Textos reflexivos para professores que motivam a paixão pelo ensino

Professar a profissão de professor pressupõe principalmente pregar, pautado em premissas positivas. Pois, permanentemente o poder das palavras pode potencializar a perseverança. Portanto, persisto plenamente na práxis, publicando projetos, planos e pautas, no propósito pacífico de prestigiar pessoas plenas, pelas perícias peculiares e pertinentes ao processo profissional.

Inserida por josue_bertolino

O que a criança vivencia é o que ela mais capta. Não é somente o que o professor diz a ela, mas o que ela ver principalmente pai e mãe fazendo. A educação pelo exemplo é a mais importante de todas. A criança vai captar muito bem o comportamento dos pais e há uma grande possibilidade de reproduzi-lo. A educação é feita a todo o tempo, não somente quando se fala, mas principalmente por suas ações. Uma criança deve aprender essencialmente que o mundo é feito de diversidades e que o respeito pelo outro é essencial para uma vida harmônica.

Inserida por JaneSilvva

⁠No velho normal, era assim: Eu, como professor de filosofia e bacharel em teologia, não podia falar de religião em sala de aula, porque a escola pública era laica, assim diziam. Porém, o aluno se atrevia contestar-me, não contribuindo com a aula, todavia tentando defender as doutrinas de sua igreja. Dava seu estudo bíblico, já matando a aula em si. Passei muito por isso: sendo que eu não defendia nenhuma religião e não frequentava igreja alguma, eles se achavam melhores. Então, arrogantemente se mostravam saber mais do céu e das obrigações cristãs. Por várias vezes, perguntei-me, por que esses eram os piores exemplares de aluno, bastando só conferir suas notas. E por que estavam Sempre dispostos a maltratar qualquer um, defendendo seu Deus e seu fanatismo. Ah, como sofri, tentando fazê-los pensar e discutir seus conhecimentos para renová-los. Aí, atraí mais denuncias para eu resolver com o diretor, manchando minha reputação. E por medo ou só por ignorância mesmo, nunca pude contar com o apoio da maioria da classe, eram evangélicos. Acho que o coronavírus veio de Deus, para a escola se encontrar! E varrer o que é ruim. CiFA

Inserida por Kllawdessy

⁠Uma das melhores sensações do professor, da professora é perceber a ascensão socioeconômica daquele ou daquela que antes foram seus alunos. Um dos piores sentimentos, ser "governado" por gestores que não valorizam os profissionais que mais contribuem para o crescimento econômico da sociedade.

Inserida por vicente_culino

⁠No novo normal, é assim: O professor escolhe um vídeo na internet para sua aula não presencial, e a aluna pergunta: "Não poderia ter escolhido um vídeo melhor!"? Eu aqui sem reação justifico-me: Quem leva a sério uma pergunta tola é tão tolo como quem a fez. E considerando que uma resposta branda desvia o furor, não há nada mais brando do que o silêncio. Não vingar-me é uma forma de perdão! CiFA

Inserida por Kllawdessy

Desde o Meno, de Platão, é possível estabelecer que o professor não é, em primeiro lugar, alguém que sabe instruindo quem não sabe. Ao invés disso, ele é alguém que tenta recriar o assunto na mente do estudante. Sua estratégia é a de antes de mais nada fazer o estudante reconhecer o que potencialmente já sabe, e isso inclui a quebra dos poderes de repressão interna que o impedem de distinguir o que sabe. Eis aí a razão de ser o professor, e não o estudante, quem faz a maior parte das perguntas. Esse traço de ensino em meus livros provocou algum ressentimento entre meus leitores, ressentimento que se deve muitas vezes à lealdade para com outros professores. Esse ressentimento vem junto com a percepção de uma certa esquiva deliberada de minha parte, trazida à baila sobretudo porque não dispenso a ironia, coisa essencial, para todo o professor desde Sócrates. Nem toda a esquiva, entretanto, é apenas uma esquiva. Até mesmo as parábolas de Jesus eram ainoi, ou seja, fábulas com uma característica de enigma. Em outras áreas, como no zen-budismo, o professor no mais das vezes é alguém que mostra sua capacidade por se recusar a responder às perguntas ou que as varre com algum paradoxo. Responder a uma pergunta (ponto a que voltaremos no curso deste livro) é consolidar o nível mental em que foi formulada. A menos que se deixe algo de reserva, sugerindo a possibilidade de uma pergunta melhor e mais completa, o avanço mental do estudante se detém.

