Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Ditados são sabedoria popular.
Cada macaco no eu galho, macaco que pula de galho em galho quer levar chumbo, passarinho que come pedra sabe o c... que tem. O jarro tanto vai à fonte que um dia quebra.
A vida é uma escola, os ditados são excelentes lições mas é preciso entender o que a sabedoria popular quer ensinar para não batermos a cabeça.
Veja o que a sequência deles acima quer dizer: Conheça suas virtudes e limitações quando for ser relacionar, não fique trocando de namorado(a) pois fatalmente você vai se machucar. Quem assume certas posturas têm que arcar com as consequências, você pode aprontar uma duas, dez ou cem vezes, certamente uma hora a vaca vai para o brejo.
Cuidado... quando a cabeça não pensa o corpo padece!
“Mi casa su casa, seja bem-vindo”,
Eu tô sempre chegando, eu tô sempre sumindo,
Minha prioridade é a minha exigência,
Vida minha influência, eterna turbulência,
Não se preocupe você se acostuma com a ausência,
A sorte é aliada da eficiência e da competência,
Cuidado com as voltas que mundo dá,
De repente pode te mudar de lugar,
Alguns pedem para o mundo acabar,
E você se desligou e se conectou no celular,
Olhando o cotidiano lá fora eu me pergunto: Onde configura?
Essas voltas, essa vida, essa indignação, essa loucura!
Mundo para de rodar, eu quero respirar e não aparecer,
Cadê? Alguém me orienta que nesta roda gigante eu quero descer,
Razão do meu viver! Oh! Oxigênio!
Quantas vezes procurei não a lâmpada, mas o gênio!
No jardim do meu coração eu resolvi dar espaço ao perdão, e disse assim; plante o que quiseres és livre para mim. Ele olhou para os meus olhos e falou: Mesmo que eu seja livre, só poderei plantar uma semente.
Eu curiosa e um tanto perplexa, questionei:
Ele me respondeu: Seu jardim está em andamento, mesmo com tantas flores e cores. Você vê muitos espaços ainda, não vê? Sim, eu falei.
Então uma brisa leve tocou minha face, senti o carinho de Deus e levemente sorri.
E ele continuou... Cada espaço livre pertence a um bom sentimento, as ervas daninhas precisam ser arrancadas, a terra preparada e adubada. Só quem pode fazer isso é você! Hoje você deu um espaço para mim. Eu poderia plantar mais flores, mas escolhi uma árvore frutífera, por que assim todos os dias terás o que colher. E essa semente sou eu mesmo. Eu disse: Mas, mas você? Como pode ser? Como vou falar com você? Como?
Ele falou: Você precisava me conhecer e me entender para saber que eu preciso ser cuidado, regado e frutificar. Assim saberás que meus frutos nunca estragam, mas colhe- lo e dá-lo a alguém será uma questão diária. Lembre -se quanto mais frutos colheres, mas eu frutificarei.Então minha doce menina, procure dar o perdão todos os dias, assim com a fruta, levarás a semente e todos poderão me ter em seu jardim. Eu sou a paz e sempre multiplicação. - E com um sorriso no rosto e um gesto de sim eu entendi que o perdão é um encanto sem fim.
Hoje eu tive medo ao passar no corredor escuro. Será tua ausência à me apavorar?
Hoje eu tive medo de perder-te. Sem ao menos possuir-te eu temi.
Hoje eu tive medo de nunca mais tê-la comigo. Será que você entenderia se eu dissesse que a quero longe?
Hoje eu tive medo desse querer. Até parece que não tem chão, que vou cair, que você não vai me segurar.
Hoje eu tive medo de mim mesma. Quando tive raiva de mim mesma, tive medo do que eu seria capaz de provocar à mim quando de repente eu me enxergasse.
Hoje eu tive medo de ferir-te. Eu costumo machucar à mim, mas não suportaria se fosse à ti.
(Eu não te machucaria nunca)
Hoje eu tive medo de amar-te. Sim, eu poderia. Só não assumiria, porque tenho medo.
Hoje eu tive medo por estar sem você, e não necessariamente por me ver sozinha nesse quarto escuro com sombras que geralmente me assustam. Eu senti o teu cheiro na bermuda de flores laranjas e pensei: como eu queria que ela estivesse aqui. Porque de repente meu coração doeu e eu sei porque.
Ela não confia no que digo, mas espera, eu não digo, eu nunca digo. Eu me calo porque temo.
Sim, eu tenho medo. Muito medo.
