Textos românticos que encantam e aproximam corações
Há muito tempo eu queria você, olhei nos seus olhos e vi o infinito, o lugar mais bonito que já vi, o local mais lindo que já percorri.
Ao olhar para você seguindo meus passos não acreditei. Juro que já tinha andado por outros lugares, já tinha olhado nos olhos de várias pessoas, mas nenhum foi tão intenso como o seu.
Ficamos um bom tempo nos olhando, seus olhos azuis deixavam apaixonada a menina dos meus olhos negros.
Sem dizer uma palavra, apenas nos olhamos observando os gestos dos seus lábios. Desejando tocar sua boca.
Em silêncio, disse que queria ter você ao meu lado, foi quando te peguei no colo, e te coloquei sobre o meu peito, foi assim que finalmente te tive nos meus braços, como sempre quis, da forma que sempre desejei.
Loucamente apaixonado, te beijei. Tive você nos meus braços pela primeira vez, agora te tenho todos os trinta dias do mês.
Era um daqueles sentimentos mais fortes, que carregava ao longo de algumas existências. Por isso escutou novamente músicas marcantes e leu textos que haviam dado novo sentido à suas razões. Prestou atenção em detalhes que marcaram sua vida, como o barulho do ventilador, o brindar dos copos, o cheiro da chuva. Percebeu então que naquela selva amarga - onde a loucura era negada por aqueles que esqueciam os aprendizados da dor - restou viver da saudade, se lembrar da vontade, e refletir sobre o amor.
Essa minha insanidade por ti vai me levar a loucura. Mais vou deixar você louca também. Esse querer descontrolado. Essa ânsia que já virou canancia por você. Esse poder que tens sobre mim. Me faz assim disorinhentado sem saber mais o que dizer. Já não consigo mais evitar. Vou elonquecer e na sua porta vou bater.
J. A. N
Percebi o tamanho da minha fé quando parei de sentir o a tua força, quando não mais sentia o teu amor. Quando me fechei para a luz da tua graça, o senhor sempre sabe o que faz e permites em nossas vidas.
Pois foi nesse momento que mais aprendi através da ausência de sentimentos, que a fé não é uma simples emoção que te impulsiona, trata-se de uma mistura de certeza com vontade, certeza que Deus está presente em todos os momentos principalmente naquele onde não o sentimos.
É a necessidade de busca-lo a todo momentos principalmente os mais tempestuosos, é a vontade de ser feliz em meio a tristezas e desilusões.
Logo tu
Logo tu que eu nunca beijaste
Poderia fazer-me permutar
Qualquer instante mais íntimo
Por um só de seus abraços
Tormento que a cada minuto
Sufoca minh´alma ao visitar-me
Quando apenas estou latente
E desperto, fingindo-se ausente
Ao fazer-me sonhar acordado
Tu que assolas qualquer coração
Perturbando a paz de outrora
Sequer entende o nobre sentimento
Ultrajando quem tanto lhe adora
Os avós observando as galerinhas. Disputando espaço para ver a eclipse lunar. Uns falavam mais alto do que outro. Com celular de última geração para tirar fotos da Lua. Eles estavam esquecidos nos cantos da sala. Ninguém lembrou de levá-los para participar deste evento. Afinal, eles dão trabalhos. Não andam. Estão velhinhos gagas. E ninguém se propôs a interagir. Nem celular eles têm!
- Olha a lua q linda que tá hoje! Gritava alto uma das adolescentes, para que todos pudessem ouvir. Click. Click. Todos tentando pegar o melhor ângulo da eclipse. - Olha que linda! Esqueceram os idosos sentados e pensativos.
Mas, a lua... Os filhos, os primos e amigos estavam em festas. A Lua!!!!
Desatentaram-se. Ao que está tão raro. O Amor! Quase q extinto. Raro de se ver.Até existe sim. O "amor" pelo interesse. Tá até espalhado pelo mundo. Mas, o amor genuíno. Raríssimo. Tão extraordinário qto a lua distante. O amor. Tão lindo quando há entre os irmãos. Impossível ser registrado pelos melhores celulares.
A Lua passou!!! Os momentos foram registrados. As fotos. As melhores. Foram postadas. Quantas curtições!!! 👍👍👍👉👌 Ops! Dois últimos não.
Quando tudo acabou. Alguém se lembrou de levar, aqueles que tanto deram amor aos filhos e netos, para a cama. Um dos filhos fez q já não existiam. Impaciente. Tiveram de cuidá-los. Obrigação.
