Textos que Descreva a Si Própria

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A interpretação dá origem
a muitas filhas,
cada cabeça nutre e cuida
da sua própria.


Filhas
incontáveis
e indomáveis,
e cada mente as embala,
alimenta e educa
seus sentidos
à sua maneira.


E assim crescem,
diferentes entre si,
como se a verdade,
muitas vezes,
fosse apenas uma mãe
incapaz de reconhecer
todos os rostos
que dela nasceram.


✍©️@MiriamDaCosta

O sujeito racional que, por determinações empíricas contingentes e alheias à sua própria causalidade nouménica, se vê elevado à participação no uso público da razão sob a forma de saber sistematicamente instituído, incorre facilmente na ilusão transcendental de converter tal condição em fundamento de uma pretensa superioridade. Todavia, uma tal pretensão revela-se, à luz da crítica da razão prática, como ilegítima, por derivar de um princípio heterônomo, enraizado nas inclinações e não na lei.
Com efeito, o acesso privilegiado ao esclarecimento não pode ser pensado senão como ocasião para a determinação da vontade por máximas que resistam à prova da universalização, isto é, que possam valer como legislação universal para uma comunidade de seres racionais considerados como fins em si mesmos. Consequentemente, a desigualdade fática na distribuição dos meios de cultivo do entendimento não autoriza qualquer distinção de dignidade, mas antes funda, para aquele que dela participa, uma obrigação estrita: a de ordenar o uso de seu entendimento de tal modo que contribua para a progressiva realização do esclarecimento enquanto destino da humanidade.
Assim, toda complacência na elevação de si mediante o saber constitui uma subordinação da razão à sensibilidade — portanto, uma regressão ao domínio do meramente condicionado — ao passo que somente aquele que reconhece, na posse do conhecimento, não um título, mas um encargo, age por dever e, portanto, em conformidade com o princípio supremo da moralidade, segundo o qual a razão deve ser, em si mesma, legisladora universal.

Entre meus erros e meus acertos,
caminho como quem aprende a andar na própria sombra.
Cada passo guarda uma história silenciosa, onde o passado sussurra lições que o coração ainda tenta entender.


Minhas atitudes carregam consequências, como pedras lançadas no lago do tempo.
As ondas se espalham além do que vejo, lembrando que toda escolha ecoa mais longe do que imagino.


Entre confiança e desconfiança,
o coração constrói e derruba pontes.
Às vezes a decepção me deixa em silêncio, caminhando sozinho pelas ruas da própria alma.


E nos pensamentos
sem posicionamento,
aprendo que o silêncio
também decide caminhos.
Porque até na solidão nasce um espelho, onde descubro quem fui…
e quem ainda posso ser. 🌙

Fantasmas




Vestígios de você me fizeram apagar aos poucos a existência da minha própria consciência,


sejamos intensos nos nossos olhares, nas nossas atitudes e nos nossos sorrisos, caso contrário o desinteresse passará a tomar conta do caminho cuja as palavras não terão mais força para evitar o que o corpo sente,


a constância anda de mãos dadas com a resistência, mas quando as memorias passam a assombrar, criam-se sombras da desistência no ar.

Despertar da Essência


Não estamos isolados.
Somos a própria manifestação de uma Consciência que tudo preenche.


O infinito não precisa de nome,
nem de forma,
nem de rosto.


A existência é energia viva,
inteligente,
contínua.


Somos luzes que brilham por um instante,
sem jamais deixar a fonte.


E quando percebo isso,
a paz acontece —
porque o julgamento perde o sentido
diante da unidade.


Não sigo regras externas.
Sigo a sintonia com o Todo.


No silêncio da matéria,
reencontro o que sou:
uma força que não se apaga,
apenas se transforma.


Viver assim é ser livre.


A cura acontece
quando nos alinhamos
com a harmonia que já existe.


Sou espírito.
Sou vibração.