E eu sempre soube que você correria de mim. Eu sempre tive medo.
Só te peço uma coisa: não me faça acreditar que você vai ficar pra depois ir embora da minha vida como se eu não fosse sentir, como se não importasse. Se for pra ficar, fique. Se for pra sair, saia.
Hoje eu tive medo que você não ficasse.
Um mês era pouco para te conhecer, mas já sabia que te amava, dois meses foram suficientes para eu ter a certeza de que você era a pessoa que eu sonhava, e agora comemorando três meses de namoro posso dizer que tenho mil razões para agradecer por você ter aparecido na minha vida!
O amor verdadeiro é algo raro e valioso, e muito difícil de encontrar, mas quando ele aparece em nossa vida a gente reconhece de cara. É muito difícil encontrar, em meio a tanta gente no mundo, alguém que combine com a gente, que encaixe, e quando encontramos não podemos deixar escapar. Precisamos valorizar esse acontecimento e respeitar o amor acima de tudo.
Quando bati os olhos em você, senti algo diferente, algo que nunca havia sentido, de repente me vi envolvida e apaixonada. Para minha felicidade, era recíproco. Há três meses, não nos desgrudamos, e posso dizer que no que depender de mim, não vamos nos desgrudar nunca mais. Meu amor, eu sei que o nosso namoro ainda é recente, mas eu quero ter você para sempre em minha vida.
Obrigada por esses três meses de namoro maravilhosos que vivemos. Eu desejo que esses meses se multipliquem ao infinito. Te amo, minha namorada, minha noiva, e minha mulher.
Ao passo da canção
Eu fitava sorrateiramente
Cada fio de cabelo castanho,
Que seguia obstinadamente os contornos daquele corpo.
Assim como meus olhos
Sua cabeleira castanha e sensível lhe servia de apoio para um cabeça pequenina e arredondada.
Ver seu rosto estampado num fundo branco de uma fotografia é meu prazer, meu desjejum, minha oração.
Comovido como o Diabo
A poesia enchia o coração
Esse coração que queria esvaziar
Eu senti o beijo, senti os sentimentos
Mas esses já não eram meus
Na verdade esses nunca foram
Então andei, tanto andei que vaguei
Tanto vaguei que o corpo e alma
Estavam na sintonia do coração
O mesmo ritmo
A mesma fraqueza
Os mesmos passos sem destino
Nessa hora Drummond me sussurra
"Amar se aprende amando"
Mas não foi desse jeito
Que eu aprendi a amar
Na ausência de um amor
Eu prefiro como for
Me guardar para amar
Antes que por leviandade
Sem carinho, sorriso e fidelidade
Eu possa encontrar a felicidade
Esperando um amor de verdade
E pra quem é recalcado
E está acompanhado
Sem amor passa e vive
Mas no fim terá apenas passado.
Por isso prefiro a solidão
Que meus sentimentos guarda no coração
E na mente uma esperança
Que dará fim a solidão
Deus
Burlescamente caricato
Grotescamente sorri exibindo o amarelo escuro dos dentes. Diz eu te amo e novamente sorri, multiplicando a falta de sentimento, desrespeitando os poderes mágicos da palavra, estrangulando a pureza, a beleza do sentimento, mastigando a poesia sem pressa, engolindo-a lentamente com uma dose de gim barata.
eu bebi da esperança
de eternidade
e me soube amarga.
eu quero mesmo é a
realidade:
comer a vida
beber o minuto feliz.
o minuto feliz e o outro.
e mais uma vez
comer a vida
beber o minuto feliz.
o minuto feliz e o outro.
e mais uma vez...
isso é maior
que a promessa
do para sempre.
“o fantástico da felicidade é ela não ser futura”
PALAVRAS QUE FEREM PALAVRAS QUE CURAM
Do alto de uma colina
Eu fui tecer um poema.
A vida em dor me ensina
O quanto temos problema.
Saí, busquei um refúgio.
Um outro ar quietude.
Queria ser bem mais ágil,
Seguir em melhor atitude.
Me faltam palavras corretas
Em momentos decisivos.
E ditas se tornam setas,
Ferindo os melhores motivos.
Será que um dia aprendo
Tratar melhor as pessoas.
Caindo, subindo, vivendo.
Agir e falar coisas boas.
Na dor nasce mais um poema:
Pavor, vazio e culpa.
Sem cor, a mais triste cena!
Não tenho e não dou desculpa.
Pois o que fiz foi errado
E muito mau, eu assumo.
