Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
"Eu já me joguei em tantos precipícios. Ora! Como fiz isso!
Me encurralei tantas vezes e achei que podia ser daquele jeito.
Hoje eu sou tão temerosa em matéria de amor, que não desperdiço mais um segundo com quem eu acho que não desocupa o espaço e nem fica.
Hoje eu tô tão alerta e entregue, que só absorvo o que acho ser de verdade. Já cansei das mentiras que antes me interessavam, hoje não!
Hoje eu acho que mentira nenhuma interessa a nenhum de nós.
Vamos viver um amor de dor de cotovêlo, mas amor "visto"..
Vamos viver aquela sensação plena de que o que se dá, tem que se receber.
E não é cobrança!!! É utilidade!
Do amor recíproco.
Ninguém é obrigado a nos amar.
Mas , pera lá!!!
Então não nos use, não nos abdusa, não nos trague, não tente nos convencer.
Há tempos eu já me dissipei dos amores de vagão de trem, aquela paquera vazia que não dá em nada.
Há muitos me desocupei dos espaços que nada preencheriam.
Há muito, eu só espero do amor, aquilo que me convém...E me convence.
Por que quem consegue te convencer...Consegue fazer voce convencer a sí mesmo.
E isso basta!
Isso basta sim?!!!!!?". (Denise Lessa)
"Hoje eu vou dançar...E vou me esbaldar ...Juro que vou procurar apenas a ligeireza do instinto e do cheiro que acompanha o que vem do amor.
Juro que vou me estabanar e abusar de tudo aquilo que eu acho ser a mais pura e casta (in) certeza daquilo que eu um dia pensei SER do tamanho que eu queria que fosse. Mas, não foi! Ficou na fantasia.Não aquela de carnaval.Mas, na mais estúpida sensação de que o que foi feito, foi inútil.
Inútil pensar em amor "desse jeito", sem achar que tudo pode ir pra o deserto, onde a água não existe, onde as sensações são quentes, mas a gente só sente é frio". (Denise Lessa)
"As Crônicas de Um Amor Desajustado - RBA"
Nossa. Eu estava muito nervosa para te ver. Não entendi o porque já que eu te via todos os dias, acho que esse nervosismo era o fato daquele dia ser especial. Era final de semana, mais precisamente um sábado. O dia já estáva no meio e fazia muito calor. Eu havia marcado de sair com ele na semana e estava achando muito estranho o fato de ter dado certo, já que toda vez que eu convidava sempre aparecia algum impecilho do destino. Pronto. Estava na hora de ir. Nós íamos assistir um filme, então não podia atrasar.
Eu cheguei cedo, como sempre. Ele havia atrasado, como sempre. Mas o seu rosto, sua roupa, tinha me feito perdoar isso. O mais engraçado é que durante o passei nós conversamos muito, não como antes, agora eu sentia que podia contar qualquer coisa que quisesse. No meio de tanta conversa ele me disse que havia trocado de roupa várias vezes até achar uma legal o suficiente pra me impressionar. Disse até que passou horas se arrumando.
Eu ri.
Por dentro é claro.
Ah, eu derreti também...
Depois de tanta conversa fomos assistir o filme. Eu odiei. Mas o fato de estar sozinha com ele foi recompensador. Teve uma hora durante o filme que ele me olhou e não tirou os olhos de mim, eu senti que ele queria me beijar, mas eu não consegui dar intimidade o suficiente por estar com muita vergonha.
Até hoje me arrependo disso.
Depois do filme nós não lanchamos, na verdade nós discutimos. Não sei porque mas nunca conseguíamos ter um momento de paz que durasse. Nós nos amávamos tanto e talvez nos esforçassemos tanto pra sermos bons que sempre falhavamos. Mas apesar dessa discussão eu gostei desse dia. Muito mesmo. Foi um dos poucos momentos que eu passei com você.
Um dos poucos momentos que podíamos finalmente sermos só nós.
Nós...
A história que eu nunca quis contar.
