Textos sobre Caráter

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Você acha que sofreu pois tinha um bom coração (um bom caráter) e a pessoa não te valorizou. Engana-se! Seu coração agiu com podridão, e mesmo a pessoa mais errada não suporta gente mal-caráter, pois o espelho incomoda quando a imagem é feia e suja.
Agir de bom coração com gente má e agir de má fé com gente boa, isso mostra o qual podre pode ser é um coração contaminado com arrogancia e prepotencia. Esperar ser admirada mentindo e traindo? Por quem? Está procurando um bandido?

Quanto mais a prepotência e a arrogância
se tornam marcas registradas do caráter
de um homem,
mais intensas são a covardia e a mediocridade que habitam o seu âmago.


Quanto maior a prepotência que ele ostenta
e quanto mais alta ecoa a arrogância
que veste como couraça,
mais fundo apodrece, dentro dele,
a covardia que o paralisa
e a mediocridade que lhe corrói o espírito.


É no excesso da pose
que se revela o vazio.


Quanto mais a prepotência se ergue nele
como falso brilho
e a arrogância o envolve num manto ilusório
de grandeza, mais se percebe, em silêncio,
a covardia entranhada em suas sombras
e a mediocridade escondida no fundo
do seu ser.


Há sempre um abismo
por trás de quem
se exibe alto demais...
✍©️@MiriamDaCosta

Existe uma contradição, fruto da ignorância
do não saber/conhecer e também do caráter,
no afirmar que Trump liberou a Venezuela de um ditador.


Óh, céus da ignorância!!!


Onde um ditador pode liberar
um Nação de outro ditador?!!


Essa ignorância nasce tanto da ignorância política quanto da má-fé discursiva.


Dizer que Trump “libertou” a Venezuela de um ditador é um nonsense conceitual.


A resposta é simples e incômoda:
- Em lugar nenhum.


Isso só existe na propaganda, na ignorância política ou na conveniência ideológica.


E acreditar nessa narrativa exige ignorar o óbvio , ou seja, o autoritarismo não se
combate com autoritarismo.


Isso não é libertação , é pura propaganda política de parte.


✍©️@MiriamDaCosta

A Morte do Caráter


O caráter adoeceu em silêncio,
foi perdendo a voz nas esquinas do interesse, trocou a espinha por atalhos e aprendeu a sorrir com dentes emprestados.


Enterraram princípios como quem varre poeira, cobriram a verdade com tapetes caros, e a honra virou um objeto antigo guardado num quarto que ninguém visita.


Hoje o caráter é lembrança em retrato amarelado, uma árvore cortada que ainda insiste em sombra, morreu de pequenas concessões diárias
— não por um golpe, mas por abandono

O valor de uma mulher de princípios, leal e fiel é incalculável


Ela é firme no caráter, constante no amor e clara nas escolhas.
Não se guia por conveniências, mas por valores.
Sua palavra tem peso, sua presença traz paz, e sua lealdade constrói segurança.


Uma mulher assim não é comum —
ela edifica lares, fortalece o homem ao seu lado e deixa marcas de honra por onde passa.
Em tempos de vínculos frágeis, ela é raridade.
Em tempos de dúvida, ela é certeza.


Quem encontra uma mulher de princípios não encontra apenas amor,
encontra parceria, respeito e dignidade
algo que dinheiro nenhum compra e o tempo só valoriza.

Onicofagia


Na fronteira extrema da tensão,
assume caráter destrutivo...
onde tédio é berço cativo,
de ansiedade e depressão...


Válvula de fuga em momentos de pressão,
tendo como princípio ativo,
um instinto férreo e corrosivo,
que em tais horas suplanta a razão...


A angustiante espera por definição,
inunda o ambiente opressivo,
até que surja alguma solução...


Que modifique o clima apreensivo,
e então, os dedos feridos da mão,
serão prova de que ainda estarei vivo

Hoje, levo do peito o que não pode faltar: caráter, empatia, amor ao próximo e integridade.


