Textos que Descreva a Si Própria

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⁠Pensando por conta própria, não é possível conceber que a nossa Soberania seja ameaçada sob nossos aplausos.


A história demonstra que nenhuma nação perde sua autonomia de uma só vez, de uma hora para outra.


As grandes transformações costumam ocorrer gradualmente, muitas vezes embaladas por discursos sedutores, promessas de progresso ou narrativas que apresentam a dependência como inevitável.


O que deveria despertar vigilância acaba sendo celebrado, e aquilo que representa uma concessão de poder é frequentemente confundido com modernização, conveniência ou alinhamento estratégico.


A soberania não se resume às fronteiras físicas.


Ela se manifesta na capacidade de um povo decidir seu próprio destino, definir suas prioridades, proteger seus recursos e preservar sua identidade cultural.


Quando decisões fundamentais passam a ser condicionadas por interesses externos — sejam econômicos, políticos, tecnológicos ou ideológicos — surge um questionamento inevitável: estamos exercendo nossa liberdade ou apenas ratificando escolhas feitas por outros?


O aspecto mais preocupante não é a pressão exercida de fora, mas a naturalização dessa pressão dentro de casa.


Quando uma sociedade deixa de questionar os impactos de determinadas interferências, quando o senso crítico é substituído pela repetição de discursos prontos, arrisca-se transformar a renúncia em virtude e a submissão em consenso.


Pensar com a própria cabeça exige muita disposição para confrontar narrativas confortáveis.


Exige reconhecer que a verdadeira independência demanda muita responsabilidade, discernimento e, sobretudo, coragem para discordar.


Uma nação verdadeiramente patriota e madura não aplaude aquilo que reduz sua capacidade de decidir.


Ela debate, analisa e pondera as consequências de cada passo.


A defesa da soberania não nasce do isolamento nem da rejeição ao mundo, mas da consciência de que cooperação não significa subordinação.


Relações internacionais, acordos e parcerias são instrumentos legítimos quando preservam a autonomia das partes envolvidas.


O problema surge quando a dependência passa a ser apresentada como condição permanente e desejável.


Por isso, a reflexão necessária é simples e profunda: antes de celebrar qualquer mudança, qualquer interferência, é preciso perguntar quem ganha, quem perde e qual parcela da nossa capacidade de escolha está sendo colocada sobre a mesa.


Afinal, povos livres não entregam sua soberania por imposição, mas podem perdê-la quando deixam de percebê-la como um valor inegociável.

⁠Pior que
Alugar
a própria cabeça,
só fingir recusar o Aluguel.


Há quem diga que não se importa com as opiniões dos outros.


Que vive conforme a própria consciência, sem depender de aplausos ou críticas.


Mas basta um olhar atravessado, um comentário mal colocado ou a ausência de reconhecimento para que o humor mude, e as certezas vacilem.


Talvez o problema não seja só alugar a própria cabeça.


O pior é acreditar que ela nunca esteve ocupada.


Vivemos cercados por expectativas.


Da família, dos amigos, do trabalho, da sociedade…


Algumas são inevitáveis e até necessárias.


O perigo começa quando deixamos que essas vozes decidam quem somos, o que sentimos e até o valor que damos à nossa existência.


Fingir independência emocional é uma armadura muito bonita por fora, mas demasiadamente pesada por dentro.


Quem nega toda influência externa corre o risco de nunca perceber as correntes invisíveis que o prendem.


Somos — inevitavelmente — um pouquinho de tudo que consumimos.


A verdadeira liberdade não nasce da ilusão de que ninguém nos afeta, mas da consciência de escolher quais vozes merecem espaço em nós.


Alugar a própria cabeça é entregar as chaves dos próprios pensamentos.


Fingir que nunca as entregou é perder a chance de recuperá-las.


No fim, maturidade talvez seja isso: reconhecer que todos somos influenciados, mas que nem toda influência precisa se tornar inquilina.


