Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
O PORTA-VOZ
Onde quer que eu vá, meus lábios não cessarão de falar deste amor e da salvação.
Eu sou mensageiro, porta-voz do Senhor; seja em terra estranha ou aqui, falarei deste amor.
Onde quer que eu vá, farei soar no infinito a mensagem de amor, deste amor bonito de Cristo, o Senhor, que no alto da cruz Ele demonstrou.
Onde quer que eu vá, seja em terra estranha, distante daqui, falarei deste amor que vivo a sentir; de Cristo sou porta-voz, não posso me omitir.
Eu não vou me calar, Cristo me ordenou: ide ao mundo e pregai a mensagem de amor.
Eu sou mensageiro, porta-voz do Senhor; seja em terra estranha ou aqui, falarei deste amor.
Onde quer que eu vá, farei soar no infinito a mensagem de amor, deste amor bonito de Cristo, o Senhor, que no alto da cruz Ele demonstrou.
Onde quer que eu vá, seja em terra estranha, distante daqui, falarei deste amor que vivo a sentir; de Cristo sou porta-voz, não posso me omitir.
Cícero Marcos
VC É MEU SANTUÁRIO 💯%
O único lugar onde o barulho finalmente morre
Onde eu não preciso ser nada além disso aqui seu color seu abraço
Essa baixinha aqui meia torta e cheia de falhas não sou perfeita mais terto muito ser mais
Obrigado por ser meu canto sagrado meu tudo
No meio dessa zona toda
Sem pose sem legenda
❤️SÓ NÓS ❤️
Para o meu amor..
Eu não sou perfeita,
às vezes falo alto demais,
sinto ciúmes sem
motivo,
fico emburrada por
coisas pequenas, e deixo o
coração falar mais alto do
que a razão.
Mas mesmo com todos os meus
defeitos, há uma verdade que
nunca muda: eu te amo de
verdade.
Quando eu digo que te amo, é com tudo o que eu sou,
com o melhor e o pior de mim, com minhas falhas e minha vontade imensa de acertar
com você.
Prometo estar aqui, mesmo nos dias
nublados,
te apoiar quando o mundo pesar,
te lembrar do quanto é amado,
e escolher você, todos os dias, de novo e de novo nunca esqueça disso meu fofo
Sua presença
Eu não posso dizer que amo seu corpo, porque antes de tudo me apaixonei pela pessoa que você é.
Cada detalhe seu… sua voz, seu sorriso, seus olhos.
Eu nem sei dizer o que amo mais.
Talvez seja a forma como você fala e prende minha atenção já te disse que passaria horas te ouvindo falar sobre qualquer assunto, só pelo prazer que sua presença me traz.
Quando você sorri e mostra suas covinhas no canto da boca…
Seus olhos escuros e profundos…
Quando estou com você, esqueço do mundo.
Tudo desaparece…
E ficamos apenas nós.
É loucura se sentir assim, eu sei.
Mas ninguém tem o mesmo sentido que você tem pra mim.
Posso eu magoar alguém sem ser magoado? Posso eu pensar errado de alguém e não ser pensado mal? Posso eu utilizar a minha boca para maldizer alguém e não ser maldito em minhas palavras? Posso eu fazer algo ruim para alguém e não receber algo ruim do destino?
Quando o ser humano entender sobre a lei da reciprocidade, ele entenderá que o seu semelhante também é parte dele.
Carta à minha alma gêmea
Ainda que eu não saiba teu nome, teu rosto vive em mim como um eco antigo. Há algo em mim que te reconhece, mesmo sem nunca ter te tocado.
Talvez sejamos feitos da mesma luz, do mesmo silêncio que dança entre as estrelas. Quando o mundo pesa, é tua lembrança que me alivia, como se tua existência me soprasse coragem.
Não te busco com pressa, porque sei que o tempo da alma é diferente. Mas quando nossos caminhos se cruzarem, não haverá dúvida — só um profundo “enfim”.
E se já nos encontramos, que essa carta te alcance como um sussurro, lembrando que o amor verdadeiro não precisa de provas — só de presença.