E sempre retorno
ao ponto de onde nunca saí:
a totalidade consciente
de tudo o que é.

Existe um custo em ajustar a própria voz para ser aceito.
Aos poucos, você começa a medir palavras, suavizar verdades, evitar o que pode desagradar.
E, sem perceber, já não fala a partir de si, mas a partir do que será bem recebido.
Isso desconecta.
Porque a voz que não pode ser habitada por você se torna um lugar estranho.
Algo que até funciona fora, mas não sustenta por dentro.
Nem toda verdade será compreendida.
Nem toda expressão encontrará espaço.
Mas quando você se escuta antes de se adaptar, algo se alinha.
A fala ganha raiz.
No fim, não é sobre ter voz.
É sobre conseguir permanecer nela sem se fragmentar.

Frederico Figner: em busca de sua própria luz.
Nós brasileiros temos o privilégio de ter grandes repórteres do mundo espiritual. Assim como André Luiz, Frederico Figner trouxe um testemunho único através da mediunidade de Chico Xavier. Em seu livro Voltei, escrito com o pseudônimo de Irmão Jacob e publicado em 1949 pela FEB, ele conta em detalhes como foi o seu desencarne, as dificuldades que encontrou para se desligar do corpo físico e se ajustar à vida nova. Figner cumpriu sua promessa de relatar aos amigos que aqui deixou a sua adaptação no plano espiritual e não teve receio de expor os conflitos que enfrentou, mesmo sendo espírita e tendo se dedicado intensamente à divulgação da doutrina.
O seu depoimento no livro é um alerta para nós. Humildemente, ele escreveu que não pretendia convencer ninguém, mas afirmou: “Não se acreditem quitados com a Lei, por haverem atendido a pequeninos deveres de solidariedade humana, nem se suponham habilitados ao paraíso, por receberem a manifesta proteção de um amigo espiritual! Ajudem a si mesmos no desempenho das obrigações evangélicas! Espiritismo não é somente a graça recebida, é também a necessidade de nos espiritualizarmos para as esferas superiores”.

⁠⁠Um dos desafios mais árduos é ter que enfrentar a sua própria tempestade, poderosa, formada a partir do desabafo da sua alma, lágrimas emotivas, numerosas e desenfreadas, principalmente, quando tratada como algo bastante particular, sem a pretensão de incomodar ninguém com a sua carga,
Conduta que cansa muito, talvez, não seja a mais indicada, porém, não deixa de ser necessária para o seu almejado renascimento, sua força e sua resiliência, a chuva do seu sofrimento antecedendo a bonança da sua vitória que ocorrerá no momento certo, em quanto tempo, não importa
Assim, chore agora se sentir vontade, pois o céu do seu mundo precisa chover, mais ainda se for chorar de felicidade, em seguida, o alívio transformador poderá florescer, ⁠Graças ao Senhor com sua Infinita Bondade que fortalece o amor e a fé, inclusive, durante as tempestades.