Enfim, muitos perdem tempo com algo tão distante. E que não aquece a alma da humanidade. Sendo objeto de exploração do homem. Enquanto, que o amor transforma o mundo. Combate o ódio, o preconceito, a desunião, a destruição. Inclusive, a ganância q está destruindo o planeta. O AMOR entre os q estão próximos. Que até há de preservar a lua da destruição humana. Pq a terra já está comprometida.
Até a próxima eclipse! O amor está aí do lado. Aproveite!!
Crio uma fantasia e me fantasio.
Te fantasio.
Nessa fantasia já não mais sobrevivo.
Eu vivo.
Vivo pois, nessa fantasia, te tenho comigo, meu paraíso.
Te vivo.
Mas para a tristeza desse homem...
Fantasia é desejo e desejo é delírio.
O amor é sofrimento e o coração partido partiu contigo...
"E é mais uma vez ela.
Aquela que quando lembro do sorriso, o coração acelera.
A mão gela.
Do sorriso perfeito e sem jeito, moça da felicidade perpétua.
Dona de uma beleza divina, poema aos olhos do poeta.
Me pego em devaneio, imaginando como seria bom estar com ela.
Me lembro dela, minhas esperanças se renovam, minha alegria se completa.
A presença me alegra, tua companhia é me festa.
E essa distância é minha cela.
Cela em que me encontro preso, moribundo.
Quisera eu, que o meu mundo, estivesse do meu lado e não do outro lado do mundo.
Em meio à olhares rasos, me afundo no seu olhar profundo.
Teu abraço é meu Dilúvio.
Arrasa, destrói e ainda sim impõe sua calma e purifica o impuro.
Te olho, te desejo, te quero... perdão...assumo..."
"E como sempre, mais uma vez, lembrei da gente.
De quando estávamos juntos e nos parecia não existir toda aquela gente.
Só a gente.
Que se entende.
Que se surpreende.
Que quando o frio dos nossos olhares se cruzam, nos torna a alma quente.
Amor, paixão, saudade, desejo é tudo diferente.
Mas perto ou longe de você, quando se trata de ti, tudo se torna igual é surpreendente.
E no fim, as tristezas e alegrias nos mostra que, em algum momento, terá que ser a gente.
Te peço, imploro, das coisas do coração você entende.
Pense em mim, pense em nós, pense na gente..."
"Me sinto perdido.
É quando o mundo já não tem mais graça que mora o perigo.
Eu só sobrevivo.
Pois meu viver você levou para longe, com o seu sorriso.
Não entendo nada disso.
Como posso ser feliz se só o sou quando está comigo?
E as juras de amor, era verdade tudo aquilo?
Sua indiferença é o meu martírio.
O que lhe digo são coisas do amor mas será que sabes o que é isso?
Em algum momento foi capaz de senti-lo?
E minha vida perdeu o sentido.
Pois perdi os teus abraços, que eram o meu abrigo.
Comigo eu brigo.
Por não compreender o que me foi acometido.
Da solidão, tento me esquivar, com afinco.
E nessas lutas pelas madrugadas a fio.
Me sinto perdido..."
"Eu, que a muito não lembrava, hoje a Lua recordou-me de ti mais uma vez.
E nas lembranças, esqueci-me das certezas e lembrei-me daquele nosso 'talvez'.
Aos poucos, o olfato esquece o doce do cheiro e o tato, olvida o macio da tez.
Antes era tudo por ela, e no futuro, seria tudo por ela outra vez.
Muita coisa mudou e ainda não sei o que você me fez.
O que eu sei; é acerca de ti, minha avidez.
Quando fitava teus olhos, minh'alma desarmada, encontrava-se em total desnudez.
Não vejo razão em minhas palavras, perco minha sensatez.
Sobre ti, até hoje, não perdi minha cupidez.
E agora, eu que há muito não lembrava, hoje a Lua, recordou-me de ti, outra e mais uma vez..." - EDSON, Wikney
Eu deveria ter tentado.
Insistido mais, nominar o inominável.
Eu deveria ter tentado.
Quem sabe, domá-la, aquela mulher, indomável.
Eu deveria ter tentado.
Quando não tivesse mais seu amor, só ali ter ficado.
O amor é doença, letal, incurável.
Eu deveria ter tentado.
