Textos Reflexivos
Gosto dos clicks que a vida faz. Em um click você finalmente percebe o que é duradouro e o que é passageiro, o que é com ternura e o que é aventura. É no click que você entende quando está se levando uma vida que te tira a paz. Aprendi que mover céu e terra para alguém é lindo, mas a gente tem que se respeitar. Se lembrar dos nossos valores, princípios, e o essencial: nossos sonhos. Por isso parei de remar contra a maré em mim mesmo. Quem sempre sonhou com a completude, não espera e nem suporta metades. Porque quando você reconhece o seu valor, definitivamente, não é qualquer pouco que te satisfaz.
Por mais que a vida insista em me mostrar seus espinhos, eu prometi voltar meu foco pras flores. Então canto, em todos os cantos. Sorriso é pouco, o que quero e espero espalhar por aí é quase que feitiço bom, serenata de paz, luz multicor. Pr'aqueles que me ofereceram mentiras, tenho minhas verdades guardadas, num cantinho especial chamado esperança. Com um remo chamado amor, navego num barco de fé. Prometi gostar a cada dia mais das pessoas, por mais que algumas insistam em me fazer perder a confiança. Por mais que algumas desfaçam minhas expectativas sobre os sentimentos puros. E por mais que algumas me façam esquecer quem sou. Um dia, a gente entende que enquanto houver perfume, a beleza das flores continuará nos encantando. Mas sem essência, que fique claro, meus olhos não brilham mais.
Simplifique sua vida: Se não estiver a fim de sair, atenda ao telefone e diga. Se não está bom, diga também. Se tiver algo acontecendo, seja honesto (pois no final, estará sendo mais honesto com você). Não chame um colega de amigo, nem tampouco vice-versa. Não confie em estranhos. Dê mais valor na sua intuição, e para além disso, desconfie dela. Use manteiga de cacau nos lábios em dias muito quentes ou frios. Não critique pessoas que estão surgindo em seu círculo social (aparências enganam e elas podem se tornar seu maior tesouro). Aprenda que suas exigências mudarão conforme a abertura de sua mente. Escute seus pais quando disserem "leve um guarda-chuva" ou "leve uma blusa de frio" ou "não vá". Não pergunte a uma criança se você está bonito quando você estiver de baixo astral. Não espere ser cortejado por alguém que te serviu somente para tapar buracos (pessoas percebem isso e mudam de atitudes para com você). Crie menos expectativas em relação ao outro (pessoas erram, esquecem, não percebem). Não queime o filme de ex ou amigo com quem ainda pretendes reatar laços. Não espere muito do final de semana ou feriados (boas surpresas adoram o acaso). Não deixe as coisas para a última hora, deixe para, no mínimo, faltando umas duas rs. Não mande e-mails ou mensagens contendo informações de terceiros, algumas pessoas podem usar isso contra você. Nunca esqueça sua identidade em casa. Desconfie arduamente das pessoas que tentam te distanciar dos velhos - e verdadeiros - amigos. Tenha mais cuidado com as palavras que usa para se despedir de alguém, podem ser as últimas de ambos. E por fim, opte por não viver programações: a vida foi feita pra ser mais natural.
Vivemos sob a sombra de uma vida que nunca chega a começar, perseguindo um ainda não que se desloca infinitamente. A sensação de estar atrasado não é fruto da escassez de tempo, mas da impossibilidade de habitar o presente, sequestrado pelo fantasma das possibilidades não realizadas. A gente vive com a impressão de que está sempre correndo atrás de algo que sequer começou direito. Um atraso crônico para uma vida que nunca nos foi entregue por completo, apenas esboçada, nunca habitada. O sujeito contemporâneo não sofre por falta de liberdade, mas por seu excesso, uma liberdade que se transformou em obrigação de otimizar, experimentar, abraçar infinitos eus potenciais. O problema não é a quantidade de opções, mas a crença de que precisamos experimentar todas elas para ser felizes. Essa exigência nos fragmenta. Cada possibilidade que se abre exige um eu que se adapte, que performe, que justifique. Estamos esgotados não pela escassez, mas pela abundância. A ilusão da autonomia absoluta esconde uma verdade mais cruel: escolher não é sobre ganhar, mas sobre perder. Cada decisão é um luto pelas vidas alternativas que não serão vividas. Escolher não é decidir o que se quer, é aceitar o que se vai deixar para trás. É reconhecer que cada caminho traçado é um adeus silencioso às paisagens não percorridas. Mas estamos nos tornando incapazes de dizer esse adeus. Temos medo de fechar portas. Só que quem vive tentando manter tudo aberto, não entra de verdade em lugar nenhum. A multiplicidade de opções não nos liberta; nos