CAPÍTULO III
A PEDRA E O SILÊNCIO.
O inverno descia sobre a Úmbria com a gravidade própria do século XI. As colinas próximas a Perugia tornavam-se densas sob a névoa, e o ar carregava o odor de lenha úmida e terra revolvida. Não havia pressa na estação fria. Havia espera. E na espera formava-se o caráter.
Cladissa contava aproximadamente 17 invernos quando o abade do mosteiro próximo, vinculado à Ordem de São Bento, permitiu que algumas jovens do vilarejo participassem da instrução elementar da leitura dos salmos. Não era privilégio comum. A alfabetização, ainda que rudimentar, concentrava-se nos claustros. Mas a região vivia um momento de reorganização disciplinar após as reformas impulsionadas por Gregório VII, e a formação espiritual das famílias tornara-se preocupação constante.
O mosteiro erguia-se em pedra clara, austera, quase severa. Nada ali convidava ao conforto. Tudo remetia à permanência. Ao atravessar o pátio interno pela primeira vez como aprendiz e não apenas como visitante, Cladissa sentiu algo que não soube nomear. Não era temor. Era reconhecimento. Como se a pedra falasse uma língua silenciosa que sua alma já conhecia.
O scriptorium situava-se no lado oriental do edifício, para receber melhor a luz da manhã. Ali, dois monges copiavam trechos da Vulgata sobre pergaminhos espessos. O odor de tinta ferrogálica misturava-se ao couro curtido das capas. O som dominante era o do raspador sobre o pergaminho, corrigindo imperfeições antes da escrita.
Cladissa observava. Não perguntava em excesso. Sua inteligência era contemplativa. Compreendia que naquele espaço o saber não era ornamento. Era responsabilidade. Cada letra traçada era um gesto de preservação do mundo antigo.
O irmão Martino, monge de meia-idade com mãos firmes e olhar fatigado, percebeu a atenção da jovem. Não a tratou com condescendência. Entregou-lhe um fragmento de salmo e indicou que repetisse a leitura em voz baixa. A pronúncia latina de Cladissa era hesitante, mas clara. Não buscava rapidez. Buscava exatidão.
Naquele instante, algo se deslocou em sua interioridade. Não era ambição de erudição. Era a percepção de que o conhecimento ordena a alma. A disciplina da leitura tornava-se disciplina do pensamento. E o pensamento disciplinado protege contra o caos.
Fora dos muros, entretanto, o mundo mantinha sua rudeza. Um conflito entre dois senhores locais, ligados a pequenas fortificações ao sul de Assis, ameaçava os camponeses com novas exações. A insegurança política era parte estrutural da época. O feudalismo não era sistema abstrato. Era cobrança concreta, era trigo confiscado, era inverno mais severo.
Cladissa escutava as conversas sussurradas no vilarejo. Não reagia com revolta impetuosa. Refletia. Percebia que a violência exterior revelava desordem interior. A ausência de governo justo era reflexo da ausência de autodomínio.
Certa tarde, ao regressar do mosteiro, encontrou a mãe sentada à porta da casa, fiando lã com movimentos ritmados. O silêncio entre ambas não era vazio. Era comunhão. A mãe não dominava a leitura, mas dominava a resistência. E essa forma de saber era igualmente necessária.
Cladissa compreendeu então que sua formação não poderia ser puramente claustral. A pedra ensinava firmeza. A terra ensinava humildade. O mosteiro preservava a palavra. O campo preservava a vida.
Na última vigília daquele inverno, permitiram-lhe permanecer na igreja durante o canto das horas noturnas. As vozes graves dos monges ecoavam sob a abóbada simples. Não havia ornamentos dourados. Havia reverência. A repetição dos salmos não era monotonia. Era lapidação da consciência.
Ali, sob a luz trêmula das velas, Cladissa tomou uma decisão silenciosa. Não se tratava de fugir do mundo. Tratava-se de compreender o mundo a partir de um eixo interior inabalável. Se o século era instável, ela deveria tornar-se estável. Se a política oscilava, ela deveria ordenar-se moralmente.
O inverno terminaria. Os conflitos talvez se agravassem. O poder mudaria de mãos como tantas vezes mudara. Mas a disciplina adquirida naquele claustro permaneceria como fundamento.
Cladissa não buscava glória. Buscava retidão.
E no silêncio das pedras antigas, começou a erguer-se não apenas uma mulher medieval, mas uma consciência capaz de atravessar seu tempo sem dissolver-se nele.
Deseja que o Capítulo IV avance para um evento histórico concreto, como a tensão feudal aberta em violência, ou prefere aprofundar a vocação espiritual nascente de Cladissa dentro do mosteiro.

