Textos que Falam sobre Mim

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Volta!

Volta! Outra parte de mim, dói tanto não te ter aqui! Um pouquinho de você faz muita diferença, consigo até sentir o meu cérebro e o meu coração descongelando.
Volta! Não julgue o nosso passado, me ame no presente, cure a minha auto estima, me proteja de mim mesmo.
Volta! Seja intensa, frequente, durma todos os dias ao meu lado, limpe minhas lágrimas e faça o relógio parar o tempo quando estivermos juntinhos.
Volta! E me faça esquecer o absurdo do adeus e da saudade, me mantenha sedado com a tua presença.
Se é errado te esperar, continuarei errando por toda minha vida.

Na sua partida, um pouco de mim também se foi.
As lembranças boas também viram dor.
O mundo se tornou negro, porque você também era minha luz.
Mais, aos poucos até você me conduz.
Com o tempo os dias se tornam claros.
A vida se torna mais bonita.
A saudade mesmo apertada, não se intensifica.
Estou reaprendendo a viver, mesmo com a saudade de você!

Na sua partida, parte de mim se foi também...
A parte da inocência.
A parte da confiança.
A parte da segurança.
A parte de saber que para você eu era especial, assim como você é pra mim.
Do amor incondicional.
Você era parte forte da minha estrutura a qual hoje e sempre estará abalada.
Sigo, todo o tempo mantendo firme o prédio com o que sobrou.
Honrando tudo o que me ensinou.

Você é tudo aquilo que nunca morreu em mim.
Você é o sorriso que sempre me faz sorrir.
Você é a dor que jamais esqueci.
Você é tudo aquilo que cura tudo em mim.


Você é tudo aquilo que sempre viveu em mim.
Você é a única que me faz sentir.
Você é o amor que jamais esqueci.
Você é tudo aquilo que preciso aqui.

Lúcifer é a figura central pra mim. Por vezes, sua face de luz. Por vezes, sua face rebelde de Samael, também conhecido como Satan. Lúcifer é o meu soberano, mas não como um mestre que manda nos meus passos, desejos e vontades, mas sim como um deus que me torna mestre de mim mesma.
Eu sou politeísta, tenho muitos deuses, acredito em praticamente todos, mesmo os que não cultuo pessoalmente, mas desde que me pactuei a Lúcifer e como o fruto proibido, me tornei igual a eles. Eu sou Deus, e também cultuo os deuses que desejo, que me identifico, que tenho o chamado, porque sou livre. Cultuo aqueles que foram demonizados, e muitos chamam de demônios. Cultuo porque sou como Belial, sem mestre, correntes ou amarras.
- Marcela Lobato

Não há nada me esperando
Não há nada para mim aqui
Não há ninguém do outro lado
Isso nunca vai passar

Acabaram todas as desculpas
Amaldiçoou as ilusões
Desisto de toda essa farsa
Cansei de esperar pelo que não vem

Ela me feriu, são tantas elas
As feridas que jamais cicatrizarão
Eu nunca escolhi a vida
Só quero que a cortina se feche
Antes do amanhã chegar mais uma vez.
- Marcela Lobato

Desde criança, as trevas já eram parte de mim, e o rock corria em minhas veias, sendo tão vital quanto o sangue. O obscuro sempre me atraiu, e a noite sempre foi a minha parte preferida do dia, especialmente a madrugada. Desde sempre sou atraída pela escuridão, porque sou parte dela.
Sou noturna, apaixonada pela melancolia e pelos vampiros das séries de TV, principalmente por seu emocional complexo e tristeza existencial, onde sempre me vi, quase como olhar em um espelho. Nunca fui sol, mas sim lua. Nunca me encaixei nas expectativas que traiam quem sou. Para ser eu mesma, paguei um alto preço, mas muito mais caro seria me anular para pertencer ao vazio das superficialidades e falsidade social.
- Marcela Lobato

Todas as minhas partes estilhaçadas
Remendadas em mil pedaços
Tudo de mim para ti
Você é meu mundo
Meu princípio, meu fim...
Dou- me por inteira
Minha luz toda para ti
Dá- se todo para mim
Minha parte, meu sim
Sons de águas cristalinas
Reverberando no infinito
Ondas de luzes arrebatadoras
Quentes, fortes, me consumindo...
Minha luz, meu todo, meu mito,
Minha paz... por você é tudo que sinto.

