Textos Reflexivos sobre Inclusão
►Depressão Em Reflexão
Paz, é o que peço
Tranquilidade é tudo que espero
Uma vida de decepções é o que carrego
Uma vida serena é o meu sonho predileto
Minha mente está muito agressiva
Fui jogado de cabeça em uma rotina destrutiva
A cada dia que se passa, perco um pouco da minha vida
As nuvens não parecem mais se dissipar
O tempo parece que não irá passar
Sinto, pela janela do meu quarto, somente tristeza pelo ar
E as palavras que escrevo parecem não saberem se expressar
A única dúvida que persiste é o que tudo isso acarretará
E, enquanto isso, continuo a me afundar
Quando finalmente me encontrar, o Titanic poderei avistar.
Cada suspiro que dou, é uma parte de mim se despedindo
O pensamento que em minha mente se criou está me destruindo
E uma bomba-relógio hoje eu sou
E não sei mais para onde eu vou
Queria poder voltar no tempo em que eu não conhecia nada,
Em que eu não compreendia nenhuma palavra
Onde não havia certezas, onde não haviam mágoas
Onde minha felicidade estava concreta como uma estátua
Onde a minha tristeza ainda não havia sido descoberta
Voltar a época em que eu tinha a ilusão da alegria eterna.
Hoje de nada significa "vida pacífica"
Hoje eu possuo uma vida de baixas cometidas
Cada segundo acordado é mais um segundo apto a ser magoado
As vezes indago se deveria levantar da cama,
Apenas para viver na solidão,
E tentar reparar meu coração, que sangra
Hoje vivo uma vida que não me ama.
Aquela antiga felicidade se transformou em nítida saudade
Não há previsão de retorno, fico na vontade
Eu não consigo mais encontrar aquele arco-íris,
Apenas encontro a dúvida se realmente existo
Sou atormentado, e com este martírio estou acostumado
Não há mais calendário, pois os dias são imutáveis
E as garras da depressão são insaciáveis
Uma escapatória é improvável
Sou prisioneiro involuntário, desesperado
Recorrendo as palavras de um velho dicionário.
Tempo, por que tão cruel comigo?
O que fiz de errado para tal declínio
Estou deixando de ser chamado de indivíduo
Meus olhos estão ficando frios
Meus lábios estão rígidos
Minha solidão está acabando com o meu físico
Acho que estou em estado crítico
Viver enjaulado possui seus riscos,
Agora sei disso.
Em cem anos tudo isso irá passar
Enfim poderei descansar
Muitas vezes eu já quis mudar,
Mas nunca consegui, pois achei que estava certo
Me enganei, agora sei que fui apenas um cego
Agora acabei ficando perdido neste deserto
Talvez encontre uma miragem que me mostre o mundo predileto
Ou talvez eu morra soterrado pelas areias dos meus erros
Bem que eu poderia encontrar um gênio,
Pediria para retroceder alguns invernos
Para que assim que eu pudesse impedir as pessoas de me tratarem feito objeto.
(...) "Não me perguntes nada"
Veja em meus olhos
O reflexo dos teus
Veja que meus labios
deseja os teus
É que chamo o teu corpo
mesmo sem pronunciar
uma palavra.
Eu não te esqueci
Eu ainda te amo
Eu ainda te quero
Eu ainda sonho contigo.
Por isso não se
questione sobre me.
Aprenda a lê meus olhos
Aprenda a ler meus lábios
E só assim verás a resposta da pergunta
que ainda não fizestes.
( I ♡ You)
REFLEXÃO:
“Disse, porém, Rute: ‘Não me instes para que te deixe e não me obrigue a não seguir-te; porque, aonde que fores, irei eu e, onde que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo e o teu Deus é o meu Deus’.” (Rt 1.16.)
É só olhar bem pertinho, mais bem pertinho mesmo, entre as pessoas da família e parentela que você certamente já sofreu uma decepção, ainda sofre, ou já ouviu um relato de alguém que chorou por causa de uma mãe, um pai, uma irmã, irmão, uma sogra, um sogro, uma cunhada, um cunhada, uma nora, um genro, um primo, uma prima, uma tia, um tio, um sobrinho, uma sobrinha, uma avó, um avô, um bisavô, uma bisavó, etc, Porque FAMÍLIA são todas essas pessoas, sejam do lado paterno, ou do lado materno. Como podem viver em amor pela sociedade, pelos amigos, se na FAMÍLIA a verdade é que não se ver como família, como parentes, e não se compartilha o pleno amor? . E qual o projeto de Deus para abençoar a família? Em Isaias 61:9 está escrito: “E a sua posteridade será conhecida entre os gentios, e os seus descendentes no meio dos povos; todos quantos os virem os conhecerão, como descendência bendita do SENHOR.”