Com tudo que sou, com tudo que ainda serei, te espero com leveza, como quem espera a primavera.
Eu te amo, Izabelly
Eu quero te amar, mesmo que me custe o meu tudo
Bem, eu não tenho nada, mas me custaria esse nada
Talvez minha vontade de amar, meu amor por você
Mas acho impossível eu perder essa vontade de te amar, sabe?
Então eu não perderia nada, mas ficaria faltando algo
O seu amor, eu não posso perdê-lo
Talvez eu nem o tenha, bem...
Se for assim, eu sou um poeta morto
Um assasinado pelos próprios poemas
Corroído pelo próprio remédio
Um vázio onde reside o seu nome
O que é irônico, já que com seu amor, eu me sinto vivo
Amor que apenas existe em mim mesmo
Mas que mal tem? Eu vivo em amores platônicos
Eu me iludo fácil. Sou uma pessoa emocionada? É claro e com certeza!
Quebrarei muito a minha cara com o amor
Mas eu não me importo, se ele vier de você
Se for você, que seu amor me despedace, me quebre em mil pedaços
Com o coração quebrado, eu ainda te amarei
Eu falo tudo isso, mas no primeiro "não" que você me der
Eu não tentaria novamente, então
Não diga não para mim, dê desculpas
Minta para mim, diga que eu sou uma pessoa incrível, que o problema não sou eu, é você
E eu diria: "impossível, é impossível o problema ser você, meu amor"
Então deixarei de te amar, pelo seu bem
E pelo meu bem, eu morreria todo dia
Para que morto, eu não precise amar àquela a quem me faz viver
Todos os dias eu escrevo
Por vezes dos males da vida que eu mesmo pereço
Outras não, são apenas fruto da minha imaginação
Muitos versos já foram perdidos na correria
Dessa louca rotina que me acompanha no dia a dia
Na maior parte dos lugares e ocasiões
Olho e enxergo a vida por belas canções
Tentando extrair dela o máximo
O mais lento o possível
Olhando para a vida com equilíbrio
Tudo na tentativa de ter uma jornada flexível
O mais interessante disso tudo é que o tempo é irresistível
Parando em momentos que queremos acelerar
E acelerado em momentos que queremos parar.
Fazendo da vida, um caminho sem volta para o futuro
Sendo o presente o que você tem de mais seguro.
-
Leonardo Procópio
4 de Julho de 2023
Eu não dormi —
atravessei a noite armada de silêncio.
Havia um mundo em colapso
respirando atrás das paredes,
soldados marchando dentro do tempo,
e eu…
com as mãos cheias de nomes que amo.
Corri.
Não por mim —
mas por cada pedaço de mim
que anda solto no mundo
com o meu coração no peito.
Havia códigos escondidos no ar,
segredos costurados nos bastidores,
e eu entendia tudo
como quem carrega um mapa
que ninguém mais pode ler.
Mas o preço da lucidez
é nunca descansar.
—
Te levaram.
Não com gritos —
mas com laços delicados,
fitas de cetim preto
que pareciam suaves demais
para aprisionar um universo inteiro.
E ainda assim…
prendiam.
Me ajoelhei diante do poder
não por fraqueza,
mas porque o amor
às vezes se curva
para não se partir.
E então eu dancei.
Dancei com o medo,
com a guerra,
com o absurdo de um mundo
que tenta domesticar o que nasceu livre.
Dancei com você.
E em cada movimento
desatei um nó invisível
até que a liberdade coubesse de novo
no seu corpo pequeno.
—
Meus outros amores
ecoavam à distância,
como estrelas que não se apagam
mesmo quando o céu desaba.
Eu os guiava em silêncio,
em bilhetes invisíveis,
ensinando-os a sobreviver
sem que vissem o meu tremor.
Porque mães
não têm o direito de desmoronar
quando o mundo pede estratégia.
—
Mas eu sei.
Eu sei demais.
Sei do que se move por trás,
sei do que ninguém diz,
sei do fio tênue entre proteger
e desaparecer de si mesma.
E talvez seja isso
que me atravessa agora —
essa guerra que não terminou
quando abri os olhos.
—
Hoje,
eu ainda seguro a espada
mas minhas mãos tremem.
