Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Amor é...
Amor não se apressa em julgar,
Nem condena no primeiro olhar.
É gentil em cada gesto calmo,
Amável como o sopro de um salmo.
Amor busca o bem do outro ser,
Sem esperar algo a receber.
O verdadeiro amor dá segurança,
Traz paz, ternura e esperança.
Amor é paciente, sabe esperar,
É benigno, pronto a perdoar.
Não arde em ciúmes, nem quer possuir,
Mas escolhe, todos os dias, servir.
Não PERCA SUA ESSÊNCIA
Confie em Deus...
Nem todos vão querer o seu bem, e tudo bem. Não se rebaixe,nem esconda quem você é tantando agradar.
Você não foi criada(o) para caber nos moldes dos outros. Jesus também
foi criticado por ser diferente.
Guarde sua essência.
Valorize quem você é.
Siga com fé.
Raio
outrora se dizia não conhecer o amor e duvidar que há de nascer alguém que lhe apresentaria o tal sentimento, mas que bobo, mal sabia ele que seu destino estava traçado,e o amor chegou como um Raio, derrepente, voraz, devastador, com um brilho que jamais se haviam testemunhado antes...
O HOMEM NÃO É O SEU CORPO E UM ROBÔ HUMANOIDE NUNCA SERÁ HOMEM!
Alguns dos Místicos, Religiosos, Filósofos e Cientistas que apontam para o fato de que o Homem não é o seu Corpo e que um Robô Humanoide nunca será Homem são:
Epimênides de Creta (Místico);
Lao Tsé (Místico);
Paulo de Tarso (Religioso);
Maomé (Religioso);
Platão (Filósofo);
Kant (Filósofo);
Max Planck (Cientista);
Federico Faggin (Cientista).
Transbordar.
É sobre não caber em si.
É quando a alma se alinha com o momento e tudo que existe em você… escorre em luz.
É se permitir sentir, expandir, ser.
É vestir o silêncio da floresta e ainda assim gritar presença.
É saber que quem transborda, cura. Cura a si, e toca o outro — mesmo sem intenção.
Não é sobre perfeição,
é sobre presença.
Sobre olhar-se com calma,
com ternura e com licença.
Ver no reflexo não só um rosto,
mas a história por trás do olhar.
As lutas, os recomeços,
o jeito lindo de continuar.
Se veja com o mesmo carinho
que oferece ao mundo inteiro.
Porque seu brilho é raro,
e começa no espelho.
O homem morreu de fome. E quando já era tarde demais, serviram comida no velório. Não é metáfora. É o retrato do quanto as pessoas se importam... só quando já não dá mais tempo.
Todo mundo diz que vai ajudar, todo mundo jura que se preocupa, mas a verdade é que quase ninguém está disposto a fazer algo enquanto você ainda está respirando.
Preferem te aplaudir no caixão do que estender a mão quando você ainda podia ser salvo.
Gostam de parecer bons — não de fazer o bem.
Então entenda: se você espera ser alimentado pela compaixão dos outros, vai morrer com fome. E ainda vão dizer que você partiu em paz.
'O cristão não tem direito sobre a Palavra de Deus. Não pode manipulá-la, alterá-la ou tratá-la como posse pessoal. A Palavra não é propriedade humana, é revelação divina. O que temos não são direitos sobre ela, mas o privilégio de ouvi-la, viver por ela e anunciá-la com fidelidade.
Se há algum direito, é o que Cristo nos concedeu: o direito de sermos chamados filhos de Deus... E mesmo isso não foi conquistado por mérito, mas recebido como dom da graça revelada. "
🔥 Poeta da Dor — (Reflexão injetada na veia)
> Tem dor que não chora.
Só se esconde atrás de um sorriso ensaiado,
daqueles que aprendem a existir só pra não assustar ninguém.
Porque nem toda lágrima cai…
algumas viram nó na garganta.
Outras viram texto.
Virar louco é mais aceitável do que assumir que está sentindo demais.
> E quem sente demais, cansa.
Cansa de explicar, cansa de esperar, cansa de segurar o próprio mundo desabando enquanto responde “tá tudo bem”.
Mas não tá.
Nunca esteve.
Só ficou bom em disfarçar.
Habitar-se é um tipo de exílio sagrado!
Sinto como se não tivesse sido feito da mesma matéria dos outros.