Talvez, espero que um dia
Eu mudo, melhoro, me aprumo.
Mas sei que todo humano
Com seus defeitos, virtudes,
Pode vencer seu engano,
Falar mais solicitudes.
E enquanto ali escrevia,
Aqui o meu desalento,
Anúncio de morte eu ouvia.
Pensei, fiquei bem atento.
Sonhei com a própria morte
Daquilo que é mau em mim,
Tentando, em dor, ser mais forte.
Ter limpa a nódoa carmesim.
As manchas ficam bem grudadas
Em nós e em quem maculamos.
Remédio em porções acertadas
A cura, sarar, que as tomamos!
É muito bom se ter amigos
Que ajudam curar suas feridas.
Nos ouça os gritos e os rogos
E as dores, enfim, repelidas.
Mas sei tem alguém lá em cima
Que pode e sempre olha por nós.
A minha fé nele se atina
Com ele não estamos sós.
E antes que à colina fosse
Pensei e ensaiei alguns versos
Pra quando de lá então saísse
Pudesse alinhar-me aos processos.
As coisas que devo falar
Pra não ferir nobres pessoas.
Entenda, pois até um poeta
Não fala só as coisas boas.
Derrama em letras seus erros
Da dor, tristezas e alegrias.
Têm altos e baixos, uns morros
Sim leia, veja a serventia.
Poema que escrevo à grafite
Borracha precisei usar.
Na vida a coisa é mais triste.
Palavras não podem voltar.
11/01/2015 editado às 13h03
SOBRE A (MINHA) VIDA...
Da minha vida eu sei muito pouco.
Estou entregue aos versos...
E aos reversos de mim.
Sei apenas que as coisas vão acontecendo...
E eu vou sentindo por aí...
Cuidando muito pouco de mim.
Mas amando muito... e sempre.
Com o regador nas maõs
E a regar as flores todas...
Dos canteiros de mim pelo chão.
A falsidade me encomoda
e essa sena ja virou moda
eu estou cansado deste seu sorriso falso
e deste seu andar de rato
das suas palavras cafonas
e da sua atitude mandona
do seu olhar irônico
e do seu geito cafonico
por armonia
eu prefiro chorar num conto
duque sorrir numa ironia
a falsidade te consome
que até as vezes tu esqueces o meu nome.
Estradas
As estradas me encantam em qualquer lugar que eu ande.
Tem suas próprias características. Seu ruído. Nada se compara ao barulho das rodovias.
Carros que vão, vão... Carros que vem , vem...
Quantos sonhos passam nas suas faixas. Gente levando sonhos e trazendo lembranças. Trazendo sonhos e levando lembranças. Mudando e levando mudanças. Construindo a sua história e seus álbuns. Quantos amores, por elas, vão e vem. Casais amando em suas extensões. Pais buscando nelas, o sustento da família. Valores que transitam em proporções gigantescas. A alegria e a euforia da chegada, o abraço da acolhida, o adeus da partida.
Sempre alguém diz: vá com Deus.
E as paisagens. Quantas ficam registradas em nossa mente e lá permanecem para sempre.
As serras serpenteando morros e montanhas. Beleza indizível. A passagem sobre pontes, viadutos e ferrovias me dá uma sensação de romper barreiras quase intransponíveis da vida. A gastronomia, com seus cafés coloniais deliciosos. Os artesanatos e fruteiras. A água que desce entre matos refrescando o ar. O cheiro da natureza, nestes pontos, é tão próprio. Os longos trechos em subidas e descidas. E tem as buzinadas de advertências e de agradecimentos pela gentileza na ultrapassagem.
À noite, as luzes, dão aquele efeito de cidades móveis. Quer maior lindeza? Os trevos que, como à vida, nos deixam em dúvida sobre o caminho a seguir.
Os locais não conhecidos sempre desafiando nossa imaginação. A música rodando e a cabeça, em outras viagens. A frenagem dos caminhões que assustam e emocionam.
Eu sei que tem buracos, acidentes, assaltos, pardais e pedágios, mas, sinceramente, não vivo sem viagens.
Nem falo das curvas, pois estas me encantam como me encantam as mais belas mulheres que por elas transitam.
30/05/2013
(...) anos atrás eu me sentava num sofá e avistava um horizonte que era o meu desejado, o sofá não existe mais, alguns muros cresceram por de volta daquele espaço impedindo de avistar qualquer longe.
Cresceu muro nos meus olhos, e eles lamentam, acho que é só o que fazem hoje.
Hoje não em tempo, exatamente agora.