E tudo que eu queria
era lembrar
que não preciso salvar o mundo inteiro
para manter o amor vivo.
De todas as dores que eu já senti... nada se compara a de não ter vivido o resto da minha vida com você.
Naquele fatídico dia, eu não perdi apenas você, (jamais alguém amou outro alguém como eu te amei)... Eu perdi a mim (Existia uma eu antes de você e uma eu com você, mas não havia uma eu para depois de você), eu respirava nós dois, transbordava aquele amor descomunal que eu não sabia onde por ou que fazer com ele... E ele me consumiu dia após dia, até não sobrar nada que outro alguém pudesse amar...
A inutilidade da existência fadada ao fracasso, não me permite voltar e não conhecer vc...
Vc sobreviveu ao que me matou... E por alguma razão não tive a oportunidade de me enterrar... e ... sigo aqui... orbitando no nada, vitimada por essa doença que me devora sem trégua.
Meu peito sangra todos os dias...
Uma dor na alma que invade o corpo, queimando o tórax, atravessando meu peito, um amargo que sobe do coração à garganta.
Uma enfermidade que me assola incansavelmente...
Uma guerra que eu não consigo vencer, eu daria absolutamente tudo para simplesmente esquecer.
Não te amo, eu te consumo.
Sou chama que não pede licença,
que invade cortinas,
lambe paredes,
e transforma tudo cinzas.
Te toco
e já não és inteiro.
Teus contornos tremem
como papel prestes a desistir da forma,
como madeira que geme
antes de virar brasa.
Meu amor não aquece, devora.
É ardor sobre a pele,
é ar roubado dos teus pulmões,
é o vermelho vivo que cresce
até não caber no próprio corpo.
Onde passo, não resta nome.
Não resta tempo.
Não resta volta.
Só o estalo seco, irreversível de algo que já foi inteiro.
E ainda assim tu ficas.
Ficas porque arder comigo
é mais verdadeiro que sobreviver intacto.
Ficas porque no colapso
há beleza.
Porque no fim quando tudo é carvão e silêncio ainda há calor.
E é nele que nos reconhecemos.
O tempo foi passando e eu não me atentei da importância daquilo que não aprendi.
Com a brevidade da vida, passou…
Passou a oportunidade de leveza para a grandeza, fazendo se achegar a tristeza pela falta de beleza no agir, no vestir, no me comportar como a mulher que tem amor no peito, mas é sem jeito.
O tempo consolida padrões difíceis de desfazer. Trazendo dificuldades, em razão da deselegância consoante com o rude jeito do ser que a máscara usada por muito tempo deixou como cicatriz em raiz profunda.
O Sertão Dentro de Mim
O sertão que eu trago
não tá no mapa
ele mora em mim
nas partes em que a palavra
não cabe
onde o silêncio
diz sim
Tem dia
que sou chão rachado
pedra dura
pó e calor
onde a lágrima
não escorre
mas queima
o peito
e a dor
Mas foi na seca
que eu vi brotar
meu fio d’água
escondido
milagre pequeno
e teimoso
me mantendo vivo
Já tive sede de afeto
sede de mim
de abrigo
mas aprendi
com o deserto
que a falta
também é amigo
O sertão que vive em mim
é duro
mas quer crescer
porque o amor
que nasce da dor
ninguém mais
pode deter.
Carina Gameiro
Aham
Eu não vou me culpar se eu não te salvei
Ainda 'to lutando por mim
Eu não vou te jurar, eu não vou prometer
Sei com quem devo dividir
Tudo que conquistei, batalhas que lutei e algumas que já perdi
Pior coisa que experimentei, mas treinei pra isso não se repetir
Eu não entreguei, eu não fugi
Mas não por você, não confunde
Eu vi o rei e o castelo ruir
Eu errei, consertei e quero ver tu rir
Sem deixar o medo me consumir
Apesar do ódio me possuir
O brilho do Sol nunca vai sumir
Eu consegui (eu consegui)
Se errar na pressa, o fim é o poço
Só o que cresce na inveja é o olho
Pra vocês isso resume em ser feliz
Futuro de um pirata ganancioso
Os ossos jogado' num monte de ouro
Caverna Não É Fraqueza. É Seleção.**
Eu me afasto porque eu penso.