Inserida por LEandRO_ALissON

Perguntei a ele: O que pretende ser quando crescer? Ele disse: Professor! E continuou: Mas dizem que ganha pouco! Então disse a ele: A vida me ensinou que o conceito de "ganho" é relativo. Faça aquilo que vale a pena e lhe deixa feliz, mas com excelência! Ele disse: Sou feliz por te ter ao meu lado.

Inserida por andrelina_lima

⁠No velho normal, era assim: Tanto a escola pública, quanto a particular estavam cheias de Professores sem vocação, mercenários, transigentes, alegando ser profissionais e só falavam em salário, eram falsos professores, por isso condenados às facadas de seus alunos! Hoje sabemos que ensinar é um ato de amor e o aprendizado é de respeito. Só aprendemos de quem gostamos, e a verdadeira amizade é alicerçada na justiça. Eles caíram na mesma fossa carnal que criaram para os seus ouvintes e foram destruídos. Mas, o professor vocacionado, o escolhido, este sim é reto, e sua metodologia não é moldada no aluno, tentando agradá-lo para não perder o cliente. Porém, é o contrário, eleva o aluno a seu nível por métodos próprios, sem a deformidade do cabide de emprego.

Inserida por Kllawdessy

⁠O maior equívoco do sistema educacional é tomar o aluno por patrão de professor. É "abominável a escrava que toma o lugar da sua senhora"! Oxalá, a escola não esteja ensinando inversão de valores! E Eles juram que pagam meu salário. Se um aluno da rede pública custa para o estado 3.000 reais por ano, sou eu quem paga para ele está ali. Meu imposto de renda vai para onde? O termo "dar aula" é demais apropriado, na verdade, pagamos para trabalhar. E, muitas das vezes, sermos maltratados.(CiFA

Inserida por Kllawdessy

Esse tal sábado letivo mina o pouco tempo que o professor tem para estudar e se revigorar! Penso que haveria muito menos professores e funcionários da educação desanimados se tivessem essa compreensão. É isto que direciona a educação para a vida: importar-se mais com a quantidade que com a qualidade?

Inserida por Kllawdessy

Consultas psicológicas, Psicoterapia e Psicanálise. Ex-professor do curso de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas - UFAL e ex-professor do curso de Psicologia do Instituto de Psicologia de Maceió - IPM (do Centro de Estudos Superiores de Maceió - CESMAC). Mais de 30 (trinta) anos de experiência profissional como Psicólogo e Psicanalista.

Inserida por rjdsantana

Há filósofos que pensaram durante mais tempo e melhor sobre a ética da medicina do que o professor de medicina alguma vez teve tempo de fazer. Há filósofos que pensaram durante mais tempo e melhor sobre a experiência das duas fendas do que os físicos. Há filósofos que pensaram mais tempo e melhor sobre os fundamentos da matemática do que alguma vez será provável que um matemático o faça. E assim por diante. Tenho consciência de que um filósofo não pode dizer isto da sua profissão sem trair uma certa arrogância. Contudo, é a verdade literal. E é uma justificação suficiente para a existência de uma classe de pessoas especialmente formadas em filosofia.

Inserida por LEandRO_ALissON

Acho bacana, eu fico imaginado aqui comigo, o professor Olavo de Carvalho, fica tomando aquele cafezinho yankee dele,entre uma postagem e outra... sentado no escritorio, fumando o seu cigarro.... kkkk eu já tou pegando a mesma mania do profi. sento no meu escritorio, já esvaziei umas 11 latinhas de coca - cola e 2 de ITAIPAVA... kkkkk a diferença é que eu curot fumar cachimbo e não cigarro.