Algumas opiniões podem até bater à porta, entrar para um café e ir embora.


Outras jamais deveriam receber uma cópia da chave.


Porque a paz não está em convencer o mundo de que somos inabaláveis.


Está em aprender, dia após dia, a morar novamente em nós mesmos.

A ONU, se fizesse jus, na prática, aos princípios que representa em sua própria Carta e aos compromissos internacionais que defende, deveria ao menos questionar profundamente a legitimidade de conceder uma tribuna a quem é alvo de graves acusações de crimes internacionais.


Não deixa de ser uma contradição que Benjamin Netanyahu tenha ocupado a tribuna da Assembleia Geral da ONU em 24 de setembro de 2026, enquanto uma Comissão de Inquérito da própria ONU concluiu, em 2025, que Israel cometeu genocídio em Gaza e apontou Netanyahu entre as autoridades que teriam incitado sua prática.


Que instituição é esta, afinal, quando a voz de quem é acusado de perpetrar tamanha devastação encontra espaço no mesmo plenário destinado à defesa da paz,
dos direitos humanos e do direito internacional?


A contradição não poderia ser mais evidente.
✍@MiriamDaCosta

A COLHEITA DE OUTRO


“Quem planta pensando apenas na própria colheita ainda não entendeu a semente.


O futuro começa quando cuidamos daquilo que talvez outra pessoa venha a receber.”


— Rai, Personagem


Fragmentos de THE MOEDARA PROTOCOL
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc

⁠‎A MÚSICA RELAXANTE CURA O CORAÇÃO DANIFICADO PELA ANSIEDADE CRÔNICA

‎
‎Pela minha própria Experiência!
‎
‎A Música Relaxante, escutada com fones de ouvido ao dormir durante 5 dias consecutivos, cura um Coração danificado pela Ansiedade Crônica!
‎
‎Mas,
‎
‎De que maneira a Música Relaxante cura o Coração danificado pela Ansiedade Crônica?


‎Como a Música cura o Coração?

O Belo


O belo traz leveza na sua própria essência.
Ele não requer afirmação
e conduz as distrações
intrínsecas naquilo que ele é.
Por isso, no que cabe
às flores num jardim
e suas fragrâncias,
com seus aromas
discorrendo por tempos remotos,
revela o quanto
sobrou dos sentimentos
que ainda carregamos em vida.


Aqui, o belo cumpre seu papel,
elegantemente sondado
nos julgamentos
da história vivida,
abraçando o eu
adormecido na profunda
insônia do que desperta
lembranças esquecidas.


E que, num ato de coragem,
abarca o tempo —
esse vilão
das coisas esquecidas
e das lembranças
que forjam
o que somos hoje.

"Democrata de verdade é aquele que aceita tanto a derrota propria quanto a vitoria de outros. E que não desconta o inconformismo (da derrota) nos oponentes, no país, na própria mulher, nos filhos ou no cachorro de casa." †😊
Frase Minha 0636, Criada no Ano 2013

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Vamos repensar?

Sócrates — “Só sei que nada sei.”

“Reconhecer a própria ignorância é o início da sabedoria, mas permanecer nela por comodidade é uma escolha. A humildade intelectual abre a porta do conhecimento; a acomodação fecha todas as outras.”

Carlos Eduardo Balcarse

Consciência sem autoria

Consciência sem autoria é perceber a própria vida e continuar permitindo que outros a escrevam.

Talvez não baste saber quem somos, reconhecer nossas dores, compreender nossos comportamentos e identificar aquilo que precisa mudar. Podemos ter consciência de tudo isso e, ainda assim, continuar vivendo exatamente da mesma maneira.

Porque perceber não é necessariamente transformar.

Há pessoas conscientes de suas prisões que continuam entregando as chaves aos outros.

Sabem que vivem para corresponder às expectativas alheias. Sabem que determinados caminhos já não fazem sentido. Sabem que algumas escolhas não lhes pertencem. Reconhecem seus medos, suas insatisfações e até aquilo que desejariam fazer diferente.

