Textos sobre a Morte

Cerca de 4752 textos sobre a Morte

A vida tem espetacularmente cada vez mais um preço fictício mais alto e choros cada vez mais breves e temporais bem próximos da corriqueira contumaz banalidade em uma sociedade atônita, indefesa e letárgica perante tanta corrupção, impunidade, insegurança e ilegalidade. O pedido de justiça só perdura provisoriamente em tempo limitado, enquanto arrebanha votos oportunistas, remarcam antigas bandeiras ou vendem mais revistas, noticias e jornais.

Inserida por RicardoBarradas

Esses dias, depois de um evento, notei a falta de educação e, até mesmo, a falta de empatia de alguns com os outros e notei a minha própria empatia no tratamento das pessoas. Em momentos tão difíceis nós ignoramos as pessoas, preferimos nos afastar a dar algumas poucas palavras de conforto. Nunca percebi o que "meus sentimentos", "meus pêsames", um abraço podem ser tão importantes em um momento tão triste.

Inserida por tainacrz

3. A instituição da justiça da terra é apenas e unicamente representada pelo poder estatal, pois para se, trouxe o poder da auto-tutela, e só o Estado através do Poder Judiciário pode processar e julgar, condenando ou absolvendo aquele que tenha praticado ato que lhe tenha conduzido para as margens da lei, ou que se tenha provado sua inocência, pois a todos é assegurado o direito de defesa, todavia, quando o Estado que é a pessoa jurídica que tem o poder para estabelecer tal Tribunal de Justiça, se torna fragilizado para condenar com os rigores da lei aquele que seja errante e praticante de crimes quando já provado a sua autoria, e o deixa em liberdade por falta de estrutura, é o mesmo que premiar o marginal e se inclinar para este que deveria ser julgado condenado, pois tal delinqüente criminoso ganha força se organiza em facções e estabelece seu próprio tribunal, e que cada marginal é juiz e no ato de seu próprios crimes, sentencia suas vítimas com pena de morte, e não dar sequer chance de defesa para suas presas, pois para este não existe o princípio do contraditório e da ampla defesa. (Gilvan Maia).

Inserida por GilvanJoseMaia

Minha poesia nasceu para o silêncio, para o sepulcro, para o cadáver que apodrece, para os vermes que beijam os lábios frios da amada sepultada, para o inferno e seus anjos caídos,para os cemitérios, para as covas com suas bocas abertas ao céu cinza e chuvoso, para tudo que fenece e para aquele que nunca, jamais esquece.

Inserida por p_h_wolff

O que me aterra nos meus regressos de agora é não ter mais quem espere por mim, ninguém. A casa e os móveis, o ambiente que me faz recordar que algum dia tive alguém que me esperasse com ansiedade, mas "nesse algum dia" não sabia o que era ter alguém. O vazio da minha liberdade total.

Inserida por dacl

Carta melancólica de C., queixando-se de R. A melancolia é bela. Os amigos falham, nunca estão no mesmo momento que a gente. E a amizade - diz ele - não será apenas uma ilusão, o terror da solidão, o desejo de ser amado, o pensamento da morte, da partida inevitável? Cá por mim perdoo sempre, pois também falho como amiga.

Inserida por dacl

Minhas viagens são sempre voltas à infância, aos lugares onde vivi um dia. Uma procura, pai, mãe, avós, tios, amigos mortos. Volto atrás e procuro no verde, na luz, no céu. Em vão. O que perdi não terei mais, porém, mesmo assim volto sempre. A esperança de que algum dia encontrarei aquilo que procuro incansavelmente. Quem sabe na morte, única paisagem que por enquanto me é vedada.

Inserida por dacl

Cada dia que passa mais sinto o pouco que tenho pela frente. As semanas correm, correm, correm me aproximando do fim. É estranho pensar que tenho de morrer um dia. Por quê? Qual a razão de tamanha injustiça? Por que nascer para morrer? Se desde o entendimento nos preparassem para a Morte como para uma grande festa, em lugar de transformá-la no castigo, no medo ao desconhecido, talvez não a temêssemos. Quisera poder enfrentá-la com dignidade, como uma rainha numa festa de coroação. Mas não estou certa das minhas forças. Nasci mais para viver do que para morrer. Quem sabe, uns nascem mais para a vida e outros mais para a morte?

Inserida por dacl

Nunca paramos em pessoa alguma e "cada amor novo é apenas o elo de uma longa cadeia cujo fim é o Amor único", em busca do qual estamos todos. Em cada pessoa fazemos uma parada de um, dois anos, de mais, de menos tempo, mas em ninguém nos detemos verdadeiramente, já que o nosso fim é o Amor Eterno, que se realiza somente em Deus. Nossa vida é breve e o corpo demasiado pequeno e frágil para, sem romper-se, abrigar tamanha imensidade. Só a morte nos libertará, nos dará proporções suficientes para suportar sem riscos a realização daquilo que é a única razão de ser, o Amor, de Deus.