⁠Pergaminho Sagrado
de um Protagonista
da Própria Vida

essa é uma
das vantagens,
de viver uma vida livre
de compromissos,

eu nunca me importei
com quem estava observando,
ou o que iam dizer ou pensar.

a única coisa
que me importa,
é a única coisa
que sempre me importou,

ser o protagonista
da minha própria vida.
vivê-la integralmente,
em plenitude.

meu único, exclusivo,
personalizado
e definitivo compromisso
é com ela.

ela me ensinou
que a simplicidade genuína
e honesta, vence qualquer
complexidade.

nunca olhei
a vida passar,
sempre agarrei ela
pela cintura e a trouxe
pra junto de mim.

(Michel F.M. - Trilogia Ensaio sobre a Distração - 05/11/22)

O Pintor de Sua Própria Dor

Um olhar triste carrega uma alma machucada.
Por mais que os lábios se exponham, os olhos não acompanham.

É triste olhar pela janela e ver uma paisagem igualmente triste.
Como proteger os quadros que vejo? Como servir de ombro ao pintor que encanta, mas em quem a felicidade não habita?

Os sinais de pânico explodem, e meu coração dói.
Não consigo conter o rio que escorre.

A ferida é grande e talvez não venha a sarar.
Por isso, é fácil a tristeza se instalar; difícil é consolar.

Compartilhar a dor também faz parte e, mais importante, é saber que não se está só.

"(...) Quando a vida parecia apenas areia movediça, Ela cavou a própria fé com a unha e o joelho no chão. Seu único troféu é a força que a justiçava, O milagre de não ter desistido do próprio coração.⁠Por cada passo adiante, honre a sua bravura.
Pois a sua existência é o poema mais comovente e real: A prova de que a fragilidade é apenas moldura Para a força imortal, divina e essencial....⁠❞
----- Poetisa Eliana Anel Wolf⁠

Depois de um certo tempo só nos falta esquecer da própria cabeça! Coisas da vida. Tempo para nascer, tempo para crescer, viver e depois, seja lá o que Deus quiser. Assim está escrito no Grande Livro. Eclesiastes 3: Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Eclesiastes 3:1 . Bom Final de semana. Beijos.

O Arquiteto da Própria Estrada
​O asfalto é bruto e o sol não tem piedade,
Mas quem molda o destino não teme o calor.
Não busco o caminho da facilidade,
Pois sei que a vitória tem gosto de suor.
​A mão que escreve é a mesma que ergue,
Entre o traço da letra e o peso do cal.
A alma que luta é a alma que segue,
Esculpindo no tempo um marco real.
​Não sou o reflexo do que o mundo espera,
Sou o mestre da obra, o autor, a raiz.
No frio do aço, no fogo da era,
Eu cravo no chão o que o peito me diz.
​Que o brilho seja sólido, cromo e verdade,
Sem curvas suaves pra quem quer vencer.
Pois o meu legado é a minha vontade,
E a minha história, só eu sei escrever.

🌙 NOITEAR

1. Mergulhar na própria noite interior para escutar o que o silêncio insiste em revelar.
2. Transformar sentimentos em palavras quando o mundo dorme e a alma permanece desperta.
3. Ato de criar beleza a partir da profundidade; fazer da dor, da saudade e do amor, poesia.

neologismo criado por Laene Ribeiro ♥

Francamente…
Vai cuidar da tua própria caminhada,
porque a minha aparência não é espelho pra tua crítica,
é só casca de uma história moldada por Deus.
Se o que vês te incomoda,
é porque ainda não aprendeste a discernir com o Espírito.
A sabedoria verdadeira não aponta dedos,
ela ajoelha e ora em silêncio.

Não me culpe se meu corpo tem vontade própria,
se meu desejo desconhece o “dever ser” ou “deveria ser”!
O desejo não tem regras.
O corpo não tem regras.
O amor não tem regras.
A vida não tem regras.
O que eu tiro disso tudo?
Que não há nada mais urgente que viver!
E, sinceramente, eu tenho pressa!

Você é um eco
que recusa a própria voz.
Uma moldura dourada
contornando uma parede mórbida.

