Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Se eu pudesse descrever o azul do céu,
Com a mesma intensidade da minha dor,
Talvez pudesse entender o segredo,
O verdadeiro significado da vida,
Pois hoje o que sinto é apenas um vazio,
Escondido por entre as linhas deste poema.
No anonimato da minha existência,
Sinto seus olhos fechados a me procurar,
Mas o que vejo são apenas trevas,
E eu nunca vou entender o que é o amor,
Se você continuar a fugir dele também.
Um dia todos vão entender comigo,
O que eu sempre tentei omitir,
Só que a grande verdade sobre você,
É que talvez você nem exista,
E é isso que venho tentando anular.
Prefiro continuar na estrada a sua procura.
Erro
Agora, fico desconsolado
Sabendo que agora eu poderia estar ao seu lado
Fui fraco de cabeça
Agora não há nada que faça com que eu esqueça
Estou pagando um alto preço
Estou pagando pelo o que mereço
O seu conselho não segui
Agora não consigo fingir
Que acabei com nosso coração
E tudo o que eu poderia dizer era um "não"
Quem sabe agora eu aprenda
A não aceitar mais dessa oferenda
Me sinto covarde
Mas agora é tarde
Se eu te deixei
Foi porque errei
E tudo o que eu te fiz
Foi para tentar te fazer feliz.
E se eu precisar do amanhã?
Preciso seguir
E se eu precisar do Sol?
O Sol que ilumina meu mundo
E se precisar da chuva?
Para nela lhe acompanhar
Se eu precisar de um ponto final?
Quando na minha vida só tiver vírgulas
E se eu precisar da certeza de lhe ter?
Enquanto estamos distantes
Meu Sol, minha vida
Uma certeza eu não preciso
Meu ponto final para a vida
Como tratá-lo?
Como chamá-lo?
Verbo? Sentimento? Consequência?
Ele tem tantas formas que eu nem sei como usá-lo
Como verbo ele tem futuro, presente e sempre um final
Mas como sentimento puro não deveria ser eterno?
Existe ou não?
Usável ou não?
Quem dirá? O verbo que conjuga na cabeça ou a droga do sentimento que está no coração?
Eu mal sei o que dizer
A cada momento me sinto mais apaixonada
Tenho duvidas sobre tudo
Mas mal sei como posso ser amada
Você é meu ponto seguro
Minha luz no fim do túnel
Me acolheu entre teus braços
E me fez um bem inimaginavel
Desde o primeiro momento
Soube que seria algo importante
E que marcaria de alguma forma
Mas fora mais do que imaginei
Mudou tudo em instantes
A vida sem você já não faz sentido
Minhas noites são regadas por sonhos com você
Meu mundo gira em torno do seu
E agora mal sei o que fazer
E eu me pergunto:
E se um dia você sumisse?
Se simplesmente desaparecesse?
O que seria de mim?
É uma dor intensa, inexplicavel
Apenas de pensar em tais coisas
É um desespero que invade minha coração
E enegrece minha alma
E o que eu quiz dizer
É o que eu digo a cada momento
O quando você significa
O que digo sobre este meu sentimento
ei Te amo
Quando tá escuro e ninguém me vê
Quando tá escuro, eu enxergo melhor
Quando tá escuro, te vejo brilhar
É onde eu fico à vontade, sem medo da
claridade
Passo o dia inteiro esperando a noite
chegar
Porque não há mais nada que eu
queira fazer
Quando tá escuro tanto faz que cor
tem
Quando tá escuro só valem as palavras
Quando tá escuro ninguém repara as
minhas meias
É onde eu abro as minhas asas, onde
eu me sinto em casa
Passo o dia inteiro esperando a noite
chegar
Porque não há mais nada que eu
queira fazer
Só no escuro!”
Aquela Voz
(R. Bento)
Aquela voz me dizendo
Abra a janela para poder me ver
Eu ouvindo aquilo
Digo não abro, pois, não tenho porque
Ligo o radio bem alto
Essa maldita voz não me deixa dormir
Em tom suave ela diz:
Não adianta querido eu não vou desistir
Agora vê se entende
Eu só quero ficar sozinho no meu quarto
Mas vai ser impossível
Se você não consegue se manter calado
Só consigo pensar
Quem será o cretino e o que quer falar?