E quando eu penso, eu vejo.
Passei tempo demais ajudando, acreditando, dizendo:
“Vai dar certo, aguarda aí.”
Enquanto na minha vez era sempre.
“Faltou água.”
“Não deu.”
“Depois a gente desenrola.”
Engraçado…
quando é pra mim, nunca flui.
Quando é pros outros, eu resolvo.
Idiota eu?
Ou estrategista em silêncio?
A galera acha que eu sou ingênuo.
Acha que eu não vejo.
Acha que eu não entendo o jogo.
Mas tudo sempre foi um experimento.
Eu observo quem corre.
Quem some.
Quem inventa.
Quem entrega.
Eu deixo acontecer.
Dou corda.
Dou espaço.
Dou oportunidade.
Não é bondade cega.
É teste.
Enquanto muitos acham que estão me usando,
eu estou medindo até onde vai a capacidade deles.
Hoje eu me tornei mais reservado.
Menos acesso.
Menos explicação.
Menos disponibilidade.
Não é frieza.
É filtro.
Na caverna eu enxergo o que no meio do barulho eu não via.
Eu faço autoanálise.
Eu reviso minhas falhas.
Eu reconheço onde fui excesso.
E aprendi uma coisa.
não é porque eu tenho um coração limpo
que eu preciso ser emocionalmente desarmado.
Agora é seleção.
Menos quantidade.
Mais qualidade.
Quem fica, fica porque soma.
Quem sai, sai porque se revelou.
Eu continuo sendo eu.
Só que agora… consciente.
E consciência pesa.
Mas protege.
— Evans Araújo
Lembranças minhas!
Lembro-me de coisas que não aconteceram
Pelo menos me dizem que não
Eu me lembro de tudo
Do que você se esqueceu,
Lembro-me do que você não disse
Lembro-me do que eu não fiz
Eu me lembro de tudo que foi real pra mim
Que eu senti na pele, no coração.
Mas porque ninguém viu?
Ninguém acredita?
Ninguém quer saber.
Eu me lembro detalhadamente
De tudo que vocês dizem ser coisa da minha cabeça!
Cuida dela e guarda ela… o tempo não para e quando me parou, me deixou pensar, eu até quis questionar: será que o senhor quis assim ou essa culpa é só minha? Pai, o coração não é razão, está difícil aceitar o que deseja para mim; o meu coração não percebe a razão; o tempo que vivo, não vive mais ela: o tempo que mais dá saudade, também é a vida mais bela, mesmo em dias nublados, achei a fé no senhor e vi palavras que não escrevem tudo, mas um pouquinho, eu pude escrever, pude por ela, minha gratidão expressar.
Tenho escrito em mim o tempo que dá saudade, amor que palavras nem sempre descrevem; pai, eu vou amar ela, custe o que custar e mesmo sem ela, cuida dela, guarda ela por mim; mesmo sem mim, eu tenho um pouquinho de amor guardado em mim; talvez eu não mereça que me escute, mas pai, ela é a melhor vida que vivi, não há deixe sofrer; não é sobre mim mais, estou a orar por ela e pedir por ela, não por mim; eu tenho palavras tão sinceras e talvez me falte fé, mas cada palavra que não sei achar, tem escrito no espaço-tempo, além do tempo: eu provei meu amor; não há fé maior que, sentir além do tempo que faz saudade eterna.
A vontade do pai es tudo, mas o senhor é também amor maternal e paternal: nenhum amor es pecado quando o que peço não é egoísta, mas por amor esponsal, conjugal; es de coração, amor primal, tão inocente e puro ainda escreve em mim, num tempo que o amor tem esfriado; mesmo sem ela, o amor que o pai escreve em mim, tem a graça de viver a gratidão e tenho a vida para amar e orar, querendo por ela, o bem dela e confio a ti pai, quem escreveu a razão do meu amor e não me respondeu; amém.
Escrita autoral!