Minha infância era um espelho embaçado,
onde ninguém parecia me reconhecer.
E compreensível ou não, as vezes ainda carrego a mesma sensação,
como se o mundo me oferecesse moldes
que nunca abrigaram a forma da minha alma.
Tudo em mim
sempre foi um pouco desalinhado,
como se eu dançasse um ritmo
que só meu peito escutava.
Descompassado ou não, era o espetáculo que eu entregava - sem holofotes,
Sem plateia, somente a alma.
Nunca vi como os outros viam.
O mundo me parecia um palco deslumbrante e distante
e eu, um espectador melancólico,
sentado à beira do próprio abismo,
tateando sentidos com olhos em carne viva.
Ainda assim,
sempre que alguém cruzava o meu destino,
eu me doava inteiro!
Sem reservas,
sem cálculos,
sem planos de fuga.
Investia o que em mim era força,
o que era luz,
e até o que eu sabia que me faria falta depois.
Porque amar, mesmo que em ruínas,
é para mim,
uma das formas mais sinceras de tocar a vida que se deseja.
Mesmo que por um instante,
eu me permitia vibrar naquela realidade sonhada!
Ali onde o toque era cura,
a presença era templo,
e o “agora” … bastava!
Mas depois do “até logo”,
a maré me levava de volta à margem de mim.
Fechava os olhos ao mundo
e encarava, no escuro,
as rachaduras que ninguém via.
Tentava, com as mãos nuas,
tapar os vazamentos da alma,
ainda que tudo escorresse pelas frestas do silêncio.
Às vezes parecia inútil.
Às vezes era mesmo.
Mas nunca deixei de tentar.
Nunca deixei de viver com tudo que carrego.
Porque, mesmo nos dias em que a existência dói,
ainda creio que viemos experienciar a vida!
E por inteiro!
Não só o riso,
mas também o pranto,
o vazio,
as perguntas que giram sem respostas, nem repouso.
Creio que todos os dias são bonitos.
Mesmo os que machucam,
os que confundem,
os que silenciam demais.
Bonitos porque existem,
porque me atravessam a alma,
e sobretudo, me ensinam!
Alguns chegam com flores,
outros com pedras,
mas todos me convidam a sentir.
E em todos,
me mantenho aceso.
Contudo, alguns são apenas sobrevivência,
tormenta mental sem fim triunfante,
um salto visceral para os corredores mórbidos das camadas que me compõem.
E então compreendo, em silêncio:
as partes que em mim se partiram
não pedem camuflagem,
pedem reconhecimento.
Como ensina o Kintsugi,
não é preciso ocultar a rachadura -
é nela que o ouro se deposita.
É o que rompeu que revela,
é o que feriu que desenha
a cartografia exata do que sou.
E talvez, a beleza mais honesta
não esteja na perfeição preservada,
mas na imperfeição assumida
e transformada.
Porque habitar-se é um exílio, sim,
mas é também a única forma
de não se perder
no mundo dos que jamais se permitiram sentir demais.
Nem sempre por vontade,
às vezes só por não caber em lugar nenhum.
E quando não se cabe,
volta-se.
Para dentro, para perto,
para algo que ao menos ecoe,
para onde a existência faça algum sentido - mesmo que breve.
É ali, nas entrelinhas do sentir e do viver,
no ateliê invisível do tempo,
que acolho meus cacos com reverência
e os ressignifico em arte —
não para esconder a dor,
mas para deixá-la visível,
abrilhatada com ouro,
com presença e vida.
- Por Daniel Avancini Araújo
"A Ansiedade das Crianças Invisíveis"
A infância não é feita só de brinquedos e brincadeiras,
é feita de olhos que nos enxergam,
de ouvidos que nos escutam mesmo no silêncio,
de braços que nos acolhem sem precisar palavras..
Mas quando a atenção vira ausência,
e o afeto é trocado por rotinas frias e metas inatingíveis,
o coração da criança começa a correr mais rápido que os pés..
A mente pula, tropeça, se esconde em perguntas que ninguém responde..
Ela não precisa de remédios, dinheiro , teto ou comida, isso é necessário? Sim.. Mas elas também precisam de presença, afeto, amor..
A ansiedade não nasce do nada,
ela floresce no jardim da indiferença,
rega-se no silêncio dos pais que não ouvem, que carregam o filho como fardo,
que não têm tempo,
que pensam que amor é só comida no prato e um teto seguro..