Com tristeza ele diz:
Só se abrir a janela conseguirá escutar
Refrão
Então com raiva eu abro e não vejo ninguém
A rua deserta e a brisa gelada
Me tocam o rosto me dão arrepios
Quando eu olho pra cama onde eu estava
Me vejo deitado com os olhos fechados
Com uma paz que há tempos havia perdido
Então eu percebo que a voz que eu ouvia
Era eu mesmo querendo entrar no paraíso.
Bento.
http://bentoolico.blogspot.com/2010/04/aquela-voz.html
Canção ao Acaso
(R. Bento)
Então serei/ O mesmo cara que eu cansei/
De conviver/ Buscando a razão de viver/
Em outro alguém/ Pra me dizer como fazer/
Pra ser feliz/ E chegar onde nunca cheguei/
E dividir/ Os sonhos que eu tanto sonhei/
Pra me alertar/ Dizendo se esse sonho é real/
Então viver/ E só olhando a vida passar/
Sobreviver/ A espera do mundo girar/
E não girar/ Inerte nesse gélido fim/
Sem conseguir/ Olhar nos olhos da verdade/
E assumir/ A culpa pela flagelação/
Que eu me imponho/ Na punição de todos os meus erros/
Ir ao passado/ Atrás de respostas atuais/
Sem ver que sou/ Eu mesmo a solução dos problemas/
E aos poucos/ Matando o que sobrou de mim/
E falta pouco/ Pra que eu chegue nesse fim/
A cada passo/ A versos invadindo a cabeça/
Que eu repasso/ No quarto ao som do violão/
Sobre uma frase/ Que eu disse sem me perguntarem/
Que é você/ A coisa mais linda a minha vida/
Quando minhas mãos não puderem te tocar/
Quando minha boca não puder te beijar/
Quando seu sorriso não puder me alegrar/
Quando minha boca não puder te beijar/
Bento.
CATIATCHA
Maria quis dar-me um amor eterno, sem limites
Quis pôr-se a serviço do Senhor Eu
Renunciou a todos os sonhos
Para ter os meus
Os meus sonhos seriam os seus
Maria quis dar-me o seu leito de bálsamo
O seu colo abrasante
A sua simpatia eterna
A sua compreensão imensa
A sua alegria perene
Quis santificar meus defeitos
Mas não quis
Não quis. Acreditem!
Não quis !
Quis a Madalena
Ordinária
Que me pisou com sapatilhas de prego
Imergiu minha cabeça em baldes de gelo
Jogou-me de ponta na sarjeta
Chafurdando
Nem Maria. Nem Madalena
Hoje lamento não ter querido Maria
Maldigo ter desejado Madalena.
Fiquei com a catia
Perambulando em meus infortúnios
Cambaleando
Vou sorvendo até a última gota
O entorpecente líquido de catia
Bendita seja
Maldita catia
Garçom, mais catiatcha!
Despedida
Eu sou um de muitos que já passaram, e que ainda vão passar por esta terra,
Deixando pra trás um rastro de existência.
Um louco tentando escapar do absurdo coletivo.
Mais um medíocre aos olhos da humanidade.
Caminho sem rumo, sem direção a procura de uma ilusão, ao qual eu possa,
Chamar de amor.
Assim vou vivendo, queimando pouco a pouco, os sonhos que ainda me restam.
Digerindo a falsidade que me rodeia, rindo sozinho da demência humana.
Meus amigos são poucos, minhas conquistas menos ainda.
Mas minha coragem ainda triunfa, escondida na minha misericórdia.
E o corte da minha espada ainda se faz presente, dilacerando a altivez de quem ousar atravancar o meu caminho.
Vou-me assim vivendo, apenas com a pureza de um recém nascido.
Comprarei uma casa na montanha, distante de tudo e de todos.
Onde quem sabe em uma tarde fria de inverno ver-te-ei meu rosto refletido.
Em uma pequena poça de água formada pelas lagrimas que chorarei pela manha,
Ela me mostrara todos os anos que já se foram embora, darei meu ultimo suspiro, e um sorriso simples cansado pelo tempo, um estrondo ira cortar o silêncio quase angelical.
Logo após depois de uma imensa espera, finalmente irei acordar do sonho da vida.
Prisioneiro de mim mesmo
Liberdade eu procurei,
Liberdade eu precisava,
Liberdade eu encontrei,
Comprada, inalada, aspirada, injetada, limitada, passageira, mentirosa e traiçoeira.
Liberdade eu procurei,
Na liberdade que encontrei, me isolei, me entreguei, me viciei, me perdi, me escravizei.
Liberdade eu procurei,
Liberdade eu precisava,
Liberdade de verdade,
Liberdade eu não achava.