Mas continuam.

Nesse momento, a consciência tornou-se espectadora daquilo que já conseguiu enxergar.

Não basta acordar se continuamos vivendo como quem ainda dorme.

Autoria começa quando a consciência deixa de apenas observar e passa a participar.

Não significa controlar tudo aquilo que acontece. Existem circunstâncias que não escolhemos, perdas que não autorizamos, acontecimentos que não podemos impedir e páginas que a vida escreve sem pedir nossa permissão.

Mas uma história não é formada apenas pelo que acontece.

Também é formada pela maneira como respondemos ao que aconteceu.

Não somos autores de todos os acontecimentos, mas podemos assumir a autoria das respostas que damos a eles.

Talvez seja exatamente aí que o protagonismo deixe de ser discurso e se transforme em responsabilidade.

Assumir autoria não é acreditar que podemos tudo.

É parar de entregar aos outros a responsabilidade por aquilo que ainda podemos escolher.

Família influencia.

Sociedade influencia.

Passado influencia.

Medo influencia.

Circunstâncias influenciam.

Mas influência não deveria significar autoria definitiva.

Quando vivemos exclusivamente para atender às expectativas externas, podemos construir uma vida admirada por muitos e desconhecida por aquele que precisa vivê-la.

E existe uma diferença enorme entre ser aceito e pertencer a si mesmo.

Quem passa a vida tentando caber nas expectativas dos outros pode terminar sem espaço dentro da própria existência.

Por isso, consciência precisa produzir movimento.

Perceber.

Discernir.

Escolher.

Responsabilizar-se.

Agir.

Rever.

Transformar.

Talvez esse seja o caminho entre consciência e autoria.

Porque conhecer a própria história é importante, mas chega um momento em que precisamos decidir quem continuará segurando a caneta.

O passado?

O medo?

A necessidade de aprovação?

As expectativas?

Ou a consciência que finalmente compreendeu que também pode participar daquilo que ainda será escrito?

Consciência sem autoria é perceber a própria vida e continuar permitindo que outros a escrevam.

Autoria é diferente.

É olhar para uma história que nunca esteve completamente sob nosso controle e, mesmo assim, assumir responsabilidade pelas páginas que ainda podemos escrever.

Porque talvez protagonizar a própria existência não seja ocupar o papel principal diante dos outros.

É algo muito mais difícil:

deixar de ser coadjuvante diante de si mesmo.

Carlos Eduardo Balcarse
02 de setembro de 2026

Para o sábio, tudo é fonte de sabedoria; para quem não é sábio, a própria sabedoria parece loucura.
Para o poeta, toda paisagem e toda palavra são fontes de beleza; para quem não é poeta, a própria beleza pode parecer insípida.
Abra-se à luz da sabedoria, e o sol da poesia iluminará os campos interiores da sua existência.

“Vivo no inferno da minha própria consciência. Houve um tempo em que habitar meus pensamentos era uma experiência prazerosa; hoje, porém, parece que dentro de mim se instaurou uma guerra. O que antes era refúgio tornou-se confronto, e aquilo que um dia me proporcionou paz passou a exigir de mim uma batalha diária contra meus próprios pensamentos.”


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No muro poético "Viva l’Italia" ecoa
mostrando vida própria a cada tentativa
aberta ou sutil de apagamento ---
Emprestando a voz para quem precisa
levar ao mundo o conhecimento
[inconteste do seu sofrimento].


Da fonte do Guglielmo Oberdan
ainda bebo e me mantenho,
Com o espírito de Cesare Battisti,
de Fabio Filzi e Nazario Sauro,
Reconheço não estar em guerra
com quem quer que seja,
mas não significa que não viva
em mim a poética resistência.


Do forte signo destas quatro forcas
reúno as inúmeras maiores forças
para manter aceso no coração
o panteão do Irredentismo,
emprestado, persistente e vivo,
para que ninguém conte outra
história quando cruzar o destino.


