Textos Reflexivos
Morte do Artista
Quando morre um homem,
a vida segue no sangue,
à sombra das gerações,
na memória que existe,
na existência suprimida,
no eco da lembrança que persiste.
Quando morre um artista,
seu corpo é palavra,
acorde metafísico,
sua ausência,
presença indomável.
E no silêncio do século
sua alma repousa
até que outra mão desperte o imponderável.
Sua obra vira fogo,
matéria inextinguível,
atravessa o tempo,
se faz eternidade.
A vida não desmorona de uma vez. Ela se desgasta aos poucos.
No “depois eu resolvo”.
No “mais pra frente eu decido”.
É assim que o tempo perde o prazo.
E cada coisa que você empurra
para amanhã vai cobrar um preço depois.
A vida não muda com grandes discursos, ela muda no “agora eu faço”.
Você já adoçou a
vida com uma
serenata? Então,
isso é que o amor
faz ele suavizar a
alma do casal
fazendo ele fica
mais gostoso
como o melhor
chocolate. Se isso
Já é bom adoçar a
vida com um belo
chocolate,
imagine com um
beijo de sabor de
sorvete ou
chocolate da
pessoa que você o
ama?
Não gaste a vida em trilhas de espinhos,
só para provar que domina os caminhos.
O difícil por vaidade é tempo jogado ao léu,
se o simples bem feito já alcança o céu.
Fique no que é seu, no que a mão alcança,
com a calma de quem mantém a confiança.
Sem "fiz isso" ou "aquilo" para impressionar,
apenas a paz de saber o seu lugar.
ENGESSAR A VIDA ATRAVÉS DA ESTUPIDEZ E DO MEDO
O estúpido que tem medo não está sendo estúpido por falta de informação;
ele é estúpido porque escolheu o medo como identidade.
Você pode trazer gráficos, estudos, testemunhos, lógica cristalina,
pode alinhar os fatos como soldados em perfeita ordem;
ele vai olhar para tudo isso e ver apenas mais uma ameaça disfarçada.
Porque o medo dele não mora na cabeça.
Mora no peito, na barriga, naquele lugar escuro onde a razão não tem chave.
A razão convence quem já está meio convencido,
quem tem um cantinho de dúvida que ainda respira.
Mas o medo absoluto é uma religião sem hereges:
o fiel não quer ser salvo daquilo em que acredita;
ele quer ser salvo pelaquilo em que acredita.
Você pode provar que o monstro não existe,
mas se o monstro é a única coisa que dá sentido à vida dele,
ele vai preferir o monstro à paz.
Então não há argumento que chegue,
não há frase bem construída,
não há metáfora bonita o suficiente
para convencer o estúpido que se alimenta do próprio pavor.
O que há, quando muito, é o tempo.
O tempo que às vezes cansa o medo,
que desgasta a armadura,
que faz a pessoa acordar um dia e perceber
que passou a vida inteira tremendo de um fantasma
que nunca lhe tocou de verdade.
Ou então o encontro.
Não o encontro com a razão,
mas com alguém que vive sem aquele medo
e, estranhamente, continua vivo,
continua inteiro,
até sorri.
Aí, só aí,
num instante em que a guarda baixa,
pode nascer uma pergunta pequenininha, quase inaudível:
“E se eu estiver errado?”
Essa pergunta é o único buraco
por onde a luz consegue entrar
numa cabeça que se fechou para o mundo
achando que assim se protegia dele.
Antes disso,
guarde sua energia.
Não se gasta pólvora com quem já decidiu
que o estrondo é música celestial.
O estúpido pelo medo
só se convence
quando um dia o medo o cansa
ou quando a vida, com sua paciência cruel,
lhe mostra que sobreviver sem pavor
também é possível
e, pasmem,até mais bonito.
Crônicas de uma vida – Parte que não se conta no currículo
Quando eu nasci, não entendia nada sobre humanidade. Nem por que raios eu tinha vindo ao mundo. Era só um choro automático, um corpo quente e confuso que exigia leite, colo e silêncio.