Mais do que conquistar, é sobre construir.


Que possamos seguir em frente, respeitando-nos, ajudando-nos e crescendo juntos — como pessoas, como profissionais, como seres humanos.


Um excelente dia a todos!

Hoje testemunhei uma situação que revela o caráter coletivo de nossa convivência social. Um porteiro, diligente em sua função de manter a ordem, se dirigiu a um veículo que estava estacionado em local proibido para orientar o condutor. Ainda assim, o motorista ignorou sua presença: não respondeu, não justificou sua ação e sequer reconheceu a autoridade ou a educação básica envolvida naquela interação.


Esse episódio pode parecer trivial para alguns, mas nos mostra algo essencial: o respeito mútuo e o senso de responsabilidade cívica não são meras formalidades — eles são pilares que sustentam uma sociedade funcional.


Mesmo diante da indiferença e da falta de reconhecimento, o porteiro manteve sua postura profissional, cumprindo seu dever com disciplina e integridade. Isso nos lembra que o verdadeiro valor do trabalho não depende da aprovação imediata dos outros, mas da consciência de que nossas ações refletem princípios maiores — ordem, respeito e dignidade.


Assim, observamos que o exercício do dever, mesmo quando invisível ou ignorado, fortalece o tecido moral de nossa comunidade. A dignidade pessoal se enraíza na consistência entre o que se sabe ser certo e o que se escolhe fazer, independentemente da reação alheia. E nesse espaço entre ação e reconhecimento, reside a verdadeira natureza do respeito e da civilidade.

Tenho observado mais do que falado.
Palavras são baratas; atitudes, essas sim, revelam o caráter escondido entre frases bonitas.
Percebo que muitos afirmam verdades que não vivem e defendem valores que abandonam na primeira conveniência.
Diante disso, o silêncio tem se tornado uma escolha, não uma ausência.
Quem observa aprende mais do que quem apenas reage.
No barulho das opiniões, a coerência é rara.
Por isso tenho preferido escutar, analisar e guardar conclusões comigo.
Nem todo pensamento precisa virar debate; alguns precisam apenas virar consciência.
Às vezes, o silêncio é a forma mais honesta de lucidez.

Traição silenciosa.


A atitude fala muito mais sobre o caráter e a necessidade de aprovação de alguém do que sobre o seu valor. Pessoas maduras não humilham quem já estendeu a mão para elas.






“Nem todo mundo que recebe o nosso cuidado sabe honrá-lo depois.
E isso não diminui a bondade de quem ajudou.
Apenas revela quem não soube reconhecer.”

ESPELHOS DO TEMPO

Aquela pessoa que você admira e reconhece por ter uma qualidade de caráter ou virtude que você também gostaria de ter, é você, amanhã, mostrando hoje o que já existe no seu interior e que aguarda ser desenvolvido.

Aquela pessoa que lhe irrita a ponto de mobilizar o seu pensamento e suas emoções, é você também, hoje, refletindo aspecto da sua sombra a ser integrado e trazido à luz.

Aquela pessoa cujas ações equivocadas você consegue compreender, a ponto de ter apenas compaixão, é você, ontem, mostrando no agora aspectos que você já superou, em algum tempo.

Somos seres-espelhos, semelhantes e conectados, vindos da mesma Fonte, buscando consciência, compreensão e amor.

Sob nomes e aparências variadas, e expressando níveis de entendimento diferentes, somos apenas UM nesta transitória e infinita jornada do tempo e espaço.

⁠Quem tem caráter, engraxa até sapatos do outro lado do oceano; quem não tem, lambe botas.


Há uma diferença muito brutal entre servir e se submeter.


Entre trabalhar e se vender.


Entre a dignidade e a adoração ao poder.


Muita gente confunde humildade com servidão.


Mas não existe desonra alguma no trabalho honesto — mesmo no mais simples, no mais pesado, no mais invisível.


