Textos que Descreva a Si Própria
Tranquei-me por alguns instantes em mim mesma, procurando sentir minha própria essência. E quão grande foi minha surpresa, ao perceber que minh'alma relutava em abrir-se comigo mesma. Recolhida em seus próprios medos recusou-se a repetir para mim, tudo aquilo que havia falado milhares de vezes, e que por algum motivo, não fui capaz de compreender ou resolver. Sou a mais pura essência feminina mergulhada em dilemas, e não sou tão forte assim, não tenho todas as verdades. No entanto, vejo-me como a água, se não posso ultrapassar na força, posso contornar as barreiras, e assim sigo em frente sem parar, sem fraquejar.
"Há ideias que não apenas informam a mente, mas alteram a própria estrutura do nosso olhar. Depois de compreender certas verdades, é impossível regressar à velha ignorância sem sentir o peso da limitação anterior. Sou a prova viva desse axioma, na medida que o conhecimento foi o caminho sem volta que me permitiu chegar onde as condições mais adversas insistiam em dizer que eu não chegaria."
Não saber mais quem é declina a própria identidade e o ser se torna apenas uma gota de chuva em meio a uma grande tempestade no universo, se as estrelas fossem destinos de redenção eu me tornaria uma viajante, o céu se tornaria o meu limite e a imensidão infinita seria meu destino sem fim, embora os sonhos sejam possíveis na mente de um sonhador, nem sempre a possibilidade é igualada entre semelhantes.
Como suportar... como compreender... como continuar vivendo quando a própria alma parece cansada de existir? Tudo o que eu queria era entender o porquê de sentir uma dor tão profunda, tão fria, tão cruel, uma dor que não grita, mas corrói por dentro, que não sangra por fora, mas dilacera em silêncio, uma desesperança pesada, sufocante, como se o mundo estivesse lentamente se afastando de nós, como se tudo aquilo que um dia foi abrigo estivesse, agora, desmoronando diante dos nossos olhos, é como se uma mão fria tocasse o nosso rosto na escuridão, não para consolar, mas para nos obrigar a encarar aquilo que tentamos negar: a rejeição, o abandono, os olhares carregados de julgamento, o desprezo disfarçado de silêncio, a indiferença que fere mais do que palavras duras, aqueles que um dia chamamos de importantes, aqueles por quem estendemos as mãos, por quem lutamos, ajudamos, acolhemos… hoje nos viram as costas com uma frieza que assusta, e dói perceber que nos tornamos invisíveis para quem já foi casa, dói sentir que tudo o que fizemos parece não ter valor algum, como se fôssemos apenas mais um rosto perdido na multidão, ou talvez nem isso… talvez até um estranho, que nada sabe da nossa história, tenha mais consideração do que nós, e assim seguimos, carregando no peito o peso de uma ausência que grita, de um silêncio que machuca, tentando sobreviver a uma tristeza que parece não ter fim.
“O mal, em sua essência, não possui substância própria; é apenas o vazio deixado onde o bem se recusou a habitar. Assim como as trevas não têm existência senão pela retirada da luz, o pecado nasce onde o Espírito se cala e o coração humano se afasta do Eterno. Na política dos céus, até mesmo o silêncio de Deus é justiça, pois onde o bem não governa, o homem constrói seu próprio abismo.”
Quem sou eu como psicóloga se, antes de tudo, não reconheço minha própria humanidade diante da humanidade do outro? É no encontro de humano para humano que os sentimentos encontram espaço para existir, ser acolhidos e compartilhados. Sem essa conexão genuína, o que realmente conseguimos dizer sobre aquilo que sentimos?
Gostar da própria personalidade não significa achar que é perfeito. Significa olhar para a própria história, com suas dores, erros, decepções e conquistas, e entender que tudo isso ajudou a moldar quem você é. É conhecer a si mesmo tão profundamente que você consegue aceitar tanto suas cicatrizes quanto suas qualidades, sem precisar ser outra pessoa.
