Textos Reflexivos sobre Casamento
ETERNIDADE É O AMOR
Eu aprendi meio a tanta confusão
Que temos uma estrada a desbravar
Mas assim como numa procissão
Cuidado é o jeito para nao tropeçar .
A gente assim enfrenta o tempo
E quantas pessoas ao nosso redor
Soprando contra ou a favor do vento
Umas querendo o pior e outras o melhor.
Ah se soubesse ouvir a voz da experiência
Teria evitado tantas dores e dissabores
Correria menos e com inteligência
Sentiria a intensidade dos certos valores.
Agora que meus cabelos mudaram de cor
Sinto saudades pulsar meu coração
Tempos de chuva e frio, de sol e calor
Traçando assim o forte elo de emoção .
E deixamos um legado em nossa partida
Para os que ficam ,grande marca de dor
Mas vivemos o caminho a verdade e a vida
Com certeza eternidade só através do amor!
POESIA
JOÃO BATISTA BARBOSA
AMIZADE, O VERDADEIRO AMOR.
Não há outra forma de relação capaz de ser eterna, de perdurar por toda uma vida. Poucos amores conseguiram isso. Nas relação humanas, só a amizade tem provado que é forte o suficiente para suportar as adversidades que são comuns entre pessoas de diferente classes sociais e origem étnica.
Até na literatura, é a amizade que supera os romances, geralmente os romances mais famosos são trágicos ou tratam de um amor impossível.
Mas veja o caso de amizade mais grandioso da literatura universal, e sem dúvida concordará comigo.
Se ainda não leu, com cuidado merecido que devemos ao esta obra, faça-o agora e constate o que digo.
Dom Quixote, a relação de amizade que se eterniza ali tem ressonâncias inimagináveis, quem não deseja um amigo como Sancho Pança?
O AMOR NÃO PRECISA SER ETERNO PARA TER SIDO INFINITO
Não amamos porque acreditamos que será eterno; amamos porque, enquanto existe, é verdadeiro. Talvez tenhamos passado tempo demais confundindo amor com permanência, como se somente aquilo que chega até o fim pudesse provar que um dia foi verdadeiro. Mas a vida não funciona assim. Há coisas que duram uma existência inteira e nunca chegam a tocar profundamente a alma, enquanto outras atravessam nossa história por alguns anos, alguns meses, às vezes por um único instante, e deixam dentro de nós uma eternidade.
O tempo mede a duração das coisas, mas não mede a profundidade delas.
Um abraço pode durar segundos e permanecer conosco durante décadas. Uma conversa pode acontecer numa tarde qualquer e mudar para sempre a maneira como enxergamos o mundo. Uma pessoa pode caminhar ao nosso lado apenas durante uma parte da estrada e, mesmo depois de partir, continuar existindo na pessoa que nos tornamos.
Talvez esse seja um dos grandes equívocos humanos: acreditar que o fim de alguma coisa invalida tudo aquilo que veio antes.
Não invalida.
Uma história que terminou não necessariamente foi uma mentira.
Um amor que acabou não necessariamente deixou de ter sido amor.
Uma presença que se transformou em ausência não apaga os dias em que foi companhia.
E uma despedida jamais possui o poder de voltar ao passado e destruir aquilo que foi verdadeiro.
Somos nós que, feridos pelo fim, às vezes tentamos reescrever o começo.
Dizemos: “Se terminou, então nunca valeu a pena.”
Mas talvez tenha valido justamente porque aconteceu.
Talvez o valor de uma experiência não esteja na promessa de permanecer, mas na capacidade de nos transformar enquanto permanece.
A própria vida nos ensina isso o tempo inteiro.
Nenhum pôr do sol permanece no horizonte para provar que foi bonito.
Nenhuma primavera exige eternidade para justificar suas flores.
Nenhuma música precisa tocar para sempre para nos emocionar.
E nós mesmos somos passageiros.
Como poderíamos exigir eternidade justamente daquilo que nasce entre seres feitos de tempo?
Amar, portanto, talvez seja um dos atos mais conscientes de coragem.
É olhar para alguém e, mesmo sem possuir qualquer garantia sobre o amanhã, escolher dizer: hoje estou aqui.
Não porque sei quanto tempo teremos.
Não porque tenho certeza de que nada mudará.
Mas porque aquilo que sinto neste momento é verdadeiro.
E talvez seja isso que torne o amor tão assustador e tão belo.