Um homem pode cruzar até oceanos para limpar chão, carregar caixas ou engraxar sapatos, e ainda assim carregar consigo algo que dinheiro nenhum compra: honra.


Porque o valor de alguém não está no tipo de trabalho que realiza, mas na integridade com que vive.


O verdadeiro patriota não é aquele que vive discursando sobre a pátria enquanto despreza o próprio povo.


É aquele que, onde estiver, leva consigo seus princípios, sua ética e sua disposição de construir a vida sem parasitar ninguém.


Às vezes, amar o próprio país significa justamente sair dele para sobreviver ou lutar pelos outros sem perder a alma.


Indigno não é o trabalhador que serve, mas aquele que rasteja por conveniência.


Quem troca consciência por privilégios.


Quem se ajoelha diante de políticos, autoridades, empresários ou ideologias, esperando migalhas de poder.


Engraxar sapatos exige esforço; lamber botas exige ausência de caráter.


Há mais grandeza em mãos cansadas pelo trabalho do que em discursos vazios de quem vive bajulando poderosos.


Porque o trabalho pode curvar a coluna por algumas horas, mas a submissão voluntária corrói a alma inteira.


No fim, o oceano não separa o homem digno da sua terra.


O que realmente afasta alguém de suas raízes é abandonar os próprios valores.


E quem mantém a dignidade intacta, mesmo longe de casa, continua sendo muito mais patriota do que muitos que vivem perto da bandeira, mas ajoelhados diante do poder.

As nossas imperfeições não justificam a falta de amor e caráter diante de Deus e do próximo;
pois mandamento é ordem, é lei, fundamentada em virtudes e princípios.
Não amamos ‘do nada’; amamos quando decidimos amar.
O amor é uma escolha consciente.
E a força para viver esse amor vem do Espírito Santo.

​"Muitos chamam de feitiço o que, na verdade, é falta de caráter. Mas o tempo é o senhor da razão e a justiça de Deus não dorme. Sinto pena de quem troca uma história real por uma ilusão passageira, pois a colheita de quem planta dor é sempre amarga. A conta chega, e ela não aceita desculpas. ⚖️"
@SerLuciaReflexoes

Que a paz alicerçada no ódio dos que espalham o caos jamais alcance os espíritos de bom caráter!
Amém!


Há uma paz descaradamente oferecida que não nasce do amor, mas da dominação e da chantagem.


Uma paz forjada no silêncio imposto, na intimidação disfarçada de ordem, e no medo travestido de harmonia.


É a paz dos que espalham o caos, mas se dizem pacificadores — dos que confundem obediência com virtude e opressão com estabilidade.


O verdadeiro espírito de bom caráter não se acomoda diante dessa farsa.


Ele sabe que a paz construída sobre as amarras invisíveis do ódio é apenas uma pausa entre violências, um disfarce temporário do desequilíbrio moral.


Que essa falsa paz jamais encontre morada nos corações íntegros, nos Espíritos de bom caráter, pois onde habita o amor pela justiça, o ódio não se cria.


Que jamais sejamos seduzidos pela calmaria ardilosa dos covardes, e que nossa serenidade continue sendo fruto da consciência da Liberdade de Pensar por conta própria, não da submissão e da chantagem.


Amém!

Existem almas que são feitas de prumo,
onde o caráter é a bússola e o norte.
Admiro em você esse modo, esse rumo,
de ser ternura e, ao mesmo tempo, forte.
Sua alma tem uma luz que não oscila,
sustentada por valores que o tempo não move;
é a paz de quem na verdade se aquieta e brilha,
como quem passa ileso por tudo o que chove.
Aplaudo a integridade que mora no seu gesto,
a ética mansa que o seu passo conduz.
Em um mundo de sombras, você é o manifesto
daquilo que a alma possui de mais luz.

A educação não transforma apenas a inteligência. Ela molda sensibilidades, organiza o caráter e ensina a alma a caminhar com dignidade diante da vida. Porque aprender não é apenas acumular conhecimento, mas tornar-se alguém capaz de carregar luz suficiente para não se perder na própria escuridão.