Estava a dois anos dormindo no sofá da sala da sua vida sem previsão de me mudar ou ir embora. Desculpe o incômodo, a inconveniência e a imensa vontade de ficar por aí. Desculpa não ter tido a coragem de sair correndo porta a fora, de pular pela janela. Desculpa não entender a tua bagunça, mas mesmo assim conseguir me ajustar a ela. Não sei em qual canto você me jogou para que fosse tão facilmente esquecida, mas ainda bordo os meus sonhos nas paredes dos meus devaneios e estais nele - de algum modo. E mesmo com o mau jeito na coluna, a falta de jeito com as pilhas e mais pilhas de recordações que não consigo me desfazer, mesmo te querer não querendo, mesmo assim eu quis ficar pra te ajudar caso o teu mundo desmoronasse. Eu queria te servir de apoio, imoralidade, válvula de escape. Eu só queria te proteger num dia de tempestade, mesmo que o grito dos estrondos nunca lhe inspirasse o medo. Mas você não me deu a oportunidade de passar do sofá da sala. Estava a dois anos passando fome de novos hábitos e dormindo com as expectativas em posições desconfortáveis. E não entendia o que me prendia numa morada que não era minha, num lugar que não me pertencia. Talvez, só talvez, eu tivesse medo de te ter por perto na mesma proporção em que tenho medo de nunca mais te ver. Tenho medo dos meus limites incalculáveis quando o assunto é o nosso par. Tinha medo de pagar pra ver e me arrepender, tinha receio de não ser nada além daquele sofá. E num belo dia senti a agonia dos raios de sol tentando vencer a solidez das frestas das janelas, então percebi que a minha pele tinha urgência pelo afago quente, sede de novos imprevistos, novos infinitos. Esta, quem sabe, é a história que eu nunca quis contar. Porque mesmo depois do desfecho inesperado, do atrito entre sala e quarto, mesmo depois da convicção dos erros, do caos que arrepiava apenas os meus sussurros. Mesmo depois de dois anos, eu ainda tenho medo de que você bata na porta e saia correndo sem ao menos avisar. Ao fim, enfim. Primeiro passo porta a fora e consegui ficar extasiada com as cores que procurava em quatro paredes, sem sucesso. Senti a poesia passando por aqui insegura e frágil, guardei-a no bolso logo após sussurrar ao pé do ouvido que eu tinha uma alma ferida, cheia de espinhos e flores alternadas. Falou que dentro de mim habita uma primavera obscura feita de procuras e visitante silenciosos. E pela primeira vez fiquei com vontade de escrever histórias prontas para serem lidas, aturdidas esperando por propagação sem temor. Que as utopias nos tragam mais sorrisos do que incertezas. Que o abraço do acaso seja tão confortável quanto o esquecimento do passado. Que nada lhe impeça de sentir a barriga doer num gargalhar alto. Da história que nunca quis contar, foi tristeza até o último suspiro de sentimento bom. Não diga que eu não tentei. Acho que pela primeira vez os ventos contrários estão a favor.
E pela primeira vez eu não te quis.
Queremos outros encantos. – Pensei.
Queremos outro tempo.
aos olhos cinza
Tu tocaste a minha alma...
Eu poderia olhar nos teus olhos...
eu poderia compartilhar esta noite juntos
poderia segurar-te apertado ao meu lado
poderia tomar-te nos meus braços
por todo o tempo... beijar-te num beijo profundo eterno!
Tu tocaste a minha alma e eu creio no amor eterno
Sim, eu te amo
E quero te oferecer todas as rosas do mundo...
... em algum lugar há alguém que sonha com teu sorriso e
descobre na tua presença que a vida vale a pena!
Eu te digo Adeus!
Com os olhos marejados na despedida...
Com a alma carregada de lembranças...
Mas levarei na memória.. Momentos em que eu te amei!
O tempo parou porque eu te amava...te queria para minha vida
Mas sempre soube que partirias...
Escuta-me amor...
Eu te amei, mas você nunca foi meu!
Hoje tu és apenas uma imagem sem cor... Neste silêncio
que ficou depois de tua partida...dividindo o sofrimento e a dor
com este amor que morre lentamente!
mas eu sou apenas esse pequeno homem, que aparece sempre no mesmo lugar, para os mesmos compromissos, o que poderia eu fazer para melhorar essa sociedade alienada?
não seria mais conveniente zelar pelos poucos cabelos que restam-me? a quebrar cabeça com essas criancinhas tolas, endiabadas, cheias de ódio em seus corações.
... não me pressionem, eu sou apenas um garoto
SIMPLICIDADE É O QUE EU MAIS QUERO EM UMA MULHER
Eu gosto de mulher simples. Que me faça sorrir, que me apoie quando for preciso, que leve uns tombos vez em quando. Eu gosto mesmo é daquela mulher atrapalhada que derruba copos no chão, que se lambuza comendo um cachorro quente ou simplesmente tomando um sorvete.
Eu gosto daquela mulher natural, que não mudou nada em seu corpo, e mesmo tendo aquela barriguinha fora do lugar continua sendo tão bela.
Eu quero uma companheira e não uma escrava. Quero uma mulher que me valorize e que me dê uns puxões de orelhas sempre que for preciso. Eu não gosto de "piti", de crises de ciúme em demasia, de charminho, de não me toque. Desse tipo de mulher eu me afasto.