Quem ama verdadeiramente aceita, mesmo sem perceber, a possibilidade da perda.
Aceita que um dia o abraço poderá faltar.
Que a cadeira poderá ficar vazia.
Que a voz poderá sobreviver apenas na memória.
Que certos lugares poderão doer porque alguém já esteve ali.
Mas ainda assim escolhe amar.
Porque viver tentando evitar toda futura saudade seria também evitar todas as grandes presenças.
E então chegamos ao paradoxo mais bonito do amor:
aquilo que não conseguimos conservar para sempre pode permanecer para sempre dentro de nós.
Há pessoas que partiram e continuam participando de nossas decisões.
Há amores que terminaram e ainda vivem na delicadeza que aprendemos com eles.
Há mãos que já não podemos tocar, mas que continuam, de alguma maneira inexplicável, segurando partes de nossa história.
Talvez a eternidade do amor nunca tenha significado duração.
Talvez signifique consequência.
Signifique poder dizer: “Depois de você, alguma coisa em mim nunca mais voltou a ser como antes.”
Isso é permanecer.
Porque algumas pessoas não ficam em nossas vidas.
Ficam em nós.
E talvez seja por isso que não devemos perguntar apenas quanto tempo um amor durou.
Devemos perguntar o que ele fez conosco enquanto existiu.
Se nos ensinou ternura.
Se nos tornou mais humanos.
Se nos fez conhecer uma parte de nós mesmos que desconhecíamos.
Se houve verdade naquele abraço, naquela espera, naquele cuidado, naquele simples desejo de que o outro estivesse bem.
Se houve, então aconteceu.
Foi real.
Foi nosso.
E nenhum calendário poderá diminuir isso.
Um dia tudo aquilo que hoje seguramos terá que ser solto. Essa é uma das poucas certezas que a existência nos oferece.
Mas até esse dia chegar, temos uma escolha:
podemos passar a vida com medo de perder ou podemos ter coragem de viver profundamente aquilo que ainda temos.
Eu prefiro acreditar na segunda possibilidade.
Porque talvez, no final, a vida não nos pergunte quanto conseguimos conservar.
Talvez apenas nos pergunte:
“Enquanto esteve em suas mãos, você soube amar?”
E se pudermos responder que sim, talvez finalmente compreendamos:
o amor não fracassou porque terminou.
O amor cumpriu sua existência porque, enquanto esteve ali, foi verdadeiro.
Escolhi a Mim
Eu tinha quinze, você dezesseis, e o amor parecia eterno de uma vez. Duas mãos, dois sonhos, um só coração, fazendo promessas sem saber a dimensão.
Crescemos juntos, lado a lado, a florir, acreditando que crescer era nunca partir. Mas o tempo mudou o que a gente sonhou, e o mesmo caminho, aos poucos, se afastou.
Você voltou dizendo: “Um dia vai dar.” Eu fiquei tentando esse dia encontrar. Você amava o instante; eu queria o amanhã. Você vivia o agora; eu sonhava o divã.
Enquanto eu construía, você deixava acontecer. Eu chamava de amor; você chamava de viver. E fui me perdendo em cada espera vazia, alimentando promessas que nunca tinham dia.
Até que perguntei, com a alma cansada: “Quanto de mim resta nessa estrada?” Eu tentei mil vezes, lutei sem recuar, mas amor sozinho não aprende a caminhar.
Sete dias antes dos meus dezenove chegarem, escrevi sem pedir que você fosse ficar. Não era despedida para te convencer; era a minha coragem voltando a nascer.
Você me chamou de egoísta, sem perceber que eu só queria parar de me esquecer. Eu não queria migalhas, nem dúvida, nem dor. Eu queria presença, certeza e amor.
Eu teria escolhido você outra vez. Teria recomeçado, como sempre, talvez. Mas ninguém sustenta um sonho por dois; quando um não escolhe, o outro vai depois.
Então fui embora, ainda sabendo amar, mas decidida demais para voltar. Porque perder você doeu, eu não nego, mas perder a mim seria um adeus cego.
Hoje entendo o presente que a vida me deu: o amor mais importante sempre foi o meu. Passei tanto tempo querendo ser escolhida…
Até descobrir que eu era a minha melhor escolha na vida.