No mundo teremos aflições.A intenção do inimigo é clara, pois se ele atingir a família vai interferir diretamente no propósito eterno de Deus. Essa consciência é importantíssima para nós, cada um precisa AMAR SEM MEDIDA. Famílias que não se falam, não se abraçam, não estende a mão, não oferece uma conversa, um telefonema de carinho, não se reúne para sorrir, que troca filhos por prazeres, que não respeita as gerações. Qual o maior perigo? Sair da benção de Deus. Pois o que mais vejo como educadora são filhos e pais totalmente em desarmonia. Não se há projeto incomum de vida. Não há limite para se respeitar. Muitos filhos trocam a amizade e a companhia dos pais por falsos amigos. Muitos parentes amam mais os amigos do que seus parentes. É preciso uma atitude de correção e ação. Jo 14:31 Contudo, assim procedo para que o mundo saiba que eu amo o Pai e que faço como o Pai me ordenou. Levantai-vos, vamo-nos daqui. O que se perdeu daquela boa consciência que teve Rute para sua sogra Noemi? Quando ouvimos alguém dizer: aonde que fores, irei eu e, onde que pousares, ali pousarei eu; Ou seja, é a mesma coisa que dizer, vamos juntas, precisa de que, sua dor é também minha, sua alegria me faz bem, seu sucesso me dar orgulho, estou aqui, te amo, não te abandono, SOMOS UMA FAMÍLIA. Raramente as pessoas usam essas palavras, ou fazem atitudes entre sua família, porque estão ocupadas demais para AMAR. Muitos não tem paciência, nem respeitam as diferenças. Também porque preferem mentir, caluniar, falar mal do próprio familiar, invejar, ofender, maliciar, brigar, enganar. Fico triste quando a dor do outro, não é capaz de uma atitude de paz e compaixão. As concupiscências da carne, corre-se atrás de coisas corruptíveis, 1 Co 7:31 e os que se utilizam do mundo, como se dele não usassem; porque a aparência deste mundo passa. Somente se tem paz quem vive em amor. Deus é amor. Bom fim de semana.
BY: Andrea Agnes. Educação vem pelo olhar, pelo sentir, pelo falar e pelo fazer.
Mais uma das minhas reflexões.
Você sabe fazer escolhas?
A felicidade é, hoje, e já há algum tempo, um tema bastante visitado, sobre o que, existem inúmeras publicações que procuram, desde definir o que o termo possa significar, até fornecer receitas na linha da autoajuda, obviamente passando por obras produzidas sob a ótica de profissionais das diversas áreas da ciência, assim como por livros de escritores que procuraram resgatar a história de um assunto, o qual, desde os primórdios, ocupou a mente de muitos pensadores, sendo que até de Schopenhauer se encontram estudos a cerca desse tema.
Apesar de sabermos que muitas questões despertam o interesse momentâneo da sociedade, numa espécie de modismo, o assunto felicidade, ao contrário, parece que conquistou espaço na literatura e ganhou a atenção das pessoas e da mídia em geral, assim como de estudiosos do comportamento social e até das entidades governamentais.
Consciente da complexidade de que é revestido esse assunto, não cabe aqui tratar dele de maneira abrangente. Afinal, independentemente da visão que se possa ter da felicidade, não há como não reconhecer que ela está relacionada com muitos fatores sobre os quais podemos ou não ter o controle.
Entre tantas condições de que depende ser ou não feliz, está uma que diz respeito à nossa atitude perante os diversos fatos com que temos que lidar.
A atitude que adotamos frente a uma situação pode produzir resultados que afetam a nossa vida de uma forma positiva ou negativa.
Exceto aquelas ações que são acidentais, aquilo que fazemos é fruto de uma decisão, que pode ser consciente ou inconsciente.
No entanto, quanto mais nos conhecemos, menor é o número de decisões movidas pelo inconsciente, o que significa que nossas decisões podem ser mais coerentes com nossos objetivos à medida que seja menor a influência de fatores inconscientes nas nossas atitudes.