Inserida por joseaquino777

Iniciei como professor de história mostrando o quanto sabia escrever, identificar realidades em mapas, datas, fatos e etc. Percebi em poucos meses o quanto me distanciei da realidade vivida pelos meus alunos. Penso que mais interessante que falar da Revolução Francesa, seria começar a mostrar para os alunos a realidade que eles vivem, se questionando sobre o que é a escola, o que é a politica, para depois tomarem consciência do quanto a Revolução Francesa teve impacto na organização social e politica em que vivemos. Assim, mostraremos o que é a liberdade, igualdade e fraternidade tão disseminada.

Inserida por RicardoMoura

[Na EJA], é imprescindível que o professor consiga levar os estudantes a participar constantemente de cada ação educativa, interagindo ativamente com os outros e com o meio, permitindo reflexões e a busca por soluções transformadoras, e, assim, deixando a condição de oprimidos ou excluídos.

Inserida por ninhozargolin

Toda garota já; mentiu para a mãe, mentiu pro professor, tomou um banho de chuva, riu quando não pôde, chorou até dormir, molhou a casa inteira porque esqueceu de pegar a toalha, riu de piadas super idiotas, se apaixonou, sofreu em silêncio, perdeu uma amizade importante, chorou por um carinha que lhe fez sofrer, teve cólica, ouviu várias vezes a mesma música no mesmo dia, tem como melhor consolo o chocolate… garotas sempre iguais, mas ao mesmo tempo, tão diferentes.

Inserida por tha123

Quem dera que cada professor entrasse cada dia em sala,como um grande ator entrando em um palco,(principalmente das séries iniciais)...Que fizesse das aulas um espetáculo,daqueles que valem a pena ser lembrados,de preferência de humor...E fosse capaz de total cumplicidade,com cada aluno a sua frente,pois eles seriam a plateia a lhe sorrir!

Inserida por ElaineMazur1980

Não existe aula ideal, nem aluno ideal, nem professor ideal. Há sim, a aula real, a que atende ou não as demandas do aluno. Há o aluno real, que traz potencialidades e dificuldades a serem trabalhadas. E há o professor real, que a partir da realidade de seus alunos, de seu arcabouço cultural e repertório de vida, trabalha o conteúdo, bem como a forma de comunicar. Penso que aqui está a chave: saber comunicar, como despertar a atenção e o interesse do aluno em situações em que ele não está disposto a aprender. Cabe ao professor demonstrar seu interesse pelo aluno, proximidade, fazendo o aluno compreender que o professor não é seu inimigo, mas um parceiro, um aliado na construção de seus conceitos e conhecimento.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

Uma aula que vale à pena é aquela que consegue transformar professor e aluno; ou como dizia Alicia Fernandez, psicopedagoga argentina, é quando o professor consegue assumir papel de aprendente e dá a seu aluno a chance de ser o ensinante. Essa troca inteligente e humilde torna significativo o processo de ensino-aprendizagem e permite assim que aluno e professor tenham êxito na aula em questão. Afinal, uma aula que vale à pena tem de fazer sentido para todos que estão envolvidos nesse árduo processo que é a arte de ensinar. Um filme que me tocou muito e exemplifica claramente esse questão é Como estrelas na terra. Vale à pena assistir e refletir sobre o papel de cada personagem, trazendo em seguida para nossa realidade e adaptando de acordo com nossos conceitos e necessidades.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

A aula que vale a pena é aula que há aprendizado dos envolvidos, professor aluno e vice versa. Pode ser uma visão utópica demais para os dias atuais de nossa educação. Vejo nos meus alunos, quando o assunto é despertado pelo professor o tema é bem desenvolvido, as visões, opiniões e a teoria complementam e refletem o conhecimento sendo aplicável ou não. O importante são as relações construídas. A educação precisa humanizar pra encontrarmos os melhores caminhos. Bj amiga espero ter ajudado mas é o que penso pois é o momento que vivo hoje...

Inserida por JAugustoMaiaBaptista