Círculo de amor
Eu vivo um amor no plural, na singularidade e na covarde eternidade,
A proximidade que arrepia, o olhar de águia que atravessa pensamentos e aquele despertador que invade a alma gritando,
Curvas na estrada com neblina, vinho derramado após a quarta taça, sopro de um tal existir sem respirar,
O céu e o mar ficam sem vida no escuro até a lua aparecer mais uma vez,
A persistência trouxe a vitória, a coerência tem regado as rosas e a reciprocidade acontece todos os dias depois do meu achado de uma entre muitas milhões.
Mesmo cercado de pessoas e de amor, a solidão é uma companhia eterna. Não no sentido de estar sozinho, mas no de saber que ninguém compreende plenamente o que sinto, o motivo das minhas lágrimas ou a profundidade das minhas dores. Elas são particulares, habitam um lugar onde apenas eu consigo entrar.
As pessoas ouvem falar delas, podem até imaginar o que representam, mas jamais poderão vê-las ou senti-las da forma como eu as vejo e sinto. Minhas dores crônicas são aquilo que mais detesto em minha vida e, ao mesmo tempo, aquilo que está mais presente nela. Nunca me abandonam. Fazem-me chorar, refletir e imaginar como seria existir sem elas.
Às vezes penso que, se não as tivesse, talvez este texto jamais existisse. Talvez eu fosse uma pessoa diferente, com outros pensamentos, outras sensibilidades e outros silêncios. Por isso, gostando ou não, elas fazem parte de quem sou. Não as escolhi, mas aprendi que carregá-las também moldou a forma como enxergo o mundo, a dor e a própria vida.
- Tiago Scheimann
Pacto eterno de Amor
Te vejo...
E o meu coração
Acelera no peito.
Me perco em teus olhos
E, mais uma vez,
Insisto em te conquistar.
Esqueço quem sou
E o que significamos
Um para o outro.
Por centelhas de segundos,
Esqueço
Que você nasceu para me amar.
Nesse instante,
Somos apenas eu e você,
Aqui, agora.
Não me lembro
Das outras vidas,
Através do tempo.
Das noites quentes de amor,
Dos nossos casamentos,
Das vezes que me deixou.
Não me lembro
Do pacto que fizemos
De nos encontrarmos em todas as vidas.
Sou só eu e você,
Aqui, não em outros tempos.
Não por maldade —
Apenas não me lembro.
Que existe algo mágico,
Que nosso vínculo é infinito,
Que o nosso amor
É eterno e espiritual.
Esqueço
Que sinto o que você sente:
As lágrimas caindo
Do seu rosto,
O coração acelerado
— não é só o meu —
A raiva e a alegria
Que não são minhas.
Essa telepatia
Que não se explica,
Mas que está presente
No nosso dia a dia.
Mas por horas
Sou só eu,
Tentando ser vista,
Mostrando que existo.
Fico tentando chamar
Sua atenção.
Quero que me veja,
E que me ame de uma vez.
Esquecendo que você
Não vai se apaixonar por mim —
Vai se lembrar.
Lembrar quem eu sou.
Lembrar do contrato
Que fizemos:
De nos encontrarmos
E sermos felizes no final
Do nosso pacto eterno de amor.
O amor eterno entre a existência e a inexistência
Um sempre existiu, o outro nunca existiu.
Tão opostos, ao mesmo tempo tão iguais...
Um cria, o outro desfaz.
Um sempre nasce, o outro sempre morre.
Um é tudo, o outro é nada.
Mas o que é o nada, se tudo é tudo?
Parece um paradoxo impossível de explicar,
como o amor que sinto e não consigo decifrar.
Algo que está além da minha razão,
por isso, deixo apenas essa reflexão.
455🙏❤️O amor divino, eterno é imortal, sublime e está dentro de nós, n'alma, no coração em nossa consciência, na essência da humanidade que desperta cada qual no seu tempo seu querer, vem de vidas pretéritas, de lutas, e sofrimentos, e grandes turbulências e distúrbios interno, uma conquista onde os afins do amor se completam num simples olhar, brota dentro de nós, não é troca, é doação, é luz, é expantaneo, é de convívio diário onde nada destrói, nada ofusca, nada fere, nada atinge e separa vidas que se amam, não é ilusório, é verdadeiro, tem diferentes formas de amar, mas um só destino, amor de pais, de filhos, cônjuges, casais, irmãos, amigos, entre povos e raças, o amor é universal, viva esse amor tá dentro de você, o despertar da consciência te faz sentir no seu interior a presença de Deus seu reino e sua morada, de Jesus nosso mestre e irmão que nos ensinou a importância do amor que faz brotar a caridade e a doação do perdão, reflita sempre que esquecer de amar. Estude a doutrina dos Espíritos que te esclarece e te mostra o caminho do amor...❤️🙏BOM DIA FAMÍLIA.