paralisa. O menu infinito não amplia a existência, mas a esvazia. Por trás do fetiche pela experimentação total, há um pavor mudo ao compromisso, à irreversibilidade da escolha. Tem algo em nós que desejaria não decidir, como se a não-escolha nos protegesse da dor do arrependimento. Mas isso vai nos matando aos poucos, com uma overdose silenciosa de tudo. Porque, no fim, o excesso não nutre; entorpece. O neoliberalismo nos vendeu a ficção de que podemos (e devemos) ter tudo, mas a realidade é que a felicidade só emerge quando aceitamos os limites, quando nos permitimos ser finitos. Essa sociedade produz não vencedores, mas perdedores glorificados, indivíduos que interpretam a hesitação como sabedoria e a acumulação de possibilidades como libertação. Mas estamos criando, na verdade, uma geração de perdedores, de pessoas para quem a vida é uma porta fechada. Não por falta de chaves, mas por excesso de entradas possíveis. A overdose de opções é um sintoma da miséria espiritual de nossa época. O arroz com feijão do cotidiano, o ordinário, o repetitivo, nos apavora porque exige entrega, exige que paremos de correr atrás do próximo estímulo. Feche o outro cardápio. É só outra versão do mesmo prato, apresentado com verniz gourmet. No fundo, é a vida pedindo presença. Mas estamos ausentes, de nós, dos outros, do mundo. Quem insiste em manter todas as portas abertas condena-se a ser eterno espectador de si mesmo, um turista da própria existência. Uma vida cheia de possibilidades, mas sem entrega, acaba rasa. A verdadeira liberdade não está em ter infinitos caminhos, mas em caminhar por um deles, e pagar o preço. No fim, quem vence não é quem tem mais opções, mas quem consegue escolher... e bancar essa escolha.
Hoje me sinto feliz, não consegui fazer muitas coisas nessa minha vida!!!! Mas algo que realmente me fez sentir próximo de Deus, foi conviver com a querida e iluminada Joyce!!! Foram longos anos de amizade e confidências aonde eu consegui estar desprendido do meu orgulho, das minhas fraquezas e meus medos!!!!! Obrigado querida Joyce....Gratidão eterna.....
E que estranho minha vida!!!! E cada vez mais estranha, aos poucos fui perdendo a empatia, o sorriso e sem resposta nenhuma! Continuei sentindo e gostaria muito de lhe falar!!! Mais parece que alguma coisa me desligou de tudo isso!!!! Sentir sozinho me humaniza concerteza, mais qual a razão disso?
Aprendi coisas muita duras, na minha vida!!!! Me arrependo de muitas, decepcionei amigos, membros da minha família e espero que um dia eles consigam ler essas palavras...Porque na minha visão, pedir perdão aqui na terra é redundante o que vale é o exemplo!!!!! Sei lá quanto tempo eu terei mas graças a deus, pude buscar a honestidade em meu autoconhecimento!!!! Eu com 40 anos, descobri que não gosto de relacionamento afetivo e por isso... Decidi seguir minha vida só e com todo esse julgamento de tudo e todos!!! Eu não gosto e não sei porque julgam imaturidade isso. Imaturidade é tentar algo de que se não é capaz de cumprir...
A liberdade deve ser entendida como algo para que sua vida caminhe, existem pessoas que mesmo acorrentadas por diversas situações nas suas vidas, conseguem ser livres dentro de cada ponto de vista , as vezes ficar atado a pessoas e coisas, somente para se auto afirmar é uma forma de aprisionamento, precisamos cortar alguns laços, buscar forças e entender o peso daquilo que realmente nos prende e viver a liberdade para dentro e para fora.
As vezes o meu sentido da vida vai de contramão com de outras pessoas, que passam por mim e somente acenam da janela, algumas correm ou caminham pareando comigo, outras mais a frente com pressa e tem aquelas que estão atrás e até mesmo as retardatárias, que estou a uma ou duas voltas de "vantagem".
Eu sempre pensei que em minha vida a negatividade sobre as coisas é que imperava com isso me fiz sempre forte, pois entendia que só com luta é que eu realizaria o que eu quisesse. Não era pessimismo, pelo contrário era combustível para fazer sempre mais e se pudesse melhor, e assim eu vivo até hoje, ninguém me segura, não dou bola para críticas, ajo sempre com caráter (herdado da minha mãe) e não mudo, nem por nada e nem por ninguém.
Quem fofoqueia sobre a vida alheia ou julga outra pessoa está descumprindo a própria regra moral; ao fazer isso, assume o papel de juiz. Se age assim de forma recorrente, deixa de ser apenas observador e passa a adotar essa função como seu comportamento habitual. A forma mais clara de ver isso é lembrar que há um único detentor da verdade: Deus. Então, quem você acha que é para avaliar, opinar ou emitir um veredicto sobre o outro?