Com o passar dos anos, comecei a querer ser alguém **especial**. Não sabia ainda o que era humanismo, compaixão ou empatia — palavras grandes demais para uma criança que só queria ser notada. Então foquei no meu eu: minhas notas, minhas conquistas, meu quartinho organizado, minhas pequenas vitórias que eu achava que definiam valor. O mundo era um palco, e eu ensaiava meu monólogo principal.
Até que, numa noite qualquer — daquelas em que a cidade parece respirar mais devagar —, tudo mudou sem aviso.
Eu caminhava pela rua estreita atrás do prédio, fugindo da insônia e do calor abafado do apartamento. Foi quando a vi: uma figura encurvada, quase fundida com a sombra do poste. Uma mulher (acho que era mulher, a penumbra roubava detalhes). Ela revirava uma lata de lixo com uma paciência feroz, os braços magros desaparecendo até o cotovelo no fundo metálico. O som era seco, plástico rasgando, latas batendo. De vez em quando ela parava, examinava algo na luz amarelada, levava à boca e mastigava devagar, como se saboreasse um prato requintado.
Fiquei parado. Não consegui seguir andando.
Primeiro veio a surpresa. Depois, uma pontada de indignação quase infantil: **Como assim? Como uma pessoa igual a mim, feita da mesma carne, do mesmo sangue quente, pode chegar a esse ponto?** O cérebro tentava calcular: acidente? drogas? doença? família que virou as costas? E logo em seguida veio o desconforto pior: e se eu, com toda a minha pose de “alguém especial”, estivesse a apenas algumas más decisões de distância daquela lata de lixo?
Ela ergueu os olhos por um instante. Não sei se me viu de verdade. Talvez eu fosse só mais um vulto na noite, mais uma silhueta que passa e julga. Mas naquele segundo de cruzamento de olhares — ou de quase-olhares — alguma coisa em mim estalou.
Não foi pena. Pena é confortável, dá para resolver com uma moeda ou um sanduíche. Foi **reconhecimento**. Uma espécie de espelho torto e cruel. Ela ali, eu aqui. Mesma espécie. Mesma fragilidade essencial. Só que a vida tinha apertado o acelerador em direções opostas.
Voltei para casa com o estômago embrulhado e os pensamentos em looping. Naquela noite, pela primeira vez, percebi que ser “especial” não era uma conquista solitária. Era, na verdade, uma ilusão muito frágil, sustentada por circunstâncias que eu não controlava: nasci em berço que não desabou, tive acesso a escola, saúde, comida na mesa, rede de proteção invisível que a maioria nem percebe que tem.
A criatura furtiva da noite adentro não era “outra”. Era um **lembrete**. Um lembrete vivo, sujo, faminto, de que a humanidade não é mérito — é sorte, é sistema, é escolha alheia, é conjunto de acasos e de decisões coletivas.
E aí, devagar, quase sem querer, comecei a entender o que talvez seja o humanismo: olhar para o outro e enxergar, antes de qualquer coisa, o mesmo grito surdo de existir. Não importa se está dentro de um terno caro ou revirando lixo à meia-noite.
Aquele encontro não me transformou num santo. Longe disso. Mas plantou uma dúvida incômoda e permanente:
E se eu tivesse nascido do outro lado da lata?
E se, amanhã, a vida virar a chave e me colocar lá?
Talvez a verdadeira especialidade não seja chegar ao topo.
Talvez seja conseguir olhar para baixo — ou para o lado — sem desviar os olhos.
E, quem sabe, estender a mão.
Não por pena.
Mas por reconhecer, no fundo do peito, que aquela mão que revira o lixo poderia, em outra história, ser a minha.
E você? Ja passou por situação que fez repensar quem você acha que é?
Ysrael Soler
Refletindo sobre a vida
Acredito que com o passar do tempo, a experiência de vida me fez compreender o medo de amar que algumas pessoas desenvolvem no decorrer de suas vivências afetivas.
Idas e vindas da vida! Inícios e términos de relacionamentos, tudo isso é muito doloroso e cansativo! Afinal, não é fácil construir, desconstruir e reconstruir sonhos, planos, sentimentos e memórias.