Ayache Vidal.
O Amor Eternizado nas Saudades
As saudades que você deixou já estão enraizadas na minha mente.
São marcas do seu amor, da sua amada existência.
Irei carregá-las para sempre para onde eu for, para continuar sentindo a sua presença.
Para mim, nunca perderá o seu valor.
Para a minha vida, você foi e será uma bênção.
O amor que se torna amizade é uma travessia silenciosa, mas carregada de eternidade. Ele não se apaga, não se dissolve no esquecimento, mas se reinventa em outra forma de presença. No início, o amor é vertigem: é o encontro que acelera o coração, a urgência de estar junto, o desejo que não conhece limites. É chama que consome, é tempestade que arrasta, é promessa de infinitude. Mas o tempo, com sua sabedoria paciente, mostra que nem sempre a intensidade pode ser sustentada. O que permanece, então, é a essência — e essa essência, quando verdadeira, se transmuta em amizade.
Essa metamorfose não é perda, mas conquista. O que era paixão se torna confiança; o que era desejo se torna cuidado; o que era promessa se torna memória viva. A amizade que nasce do amor carrega uma densidade única, porque conhece os segredos, os silêncios, os abismos e as alturas. É uma amizade que não se constrói apenas no cotidiano, mas que guarda em si a lembrança de um encontro que já foi maior do que a vida.
Há uma filosofia profunda nesse processo: compreender que os vínculos humanos não precisam se romper para mudar. O amor não desaparece, apenas muda de forma, como a água que deixa de ser rio para repousar como lago. Continua a ser água, continua a ser essência, mas agora habita outra paisagem. Já não corre com velocidade, mas reflete o céu com serenidade. É permanência, é horizonte, é eternidade.
E há também uma poesia nessa transição. Amar e depois ser amigo é reconhecer que a intensidade não é a única medida da verdade. É perceber que o amor não precisa sempre arder para existir — às vezes, basta iluminar. E nessa luz tranquila, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser paixão, continua a ser presença. Ele se torna companheirismo, cuidado, memória viva. Ele se torna amizade.
No fundo, o amor que se torna amizade é uma vitória contra o esquecimento. Ele prova que os encontros autênticos não se desfazem: apenas se reinventam. E nessa reinvenção, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser chama, continua a ser calor. Não como incêndio que consome, mas como brasa que sustenta. Não como tempestade que assusta, mas como horizonte que acolhe.
Assim, o amor que se torna amizade é mais do que uma transformação: é um testemunho de que nada do que é verdadeiro se perde. Apenas se transforma. E nessa transformação, encontramos talvez a forma mais pura de eternidade: quando o amor escolhe sobreviver em outra forma, não como paixão que devora, mas como amizade que permanece.
O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio, foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda, nasceu a esperança que nem a escuridão conseguiu apagar.
O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível com mãos feridas, transformou lágrimas em promessa, e o fim…
em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
— porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.
E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando
a gente acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.
O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio,
foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda,
nasceu a esperança
que nem a escuridão
conseguiu apagar.
O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível
com mãos feridas,
transformou lágrimas em
promessa, e o fim… em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
—porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.
E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando a gente
acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.
Eternamente
Não quero que esse amor seja eterno.
eterno pesa,
eterno prende,
eterno cansa até o que é bonito.
e se for pra ser eterno,
que eu morra
sem te amar de verdade.
que eu morra amando pouco,
amando torto,
amando de longe.
porque te amar de verdade e pra sempre
seria morrer todo dia
um pouco mais.
(Saul Beleza,)
O amor não se sustenta nem se eterniza só na calmaria, mas também na fidelidade nas tempestades.
Na saúde, na doença e na eterna gratidão por estarmos juntos.
Sem revolta, passamos o Natal no hospital.
Sabíamos — e seguimos sabendo — que o Grande Aniversariante veio pelos doentes.
Sem revolta, passamos o réveillon no hospital.
E hoje, sem revolta, passaremos também o nosso aniversário de casamento no hospital.
Porque sabemos que estar juntos não é circunstância — é aliança: na saúde e na doença.