Mulher pra mim tem que ficar na cozinha... Sentada saboreando um belo vinho enquanto eu preparo um lindo jantar romântico para ela.
Eu gosto de mulher de verdade e não de um objeto de status, não de um projeto de marketing. Eu quero uma mulher para ser só minha e não de uma sociedade inteira. Eu só quero uma mulher simples e que me faça sentir não o melhor homem do mundo, mas o homem que ela pediu a Deus.
Quero uma mulher simples e natural, e que me ame pelo que sou e não pelo que possuo. A essência de uma boa mulher está em suas qualidades e atitudes, beleza é só um complemento. Não procuro um rosto... Mais sim coração disposto a amar.
Lenilson Xavier
UM GRANDE AMOR EU ENCONTREI,
PROFUNDAMENTE ME APAIXONEI
FELIZ E PROTEGIDA ESTOU AGORA
COM ESSE AMOR QUE ME APÓIA A QUALQUER HORA.
ESSE AMOR ME FAZ TÃO BEM
NÃO SEI COMO É POSSÍVEL AMAR TANTO ALGUÉM.
COM ESSE AMOR QUERO PRA SEMPRE FICAR
NÃO IMPORTA SE UM DIA O MUNDO ACABAR.
UM AMOR ASSIM É ETERNO
UM AMOR QUE A MINHA ALMA NUNCA DEIXARÁ DE AMAR.
Me ame, me perdoe se for necessário, me deixe pra que eu sinta saudades, mas depois volte pra me consolar. Me entenda, ou pelo menos tente, me suporte, me suporte em tudo, nas manias e crises.
Mas quando eu tiver carente de te, só me abraça, bem forte, me faça ficar segura nos teus braços.. E assim saiba que só vc consegue me fazer bem, que só com vc eu me sinto segura, e que eu amo muito vc.
Tu conseguiste fazer-me chorar, logo
eu que prometi nunca mais chorar
por ninguém. Mas tu és diferente.
Tudo que lutaste por mim.
Tudo o que sofreste por mim.
Tudo o que disseste de mim.
Tudo o que suspiraste por mim.
Tudo o que fizeste por mim.
E eu não dei valor, mas agora vejo
que tu sempre gostaste de mim. E
agora?
Ontem quando olhei para o longe, e
vi uma sombra, conheci-te só pelo
caminhar. Só pelo cabelo. Pela
estatura. Por tudo.
Tu querias me tanto fazer feliz e eu
não deixei. Se fosse assim, de certo
não estaria aqui a derramar lágrimas
por ti, de todas as recordações,
todos os abraços, todas as
mensagens, todos os comentários
que faziam de nós. Desculpa o
tempo que perdi a dizer-te que não.
Sei que nada poderá perdoar o que
te fiz sofrer. Mas meu consolo é te ver feliz , pois amo-te até o fim!
Eu posso ser feliz, posso cantar aos quatro ventos, posso até sorrir por coisas bobas;
Mas sem você aqui.
Porque quando você está aqui a minha alegria se esvai como água após uma chuva, eu me sinto confuso como se não houvesse pensamentos o suficientes para organizar.
E então de repente eu me olho no espelho e percebo que estou triste mais uma vez pelas mesmas coisas.
Como pode isso acontecer?
Como?
Antes das seis...
Eu tinha esquecido como era o céu, suas cores brandas, e a brisa calma e fria. Há poucas pessoas caminhando na rua, uns fazendo sua caminhada matinal, outros a caminho da labuta. Os pássaros parecem falar mais do que as pessoas. O cheiro de mato invade minha alma, e os meus pensamentos desabrocham, como uma flor na primavera. Hoje eu rejeitei o som do despertador, não quis ouvi-lo, troquei-o pelo som dos pássaros. Esse canto é bom aos meus ouvidos. Um verdadeiro refrigério para alma.
O tom laranja do céu está sumindo. A manhã chegou! Dando-nos mais uma nova chance de apostar algo novo. Procuro aquele pensamento vazio de ontem, e não o encontro mais.
Já passou das seis, na verdade não tenho certeza. Perdi-me, ganhando tempo com o céu antes das seis. A responsabilidade bateu na porta, não tenho mais tempo de ficar aqui admirando tudo isso. Mas, quem sabe isso não vire rotina. Não quero perder o prazer de acordar amanhã, e não contemplar tudo isso antes das seis.
"Eu me lembro.
Das florestas escuras, mascarando encostas de colinas sombrias;
Da perpétua abóbada plúmbea em pesadas nuvens;
Das correntes crepusculares que fluíam em silêncio,
E dos ventos solitários, sussurros no desfiladeiro.