Ignorar ou tentar apagar pessoas que foram, são e sempre serão partes essenciais de nossas histórias faz pouco sentido, mesmo que o emocional, as vezes, te prive desta compreensão, você é o resultado da soma de todas as suas experiências vivenciais.
O passado é uma boa ferramenta, uma espécie de bússola que nos mostra, não pra não pra onde ir, mas sim de onde viemos. As vezes entender isso já ajuda a resolver muita coisa!
Seria muito bom, se as mudanças de fase de nossas vidas não doecem, mas crescer dói, mudar dói, sair da zona de conforto é doloroso! Por ser assim, quando compreendemos o processo é que nós nos moldamos e conquistamos as melhores versões de nós mesmos.
Aprendemos a nos colocarmos no lugar do outro, a perdoar o outro, a perdoar a nós mesmos e usar tudo isso em favor dos nossos passos seguintes.
Não julgo o medo que algumas pessoas desenvolvem, mas tudo nessa vida é questão de escolha! Posso me tornar uma vítima do medo ou o herói da minha própria história, permitindo a mim mesmo assimilar tudo que foi vivido como experiência.
Todo mundo deseja ser feliz! Sem exceção. Mas pra isso, é preciso organizar a bagunça que a falta de auto conhecimento deixa na mente e principalmente no coração.
Viver em paz consigo mesmo requer um ato de perdão interminável! Afinal erros e acertos são comuns na jornada. O que se faz a partir da compreensão disso é que faz toda a diferença.
O orgulho não pode fazer parte do repertório emocional de alguém que deseja ser feliz! O orgulho engana as pessoas e faz com que elas se sintam ridículas ou inferiores por admitir ou expressar o que nunca deveria deixar de ser dito por nós: "Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato”.
Essas 4 frases são a base do Ho’oponopono, uma filosofia Havaiana muito poderosa. Recomendo a todos o uso diário.
Espero que de coração que você assuma o comando de sua vida e seja muito feliz com o mundo e as pessoas a sua volta. Quando tudo está organizado por dentro, as bagunças do lado de fora serão bem mais fáceis pra você!
Sinto muito se a leitura não foi o que você esperava!
Me perdoe, estou em processo de constante aprendizagem!
Te amo e por isso desejo que tu sejas muito feliz!
Sou grato pela sua atenção e companhia até o fim deste relato.
Quando uma pessoa, se sente na secessidade de crescer, refletindo em sua velha vida, vê que perdeo tempo demais com futilidades desta vida. Muitas vezes é prescionado como se fosse forçado a evoluir, quando chega a este ponto a situaçao esta critica.
É tempo de acordar, amadurecer, vamos empreender nossa vida, fazendo um bom investimento mesmo que haja prejuizos em seu começo mas isto trara lucros e feneficios futuramente, é so "ACREDITAR".
O Suor, a Heineken e as Metonímias da Vida
Através do suor foi que eu me acostumei,
Me acostumei a tomar uma Heineken,
Ligar meu HP, comer um Subway e transformar a marca em produto.
E nessa mesma dedicação foi que eu me entreguei,
Me entreguei a ler Clarice Lispector,
Estudar Freud, apreciar Monet,
E substituir o autor pela sua obra.
E nunca me deixei faltar,
A inspiração para criar,
A força para persistir,
E a causa para avançar,
Transformando o esforço em efeito.
O sofrimento e a dor são, o grande tecido da vida, com pequenas conta-gotas de alegria. Viver sorrindo o tempo todo, é a forma que muitos encontram para tecer este tecido, porém, também é uma forma de auto enganar-se, pois a realidade no dia-a-dia, nos confronta com o caos preponderante!
Olhar o mundo de forma a ver ele maravilhoso, é inspirador, mas, a cada passos dados na vida, são indicadores que um dia ela terá seu fim ! Viver o presente, é sonhar...
Quando a vida não der mais prazer,
Quando o sol não brilhar para você,
Quando tudo chegar a dizer não para você...
Quando uma lágrima rolar
E o seu pranto alguém escutar,
Se lhe pedirem para estender a mão, é só ir...
Eu vejo o mundo ao meu redor,
Eu olho as nuvens que passam no céu.