Inserida por dacl

Paramos horas a fio com o pensamento naqueles que se foram, em tudo que foi antes e acabou, no balanço do que nos resta de vida. Rápido, bem mais rápido do que supúnhamos, Melhor fora se o tempo que vivemos fosse gasto em amor. Mas, ai de nós, quando essa ideia nos chega já não resta em nós calor que alimente um amor. Deixamo-nos viver, muitas vezes com entusiasmo, para começar algo de novo. Mornos, não soubemos aproveitar a chama da juventude, ou então a desperdiçamos.

Inserida por dacl

Flores... O quão importantes são! Presentes em todas as fases da vida. Ao nascer, a mãe feliz as recebe, comemorando o nascer de uma vida. Ao aniversariar, que gesto lindo! Tanta beleza e perfume, demonstra a alegria de um novo completar. No casamento apresenta suma importância com sua beleza em uma data tão especial e única. E enfim... ao morrermos ela também enfeita a memória do que foi a vida o fim de um ciclo, e mesmo assim não perde sua essência, perfume e beleza.

Inserida por DBL

Uma linha salta no silêncio, pois a frase perdeu seu complemento. Mas nada disso é o caos! São algumas palavras de um filho, como tantos outros, que não têm a presença física de suas mães! Aguardo como sempre na estação da vida o próximo trem. Espero que compreenda o que falo......sempre a amarei onde estiver.

Inserida por zizzi

A gente morre um pouquinho todo dia. Morre em cada olhar não correspondido, cada beijo apenas físico, cada toque que não vai na alma mas fica alí, na derme mais superficial existente em nosso corpo. A gente morre quando banaliza a vida e todas sensações que esta possa vim a promover. Um dia a gente morre e isso não é triste, triste é morrer mesmo estando aqui, respirando e com um coração batendo sem saber o porquê.

Inserida por nowpale

De repente você acorda, de repente já são 18 horas, de repente já é hora de dormir, de repente já se passou um ano daí você assusta e no assustar de repente já se passou 10, de repente você já se vê casado e de repente já tem filhos belos que de repente já estão casando e de repente você já está idoso e sua vida passou sem você nem perceber. Portanto, não há assista como um telespectador, seja o protagonista!

Inserida por nowpale

Os entretenimentos radicais e cada vez mais perigosos escolhido pela maioria dos jovens de hoje não são uma vertente de mais vida pela expansão de adrenalina como a maioria pensa e sim uma banalização da morte por acreditarem que a juventude é tudo e que em uma estrada de vida normal futura advirá sem grandes perspectivas, realizações e a não garantia de emoções tão fortes estimuladoras na maturidade e na velhice. Claramente um processo consumista maléfico que hidrata pouco a pouco na juventude planetária a crença cega materialista de menos fé, um distante e impossível bom futuro e aniquila por vez toda e qualquer possibilidade de dias melhores e esperança.

Inserida por RicardoBarradas

Para ser considerado um cadáver, o cidadão não precisa ter sido declarado clinicamente morto, afinal, é bem possível sentir o coração bater, o cérebro operar, e, mesmo assim, ter a incógnita e angustiante sensação de ser um alguém sem vida ou sem valor para o mundo e, principalmente, para si mesmo.

Inserida por fernandoguifer

O que é verdadeiro não morre, mas corrói. Soma é a junção de duas ou mais coisas. Relação é o resultado da soma. Sem adição não há relação. Sem vínculo não há conjunto. A força do atrito paraliza os corpos. Sem movimento não há energia. Sem energia não há continuidade. O quente torna-se morno, o morno torna-se frio... A distância torna-se constância.

Inserida por camillakoscky

"Sistema aristotélico romantizou o significado de sabedoria e ser sábio, várias pessoas estão iludidas acreditando que atingiram um certo grau de sabedoria ou que são sábias, sem mesmo, conhecer a si mesmas. Sistema da ilusão e enganação, é um sistema que mata e rouba, ao invés de dar vida."

Inserida por silvia_roldao_matos

È certo e 100% que durante nossa estada nessa vida duas coisas vão nos alcançar e por mais que estudemos, divaguemos sobre elas, estaremos desprevenidos quando nos alcançar. Quando o Amor nos alcança, acontece, não sabemos amar,,,, estamos tão preocupados em estabelecer regras pra nãos ermos machucados, pra não sofrer que não consigamos simplesmente deixar fluir, temos que aprender a amar. e a morte, ah a morte, ela também nos alcancara, mas já isso não temos como aprender, como evitar, afinal; ninguém aprende a morrer né. E desses dois acontecimentos ninguém escapa, não podemos não podemos fugir das suas garras quando é chegado o momento, pois ambos nos atacarão sem que possamos ter a mais vaga ideia de quando isso acontecerá.

Inserida por iracema_f_n_romano

Sabe quando todos os problemas e diversidades te cercam e te derrubam no chão? Quando todos que deviam te amar ignoram seus sinais de tristeza e fingem que você não existe? Quando as pessoas te perguntam o que ta acontecendo com você, mas no fundo não ligam e só querem saber da sua vida? O que você faz? Há tantas respostas, mas por que todas tão difíceis? A vida te envolve como uma amante e te joga em um labirinto como se vc fosse personagem de um jogo e te arremessa para a morte como uma bolinha de papel pro lixo!

Inserida por PequenaBorboleta