Juro, não pensei como eu poderia errar, eu quis apenas cuidar, mas aquela proteção, mesmo tanto amor, eu a machuquei quando achei ser o melhor; querendo poupar você de quem me deu a luz, alguém que perseguia você, não me queria com você; talvez não saiba, mas quantos anos eu vivi guerras, éramos menores, eu só queria estar com você, mas este alguém não deixava e mesmo assim, tantas vezes eu passei por cima; todo inferno que vivi, eu vivi para encontrar meu céu em você.
Lembra daquele cara, aquele que deixou o curso, quando você mandou mensagem querendo ajuda, querendo falar comigo; você podia ter escolhido qualquer pessoa, tantos amigos você tem, tantas pessoas que te amam; mas você me quis, você me pediu chorando: preciso de você; e eu disse estou indo, saí do curso e voltei; quando vi você chorar, meu coração rasgou, eu quis abraçar você, cuidar de você; sem querer que soubesse de onde eu vim; saberás um dia, eu vim por amor e sempre por você: eu deixo tudo.
Não quis que pensasse errado; quando tudo que faço por você, eu fiz por amor; cada mensagem sua, cada palavra sua, cada olhar seu me dá paz e me faz o coração gritar e dizer como sou louco, simplesmente alucinado de amor por você, minha menina; tudo que eu mais quero na vida, tudo que eu mais pedi há Deus é vê-la feliz, nada me importava mais que sua alegria; eu querendo pedir você do meu lado, mas não vou errar novamente, o egoísmo é meu castigo; por amar tanto você, desejo que encontre o amor que não há machuque como o meu te machuca.
Por me afastar querendo cuidar, não querendo deixar: quem me deu a luz machucar você; eu abandonei você e sem dizer a razão, me afastei; quando achei estar protegendo você, não pude perceber, o quão imaturo fui; não pensei em você, o quanto sofreu sem mim e quando percebi, nunca na vida foi tão doloroso estar vivo; quis tantas vezes me matar, nunca haverá perdão para mim; mas vou amar você; o tempo não vai importar, por você vou amar e, falar dessa dor com amor.
Escrita Autoral!
Quase sete anos e não me esqueci; quase sete anos e você é quem eu mais amo; quase sete anos e não amo mais ninguém; quase sete anos e você é a razão da minha saudade; quase sete anos e queria está com você, mas não estou; quase sete anos e viro poeta; quase sete anos e palavras já são banais; quase sete anos e o que eu faço sem você?; quase sete anos e flores ainda levam seu cheiro; quase sete anos e por você, minha vida é sua; quase sete anos e alguma coisa me faz sentir teu beijo; quase sete anos e acho que endoidei; quase sete anos e sonho com você de branco; quase sete anos e ainda sonho com a nossa família; quase sete anos e o tempo não volta; quase sete anos e nada me importa mais que você está bem; quase sete anos e não vou deixar de escrever; quase sete anos e sei que ainda há tempo para você me ler.
Quase sete anos e talvez eu precise esquecer, mas não vou esquecer; quase sete anos e o amor por você, sempre vai renascer; quase sete anos e vou fazer a dor bela por amor; quase sete anos e na dor, fiz palavras de gratidão e promessas de amor; quase sete anos e quero lembrar teu olhar meigo; quase sete anos e quero lembrar teu sorriso tão sublime; quase sete anos e quero lembrar tua pele suave como flor; quase sete anos e quero lembrar teu toque tão belo como beija-flor na flor; quase sete anos e ainda acho maneiras de viver você, sem você; quase sete anos e não ocupei teu lugar na cama; quase sete anos e abraço teu travesseiro; quase sete anos e me faz feliz você está feliz; quase sete anos e quero dizer obrigado por existir; quase sete anos e por toda vida amo você; quase sete anos e sempre vou querer fazer você sorrir; quase sete anos e faz parte de mim querer cuidar de você.
É o segredo que eu não revelo
É a pintura que eu não compreendo
São os olhos que eu não acho a tradução
É a vontade que vem,
É a vontade que passa.
É o livro sem final
É a abstrata mais delicada
É a simples mais complicada
A perpétua incerteza
De desvendar o domínio absoluto.
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