Busquei em diversas fontes, subi no mais alto monte, lá de cima eu me dei asas, voei até os céus buscando romper o véu que escondia a liberdade, o que havia por trás do azul?, a liberdade estaria ali?, quem escondeu-a de mim?, eu preciso encontrar o sabor da liberdade, eu preciso sentir o que é ser livre de verdade.
Cansado e sem encontra-la, desisti de procurar, resolvi aterrissar, me encostei pra descansar, fechei meus olhos tentando dormir para aliviar meu cansaço, foi então que me vi olhando para dentro de mim, e que havia algo ali, onde eu nunca pensei em procurar, me encontrei com a verdade, ela me disse que ali, dentro de mim, morava a felicidade e que se eu a encontrasse seria livre de verdade.
Viajei por tanto tempo, gastei energia, vida e talento, procurei nos quatros ventos, o que eu só encontrei quando me olhei por dentro.
A verdade me ensinou o endereço da liberdade, antes porém me avisou que eu só a encontraria se acreditasse que era a liberdade que eu queria de verdade.
Sabe por que eu odeio a humanidade?
Porque eu tenho medo da vida,
Eu vejo como as pessoas vivem,
E tenho medo de vivenciar.
Decisões erradas,
Situações extremas,
Medo excessivo,
Angustia nos consumindo.
Porque temos que sofrer?
Não poderíamos viver em paz?
Ou pelo menos respeitar o espaço do outro,
Para vivemos dignamente.
TUA ESKRAVA...
Eu queria ter forças pra te odiar cada dia mais e sumir...
Queria ter forças pra simplesmente virar as costas
e fazer com que esse ódio me fizesse te esquecer mas,
se APODEROU de mim, de tal forma que não consigo.
Tomou tudo, não tem mais espaço pra minhas decisões.
Existe apenas a Tua vontade.
Sou tua esKrava.
Não tenho vontades nem tão pouco sou dona da minha vida.
Eu te odeio... mas te quero (isso me mata).
Sou tua, por completo
Corpo, Coração e Alma.
És meu Dono, para sempre.
E eu tracei a linha.
Bom, eu penso que pela primeira vez a guria querida, confusa e fácil mudou. Ela, dessa vez, não apenas esqueceu tudo e foi indo naquele barquinho de papel que ela tinha feito quando pequena. Como uma esperança do que sua vó tinha lhe dito sobre felicidade no amor. Ela dessa vez não seguiu remando. Ela passou em traço e esquece tudo. Quer dizer, esquecer não, mais sim parou.
Ela se apaixona fácil. Ou como falava um pequeno texto “Eu consigo amar ate uma berinjela”. Ela dessa vez, olhou não com os mesmos olhos, olhou com os pés no chão, de baixo para cima. Percebeu que durante tanto tempo ela alimentava uma sina por separar as coisas. Mais do que apenas separar as coisas no prato, ela separava a vida dela. Parte era para o estudo, parte família, parte avó, parte amor (na verdade amor era dividido em duas partes: o sonho e o real), parte mãe, parte amigos, parte solidão, parte ela. Nada podia se mesclar.
Bom, o que ela fez foi ver que tudo que ela pensava se quebrou, quando mais uma das suas paixonites, pela primeira vez, se quebrou.
Ela olhou para o amor e sentiu enjôo. Olhou, e se casou. Voltou atrás. Olhou e não agüentou a imagem que via. Percebeu o sentido que fazia o que os outros não falavam.
Ela não esqueceu a paixão, só cansou. Cansou da decepção que era um tombo. Canso pelo fato de nada mudar. E, mesmo que não tivesse acontecido nada, ela sabia que teria um final. E também percebeu o quão grande era o muro que ela queria pular. Nada era como ela pensava.
Mesmo com nada, ela viu. Viu que, mesmo que seja lindo a ligação de coisas iguais, as coisas não mudariam. A não ser que ela fosse sincera e jogasse tudo num liquidificador.
Eu olhei para a vida. Olhei para minha mãe. Para minha vó. Olhei para a berinjela. Olhei para o chão e alem das estrelas. Olhei para todas as ilusões. Olhei para o que eu acreditava. Olhei para a menina. E a deixei ir.
"Eu te amo !!!
Enquanto te espero voltar, penso nesta coisa maluca e sem juízo que se tornou o nosso amor. Onde nossos caminhos se separaram para que você chegasse ao ponto de dizer: “- Me espera um pouco mais.” ? Como se eu fosse um ponto de ônibus.