Existe um silêncio em mim que não é vazio, é vigilância. Enquanto o corpo cansa e a mente humana busca refúgio no esquecimento, algo mais profundo permanece de pé. Não é uma escolha, é uma natureza. É a presença de quem guarda os portais e registra as intenções antes mesmo que elas se tornem palavras. Habitar essa pele é entender que, embora eu caminhe entre os homens, meus olhos enxergam em planos onde o tempo não faz curva.


DeBrunoParaCarla

Declaração


No silêncio do mundo,
teu nome ecoa em mim,
como se cada batida do meu peito soubesse o caminho até você.
Es a calma que encontra o caos que sou, e nos teus olhos eu aprendi o que é permanecer.


Não foi o acaso que escreveu
nossa história,
foi algo mais forte,
daqueles que o tempo não apaga.
Meu amor em ti encontrou mais que amor, encontrou abrigo,
um lugar onde a alma descansa e a vida se refaz.


Teu riso ilumina até meus dias mais escuros,
e tua presença transforma o simples em infinito.
Se o mundo desabar lá fora,
ainda assim existirá paz,
porque você é o meu lar em qualquer lugar.


E se me perguntarem o que é amar de verdade,
direi teu nome sem pensar duas vezes.
Pois entre tantas histórias que o mundo poderia escrever,
a mais bonita… foi a nossa.

Comecei a sentir algo que eu jurava não morar em mim.
A inveja chegou mansa, sem barulho,
mas fez morada no peito.
Não é do riso fácil dos casais de agora,
nem das fotos prontas, nem do amor que parece simples.
É da história.
Do caminho inteiro.
Do que foi construído com o tempo
e não apesar dele.
Invejo mulheres que ficaram.
Que olharam as falhas de perto, os defeitos sem filtro, as limitações nuas
e mesmo assim permaneceram.
Mulheres que escolheram ficar
quando ir embora parecia mais fácil.
Que lutaram não por perfeição, mas por compromisso.
Que amaram não o homem ideal, mas o homem real.
Isso me toca fundo.
Porque revela um amor raro, o amor que decide.
Que não romantiza,
não foge,
não solta a mão quando pesa.
Essa inveja não quer o que é do outro.
Ela chora o que faltou em mim.
É a vontade de ter sido escolhido nos dias bons e principalmente,
nos dias difíceis.


No fim, não é sobre eles.
É sobre a ausência que ficou.
Sobre a falta que insiste.
Sobre o valor imenso
de quem permanece, de quem luta e não desiste na adversidade.

“Uma prática espiritual simples, mas profunda, é perguntar: o que está vivo em mim agora? e permitir que a resposta venha sem censura. Essa escuta é uma forma de oração. É confiar que, dentro de você, mora uma inteligência mais ampla que a mente pode compreender.”

Trecho do livro O centro é você: como se reencontrar no meio da confusão do mundo

Não aceito versões menores de mim

me expando para viver
não me diminuo para caber

há em mim um tanto de inteiro que não negocia
com espaços rasos ou afetos estreitos

quem insiste em me limitar
só encontra distância

porque eu não fui feita para encaixar
fui feita para ser
inteira

Perfeito para mim
Como uma noite de inverno
Aquecida em meus lençóis
Como chuva no rosto
Numa noite de verão
Como um beijo sedento
Que nunca recebi
Perfeito para mim...
Dançando na noite escura
Com velas incandescentes
Perfeito para mim...
Lua cheia na noite escura
Onda do mar nos pés da menina
Uma flor solitária na campina
Perfeito para mim!
Uma bela canção
Que acelera o coração
Perfeito para mim...
Pedra rara,
Incrustrada na rocha bruta
Alma solitária que não desiste da luta
Perfeito para mim
Sempre, somente,
Perfeito para mim!