Paisagens se sobrepondo, colinas sobre colinas,
Encosta por encosta, cada uma povoada de árvores tristes,
Nossa terra descarnada jazia. E quando um homem subia
Um pico áspero e contemplava, olhos protegidos,
Via nada além da paisagem infinita - colina sobre colina,
Encosta por encosta, cobertas como suas irmãs.
Era terra de melancolia que parecia abrigar
Todos os ventos e nuvens e sonhos afugentados do sol,
Os galhos despidos agitavam-se por ventos solitários,
E florestas recolhidas, de todo meditativas,
Nem mesmo iluminadas pelo sol raro e esmaecido,
Que tornava homens, sombras encolhidas; eles a chamavam de
Ciméria, terra da Noite e das Trevas.
Foi há tanto tempo, tão longe daqui
Que esqueci até mesmo o nome pelo qual os homens me chamavam.
O machado e a lança de ponta em sílex são como um sonho,
E caçadas e guerras, sombras. Lembro-me
Apenas da quietude daquela terra severa,
Das nuvens empilhadas sobre as colinas,
Do esmaecer das florestas eternas.
Ciméria, terra da Noite e das Trevas.
Oh, alma minha, nascida nas colinas encobertas,
De nuvens e ventos e fantasmas afugentados do sol,
Quantas mortes servirão para romper, afinal,
A herança que me envolve em tristes
Vestes de fantasmas? Busco meu coração e encontro
Ciméria, terra da Noite e das Trevas."
Eu quero uma história
Eu quero uma história
Que comece com
“Era uma vez”
Quero na memória
Todas as lutas que enfrentei
Todos meus motivos pra sorrir
A minha vitória,
É correr por todos os caminhos
Sempre sorrindo
Não importando com os espinhos
De rosas que não cativei
Quero capturar algumas estrelas
Quero um céu sempre azul
Quero alguém pra me ajudar
A terminar tudo o que comecei
Quero poder escrever
“Feliz pra sempre”
E fazer de todos os momentos
Eternidade.
Outra Despedida
Essa lágrima eu vou carregar
Sem esconder, mas sem deixá-la escorrer
Essa lágrima eu vou guardar
Pra no seu ombro deixar morrer.
Saudade é sombra que projeta
E faz doer, é egoísmo a crescer
É te recriar em mente, pra não sofrer
É me doar, amor, nos aquecer.
Sei de devemos amar a pessoa,
Eu mais que você. amor,
Meu coração está perdido a te procurar.
“se o achar, segure-o!” – te amando.
Umas palavras raras
Emiliano Lima de Araujo
Eu tenho que encontrar
Um desses livros caros
Umas palavras raras
Umas poucas certezas
Uns dois ou três amigos,
Um sorriso sincero.
Eu tenho que alcançar
Mais algumas metas
Outros tantos pontos
E eu tenho pressa,
Quero logo tudo
Quero descansar
Um dia eu vou ser
(Pra alguém.)
Um desses livros raros,
Um amigo certo
Um sorriso sincero
Alguma maluca meta
Eu tenho que encontrar
Tudo que preciso alcançar
E eu tenho pressa,
Eu quero descansar.
Poemas inacabados 3
Emiliano Lima de Araujo
Essa noite eu sonhei de novo
Pensei em talvez ficar, sei lá
Não entendo o porque de acordar
Se a realidade insiste em decepcionar
Não, por favor não entenda errado
Não é como se a realidade fosse assim tão má
Mas nos meus sonhos quase tudo é cantado
E todo espaço pra dançar é todo espaço que há
Por favor não me acorde ao me ver sorrindo
Não tire de mim esses meus momentos
Deixe-me viver, mesmo que me iludindo
Que é assim que me esqueço do sofrimento
Onde?
Onde posso eu ser julgado,
por meus tantos pecados.
Mas julgado meu bem,
pelo mau que causei.
Mas não pelo amor que dei.
Onde posso ser condenado?
Condenado porém,
Pelos perdões que devo,
E não porque me atrevo
não me barbear.
Onde posso eu, ser preso?
Ser preso ontem,
Pelo dedo que apontei,
Mas murchar jamais
pelas rosas que roubei.
Onde posso ser executado
Depois de julgado e condenado,
cá entre nós já estou cansado.
Vou perder a vida e chocar o mundo,
Ao provar que andando errado,
Eu só errei ao ser infeliz.
certas coisas perdidas eu curo
salve o tambor
no meu coração
meu coração aprendeu com o seu
a arte de amar
daqui não vejo maldade
só sei esse canto
meu desencanto
sou grata reconhecida forte destemida
sou verso rima
luz encantada que ilumina
mais pessoas
outras dores
velhos problemas
recomeçar e amadurecer
certas coisas perdidas eu curo
teus olhos pedem meu olhar
estou com você
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