Minha boca clama pelas águas da sua pele, minha sede é insaciável.
Eu deveria ter tentado.
Fazê-la minha, controlar uma tormenta, incontrolável.
Eu deveria ter tentado.
Eu duvido de muitas coisas, duvidei mil vezes de mim, mas essa paixão é incontestável.
Eu deveria ter tentado.
Eu tento me encontrar em obtusas palavras, pois me perdi naquele seu olhar, inefável.
Eu deveria ter tentado.
Controlar o incontrolável, amar o odiável, narrar o inenarrável.
Quem saberá? Só sei que eu deveria ter tentado..."
"Lembro-me daquela vez em que errei.
Fitei seus olhos, te amei.
Foi a única e a mais dolorosa vez, em que errei.
Tu tratastes meu coração como escravo, eu tratei seu coração feito rei.
Nessa vez, eu errei.
Um sorriso de deusa, não deveria me apaixonar, eu sei.
Mas o que posso fazer, se errei?
O coração é parvo, a mente insana e nós fomos da certeza, a um doloroso talvez.
Eu errei.
Errei nas vezes em que não só despi minha roupa, mas também despi minh'alma, naquela cama de insensatez.
Você ama o erro, então por ti, errei.
Meu peito, implora mais um lampejo dos nossos momentos à minha mente fraca, não hesitei.
Lembrei-me de todas as vezes, em que com a nudez do seu corpo em meus braços, errei..."
"Era mais uma daquelas chuvas de verão.
Eu sabia que viria.
Eu sabia que a veria.
Eu sabia que ainda residia em meu coração.
Eu sabia que tinha sua indiferença, mas precisava era do seu perdão.
Eu sabia, que não sabia nada e quem nada sou eu, no seu mar de paixão.
Afoguei-me nas águas das lembranças e não existem palavras capazes de dar a esse sentimento, uma vazão.
Por vezes, a distância que nos separou, levou pra longe minha felicidade, sem porquê, sem razão.
Como uma enxurrada de amarguras, descontentamentos, solidão.
Hoje, o céu em um completo de trevas, me aterroriza com sua escuridão.
Me traz o medo em cada relampejar, em cada trovão.
Mas o meu maior temor é o porvir ser mais uma daquelas suas chuvas, de verão..."
"A vida, por vezes, turva por completo o que eu sei.
O que é mais danoso à uma existência? A arma nas mãos de um homem ou uma coroa sobre a cabeça de um tirano rei?
Desdenhar do amor por essas terras, parece-me, tornou-se lei.
Como chuva, o viver vem e turva por completo o que eu sei.
Jamais confunda a posição de um consorte, com a grandeza de um rei.
A amargura é lei.
A indiferença eu conheço, eu sei.
E então diz-me: 'Não posso amar-te, pois isso eu não sei.'.
Se não sabes, então até hoje, o que eu lhe ensinei?
Eu que pouco ou nada sei.
Ensinei.
Suas palavras são uma arma e eu da solidão, sou rei.
Sua indiferença é minha coroa, com orgulho e tristeza, a ostentei.
A vida é uma piada, que por vezes, turva por completo, o pouco que eu sei.
O que eu sei? A ti, amei.
Amo-te? Hoje, não sei..."
"A Lua, com sua palidez, me seduz uma vez mais.
Me traz aquelas lembranças, que nem mesmo o tempo desfaz.
Aquelas, ora doces, por vezes amargas, lembranças de anos atrás.
Não sei o que me fez, ou o que ainda me faz.
A balança do universo é um tanto eficaz.
Não existiria guerra, se não existisse a paz.
Por falar em paz, ela só existe quando em nosso abraço, um só ser se faz.
O que seria de nós se nossos corações fossem iguais?
Amaria eu, você, ainda mais?
Ou nossa igualdade nos separaria ainda mais?
É certo, você se amaria ainda mais.
Nessa adição de loucura, quanto mais penso em ti, mais e mais suas lembranças, a razão me subtrai.
Bem da verdade, a muito que em solo frio minha razão jaz.
Nas raras orações implorei ao Deus que fizesse daquele amor algo fugaz.
Mas coração parvo, para amores infundados é solo feraz.
Lembrei-me de quando, sob a luz da Lua, seu olhar me devorava com apetite voraz.
E como você, ela com sua palidez, me seduz uma vez mais..." - EDSON, Wikney
"Os dias gris, são quando eu mais a lembro.