Mas o teto desaba, quando não há alma no abraço..
E a comida esfria, quando não há quem sente junto à mesa do afeto..
Dizem que quem trabalha não tem tempo pra ansiedade..
Mas essa é a maior mentira, algo elegante para esconder a dor que não querem admitir..
Trabalhar é nobre —
mas esquecer de sentir, de olhar nos olhos do filho e ensinar com respeito,
de rir com ele, de chorar com ele,
é tornar-se um estranho com o mesmo sobrenome..
Muitos pais não sabem o peso que deixam nos ombros dos filhos,
quando dizem: "Ainda bem que você não é mais criança",
como se infância fosse fraqueza
e crescer fosse apagar a sensibilidade..
Mas há filhos que crescem e florescem,
não para vingar, mas para compreender, ouvir..
E mesmo com cicatrizes da ausência,
aprendem a ser diferentes —
e mais humanos..
Porque evoluir é justamente isso:
Reconhecer as falhas do passado
sem repeti-las no futuro..
Carta para o …
…,
Faz anos que a gente não se fala, mas mesmo assim, tem algo dentro de mim que nunca conseguiu se calar. Eu achei que com o tempo ia passar. Que com o tempo, o sentimento por você ia desbotar… mas não.
Por mais que tenham passado anos, sinto que ainda amo tanto você que chega a me machucar.
É estranho carregar isso no peito depois de tanto tempo. Mas a verdade é que você foi alguém que marcou uma parte da minha alma, e nem eu sei exatamente como explicar o porquê. Só sei que, mesmo tentando seguir, você sempre volta nos meus pensamentos. Sempre esteve ali, no fundo de tudo.
Talvez uma parte minha sempre tenha esperado que você voltasse. Mesmo depois de eu ter errado. Mesmo depois de você ter me ignorado. Eu tentei correr atrás. Eu queria dizer que ainda era você. Que eu me arrependi de ter seguido por outro caminho mesmo te amando. Mas fui silenciada. E esse silêncio virou um buraco dentro de mim.
Desde então, eu me machuco tentando gostar de outras pessoas. Me envolvo, tento começar de novo..mas ninguém é você. E isso é injusto com quem chega, e doloroso pra mim também. Porque eu queria muito conseguir abrir meu coração pra alguém. Mas parece que ele ficou preso no tempo onde você ficou.
Você não sabe, mas eu esperei por você em muitos dias. Em muitos pensamentos. Em muitas noites. Eu imaginei mil versões da nossa história, todas elas com a gente dando certo. E talvez nenhuma delas aconteça.
Eu não te escrevo isso pra te cobrar nada. Nem pra te fazer sentir culpa. Eu escrevo porque eu preciso colocar esse amor em palavras antes que ele me sufoque. E talvez, só talvez, pra você saber que alguém nesse mundo ainda te ama mesmo sem saber mais quem você é hoje.
Talvez um dia a vida se encarregue de cruzar ou não nossos caminhos de novo. Talvez nunca. E tudo bem. Mas se isso aqui chegar até você de alguma forma, eu só queria que soubesse: eu te amei. E mesmo sem respostas, mesmo sem fim, esse amor foi de verdade.
-Com tudo que ainda mora em mim,
Ig.
Tive que sair mas não disse adeus
Tive que sair mas não disse adeus
Tive que me afastar mas não me despedi
Talvez eu tenha pensado que não era bom suficiente
Que eu não tinha maturidade, responsábilidade
Talves a vezes eu ache que não era conveniente
Mas eu sai com a cabeça erguida
Me afastei com a ficha limpa
Pra quando eu voltar, ter história pra contar
Pra quando eu voltar ter aprendizado pra mostrar
Eu sei que meu lugar ninguém vai ocupar
Eu sei que meu papel ninguém vai substituir
Quando a conexão é forte
E quando a hitórias são intensas
A gente não tem coragem de se despedir
Pra toda vez que voltar, ter o mesmo sorriso
A mesma sinceridade e a mesma cumplicidade
Difícil de explicar.
Me acompanha
Me acompanha
Se não der pra ser de perto, que seja de longe
Me acompanha
Nem que seja em seus mais complicados pensamentos
Me acompanha, não me persegue, me segue
Não corra na minha frente
Corra e ande ao meu lado
Eu seria tolo ao dizer que é melhor levar a vida sozinho
Se a sua companhia complicada, confusa, intensa e verdadeira
É o que me faz continuar
Por isso...