Viu pra que serve uma indicação para um serviço milionário pro resto da vida? Pra fazer coisas a modo Gilmares, tofolaris, e outros lares. O povo não vai as ruas fazer como na França. Fica só uma dica. Se não tem ambulância pra transportar e nem hospital pra caber tantos doentes da pandemia também não tem viatura pra levar, nem delegacia pra pra prender todo mundo de uma vez. Se o poder emana do povo tá na hora de fazer valer.
Não há um só instante nessa vida que fico sem pensar nessa paixão que cresce indevidamente devido às circunstâncias. Mas, por outro lado, quem disse que existe um momento certo para amar? É inegável esse sentimento que transborda do coração e quer extrapolar as barreiras dos princípios da razão. É exatamente aqui que sustento esse amor. Pois não é a minha mente quem controla, sim, essa bomba forte que descompassada grita seu nome.
A vida está passando diante dos nossos olhos e precisamos vive-la pra nós mesmos enquanto ainda estamos vivos. Tem tanta gente preocupada com as coisas materiais que se esquecem de cultivar a própria alma e esculpir aquilo que realmente importa. A beleza interior. É uma necessidade constante de mostrar para os outros que está tudo bem. Ficariam supresos em saber que pouquíssimos se importam. Parece uma obrigação ter que registrar e mostrar cada ação do dia com sorrisos amarelados encobrindo uma vida de desilusões. Viva fora das redes sociais.
A vida é cheia de escolhas. Uns preferem a liberdade e assim não se jogam profundamente num relacionamento. Não tem hora marcada, não precisa dar explicações. Apenas vivem do seu jeito. Outros querem estar com alguém e dividir momentos. Construir família. Contudo, as vezes sentem-se presos ou impedidos de fazer ou deixar de fazer algo que gostaria de fazer sozinho. Não é porque temos alguém que não ficamos sozinhos. E também não é porque estamos sozinhos que não temos ninguém.
A vida nos apresenta pessoas das mais variadas formações para que possamos escolher de acordo com nossas afinidades, os que estarão próximo nos momentos de alegria e de tristeza. Assim surgiram as expressões para designar quem são os amigos, os colegas e também aqueles que são os irmãos de uma vida. Ser o colega a dividir um drink não é o mesmo de ser o amigo a dividir uma aflição. Nos momentos de quase desistência você estava lá. Obrigado. Quem dera todos os amigos partissem juntos. Mas Deus sabe a hora e o lugar. E assim seguimos rumo as incertezas apegados numa certeza. Não se preocupe amigo, qualquer hora vamos nos encontrar.
O ser humano bem sucedido na vida é aquele que desde cedo foi informado por seus pais que seu futuro dependerá das ações e escolhas do presente. Prontamente entendeu que dedicação é preciso e que nada que é dado tem o mesmo sabor do que é conquistado. Não importa sua origem, sexo, cor ou religião. Se estudar o bastante vai passar em qualquer concurso ou vestibular. A única cota que vai precisar e da sua própria inteligência e força de vontade.
A vida e sua ininterrupta produção de problemas nos trás como resultado o fortalecimento mental e aguça nossa capacidade de resolução dos nossos desafios. Por outro lado, sempre vai existir um lugar para você esquecer dos obstáculos impostos a nossa mente, onde podemos viajar e contemplar a vida como se nada pudesse nos atingir. É o nosso lugar de sonhos.
É uma verdadeira conquista chegar ao dia em que se completa mais um ano de vida. Momento de refletir nos pequenos atos que nos tornaram aptos a chegar até aqui. Obstáculos, uma mão amiga, um abraço fraterno ou passional. Tudo faz sentido, mesmo sem percebermos a importância do todo. A palavra não dita ou aquela que não precisava, todas vão contribuir para o dia do aprendizado. Cada decisão terá um resultado. Podemos até lamentar mas jamais arrepender de ter tentado. Hoje você não ficará mais velho, ficará mais sábio. Parabéns pela pessoa que você mesmo forjou em seu interior.
A vida é marcada pelas escolhas que fazemos ao longo dos anos. Estudar ao invés de diversão por exemplo já definiu o destino de muitos que conseguiram bons cargos na sociedade. Existe também o fator sorte, mas gosto de acreditar que a sorte acompanha aqueles que tem a coragem de arriscar algo a mais. Sendo assim, no final, seremos vistos como aquele que não arriscou, aquele que arriscou e não conseguiu ou como aquele que acreditou e chegou lá? Quem você quer ser?
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