Por essa razão é que, neste texto, o título pergunta se você sabe fazer escolhas.
Para não passarmos imediatamente para as ações individuais, vamos imaginar que as pessoas, ao elegerem um presidente da república, governador, prefeito, presidente da sua agremiação ou o síndico do condomínio, estão escolhendo quem irá ter influência na sua vida.
Em que pese às poucas opções que se têm numa eleição de dirigentes públicos, a escolha que se faz sempre poderá ser a melhor ou a pior. E temos exemplos em todo o mundo, de políticos que ergueram uma nação, assim como daqueles que levaram ao caos o seu país.
Por mais que as circunstâncias possam influir no sucesso ou insucesso de um governante, o que mais pesa no resultado de uma gestão são as qualidades do gestor.
É até plausível pensar que seja possível que uma boa escolha não garanta um bom resultado, mas é bem pouco provável que uma escolha errada o produzirá.
Depois dessas divagações, é hora de encarar a questão da escolha do ponto de vista individual.
Se uma pessoa criativa consegue fazer de um limão azedo uma deliciosa limonada, é também verdade que ela conseguiria fazer algo mais apropriado para o momento se dispusesse dos ingredientes necessários.
Vale dizer que, não obstante a capacidade de cada um, frente às circunstâncias, em geral não se realiza um bom trabalho sem as condições adequadas.
Assim sendo, se escolhermos ver um filme sem ter tido informações suficientes para a escolha, são mínimas as chances de sairmos contentes do cinema. Entretanto, considerando o custo que isso representa, o prejuízo não será grande.
Mas e quanto a escolhas que têm um peso importante na nossa vida, como é o caso, por exemplo, de uma mudança de emprego, um casamento, etc?
Mais do que tentar entender as razões que nos levam a tomar uma decisão, o objetivo, aqui, é levantar essa questão de forma que possa fazer uma reflexão sobre o assunto.
A reflexão a que convido pode ser em relação a decisões tão simples como qual caminho seguir pra chegar a um lugar, como as mais complexas que têm a ver com as escolhas que fazemos em relação a lugares que frequentamos, a amizades que mantemos, a pessoas com quem nos reunimos para dividir as alegrias e as tristezas, ou mesmo para jogar conversa fora.
O que dizer, então, das decisões que norteiam a nossa vida quando decidimos nos casar, tem um filho, aposentar, mudar de residência, de cidade, ou então de país?
O que estará por trás de uma decisão?
Será Intuição, vontade de tentar uma nova coisa, vocação para assumir riscos ou apenas porra-louquice?
Decisões baseadas em dados concretos, fundamentadas em questões objetivas e coerentes com outros planos têm muita chance de produzirem os resultados esperados.
Por outro lado, aquelas baseadas apenas na intuição, levarão a bons ou maus resultados dependendo de quão acertada for a intuição que se teve, visto que, se todas as intuições fossem acertadas, nenhuma empresa fecharia e nenhum casamento acabaria.
Dias atrás, vi uma notícia sobre uma moça que frequentava um presídio para visitar um rapaz que estava recluso, por quem acabou se apaixonando e aguardava que ele fosse libertado para se casarem. Esse não é o único caso dessa natureza.
Longe de qualquer preconceito, pois um presidiário tem o direito de ressocializar-se e é isso que a sociedade espera. No entanto, excluindo-se casos específicos, o que, em geral, leva uma mulher ou um homem a fazer essa escolha?
Entretanto, se esse é um caso que chama a atenção pelo caráter heterodoxo da preferência, outros há que também merecem um exame mais detido das razões que determinam uma escolha.
Não há como deixar de considerar que fazer escolhas é uma habilidade, entre tantas que uma pessoa pode ou não ter.
Sem autoridade para me estender nesse campo do conhecimento, diria que tal habilidade, assim como outras, sofre influência de vários fatores. E, para não incorrer em erros maiores de conceituação, arriscaria classificar esses fatores como sendo, ao menos parcialmente, de caráter psicológico.
Esse atributo psicológico de tomar decisões, não poderíamos dizer que faz parte da inteligência emocional? Quer dizer, não tem nada a ver com a habilidade para a aritmética, com a familiaridade com as línguas, com a vocação para as artes, esportes etc.
Um bom financista tomará boas decisões em temos de investimentos, mas poderá se mostrar um desastre nas escolhas da relação afetiva. Ou seja, se não tomamos decisões certas, em algum campo da vida teremos prejuízo.
