Textos Reflexivos sobre Casamento
Desejo a paz e a fortaleza das águas,
que impetuosas em caudalosos rios
vão percorrendo montanhas
e contornando obstáculos.
Na nascente, estreito riacho,
rolando seixos,
silenciosamente engrossa seu leito,
e proporciona abundante colheita.
Prosseguindo seu caminho,
encontra seu afluente que lhe traz força e vigor,
aprofundando seu leito, até que,
silenciosamente, e juntos,
derramem-se num lindo por de Sol no Oceano.
E até que a Lua venha para iluminar,
com um eterno mar de estrelas refletidas,
no oculto da noite,
e o Sol venha despontar
na hora mágica do amanhecer,
num lindo e eterno dia,
de luz e de festa no Universo.
Quando um coro de anjos
dará glórias, aleluia e dirá:
o amor é eterno
e só ele transforma, cura e salva.
O segredo da Felicidade é fazer o bem ao próximo mesmo que está pessoa não esteja merecendo isso. Ela não vai entender mais você e Deus entenderá o valor desta felicidade.
As pessoas estão infelizes não é porque precisam de coisas novas. As pessoas estão infelizes pelo simples fato de que elas não estão fazendo nada pra ajudar a alguém.
O que você faz com o seu tempo que você tem?
O que você está fazendo de uso com o dom que Deus te deu?
O que você fez ou faz com seu dinheiro ou coisas que você tem em prol do outro?
Podemos ganhar ou perder... "COISAS" Mais aquilo que fazemos para o bem do próximo, pode ter certeza que ganharás o dobro. Está benção nada e ninguém pode tirar de você.
Uma; Pela parte pessoal de se sentir útil e a outra do dobro é a parte que você já receberia por ser de coração agradável a Deus, mais ganhará melhor ainda porque não foi egoísta e quiz a felicidade da pessoa como você esta sendo e no final seremos todos. Porque quem recebe ajuda é feliz, mais quem dá é mais ainda.
É muito difícil saber que fomos apenas instrumento de apredizagem, saber que o que fizemos foi esquecido ao vento, apagado com apenas uma onda.É dificil aguentarmos as coisas sabendo-se que não estão nem aí para nós, que somos passado.
Fizemos de tudo, de corpo,alma e coração.Depositamos cada sorriso, cada esforço, cada pedacinho de nós e não adiantou de nada, somos apenas passado hoje.
Como fazer pra sobreviver assim?Andamos, vemos falamos com centenas de pessoas todos os dias e assim mesmo sentir essa solidão que dá até frio na alma, o que fazer?
Sentar a beira mar, chorar rios de lágrimas no mar, tocar a música triste das almas, sentir o frio mas terrível do mundo, viver apenas por viver, chorar em horas sem qualquer motivo, observa aquele casal na praça e sentir falta de alguém do seu lado, tomar aquele sorvete sozinho, ver um filme só e dormi chorando, ter uma novidade, um sonho uma alegria e não ter para quem contar os detalhes, não ter para quem ligar e passar uma hora falando sobre besteiras...é muito triste ser sozinho.
E com isso tudo, ainda ser obrigado a viver, mas se eu continuar chorando tanto vou acabar me afogando em minhas próprias lágrimas!
'' odeio por ter te amado ''
Olhando pela janela do meu quarto vejo a Lua e nada mais,volto a olhar para dentro do meu quartoe só enxergo o escuro e nada além disso.Por que esse vazio tão grande?No meu olhar não se tem mas o Brilho de Viver, minhas atitudes são em vão, pois ninguém as reconhecem.
Viver apenas por viver, apenas por que o coração pulsa, mas pulsa vazio, com raiva, com tristeza, bate sozinho, sem ânimo.O tempo parece não passar, o arco-íria não tem cor, a vida é preta e cinza, a vida é quase por essa tristeza sem ''vida''.
Por que o amor nos faz experimentar o soboroso gosto da plenetude no céu e depois nos leva ao poço no inferno?