O tempo, como fumaça, se vai
Para não mais voltar.
Quem dera eu e você,
Uns dias destes, andando por aí,
Pudéssemos encontrar o amor
Para nos fazer feliz.
E o nosso pranto secaria,
Solidão não mais haveria,
A alegria estaria em nós.
Quem dera eu e você
Se importasse mais com o amor...
DISCURSO SOBRE AS AMENIDADES DA VIDA
Repensar a vida é fazer escolhas entre razão e emoção!
Vivemos neste dualismo de consequências de erros e acertos.
As escolhas nos colocam, de certo modo, em momentos da vida, em standby!
Pensar é um exercício da mente humana, mesmo que ela insista em não enxergar seus contrapontos.
O delinear do caminho nos mostra imensas diversidades ou adversidades. Há um mundo com imensas possibilidades, e as probabilidades, nós quem as tornamos exatas.
O corpo e a mente, usamos como ferramentas no dia a dia, e com elas nos mostramos ao mundo. Podemos fazer destas ferramentas bom uso ou não; cabe às escolhas que iremos fazer!
A vida é um jogo de perde e ganha. Os dados são lançados todos os dias, e a "sorte" se mostra nas oportunidades de quem as fez, durante o caminho!
O impacto das coisas que transitam ao nosso derredor nos afirma, no fim de algumas observações, que o projeto de vida precisa ser meticulosamente articulado, pois nada do que se projeta é 100% certo de acerto!
Vivemos em um mundo transitório e mutável. Ontem era aquilo, hoje já é isto...
Largar mão da vida, e entregar este projeto a terceiros, é se ausentar das responsabilidades impostas, adquiridas ou feitas.
O que as pessoas veem em nós não é realmente o que pensam que veem. Então, afinal de contas, o porquê das observações do texto?
Será melindre? Pensamento retórico? Ou estupidez?
Rousseau defendia que os homens nascem bons, mas, em contato com a sociedade que é má, tornam-se igualmente maus.
Hobbes defendeu que o homem nasce mau, com instintos de sobrevivência, e que, devido a tais instintos, é capaz de fazer qualquer coisa. Para Hobbes, a sociedade tem o papel de educá-lo, de humanizá-lo, de torná-lo sociável.
Diante de tais perspectivas, fico com um pé quase que fincado na ideia de que nascemos como papel em branco e a sociedade nos influencia, impondo suas regras, tradições e manejos, para nos moldar do jeito que ela quer! Há os que tentam ir contra, mas moralismo, ética e tendências não partem de um indivíduo, e sim da sociedade, que com o passar dos séculos, sempre muda seu comportamento!
Como diria Jean Paul-Sartre: "O inferno são os outros."
Degraus da vida
Já me perdi nos degraus da vida,
mas nunca expus minha fraqueza.
Aprendi com cada ferida,
que trouxe dúvida e incerteza.
O que um dia me fez cair
me ensinou também a persistir
com esperança e firmeza.
Muitas vezes me senti cansado
ao subir os degraus da vida,
mas em cada passo conquistado
vale a pena cada etapa vivida.
Seguindo firme e confiante,
com a fé sempre adiante,
vou trilhando de cabeça erguida.
Vida a dois.