[Porque é do Sol e dos luares
do Médio Vale do Itajaí me ilumino].

Ele ama a Allah e ao povo
mais que à própria vida;
nele habita toda a poesia
que a minha inteira suspira,
de uma maneira invicta,
fazendo das palavras
a maior e mais fina joalheria.


Filho do cemitério dos impérios,
que vivo tentando sempre
decifrar em seus versos
os mais profundos mistérios,
como se passasse a noite
sob as estrelas majestosas
no ponto mais alto de Cabul.


Ele é todo feito de paz,
e não foge da guerra;
ele tem alma de primavera
que embelez a minha
e não conheço outro poeta
que ame mais a própria terra,
e sem que ele saiba, até que existo
toda a sua poesia sempre me empresta.

Percebi galeanamente
na própria pele o efeito
do que são as veias abertas
da nossa América Latina,
Embora se misture
com leveza e toda a delícia.


Sinto que estou na tua
e você ardente na minha,
levando na carne profunda
a dor da nossa gente,
Vivendo tudo ao mesmo tempo
o que a gente muito sente.


Carrego o mesmo balanço
da Palma de Cera Quindío,
nascida no Vale do Cocora.
Não é de hoje que por ti suspiro
e minh’alma inteira se enamora.


No ritmo vivo do Rio Quindío,
é para tua direção que sempre
tenho buscado o caminho,
perdidamente amoroso,
para que não fique só em sonho.


De ti jamais abrirei mão,
porque sempre que te percebo,
o peito se põe a tocar bambuco,
por loucura de amor e impulso,
mesmo que o mundo diga
que ando flertando com o absurdo.

Amor de Anjo
No caminhar sem rumo da minha própria solidão, me esbarrei em um anjo ferido e assustado com minha presença na escuridão do meu abismo, cobriu a sua face com uma das asas amassadas, curiosa me aproximei mais um pouco e me abaixei em sua frente, seus olhos tristes e assustados clamavam cuidados, e a cada vez que me aproximava, ele se afastava. E isso me intrigava cada vez mais. Senti um afeto inexplicável de lhe querer bem, e sem notar já estava a acariciar o seu rosto pálido e gelado, imediatamente suas lagrimas caíram, abaixou sua cabeça levemente, olhou para o chão, enquanto desenhava tímido na areia encardida uma Meia Lua, de repente sua boca sussurrou:

_ Eu esperei por esse momento há tanto tempo, que acabei acreditando que nunca aconteceria. Perdoe-me por você estar me vendo! Mantive-me há tanto tempo escondido ao seu lado, protegendo o quanto pude, ferindo meus dedos retirando todos os espinhos que se atreviam a te ferir. Mas pequei.

_ Mas anjo, por que pecaste?!
Eu perguntei... E ele imediatamente olhando profundamente para meus olhos respondeu:

_ Estou aqui nesta situação, além de ser seu anjo, te proteger sempre, tentar segurar sempre suas lagrimas, quando você chorava escondida, ver sempre seus defeitos e mesmo com todos eles, você sempre foi tão perfeita para mim, que as vezes eu me confundia o brilho do seu olhar com o da doce Lua. Você me encantou , és tão doce e adorável, que acabei me apaixonando. Perdoe-me por isso acontecer, mas eu sou um anjo pecador.

Chocada com todas as palavras daquele anjo, meu coração disparou, não sei o que deu em mim, que rapidamente me aproximei , segurei o seu rosto e o observei com toda coragem. Estava frio, ele levemente me cobriu com suas asas machucadas e sorriu com um canto da boca e de repente, me beijou, enquanto me beijava chorava, pela dor de ser meu anjo que ao mesmo tempo se tornou o meu amor. E todo aquele meu abismo, se transformou em borboletas azuis, que traziam com elas, a sinfonia da noite, levou toda a minha tristeza embora. Encontrei em meu coração aquele amor que nunca quis enxergar. Pois agora em Meu Anjo querido quero repousar, ver o Sol nascer com a brisa suave e nunca mais lhe abandonar.