A vida se mostra triste, mas de todos as pedras em meu caminho um dia ainda contruo um castelo.
Não era amor; era vontade, era momento, era brisa suave que dá no rosto e logo passa. Não queria para sempre; queria apenas aquela noite poder olhar nos olhos e aproveitar o que inesperado me reservava. Sabe, não sou fã de contos de fadas e não acredito que o amor verdadeiro um dia vá aparecer em um cavalo branco. Acho que o amor aparece na sua vida todos os dias; em um olhar sincero no metro ou até mesmo no toque de mãos daquele cara bonitinho do seu trabalho. Foi amor, foi momento, passou.
E se o amor chegasse Em um instante Seria o bastante Se cada instante Fosse sempre O amor é um encontro Sobre um acaso certo Não tem tempo Quando se tem olhar Profundo...Alem... Há reconhecimento... Os sinais... O amor se entrega Num abraço de chacras E se dispõe a troca E quanto as duvidas? Vem um sorriso de lembranças Trazendo doces déjà vus... E se a alma passeia Nem se sabe tanto por onde andou Só se recorda dos amores Que viveu INTENSAMENTE!
Devemos nos vestir como manda o figurino, fazer amor com ou sem vontade, matar em nome de fronteiras, desejar que o tempo passe rápido e a aposentadoria chegue logo, eleger políticos, reclamar do custo de vida, mudar de penteado, maldizer os que são diferentes, ir a um culto religioso aos domingos, ou sábados, ou sextas, dependendo da religião; e ali pedir perdão por nossos pecados, encher-nos de orgulho porque conhecemos a verdade, e desprezar a outra tribo, que adora um deus falso.
Ora, o tal bichinho chamado amor é capaz de amoldar seus escolhidos a todas as circunstâncias e de obrigá-los a fazer quanta parvoíce há nesse mundo. O amor faz o velho criança, o sábio doido, o rei humilde cativo; faz mesmo, às vezes, com que o feio pareça bonito e o grão de areia um gigante.
Alegria jamais senti...A poesia se refletia em mim...foi hoje que te conheci.Amor verdadeiro jamais senti...Nada exigi nem de voce e nem de mim...Aconteceu, e o coracao bateu...para voce e para mim...As maos se uniram,os copos cairam...verdadeiro encontro,beleza...amor...pureza...Olhares trocados,coracoes acelerados...A noite caia,e eu nao sabia o que me acontecia...Oh! Que perda abencoada...Era a felicidade que chegava...ceu azul...alegria...mar... e calor.De cima ele olhava, de baixo eu me encantava...Coracao batia,perna tremia,as moas esfriavam,e o verdadeiro encanto chegava....Primeiro oi...Que alegria,nao adiantava, ali ninguem atrapalhava...momento unico,para voce e para mim...Eu me envaidecia com tamanho galanteio,que era verdadeiro...Ele se encantava com a tamanha beleza e pureza...oh! Que alegria, ali nao adiantava ninguem atrapalhava...Amor de verao...nao...foi amor no coracao...simone vercosa
HOJE NAO HAVERA POESIA.Hoje nao havera poesia.Nao pode o poeta cantar amor no peito que reina so melancolia.N'alma despedacada em que se agita,Qual escravo punido que sofre e grita sob o latego cruel do seu senhor.HOJE NAO HAVERA POESIA.Se quebrada do poeta a lira fora.Padecendo em trista agonia,Dor que rompendo-lhe o peito qual ferida.E ofuscando-lhe a mente,despedida de deusa maior e musa inspiradora.HOJE NAO HAVERA POESIA.Tambem o passaro canta impotente acordes de divina harmonia.Se cala,ante a bala, que de repente da alma ferroz do cacador.HOJE NAO HAVERA POESIA.Manto da desesperanca hoje cobre de negra solidao o espirito pobre,do poeta que ontem cantava alegria em doces encantos do amor mais puro.Que iguais nao ha noutra musa que procuro.HOJE NAO HAVERA POESIA.TALVEZ...nascendo radiante a alvorada,Trazendo de volta da vida a alegria.No dorso enfim a deusa amada e de resto me traga ainda a lira inteira,para cantar a FELICIDADE VERDADEIRA...cyro vercosa
Medo da Eternidade
Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.
Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.
Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:
- Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.
- Como não acaba? - Parei um instante na rua, perplexa.
- Não acaba nunca, e pronto.
Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual eu já começara a me dar conta.
Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.
- E agora que é que eu faço? - Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.
- Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.
Perder a eternidade? Nunca.
O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.
- Acabou-se o docinho. E agora?
- Agora mastigue para sempre.
Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.
Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.
Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.
- Olha só o que me aconteceu! - Disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!
- Já lhe disse - repetiu minha irmã - que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.
Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.
Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.
Eterno! Eterno!
O Padre Eterno,
a vida eterna,
o fogo eterno.
(Le silence éternel de ces espaces infinis m'effraie.)
— O que é eterno, Yayá Lindinha?
— Ingrato! é o amor que te tenho.
Eternalidade eternite eternaltivamente
eternuávamos
eternissíssimo
A cada instante se criam novas categorias do eterno.
Eterna é a flor que se fana
se soube florir
é o menino recém-nascido
antes que lhe dêem nome e lhe comuniquem o sentimento do efêmero
é o gesto de enlaçar e beijar
na visita do amor às almas
eterno é tudo aquilo que vive uma fração de segundo
mas com tamanha intensidade que se petrifica e nenhuma
[força o resgata
é minha mãe em mim que a estou pensando
de tanto que a perdi de não pensá-la
é o que se pensa em nós se estamos loucos
é tudo que passou, porque passou
é tudo que não passa, pois não houve
eternas as palavras, eternos os pensamentos; e
[passageiras as obras.
Eterno, mas até quando? é esse marulho em nós de um
[mar profundo.
Naufragamos sem praia; e na solidão dos botos
[afundamos.
É tentação a vertigem; e também a pirueta dos ébrios.
Eternos! Eternos, miseravelmente.
O relógio no pulso é nosso confidente.
Mas eu não quero ser senão eterno.
Não, é que vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso, entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e o Deus.
(Um sopro de vida)
É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer, porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.
(Perto do coração selvagem)
Felicidade
A jovem de 15 anos que se suicidou não resistiu à própria pressão psicológica depois de inúmeras tempestades mentais na qual se sentia diferente e não conseguia satisfazer aos sonhos de seu pai, mães e exigências sociais.
O viciado em drogas de 26 anos foi preso por assassinar três pessoas que presenciaram o roubo de suas casas, surpreendidas enquanto assistiam a um filme, à medida que ele necessitava do valor financeiro das mercadorias para obter satisfação ao vício.
O homossexual de 35 anos hoje vive afastado de sua família, que se deu devido ao fim do seu primeiro casamento, financiado por seus pais cristãos conservadores e com o aval de seu filho em nome da felicidade da família. Hoje não há mais família, a não ser a sua formada depois do novo casório com um homem.
O padre de 57 anos foi levado ao seminário para cumprir a promessa de seus pais cristãos e também para vê-los felizes, tudo em contraste às dezenas de pais tristes das crianças de 5 à 12 anos por ele abusadas.
Um homem de 37 anos hoje é executivo de uma grande empresa de tecnologia após sabotar, roubar, aliciar, criminalizar e contraverter ex-colegas de trabalho que hoje ganham um salário mínimo, estimulado pelo orgulho de seu pai morto que foi trabalhava em condições precárias naquela empresa e também pelos desafios sociais sofridos por ele, que o levaram a querer provar a própria capacidade.
O comum garoto de 5 anos chamado William não tem discernimento suficiente para sentir-se pressionado a satisfazer qualquer vício, gosto excessivo, sentimento de culpa, orgulho ou vingança, ou ainda para fazer alguém que não seja ele feliz.