ME ACOMPANHA.
Mundo
Nesse mundo de atalhos, não é negligência errar o caminho, mas é ser sábio buscar se reinventar.
No mundo da vaidade, não é errado buscar o protagonismo, mas é ser sábio saber escutar.
Um caminho mais leve, nos faz trilhar uma trajetória com mais leveza.
Ter a humildade de saber ouvir, nos permite se posicionar com ciência e mais clareza.
Silêncio no Último Beijo
O nosso último beijo foi a pior despedida,
não houve adeus, só um suspiro preso no ar.
Teus lábios frios selaram a ferida
que o tempo insiste em não cicatrizar.
Ficou no espaço um gosto de ausência,
um toque sem alma, um fim sem final.
Teu olhar partiu com indiferença,
mas o meu ficou... preso no vendaval.
A rua era a mesma, mas tudo calava,
o mundo seguia — eu não. Eu parava.
Na esquina da dor, teu rastro sumia,
levando meu riso, minha melodia.
Eu beijei o adeus sem saber que era o fim,
imaginando retorno onde só havia fim.
E hoje entendo: o pior adeus
é aquele que vem...
com um beijo que não disse nada,
mas levou tudo.
Mundo Vago
Caminho por ruas que não respiram,
muros mudos, olhos sem luz.
O tempo escorre entre dedos frios
como um lamento que não se traduz.
O mundo é uma casa desabitada,
com portas trancadas por dentro,
e eu sou o eco de alguém que partiu
antes de ter sequer um centro.
As vozes sumiram nas esquinas,
os toques morreram nos gestos.
O amor virou uma palavra vencida
perdida entre gritos discretos.
Nenhuma cor permanece na pele,
nenhum som me alcança inteiro.
Sou casca de sombra flutuando
num céu sem ar, derradeiro.
Há dias em que nem a dor responde,
em que o silêncio pesa demais.
E sorrir é apenas um espasmo,
nos cacos de tempos normais.
Não há horizonte, só névoa.
Não há futuro, só negação.
E tudo o que restou de mim
é o vulto de uma ausência em expansão.
Existem pessoas que já viram demais para temer o fogo. O calor do inferno não queima mais quem já ardeu por dentro. Eles conhecem o calor da perda, aquele que devora de dentro para fora, e o frio da solidão, que se arrasta pelos ossos mesmo sob o sol mais quente.
São pessoas que aprenderam a sorrir com os olhos vazios, que convivem com a ausência como se fosse companhia. Gritam por dentro todos os dias, mas ninguém ouve. Porque o silêncio que carregam é tão denso que sufoca qualquer palavra.E, mesmo assim, seguem. Não por coragem, mas por hábito.
O inferno não assusta aqueles que já o carregam no olhar. Porque o verdadeiro inferno não tem chamas, tem memórias. Tem noites que não passam, tem promessas que nunca foram feitas, mas ainda assim foram quebradas.
Eles não temem a queda porque já vivem no chão. Não temem o escuro porque há tempos se acostumaram a enxergar no breu. E se, por acaso, o mundo insiste em chamá-los de frios, é porque ninguém viu o que arde por trás da superfície gelada.
São almas em ruínas que continuam andando entre os vivos com a dignidade de quem já perdeu tudo, menos o silêncio.
O corpo dele conhece o meu
Ele sabe exatamente onde tocar.
E não é só pele — é energia.
Tem um jeito no olhar, uma pausa antes do beijo, um silêncio que arrepia mais do que palavra.
O corpo dele conhece o meu como se tivesse morado aqui.
E mesmo longe, às vezes eu sinto.
Como se meu corpo lembrasse…
e chamasse por ele sem que eu percebesse.
Ele me olhava como se me desejasse com a alma
Não era só desejo.
Era admiração.
Ele me olhava com fome e ternura ao mesmo tempo.
Como se eu fosse poesia viva.
E quando me tocava…
era como se dissesse:
“Eu te vejo. Te quero. Te reverencio.”
Era o tipo de toque que faz a mulher lembrar quem ela é.
Que faz ela se sentir poderosa, linda, inteira.
Ele me chamava de rainha…
e eu acreditava.
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