Inserida por jessicapascoal

Morrer não é tão ruim, assim... Desde que seja pra nascer de novo na própria vida... Morrer de pessoas falsas, de olhos que julgam, de mãos que apontam... Corações doentes os dos seres... Humanos? Talvez! Animais? Certamente! Amar de um jeito único como ninguém nunca foi criado pra amar. Não sou domesticada pra me dizerem o que fazer ou como fazer... Livre de pudores! Tente você também!
Individualidade não tem preço. Ouse, ousar!

Inserida por KAROLLBIANNA

Tecnologia VERSUS Humanidade

Platéia de um mundo doente?
Autor de sua própria história?
Viver num mundo silente?
Achando que interage!
Falta...
Olho no olho!
Sorriso que ecoa!
Vidas que se tocam...
Acha?
Chegou o dia que temias....

Somos apenas uma geração de idiotas...
Somos apenas uma geração...
Somos apenas..
Somos...
Somos?
Idiotas!

Autor de sua própria história...

Inserida por monkkinha

Mil faces

No reflexo do espelho, quando vejo figura própria,
não consigo entender
o que tudo aquilo quer dizer.
Olhar meu, que pela vereda da vida se perdeu...
Face tortuosa, um dia julgada desastrosa...
Esperança falsa, honestidade duvidosa.
Afinal, quem és tu no espelho, além de eu mesmo?
Indecisão? Incompreensão? Rebelião?
Por que buscar aquilo que não se vai encontrar?
Não sei a resposta, não conheço a pergunta, à começar.
És tu, eu?
Por que não me diz onde estás?
Por que construístes tantas faces de apenas um?
Para proteção! Diria o reflexo.
Para esconderijo! Diria o espelho.
Para consolação! Diriam os lábios.
Todavia eu, diria somente:
Mil faxes tens tu, óh interlocutor, para compreensão de tua própria solidão.

Inserida por chicogeografia

Eu luto contra a minha própria alma
Para fugir de uma noite sem lembranças
Esperar para ficar calma
A colocar a vida em raras esperanças
Derramo lágrimas perdidas em momentos
E insisto na saudade de um amor que passou
Porém a luta a caba em lamentos
De um coração que nem mesmo de verdade amou
E por fim se incendeia o meu espírito
E assim se expira a vida...
26/07/2011

Inserida por LonelyAngel

Sempre vejo pessoas insatisfeitas com a própria vida e que fazem questão de se meter na dos outros. Querem dirigi-la pro caminho que as agrada.
E nessa tentativa de fazer valer sua vontade, atrapalham mais do que ajudam e fazem uma bagunça por onde passam, levando pura discórdia.
Mas mesmo assim, todas as vezes que tive a oportunidade de conhecer pessoas desse tipo, nunca vi nenhuma delas ter um final feliz. Ou acabam sozinhas e depressivas, eternamente insatisfeitas ou acabam reunindo em torno de si um monte de pessoas tão infelizes quanto elas, por terem seus sonhos destruídos por suas maldades.

Só sei que de tantos exemplos que eu tive e de tantas vezes que pude ver e conviver com pessoas desequilibradas desse tipo, agora eu posso dizer com toda certeza que eu não caio mais nesses joguinhos.
Ninguém vai levar a minha vida pra um caminho que não tenha sido eu que escolhi.
O meu destino pertence a Deus e nada na face da Terra vai conseguir montar uma barraca do inferno no meu dia a dia. Eu não aceito. E digo que eu estou disposta a tudo e enfrentar qualquer mal pra proteger a minha vida e a vida de quem eu amo.
Por isso, estou avisando desde já: Só vai perder seu tempo e dinheiro e de nada vai adiantar.

Inserida por cordeironat