William não se importa com nada além de sua própria felicidade. William é feliz.
Sua olência ficou em mim, assim como as afirmações e adjetivos de lisonjas sabe la se verdadeiras.
Sua crina a se esparramar em meu peito enquanto afagava sua cabeça, ricos eramos em acalentos.
Como quem monta éguas selvagens de Diomedes que devoram os estrangeiros, te pucho fortemente para mim entrando em você com toda sorte de impulsos violentos do amor eros.
Disputa brutal, ali fiquei atacando quando você queria escapar e quando afrouxava era atacado por você.
Como escapar do que nos prende porque desejamos ser presos.
Culpa do desejo pelo bruto, pelo inverso, pelo longínquo, pelo que não se submete, pelo indomável e pelo que ainda não possuímos.
Como pedra bruta e suja que lapidada e limpa, torna se a joia mais rara, linda e brilhante que aformoseia o rosto de uma bela mulher.
Assim é, o seu sorriso após chamar, sempre farei questão de contemplar.
E você estava ali do meu lado;
Eu sentindo seu cheiro,
Seu calor,
Sua pele macia.
Eu pudia tocá-la
Apertarte contra mim!
Mas ao mesmo tempo
Você não estava
Porque preferia não fazê-lo;
O medo da reprovação
Sempre é a pior das angústias
Quando se está apaixonada
Você acordou
Me disse que estava sem calcinha
Fiquei atordoada!
Não sabia o que falar
Só sentir
Sentir mais vontade de você.
Os Amantes
Amaram-se como amam dois amantes
Da felicidade beberam toda a taça
Todo o vinho, todo o cio... de graça
Amaram-se como amam dois amantes
Somente pele e boca e mamilos e mãos
Em cada grito, greta, gole... mãos
Amaram-se como amam dois amantes
Sem palavras, sem pressa, sem “não”
Sujaram-se e fundiram-se no chão
Dois amantes não fazem escolhas
São como o tempo passando
Ou uma brisa espalhando as folhas
Nascem e renascem se amando
Só de pensar que o m lhor momento da minha vida foi no banco de trás de um uno. O vidro estava todo embaçado, era frio, nossos corpos se tocavam delicadamente, com toques firmes de respeito e entrega. Transamos por horas já nem sabíamos quanto tempo havia passado ou onde estávamos era gostoso era maravilhoso era perfeito te amo pra sempre minha garota.
S....
Ansiedade. ..
Sinto por ti desejos que nem ouso nomear
Anseios de mãos à resvalar pelo meu corpo
Tranquilas e certeiras como a brisa dum sopro
Atiçando minhas chamas, me chamando para amar. ..
Seria muita ousadia dizer como tanto o quero
Talvez fosse loucura dar nome à este sentir
Despudor insandecido da minha carne à rugir
Gritando em silêncio por tua presença _espero!
E enquanto o aguardo toco_me na intimidade
Desaguo lentamente por rios de luxúria
Em pensamentos que delatam minha verdade.
Por isso nada digo e tudo ouso sentir _tudo!
Enquanto lá fora a noite cai languidamente
Mas quando chegares o terei como nunca_eu juro!
Elisa Salles
(Direitos autorais reservados )
Paraíso
Quando me amas com todo o teu desejo
Traçando mapas no contorno do meu ser
Tudo o que anseio, moço, é te pertencer
Te conheço intimamente...te olho e te vejo!
E sem falsos pudores te mostro meu eu. ..
Dispo me das roupas e de todo artifício
Neste momento provar te a boca é meu ofício
É com toda a vontade que extraio o gemido teu!
Lá fora a vida grita suas chagas e suas dores
Numa agonia que toca até mesmo os deuses
De nada disso sabemos; perdidos de amores!
Pois nos teus braços encontro alento e riso
Na ternura e no aconchego do amor sagrado
Com que me levas aos confins do paraíso!
Elisa Salles
(Direitos autorais reservados )