Afinal, quais são os pontos de contato da habilidade para a tomada de decisões com a felicidade?
Bem, na medida em que soubermos fazer escolhas alinhadas com os nossos planos e desejos, será mais seguro que alcancemos nossos objetivos e isso nos trará recompensa, mecanismo que nos faz sentir felizes.
Novamente, trazida à tona, a habilidade que se tenha de fazer do limão uma limonada, tem a ver com a capacidade de encontrar a felicidade, mesmo diante de adversidades. A isso se dá o nome de resiliência.
Tragédias Anunciadas
Este texto não é uma notícia e sim o resultado de minhas reflexões matutinas. É extenso, mas creio que vale a pena ler.
O mundo ainda se refazia do choque provocado pela loucura do atirador de Las Vegas, quando o Brasil ficou estarrecido com a notícia da tragédia de Janaúba, pequena cidade mineira onde o vigia de uma creche, ateando fogo, mata 8 crianças e uma professora.
As investigações sobre o caso de Las Vegas ainda podem mudar de rumo, mas, pelo menos até agora, o que se noticia é que a ação do criminoso não está ligada a terrorismo.
Dessa forma, qual é a relação entre as duas tragédias, ocorridas em cidades separadas por cerca de 10.000 quilômetros?
Mais do que possa parecer, talvez haja mais coisas em comum entre esses dois casos, assim como em relação a diversos outros acontecimentos que abalaram a sociedade.
Se não bastassem as ameaças do terror que roubam a paz dos americanos, é assustadora a frequência com que, nos Estados Unidos, ocorrem atentados em escolas, cinema, boates, igreja e na rua, causando pânico entre aqueles cidadãos, com repercussão em todo o mundo.
Depois da tragédia de Las Vegas, as autoridades americanas, assim como a sociedade, discutem como poderiam ser evitados esses crimes que tanto traumatizam a população.
Entre as medidas de prevenção, a que mais causa debate é o controle da venda de armas.
Causa espanto a obsessão do povo americano pela posse de armas com o intuito de se proteger contra as ameaças de toda espécie. Assusta ainda mais quando se vê a quantidade de armas pesadas, como rifles e fuzis, que se proliferam nas mãos de cidadãos comuns às quais têm acesso até mesmo as pessoas que ainda teriam idade para se ocupar com brinquedos.
Não obstante essa consideração, até onde o problema da violência se deve exclusivamente à facilidade com que se adquire uma arma?
Da forma como estão ocorrendo as ações terroristas e em outros tipos de atentados, em que se usam facas, caminhões ou combustíveis, para se perpetrar uma tragédia, se a posse de uma arma não aumenta a proteção do cidadão, também não será restringindo a venda de armas que se irá garantir a segurança da população.
Excluindo as ações terroristas de fundo religioso ou ideológico, que merecem uma atenção diferenciada, o que poderia ser feito em relação a outros tipos de atentados?
Novamente, vale trazer a questão da relação entre o atentado de Las Vegas e o de Janaúba, em Minas Gerais.
Mas não só entre esses, pois haverá de existir alguma semelhança entre muitos atentados que ocorrem com tanta frequência aqui e em tantos outros lugares.
Por mais imprevisibilidade que possam parecer ter, crimes como o de Las Vegas e de Janaúba têm pontos em comum. Assim como os tem o crime praticado por Suzane von Richthofen (e os irmãos Cravinhos) e outros da mesma natureza.
Entre tantos crimes que são noticiados a todo momento, o que se observa é que têm em comum o desajuste emocional. Mas se procurarmos mais atentamente, é possível que também concorra um outro fator, que é o distanciamento dos autores em relação à sua família ou a outras pessoas com eles conviviam.
No caso Richthofen, o que mais chamou a atenção é que a mãe Suzane era Psiquiatra. Sendo ela uma profissional da área da saúde mental, além de mãe de sua algoz, o que faltou para poder identificar na filha um comportamento que pudesse indicar que ela tivesse um desajustamento capaz de praticar um crime tão hediondo?
Será que a resposta não está no modelo de sociedade que estamos construindo?
A tecnologia, que veio para nos liberar de atividades rotineiras e para facilitar a comunicação, está servindo para aproximar os que estão distantes e, ao mesmo tempo, para distanciar os que vivem ao nosso lado.