- Tiago Scheimann

“A intransigência é um dom que não vem de Deus. Então cuidado com o caráter que você insiste em manter e acabe expressando uma atrofia espiritual que poderá ter graves consequências...os fariseus, com os herodianos, tramaram, contra Jesus, a maneira como haveriam de matá-lo”

—By Coelhinha

Nova pangeia diante do inevitável feudalismo digital.
O materialismo transforma o carater e transforma o ser num abismo de solidão pois que não é copia so é puro existencialismo.
A futilidades e ostentação são expostos pela luxúria.
O pensar livre ao meio do conservalismo e o acúmulo das direita e esquerta e disfunção conectiva.
Frutos da alienação e seus alienadores.
Voltamos a época que conquistar uma mulher e puxar pelos cabelos e jogar dentro da caverna.
Aonde os animais feroz eram os topo da cadeia alimentar. Os político..
Suas maquetes de sombras.

Tem gente que diz que o caráter de uma pessoa se revela nas grandes decisões da vida. Eu, particularmente, acho que se revela mesmo é no beijo. Porque ali não tem discurso bonito, não tem filtro do Instagram, não tem tempo de ensaiar frase inteligente. É só você, o outro e aquele momento meio ridículo, meio mágico, onde dois seres humanos resolvem encostar boca com boca como se isso fosse a coisa mais natural do mundo. E é. Ou deveria ser.

Agora me explica, com toda a calma do universo, como é que alguém consegue beijar de olho aberto. Não é nem uma questão de julgamento, é quase um fenômeno científico que eu gostaria de estudar. Porque pra mim, beijo de olho aberto tem uma energia de auditor fiscal emocional. A pessoa não está ali vivendo, ela está conferindo. Tipo assim, deixa eu ver se tá bom mesmo, deixa eu analisar o desempenho, deixa eu checar se isso aqui vale o investimento. E pronto, o romance virou planilha.

Eu imagino a cena e já me dá um leve desconforto. Você ali, entregue, achando que está vivendo um momento digno de trilha sonora, e do outro lado a criatura te encarando como se estivesse avaliando um produto na prateleira. Falta só puxar o celular e dar uma nota. Três estrelas, poderia ser mais envolvente, textura interessante, retorno duvidoso. Obrigada, próximo.

E não me venha com esse papo de que é curiosidade. Curiosidade a gente mata vendo série, stalkeando ex, abrindo geladeira de madrugada sem fome. No beijo, curiosidade demais vira suspeita. Porque quem está presente de verdade fecha os olhos não por obrigação, mas porque o mundo ali fora simplesmente perde a graça. É quase um desligar automático. Tipo quando você encontra um lugar confortável e nem percebe que relaxou.

Beijar de olho fechado é um voto silencioso de confiança. É tipo dizer, por alguns segundos eu não preciso ver nada, porque sentir já é suficiente. Agora, beijar de olho aberto... não sei, tem um quê de gente que não larga o controle remoto nem quando o filme já acabou. Sempre esperando algo melhor, sempre pronto pra trocar de canal.

Mas também, sendo bem honesta comigo mesma, talvez eu esteja exagerando. Talvez não seja falsidade, talvez seja só gente que ainda não aprendeu a se perder. Porque se tem uma coisa que assusta hoje em dia é justamente isso, se permitir viver algo sem supervisão, sem análise, sem garantia. Fechar os olhos virou quase um ato de coragem. E tem gente que ainda não chegou lá.

Só que eu, do alto da minha teimosia emocional e um leve drama que me acompanha desde sempre, continuo achando que quem beija de olho aberto não está completamente ali. E se não está ali, já começou errado. Porque beijo bom não é o que você vê, é o que você sente quando esquece até de existir por alguns segundos.

E se for pra viver algo pela metade, eu prefiro nem começar. Agora me diz, você também desconfia ou eu já tô criando teoria demais por causa de um beijo?