Quem nunca teve medo de uma vida a dois? De compartilhar os mesmos cômodos, as manias mais ocultas? Ih que medo, dar aquele frio na barriga pensar que não será como antes quando você a esperava, enquanto se arrumava para leva-la para dar uma volta e depois a deixava em casa, e ficavam conversando por pequenas mensagens de texto o resto da noite inteira. A ideia é essa, que sinta medo. Será papel seu agora preocupar-se em mudar as lâmpadas quando essas queimarem. Aprender coisas simples, como: esperá-la por horas no Shopping enquanto ela entra no provador com dezenas de peças de roupas, e finalmente escolhe o vestido que queira levar, onde sua obrigação será apenas carregar todas aquelas sacolas cheias de calçados e roupas que ela talvez nem chegue a usar. Terá que aguentar os dias dela de Raiva, Tristeza e Euforia, não necessariamente nesta ordem, e então você ira descobrir o real significado do termo TPM. Nestes dias também ela odiará aquele vestido que passou horas escolhendo, naquela bendita loja! Lembra? Não se chateie se isso acontecer. Não será para sempre, só alguns dias, todos os meses, durante todo o ano. Se ela for uma mulher moderna que trabalha fora por algumas horas será natural que ela converse sobre coisas do trabalho, ouça-a naturalmente e se for o caso de reclamações de trabalho em hipótese alguma procure justificativas ou soluções. E se mesmo depois de seguir todas estas dicas algo sair errado, não se preocupe, é só a TPM dela em processo de mudança. Alguns dias de tédio existirão, saiba contorna-los também. Saiba entender apenas que casar-se, exige que você assuma certas profissões, como psicólogo, eletricista, encanador, pedreiro, administrador e se possível um ótimo chefe de cozinha. Tendo compreendido tudo isso, case-se. Você vai entender depois de um tempo que a vida de casado vai exigir mil e umas reinvenções de si próprio, mas que acima de tudo que casar-se pode ser bem mais que uma vida a dois. É chegada a hora, os filhos virão por ai...
Várias perguntas, para uma resposta apenas!
Pensando nos detalhes de nossa vida a dois, me vem o medo de perder-te, ou pior ainda de perder-me de ti! Como ficar sem o teu gosto em mim, cada vez que tomo teu rosto em minhas mãos, e te beijo antes de ires buscar pão para o nosso café? Que valor teria essa praia toda, sem teus comentários e teu braço no meu? Que graça teria, se não tivesse mais o teu convite para tirarmos fotos juntos e colocá-la no face? Que lógica teria, não ter mais a tua espera por um comentário meu sobre a tua mecha, teu vestido novo ou tua mais recente pulseira?Como seria não poder me embevecer com as tuas bruxices, e nem rir em dueto com o teu riso tão expontâneo? Como ficaria o costume de todas as noites assistirmos filmes no pc, e como eu ficaria, quando fosse pegar uma pipoca na travessa ao nosso lado, e minha mão não esbarrasse na tua que antes estaria lá com o mesmo intento? E mais tarde, numa cama tão vazia de ti e de sonhos,como eu enfrentaria a expectativa de um amanhã sem o nada da tua ausência! E se no sadismo dos deuses, essa manhã chegasse, e eu não tivesse a quem pedir a toalha do banho, ou me dissesse onde estão os meus óculos, ou me lembrasse qual a senha do meu email? Como eu ficaria, ao não ver com os olhos ainda achinezados de sono, esse teu corpo saindo devagarinho do nosso quarto, para o primeiro banho do dia, qual um batismo para mais uma jornada ao meu lado? E como eu ficaria, ao não te ver voltando, para por tuas roupas, tuas joias e teu perfume, e tentando sair na ponta dos pés mansamente pensando em não me acordar?...Eu simplesmente não ficaria, pois o teu apartar-se de mim, seria a minha mortalha!
A vida é feita de escolhas…
Arrependimentos que são aprendizados…
Não busque apenas corpos…
Encontre almas em Cristo…
Sentido para viver o melhor dessa vida…
Bons frutos para quem não se deixar levar apenas pela matéria…
Propósito de vida é saber onde encontrar os tesouros que não tem preço…
Apenas ame e siga a caminhar…
Patrícia Feijó
Os Paradoxos da Vida
Um dos paradoxos da vida é termos ansiedade para crescer, e depois a nostalgia de voltar para infância perdida.
É arruinar a saúde para conquistar riquezas, e depois gastar todas as riquezas para tentar recuperar a saúde arruinada.
É pensar ansiosamente no futuro e esquecer o presente, é mesmo assim não viver nem o presente e nem o futuro.
É vivermos como se nunca fossemos morrer e morrer como se nunca tivéssemos vivido.
A vida tem esses paradoxos.
Alegre-se na companhia daqueles quem te amam e te desejam o melhor. Abrir os olhos em um novo dia é um milagre que devemos celebrar sempre. Pois é um presente que recebemos de Deus, uma nova oportunidade de viver e recomeçar.