A sociedade consumista, que ao mesmo tempo move as pessoas em direção ao progresso econômico, as escraviza exigindo mais horas de dedicação ao trabalho para obter os rendimentos necessários às demandas de consumo.
A educação das crianças é terceirizada para a babá, para a creche, para os professores do prezinho, do judô, da natação, do inglês e, da natação, para a TV, videogame etc.
A família vive junta mas apenas divide o mesmo endereço, pois as pessoas não convivem, não conversam, não se comunicam, não compartilham sua vida.
Mesmo entre os amigos, acompanhando o clima das redes sociais, mais vale postar que está “na boa” do que compartilhar uma “deprê”. E assim, ninguém sabe o que se passa na cabeça de quem passa ao seu lado boa parte da sua vida.
Podemos nos sentar à mesa com a parceira, com o amigo, irmão, filho e nem desconfiar que um drama permeia a sua mente.
Então, talvez se possa pensar que a obsessão pela posse de um fuzil não seja a causa de um atentado, mas a consequência.
Talvez se buscarmos uma forma de convivência em que as pessoas não se sintam sozinhas na multidão, que percebam que o outro que está próximo de nós não está apenas ao nosso lado, mas também do nosso lado, quem sabe se não teremos uma sociedade mais sã?
Reflexão do outono.
Quantos de nós estão dispostos a soltarem as suas folhas e despir-se completamente de tudo aquilo que já não serve mais?
Que este outono traga a força e a coragem para permitir a renovação da nossa alma,e assim a total expressão do nosso ser.
Sem amarras,
sem medos,
sem julgamentos...
Amor
Meu olhar esta voltado para seu espelho
Refletindo os sentimentos
Sou fã do seu reflexo
Quero brilhar com sua luz
Transmitir no meu sorriso seu rosto
Respirar juntos o mesmo ar
Ser dois com a essência de um só
Vou ti seguir por essa vida
Curtir seus momentos
E compartilhar meu amor com sua alegria
Robson Gomes
A Páscoa é um momento de reflexão entre a vida e a morte, entre o ódio e a paz, entre o bem e o mal.
Também é um momento de trazer presente um Jesus crucificado por um sistema político e religioso perverso e cruel.
Um Cristo que foi torturado e sentenciado a pena de morte, mesmo considerando inocente no seu julgamento, levantado na cruz em espaço público para que todos pudessem admirar a força do império romano, um poder tirano regido por uma ditadura.
Porém, alguns preferem coelhinho com os seus ovos de chocolates, assim não precisam sentir o que Jesus sentiu, amar como Jesus amou e viver como Jesus viveu.
Alienados não sofrem e Viva a Ditadura!!
Uma Feliz Páscoa para aqueles que acreditam no projeto de vida de Cristo.
Metade de mim indecisão e a outra reflexão
Página virada?
Não...Só rabiscos de uma página que tentei arrancar,
E escritas que não sei decifrar,
O coração que ficar a mente não quer deixar,
Em instante comecei a pensar,
Quero outra vez com você ficar,
Não posso, não quero, quero e não posso,
Esses são meus colapsos de pensamento.
Renovação...
Renovar-se em ação diária...
Reflexão...
O pensamento que se antecede à ação...
Compreensão...
Compreender que cada ação tem um resultado...
Reação...
O resultado da ação...
Faça o melhor que puder com isso...
Não esteja, seja o agente de mudança da sua vida.
Como você se vê diante do espelho da vida?
Você está tendo uma reflexão do passado no presente? Não consegue ver o teu presente? Não consegue projetar o futuro?
O passado não pode definir o que você é hoje e o que vai ser no futuro. Rm 12:2
Ame mais! Perdoa! Volte em quanto há tempo! Jesus Cristo te ama!
Se ao olharmos o nosso reflexo no espelho, e se você tivesse o poder de dar vida ao seu reflexo, como você iria se ver? Você iria gostar da sua forma de tratar você mesmo? As suas atitudes seriam aprovadas ou reprovadas? Será que você iria se decepcionar? Você seria ignorante? Prepotente? Simpático ou antipático?
Lembre-se de que devemos tratar as pessoas exatamente da mesma maneira que gostaríamos de ser tratado.
Pense nisso.
(Daniel Vieira da Silva)
"Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles; porque esta é a lei e os profetas".