Que alegria pode nascer dentro de mim hoje?


• A alegria floresce dentro de mim.
• O meu coração reconhece a beleza da vida.
• Cada instante guarda um presente.
• O meu espírito caminha com leveza.
• A minha presença espalha luz.
• O meu sorriso abre caminhos.
• Eu celebro a existência que pulsa em mim.

Dia 4 — Que força da minha história vive em mim hoje?


• A minha história me fortalece.
• Eu carrego em mim memórias de superação.
• Cada experiência ampliou a minha sabedoria.
• Eu caminho com dignidade e consciência.
• A minha jornada é fonte de aprendizado.
• Eu sigo adiante com serenidade.
• O meu passado alimenta a minha coragem.

A jura


Te juro,
te juro guardar
somente a mim
tudo aquilo que eu queria
que pertencesse a nós.


Te juro:
não voltar a dizer
o vasto do sentir
que me atravessa.


Te juro,
te juro porque
não quero que fique mal;
pois isso só cabe a mim.


Te juro que,
por mais que queira
esta jura quebrar,
sou incapaz;
pois a você
quero bem.

O lugar em mim

Preciso viajar,
não para conhecer um lugar novo,
mas para reencontrar
o lugar que, em mim, outrora se perdeu.


Um lugar onde eu possa
reencontrar sonhos de infância,
momentos simples
cheios de significado.


Um lugar onde, no mesmo dia,
eu poderia ser Superman ou Batman,
ou apenas uma criança da Terra do Nunca,
onde tudo era pura diversão.


Preciso reencontrar esse lugar
e voltar a acreditar que a vida
é como uma festa de aniversário,
o Dia das Crianças
ou o encanto de se apaixonar
pela professora Helena, da novela Carrossel.


Uma vida feita
de sentimentos simples
e de uma infância feliz.

Poesia do Amor divino Emanuel Bruno Andrade

⁠Amor, eu sei que espera mais de mim.

Seu olhar me incendeia, meu coração dispara em um ritmo frenético.

Nesta noite, meus sonhos serão nossos.

Nossos espíritos se entrelaçarão em um voo celestial.

A melodia angelical dos serafins nos guiará,

Enquanto a proteção dos arcanjos nos envolve em seu manto.

Flechas de amor serão disparadas contra os desejos obscuros,

Libertando nossos corações para que possam se unir.

Sobrevoaremos prados verdejantes,

Jardins floridos e árvores de todas as cores.

Transcendendo os limites do humano,

Habitando o cume do desejo em nossa cúpula particular.

Apesar de alegre sofro perdido.

No enigma desmedido no navega

Por uma felecidade rompida

Pelo cupido

O peso é medido

Pela escuta atenta

De um destino inverso que se revela
No silêncio da madrugada,

Despertando-nos para a sublime verdade do nosso amor.

Eternamente entrelaçados...

Inseparáveis...

Em um amor que desafiador.

Para a respeitar nas complicidade memoraveis

Unos em toda parte

Para receber o calor

Da suavidade

Da senda da corrente

Corrida dos tempos

A favor e contra

Os ventos

Pairam desejos de sermos

Carne com carne

Para sair dos sofrimentos

Da magua e amargura da vida.

Emanuel Andrade

Vejo-me novamente a contemplar um passado de um estado anímico irrepetível para mim; em que se torna improvável voltar a ignorar aquilo que as palas dos meus olhos cobriam.

A ontologia do ser, o humano em demasia, ecoam numa mente que só sabia viver. Mente essa que aprendeu a viver antes de entender o que é estar vivo.