Que caiam os muros, as dúvidas, os gostos, as roupas, que os passos se alinhem, um após o outro, nunca um querendo ir e o outro ficar.
P
Talvez eu vá à busca de um canto diferente, onde as luzes possam estar acesas, onde eu possa fazer barulho, onde eu possa ouvir os meus, onde meu coração fale alto, onde meus pés encontrem a beleza dos caminhos, onde minhas mãos alcance outras mãos que tenham o mesmo propósito que eu.
Talvez um dia eu chegue, onde as águas só lavem a alma, mate a sede, e nunca afoge ninguém.
Um dia quero acordar, num lugar onde se vê o sol nascer e dormir no canto onde ele se põe, quero andar de passo junto na areia da praia, ouvindo o mar e as gaivotas.
Um dia eu sei que viverei uma poesia de Drummond, (deu vontade de vivê-las)
mas pode ser também um verso de Quintana.
Quero ter a chance de ser “Povo”, pois ser gente, me lembra estar na multidão, porém só.
Um dia quero que as pessoas enxerguem que cada um tem seus mistério, suas frustrações e suas quimeras, e que haja um portão com uma placa de "BEM VINDO" a todos os de questão.
Mas se houver esse lugar, sei que os portões não se fecham, são de um povo lindo, que não aceitam exclusões.
o meu eterno amém.
Donde eu vim?
De um óvulo generoso que assim que soube que minha mãe já tinha dois meninos, confabulou com seu amiguinho espermatozóide e deram aquele jeitinho de fazer parceria com mais um óvulo que simultaneamente foi fecundado.
Resolveram agradar minha mãe....
Assim que as contrações começaram, nasceu meu irmão (o terceiro).
Em seguida a parteira disse: êpaaaa... tem mais alguém a caminho...
Uma menina!!! Ah, que maravilha!!!
Foi na rabeira, mas eu nasci...tsic!
mel - ((*_*))
Cá estou eu em mais um dia de risos pela metade. Olho pro lado e sinto uma saudade imensa, doída e desesperançada de ti. Saudade de momentos que não vivemos de coisas que eu talvez nunca saiba como serão. Meus amigos gostam muito de mim, mas será que eles sabem o que se passa no meu sorriso, será que eles sabem que se eu estou morrendo de rir agora, mas daqui a pouco vou morrer de chorar de saudades suas?. E eu, mais uma vez, olho para o lado morrendo de saudade e penso quando vou poder te ver...
A cada semana sem dor que eu pulo, pareço acumular uma vida inteira de dor, eu inventei de conversa todas as noites com “você” só para pular uma semana sem a dor da sua ausência, mas preciso esperar muito para te reencontra. A sua ausência dói e eu sigo inventando historias para explicar sua ausência, historias bobas que finjo acreditar. Odeio minha fraqueza em me enganar. É que não aguento mais não dar um rosto para a minha saudade e sempre levar um tapa.
Tudo que vive até agora foi pela metade, ao menos a minha fantasia é por inteiro... Enquanto dura.
No final bruto, seco e silencioso é sempre isso mesmo, eu aqui meio querendo chorar, meio querendo mentir sobre a vida até acreditar. E aí eu deito e penso em coisas bonitinhas. E quando vou ver, já dormi.
Flor de alecrim...
Eu sou a flor do alecrim
que perfuma teu redor.
Minhas folhas, são pequenas,
mas diferentes e cheirosas,
produzem uma fragrância
lembrando o campo onde cresci.
Todos, desejam um pé de alecrim
e até o vento que finge
não se importar comigo, silencia
e rouba minhas sementes
espalhando por onde passa
para ver florescer nos campos,
essa cor azul, suave
que encanta e enche de graça,
um olhar mais perspicaz.
by/erotildes vittoria
ROBERTO
Num dia tão especial, só mesmo em forma de poesia
Eu poderia expressar a minha felicidade
Por tê-lo como meu neto.
Mesmo que palavras não consigam
Demonstrar o meu carinho por você,
Gostaria de dedicar-lhe hoje e por todo sempre
A compreensão, o afeto fraterno, o sorriso acolhedor
E sobre tudo, o meu coração amigo
Para te amparar e amar todo o tempo.
Que neste dia do sua almejada conquista,
Você sinta o sabor de uma grande oportunidade,
Conte comigo e que tenhamos uma eterna amizade.
Felicidades e muito progresso nesta nova meta que escolheu.
Nosso apoio será imenso e grande estimado garoto...
Parabéns...! ! ! !
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