(Mateus 7:12)
Pensamento reflexivo : (quase completamente desconexo do agora)
Você pode chorar, pode se machucar, a sós consigo mesma, pode ser o maus perfeito que conseguir ser, que ainda vão te criticar , que ainda tentarão entristecer - te .
E é nessa confusão que se faz quem é.
Hoje , diferentemente de antes o seu " Eu te Amo" trás tamanha reflexão jamais observada antes , e perceber que a vida tem suas imperfeições e desaventuranças e que é preciso vivê - lá mesmo com tantas nuances de desesperança , com o tempo você aprende a viver e só, mesmo que seja difícil.
MOMENTO DE REFLEXÃO
O CRISTO EM TI
Como foi ou como ele será em ti?De que Cristo precisas?
O Cristo que acalma a alma perturbada que espera consolação.
O Cristo que educa e converge seus esforços para o enobrecimento da alma humana.
O Cristo que perdoa e que em ti deixa a certeza do esquecimento de ofensas, até porque nunca terieis padrão para ofende-lo e, portanto, ele nada a esquecer.
O Cristo que impulsiona o tônus da caridade na alma deixando-a impregnada de essências especialíssimas de doação desinteressada, entrega e fé.
O Cristo com ocupações siderais que é capaz de particularizar o teu problema.
O Cristo que sai do verbo evangélico do cristão fervoroso e se expressa nas ações beneméritas do ateu.
Não se iluda, portanto, quanto a um Cristo prisioneiro de templos e conceitos, ele é luz para todos os seres e de todas as épocas. Viva a expressão mais plena deste ser explícita no amor, que só se afigura verdadeiro a partir do amor a si mesmo.
MOMENTO DE REFLEXÃO
QUAL CAUSA QUE DEFENDE?
" A medida da importância e dos resultados de uma idéia nova se encontra, assim, na emoção que causa em seu aparecimento, na violência da oposição que levanta, e no grau e persistência da cólera dos seus adversários." Allan Kardec E.S.E cap 23 , item 12
Na vida nos manifestamos em diversas oportunidades acerca de buscas e caminhos que nos parecem ser importantes para a consumação de ideias que elaboramos sobre a realidade.
Mas, é de se notar que a grande maioria estabelece, em um tempo qualquer, uma idéia central que se transforma em uma causa existencial.
Cada qual dá a sua causa a importância que lhe é peculiar , já que também na grande maioria a causa derivada da idéia, obedece aos contornos de intenções e amplitude que lhes são próprios.
Nossa causa, derivada então, da idéia primordial que a sustenta, terá os enfrentamentos naturais de tudo o que de novo vai se implantar em nossa realidade.
E como diz a afirmação de Allan Kardec no texto acima, pela extensão e profundidade da oposição que se lhe impõe saberemos o valor desta causa.
Convém lembrar que existem oposições externas e internas. As externas são movimentadas pelos interesses particulares e institucionais a quem a causa defendida incomoda de alguma maneira, pois afeta-lhe os conceitos e crenças, e as internas são os nossos próprios conceitos a nos limitar, pois a própria causa nos desperta para outras realidades até então, não absorvidas por nós.
Seja qual for tua causa, ela sempre Vale a pena pelo aprendizado que deixa em seu rastro de realizações. Só não deixe de observar que qualquer causa, se justifica no amor, motivo pelo qual tudo se movimenta.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Competir, compartilhar e depender.
Estes três conceitos transformados em postura de relação nos oferecem amplo material para decifrar muitos movimentos da alma humana, que no indivíduo e na sociedade determinam modelos relacionais com diferentes características e finalidades.
A competição que há muito vem determinando os movimentos humanos, tem se mostrado inicialmente o modelo encontrado para gerar o progresso, ja que movimenta forças internas adormecidas ou, não conhecidas, que viabilizaram a expansão de conteúdos de todas as ordens.
Porém, embora tenha sido útil em um momento, tirando a alma acomodada da estagnação, conceitual, energética e realizadora, nos tempos atuais tem chegado ao máximo suportável em sua ação, pois a energia do confronto que se produz discipa-se em perdas e desgastes inconcebíveis dado a diversidade de elementos constituintes do campo de expressão do progresso individual e coletivo.
Migra agora as novas expressões para a dinâmica sistêmica do compartilhamento, assim, tudo influncia ao todo e o todo não é o mesmo sem a interação harmônica entre as partes.