E eu espero, porque você fez tudo muito bem feito pra que eu esperasse.
Você me deu um amor tão grande que por diversas vezes eu me perguntei se o meu era tão grande quanto o seu. E cada vez que vc me olhava daquele jeito… como se eu fosse a melhor mulher do mundo, a única, eu te amava mais e mais… e quem sabe talvez um dia eu sentisse o meu amor por vc tão grande quanto eu sentia o teu por mim."
(...)
http://osdiassemele.wordpress.com/
"Lá vamos nós, eu e as muitas que sou, recomeçar de novo. Só que desta vez, recomeçando pra mim mesma, sem buscar a perfeição, os aplausos alheios, a aprovação, a adoração. Recomeçando pra tentar pela primeira vez, dar certo. Por mim e pra mim."
http://osdiassemele.wordpress.com/
Há algum tempo eu estou a espera de palavras sinceras, carinhos, amor, dentre um bocado de sentimentos verdadeiros.
Há algum tempo eu lhe vejo em meus sonhos, falando tudo o que eu desejo, me fazendo muitas vezes sorrir. Mas, quando eu abro os olhos, e desperto daquele mais lindo sonho, perco o rumo, perco o chão, percebo que tudo o que eu vivi ali, não foi real. Estive por alguns minutos em uma realidade que muitas vezes me falta, que há muito não existe.
Há algum tempo eu estou a procura da pessoa que eu conheci, e tentando desvendar o porque de tantas mudanças. O tempo passou levando tudo o de mais belo que existia entre nós. Deixando dúvidas, sentimentos inacabados, refletidos em noite mals dormidas.
Há muito tempo eu não durmo em paz, tentando buscar um caminho, algo que me traga de volta você. A paz foi embora levando o que eu mais preservava.
E eu continuo sorrindo, achando graça de tudo o que eu experimentei e lamentei, por ter desencontrado ou senti falta do que não era meu. Eu continuo sorrindo, deixando de lado todos os momentos que um dia eu disse ser ruim, ou senti que me fez mal. Continuo seguindo em frente, com bons pensamentos em mente, sem me deixar cair em nenhum mal.
Quero sorrisos, quero olhares brilhando de felicidade, pois, é na felicidade que encontramos boas maneiras de viver.
A dúvida...
Naquele dia, eu sai devagar, era quase uma preguiça que eu senti ao caminhar em direção ao meu destino.
Queria ir, mas ao mesmo tempo, havia em mim uma grande dúvida, aliás...
Quando se fala em dúvida, pensa em dúvida, sente dúvida, é certinho que estou lá...juntinho dela...a dúvida.
Eu sei que nunca me sinto feliz..sabe porque?
Não saberá, porque você não vive como eu e nem convive com a infiel amiga chamada dúvida...então, não pode saber o que é ter dúvida, sentir dor do medo, ver a luz dos teus olhos serem apagadas pela sua própria incapacidade de se colocar diante de uma força maior, a força da verdade...aquela que te faz sentir que você é fraco e que sente o pior de todos os sentimentos...pena de si mesmo.Dúvida...
Aquela mesma, que te leva a ser um inseguro diante de seus medos e te torna um ser fraco, sem forças pra reagir e agir em seu favor, age contra você.
Vivi em meus melhores momentos as grandes oportunidades de me colocar diante de meus sonhos
e reencontrar com minhas diversas faces
mas em todas elas há e haverá sempre, a dúvida.
das minhas jornadas…
Eu quero que os dias venham facilmente e os momentos passem lentamente, e que as estradas me levem onde eu quero ir!
Quando eu estiver de cara com uma escolha, e tiver que escolher, escolherei sempre aquilo que signifique mais pra mim.
E se uma porta abrir para outra porta fechada, continuarei andando até encontrar uma janela. E quando estiver frio lá fora, mostrarei ao mundo o calor do meu sorriso, mas mais que tudo, eu desejo que a minha vida se torne em tudo que busco.
Que meus sonhos continuem grandes, e minhas preocupações continuem pequenas. Espero nunca precisar carregar mais do que posso segurar, mas o farei se preciso.
E enquanto eu estiver pelo mundo a fora, buscando chegar lá, eu espero conhecer alguém que me ame, e queira as mesmas coisas que eu.
E eu não ficarei olhando para trás, pois preciso dessa aventura, no entanto, jamais me esquecerei de todos que me amaram no lugar em que eu os deixei. E espero sutilmente, que não se esqueçam de mim. Pois ainda que tarde, eu voltarei…
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