E o que mais me fere
não é a tua falta de conteúdo,
mas a minha insistência
em esmurrar a tua casca
esperando o som
de algo vivo lá dentro,

quando tudo o que recebo de volta
é o estalo do meu próprio soco
atravessando o nada
que você sempre foi.
🐚🛘

Há dias em que tenho a perturbadora sensação de estar me fundindo à própria cadeira do escritório, como se, aos poucos, eu deixasse de ocupar aquele espaço e passasse a pertencer a ele. O ambiente corporativo, com suas luzes artificiais, o zumbido contínuo das máquinas e a liturgia repetitiva das obrigações diárias, por vezes parece deixar de ser apenas um local de trabalho para transformar-se em uma espécie de universo hermético, uma bolha silenciosa onde o tempo perde organicidade e a existência se resume a telas acesas, notificações incessantes e pensamentos confinados em intervalos cada vez menores de lucidez.


Existem momentos em que o corpo permanece estático diante do monitor, mas internamente há um colapso silencioso em andamento. A mente atravessa labirintos de exaustão emocional, pressões invisíveis e reflexões que jamais são verbalizadas. Sustentar produtividade contínua enquanto o espírito lentamente se desgasta exige uma força que raramente é percebida por quem observa de fora. E talvez seja justamente essa invisibilidade que torne tudo mais sufocante: a obrigação quase involuntária de aparentar estabilidade enquanto, por dentro, algo vai se tornando progressivamente mais fatigado, mais distante, mais anestesiado.


Às vezes, o escritório deixa de parecer um ambiente profissional e assume contornos existenciais. As paredes tornam-se fronteiras simbólicas entre o mundo exterior e uma realidade paralela feita de prazos, silêncios protocolares e uma rotina tão reiteradamente mecânica que passa a corroer a percepção dos próprios dias. Há uma estranha melancolia em perceber que grande parte da vida adulta se desenrola sob luzes frias, cercada por teclados, planilhas, relatórios e relógios, enquanto fragmentos inteiros da subjetividade vão sendo silenciosamente arquivados em nome da funcionalidade.


E o mais inquietante é que o verdadeiro esgotamento raramente chega de maneira abrupta. Ele se infiltra de forma gradual, quase imperceptível, dissolvendo pequenas capacidades humanas: o entusiasmo espontâneo, a contemplação despretensiosa, a leveza diante da existência. Até que, em determinados dias, tudo o que resta é a sensação de estar enclausurado dentro da própria rotina, como se aquele escritório tivesse se tornado não apenas um lugar de trabalho, mas uma extensão psicológica da própria solidão.


- Tiago Scheimann

Contrariando os Males, Preservando a Própria Essência

Que o lado bom da tua essência seja preservado; que a tua autenticidade seja mantida; que a tua felicidade não se perca; que o teu ânimo se fortaleça em cada pequena conquista; que o amor que habita o teu coração permaneça. Não importa o quanto tenha sido machucado, feridas com o tempo cicatrizam e são marcas da tua resistência; logo, de fato, não devem ser esquecidas.

As mudanças depois das decepções sofridas são inevitáveis, mas é evidente que algumas são necessárias e não precisam ser negativas — pelo menos, não tanto —, já que tudo pode servir de aprendizado. Um dos melhores atos de revolta ou rebeldia que podes cometer é contrariar os danos ao ressignificá-los em algo proveitoso, frustrando as expectativas dos que anseiam por teu desânimo.

Enquanto o que há de melhor no teu universo resistir, continuarás seguindo o teu rumo; não te perderás em ti, e se Deus permitir, o fracasso não sairá vitorioso; os males serão contrariados; a tua maturidade ficará mais encorpada — parte da tua resiliência. Então, que o teu sorriso apareça até nos dias nublados e nas noites escuras: a iluminação de um raio de sol entre as nuvens ou de uma estrela dentre uma grande constelação.