Compartilhar amor e prazer, o tenho e o não tenho, alegria e a dor, sucesso imediato e o sucesso a seu tempo, enfim, no dizer de PEDRO apóstolo : "Não tenho ouro e nem prata mas o que tenho eu dou", tem sido o elemento atual de integração entre partes tão diversamente constituidas.
Entre a postura da competição e do compartilhamento encontramos a da dependência, onde não contamos com nenhuma das qualidades que os dois sistemas poderiam oferecer, ou seja, nem o progresso pela ação unilateral, nem pela ação coletiva.
Então quando os resultados de uma ação relacional estiver sem força de comando para avanços progressistas e sem consciência de integração pelo compartilhamento estaremos na anulação da vontade causada pela dependência.
“Somos... reflexos de Deus”
Nós somos pequenos demais.
Por sermos assim... às vezes esquecemos em quem devemos por nossas vidas...
... e nossas esperanças.
Acreditamos ser suficientes e fortes demais… as vezes muito maduros.
Acreditamos que somos capazes de caminhar... e enfrentar grandes desafios.
Acreditamos e confiamos demais na nossa condição humana.
Porém!
Nós esquecemos que devemos ser reflexos do próprio bem.
Pois não somos melhores... ou maiores que ninguém.
Nós somos aquilo que o Senhor nos propôs a sermos…
“Imagem e Semelhança”
Mesmo diante de longas caminhadas na fé… ainda acabamos tropeçando num orgulho.
Orgulho que muitas vezes nos levam... a tentar realizar tudo sozinho.
Se deixarmos Deus de lado… caímos.
Nos machucamos...
... e também ferimos quem amamos.
Somos tão pequenos... que as vezes acreditamos ser fortes... e achamos que podemos ser independentes.
Chegou a hora!
Hora de acordar... de se livrar de quedas.
... e nos colocarmos nas mãos de Deus.
Só podemos ser realmente fortes se o nosso coração estiver ligado… no coração de Deus.
Se nossos olhos estiverem fixos no Senhor.
Se a nossa fé for do tamanho daquilo que sonhamos… a vitória é certa.
Se temos o desejo de alcançar o céu... se desejamos a salvação.
Deus deve estar dentro de nós.
Pois ele sonhou para nós…
E os sonhos de Deus…
Ah!
Quanta perfeição.
Não é nada fácil assumir nossas limitações... e nem tão fácil lutarmos para sermos melhores.
“Seria bem mais fácil contentarmos com a pouca vida que temos... com o nada...
... e com a ilusão que o mundo nos oferece.”
Mas esta não é a melhor escolha!
Não devemos aceitar isso para nossas vidas…
Enfim!
Devemos mergulhar no amor.
Devemos aprender a viver... para transpassar a superfície de todo esse amor...
Basta querer entender... o que o Senhor quer!
Nós somos sim um grão de areia…
Mas acima de tudo somos reflexo…
O reflexo daquilo que Deus nos ensinou.
O reflexo do Amor!
Admilson
Reflexão diária 08/04/2017(Sábado)
Não se preocupe, é normal algumas vezes ficarmos nos perguntando onde erramos quando, onde e porque; alguns de nossos desejos mais impossíveis se concretizam, deformam tanto nosso interior. Não desista apenas dê um passo atrás e siga o caminho rumo aos erros que causaram tais deformidades.
Olho para o espelho
e me vejo...
Mas vou além que
o reflexo pode me mostrar.
Vou em mim,
no escuro do meu ser,
nas trevas
que traz os meus medos a tona.
Eu tenho medo.
Tenho medo e não é segredo,
e nesse medo posso não enxergar...
Mas há alguém no espelho
Pronta pra qualquer momento
chegar e me salvar
E sei que todo esse medo desaparece
SÓ POR CAUSA DO ENCONTRO
"Entre eu e você"
E todos os meus medos,
e todas as minhas dúvidas
se tornam inexistentes
Quando eu descubro
O QUE É AMOR DE VERDADE...
Eu vejo a luz a brilhar,
em volta de mim.
Aquela luz que muitos procuram
em um tal "final do túnel"
mas que só existe em si.
Reflexão diária 13/04/2017
Continuamente ficamos felizes quando fazemos algo o qual agradamos as pessoas, entretanto precisamos aprender aceitar e procurar ficar felizes tanto quando acertamos assim como erramos, ainda não inventaram o ser perfeito, existe sim, o que procura não persistir no erro.
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