Os dias bons promovem felicidade, os dias ruins geram amadurecimento, as tentativas demonstram que você continua vivo, as provas te fazem forte, as quedas te mantem humano, as derrotas te mantem humilde, mas somente a fé em Deus pode te manter de pé.
Jesus certa vez disse: “Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal”. Mateus 6.34.
O ontem já passou, o amanha só Deus conhece, o hoje é um dom, e ele se chama presente. Portanto, aproveite o dia chamado hoje, e seja grato a Deus por ainda está aqui.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Estações da alma
O fim não existe
enquanto há vida.
Encaramos muitos finais,
mas em cada um deles
nasce a oportunidade
de recomeçar.
Assim como as estações
mudamos ao longo da vida.
E por mais que existam
outonos e invernos,
verões e primaveras
sempre retornam.
Enquanto há vida, recomece.
Enquanto há vida, viva.
Enquanto há vida, aproveite.
Pois enquanto houver vida,
as primaveras sempre voltam
Feliz Dia das Mulheres? Sim, mas, sobretudo: FELIZ VIDA!
Hoje, meu parabéns vai para nós, que resistimos a mais um dia. Celebro o fato de que, ontem, não fomos silenciadas, agredidas ou invisibilizadas.
Parabéns para nós, que não fomos culpabilizadas pela violência sofrida sob o pretexto de uma vestimenta, nem tivemos nossa dignidade violada em fases tão vulneráveis quanto a infância ou a velhice.
Minha solidariedade àquelas que enfrentam o cárcere emocional e financeiro; que precisam silenciar diante do desrespeito por não possuírem, ainda, a base econômica ou a estrutura psicológica para romper o ciclo.
Parabéns a você, que é dona de casa e ouve que “só cuida do lar” — como se a gestão de uma vida inteira e o suporte invisível da sociedade fossem tarefas menores. Parabéns às mães e mulheres invisíveis nos dias comuns, lembradas apenas quando sua utilidade é requisitada.
Celebro as mulheres que ocupam seus espaços com maestria, mesmo cientes de que o colega ao lado recebe um salário superior. Parabéns às mentes brilhantes que formulam curas, escrevem histórias e educam as gerações para que o passado não se repita.
Deixamos ao mundo, um recado: apesar de tudo, seguiremos fortes, resilientes, unidas. Carregando nossas dores, sim, mas sem abrir mão da inteligência, da sagacidade e do brilho de esperança no olhar.
Somos sobreviventes de um sistema que tenta, diariamente, nos anular ou nos matar, mas que jamais terá força suficiente para nos calar.
Hoje, o parabéns não é por uma data no calendário. É por cada batalha vencida contra a estrutura que nos cerca.
Feliz vida a todas nós!
Parabéns, Mulher
Demétrio Sena - Magé
Minha vida sempre foi e continua sendo rodeada por mulheres fortes. Fortes como o próprio mundo exige que a mulher seja, em razão do machismo e da misoginia de uma sociedade profundamente patriarcal. Minha mãe, cuja força moldou a resistência de suas nove crias, como parecia improvável para todos a mera sobrevivência. Minha avó materna, minhas tias, irmãs, e as inúmeras amigas que tive ao longo dos meus anos me ajudaram muito em minha formação como pessoa.
Tempos depois me casaria com uma das mulheres mais fortes e generosas que já conheci, e com quem tive a sorte de me casar. E tenho, ainda, duas filhas que também forjam minha índole e com as quais aprendo bem mais do que sempre julguei ensinar. As preocupações que tenho com elas, por saber em que mundo vivemos, é compensada pela admiração que tenho por ver o quanto elas enfrentam as próprias adversidades e não desistem.
A luta pelos direitos sociais e políticos, a busca de um mundo que as incluísse com respeito e dignidade, iniciada no índio do Seculo XX, pela ativista alemã Clara Zetkin, ainda tem muito o que vencer. A sociedade, vocábulo feminino, mas que abriga um patriarcado perverso, preconceituoso e feminicida, tem muito a ser erradicado, conscientizado e vencido nesta questão, para se tornar uma sociedade justa. Humana. Coerente. Parabéns, mulher, por não se deixar sucumbir!
... ... ...
Respeite autorias. É lei
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