A lembro em cada gota de chuva, em cada folha levada ao vento.
Lembro-a em cada lágrima, que inunda meu rosto, lembro de cada momento.
Lembro do sofrimento.
Da indiferença, do beijo, do meu eu em pedaços, do desalento.
Mas eu lembro.
Lembro-me, quando ao me ver, ao meu abraço, vinha correndo.
Não deveria, eu sei, mas eu a lembro.
Lembro da guerra serena dos nossos corpos e o suor escorrendo.
Lembro que em nossas lutas, éramos nós contra o tempo.
Ele, inexorável, insistia em correr, e nós, congelava-nos, naquele momento.
Lembro-me de quando se foi, deixando minha vivenda despedaçada e minh'alma, ao relento.
Olho pro céu, os olhos inundam, vi o tempo escurecendo.
Cada trovão, que assusta qualquer existência, não te afasta do meu pensamento.
Os relâmpagos, que iluminam a mais escura das noites, não é sequer uma centelha, pra escuridão que deixara aqui dentro.
Cada raio, que parte os céus, rasga minha pele, mata meu eu e mesmo em morte, eu te lembro.
Acordo durante a madrugada, vejo um feixe de luz, será o Sol nascendo?
Olho pro céu, não existe azul, só um manto branco, que enevoa meus pensamentos.
Hoje, sei que sofrerei de novo, pois os dias gris, são quando eu mais a lembro..." - EDSON, Wikney
"O mais sortudo dos homens, é aquele, o qual, tu chamas de namorado.
Motivo dos seus sorrisos, dono do seu corpo e servo dos lábios.
Cada lágrima, cada gota de suor, por ele, derramado.
Pai dos seus filhos, dono do seu futuro e mestre do seu passado.
Eu deveria ter lhe amado.
Lhe dominado.
Escrever-nos uma história, pique Jorge Amado.
Acho, que nunca fui amado.
Iludido, desiludido, de certo, decepcionado.
Ele lhe ofereceu uma eternidade de felicidade, eu, pelo contrário.
Fiz de ti, apenas mais uma, do Famigerado.
É triste, ver você se ir, do meu relicário.
Minha joia rara, meu tesouro escondido, pra sempre, guardado.
Mas tudo bem, estou demasiado acostumado.
Ao vê-la ir, da minha existência e deixar-me o peito, despedaçado.
Azar o meu e sorte daquele, o qual, tu chamas, namorado..."
"Me afasto, mas espero te ver ao longe, de novo.
Mais um sorriso tímido, um aperto de mão, um olhar bobo.
Imploro Cristo, preencha logo, meu coração, com algo novo.
Já que sobre os céus, em seus complexos planos, não nos planejou, um com o outro.
Não me disseram, que o amor, vem acompanhando com devaneios tolos.
Tristeza e desgosto.
Ela é como santa, eu, apenas um tolo.
Pecador, escravo do pecado, servo do próprio diabo, um louco.
Mas, vislumbrá-la, é o mais próximo que chegarei da salvação, o mais próximo que chegarei do paraíso; estou morto.
Vivo por vê-la; e por não tê-la, morto.
Quero salvá-la, por isso, me afasto, de bom grado, com gosto.
Mas espero, amor meu, te ver ao longe, de novo..."
"Graças a Deus, eu consegui te esquecer.
Já não me recordo mais, quando em nossas brincadeiras, você fazia aquele seu olhar, blasé.
Eu consegui te esquecer.
Já não me lembro mais do seu perfume, meu olfato olvida aquele creme, que presenteei você.
Obrigado Pai, pois consegui esquecer.
Já não lembro mais do nosso primeiro beijo, o primeiro cheiro, me esqueci dos detalhes, que me fez amar você.
Deus, consegui esquecer.
Já não te escrevo mais na madrugada, meu peito já não palpita, ao te ver.
Eu consegui te esquecer.
Ainda bem que já me esqueci, o enlace de nossos corpos, o aveludar da sua tez e o dela em minha boca, o derreter.
Consegui esquecer.
Se foi da minha mente, o negror de cada fio do cabelo, o castanho dos olhos, o sorriso sem jeito e o meu viver.
Arranquei meu próprio coração, pois, cada batida do meu algoz, me lembrava você.
Mas hoje, graças a Deus, cada face, cada farfalhar das folhas, cada brisa do vento, faz com que eu consiga, te esquecer..."
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