Naquele que tem autoridade até sobre a tempestade, confiamos:
Ele jamais permitiria que a atravessássemos se não pudesse dominá-la.
Mas ainda assim, Pai Amado, humildemente Te suplico:
restaura a saúde da mulher da minha vida —
aquela que me deste por esposa.
Toca seu corpo com a Tua cura,
acalma sua alma com a Tua paz
e renova suas forças dia após dia.
Dá-nos vigor quando o cansaço insistir,
silêncio quando o medo tentar falar mais alto
e esperança quando os dias parecerem longos demais.
Sustenta-nos na travessia
e permite que, ao final dela, saiamos mais inteiros,
mais gratos
e ainda mais unidos em Ti.
Que o Pai Amado continue abençoando a nossa jornada!
A Ti, Pai, gratidão por mais um ano de casados!
Amém!
Memória amorosa
da nuvem branca
que abraça, como
voto de amor eterno,
o Vulcão Irazú.
Trago o meu universo
diante dos teus
sedutores olhos.
Se você irá entender,
realmente não sei;
da minha parte,
pistas e poesia dei.
A expectativa, bem
próxima da florada
da Guaria Morada,
continua vívida,
embora recolhida,
desenhando na beira
do mar na Costa Rica
Com leveza, romance,
calma e delicadeza,
com os fios do tempo,
sedutora irei tecendo
o seu pertencimento,
embora convicta assuma
a apaixonada urgência
da partilha do sentimento.
À espera do consentimento...
.
Amor eterno amor
Vivo so quando to perto de você
Meus sonhos so se realizam quando estou com você
Minha vida teve mais sentido quando conheci você
Amor eterno amor
Sinto que o meu amor é eterno por você
Nao consigo mais pensar se nao for em você
Antes eu vivia ser viver
Quando te conheci
Eu realmente vivi
Eu nao consigo viver longe de você
Minha vida nao tem sentido quando nao estou com você
Você quer voar?
Vem comigo que te levo a lugares que no meu mundo so tem você
Queria sentido para escrever e cantar
Mais com você tenho mais do que coisas para escrever e cantar,
Com você eu ganhei a razão de viver com você pro resto da minha vida
Eterna lembrança
Passa o tempo e o desejo permanece
Crescendo em nós dois
O amor jamais vai nos deixar
Esquecer do dia em que nos conhecemos.
Fico pensando
É como perder a alma no deserto
Sedenta de um pouco de você
Dando-me o teu colo de menina bela.
Como uma pombinha de assas abertas
Muitas vezes agasalhou-me no teu ninho
De carinho, de meiguice, de amor.
Em você há o eterno amor imenso
Que vai tudo florindo e transformando
A minha vida em lembranças eternas.
ETERNA LEMBRANCA
Passa o tempo e o desejo permanece
Crescendo em nós dois
O amor jamais vai nos deixar
Esquecer do dia em que nos conhecemos.
Fico pensando
É como perder a alma no deserto
Sedenta de um pouco de você
Dando-me o teu colo de menina bela.
Como uma pombinha de assas abertas
Muitas vezes agasalhou-me no teu ninho
De carinho, de meiguice, de amor.
Em você há o eterno amor imenso
Que vai tudo florindo e transformando
A minha vida em lembranças eternas.
(Nelson Locatelli, escritor)
Amor eterno
Meu coração bateu mais forte
quando eu ouvi você falar
te amo até a morte.
meu sentimento por você
almenta cada vez mais
nosso futuro é você quem faz
estou realizada pois encontrei
minha outra metade que eu tanto procurava
foi quase uma vida pra te achar
agra ganhei outra vida pra te amar
você é meu amor
minha vida é te amar
você é meu sonho
meu sonho quero realizar
so a mulher mais feliz desse mundo
você me ensinou a amar
quero desabafar
contar oque estou sentindo
quero gritar ao mundo
que meu amor por você
é eterno
e não estou mentindo
meu amor por você
é maior q o infinito.
Amor Eterno
Amor que nunca se acabou.
Ficou guardado como foto antiga
que se deixa dentro de um livro.
Amor que se achou
e se perdeu,
e agora se encontra de novo.
Antigo e amigo amor,
que o tempo conservou,
e sempre caminhou por perto.
Quando procurei por ele
me olhava com o mesmo carinho
daquele menino que conheci.
Me abraça,
me lembra quem fui,
me traz de volta pra casa.
Leva meus medos embora,
seca minhas lágrimas.
Cuida de mim.
