

A cultura machista sobre a mulher é percebida a milhares de anos nos processos políticos e religiosos. Sendo a mulher um produto do homem, submissa pelos modelos de comportamentos étnicos em uma sociedade para dar causas e efeitos da moralidade.
“Acorda Amor” como canta Chico Buarque. Acordar para o que está acontecendo, parar de apanhar para depois responder, sair da perspectiva do aplauso em frente a TV.
Diante da situação em que vivemos o que é mais seguro: Chamar a segurança ou tê-lo o ladrão dentro de casa?
O que é mais conveniente: Ser protegido ou temer a proteção?
Emburrece-se quando se emudece, quando uma resposta for o silêncio.

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