No fundo, ninguém está imune às oscilações da própria mente e das próprias emoções, principalmente quando se está distante de algo que dê sentido e direção à existência. Afinal, a fé sem obras é morta; acreditar exige movimento, persistência e atitudes que sustentem aquilo que carregamos no coração.
Quando olho ao meu redor, enxergo que a verdadeira guerra é travada dentro da nossa própria mente. Nem tudo vai nos definir, e nem todas as pessoas serão capazes de despertar algo dentro de nós. Mas a covardia deve ser repreendida, principalmente em um mundo onde quase ninguém sabe quem você realmente é. Hoje, sabemos que vivemos em tempos de opressão, julgamentos e tentativas constantes de nos moldar. Ainda assim, nem todos conseguirão arrancar de mim a minha melhor vibe, a minha melhor versão. Isso é meu momento. E, dessa vez, eu escolho permanecer fiel a quem eu sou, sem permitir que o mundo apague a minha essência.
Tirar pedras do caminho é facilitar a jornada! Cada um é quem constrói sua própria trilha, há obstáculos que colocamos lá sem nem perceber, mas com sabedoria e orientação Celestial todos podem ser eliminados! Nem sempre na mesma velocidade que se estabeleceram no trajeto, mas podemos perseverar e remove-los um a um! Feliz dia novo!
Eu já te amei… e nesse amor depositei uma fé quase sagrada, como quem entrega a própria vida a um destino sonhado. Acreditei em você, não apenas como pessoa, mas como promessa de eternidade. Achei que meus sentimentos eram verdadeiros, e talvez tenham sido mais reais que nós mesmos. Quando se imagina uma vida com alguém, não se projeta apenas um futuro, cria-se um universo inteiro, feito de gestos, silêncios e possibilidades. Mesmo quando o amor morre, esse universo não desaparece; ele permanece suspenso, habitando um lugar secreto dentro de nós, como se fosse um eco do que poderia ter sido. E esse eco… nunca se apaga por completo.
Não sou teu amigo, não sou teu inimigo. Sou o mensageiro da tua própria consequência. O que recebes de mim é o que mereces não por vingança, não por justiça divina, mas porque a vida, o acaso, o universo (ou apenas eu) decidimos que a única verdade que mereces é a que plantaste. Carteiro, Hermes, Courier. chama como quiseres. No fim, entrego a carta. E o que ela diz não depende de mim. Depende de ti. E de como me trataste quando eu ainda era apenas o mensageiro, e não a mensagem.
A própria Vida anda solitária. Ela se faz presente em cada detalhe, no ar que respiramos e no momento que passa, mas ninguém a nota. Estão todos viciados nos telemóveis, vivendo como 'índios' de uma realidade virtual, isolados em si mesmos. A Vida continua ali, estendendo a mão, esperando que alguém largue o ecrã para finalmente viver o que é real.
Sua vida é infinita e plural, encontra-se divulgada em livros da própria vida, cadernos escolares dos tempos, bibliotecas espalhada no mundo, fotografias em muitas mente de nossos amigos, ruas que levam seu nome e, sobretudo, na palavra da vida — sua matéria-prima e seu legado existencial. Ainda assim, como tantas vezes acontece neste país chamado Brasil, as nossa memória desse herói silencioso corre o risco de ser esquecida para sempre. Portanto um convite à lembrança da nossas memorias. Uma invocação à permanência dela para sempre. Porque, se há algo que não nos pode faltar em nossas vida, são as memorias — e a memória de quem soube amá-las com devoção como eu e você.
Seja sua própria motivação. Nos dias fáceis, avance com gratidão; nos dias difíceis, siga com coragem. Nem sempre alguém vai te incentivar, mas dentro de você existe uma força capaz de te levantar, te empurrar para frente e te fazer continuar. Confie em si, respeite seu tempo e não desista. Você é o começo de tudo.
Ela passou a vida inteira sobrevivendo, calando a própria voz para caber nos sonhos e expectativas dos outros. Até que, com a delicadeza de quem floresce depois da tempestade, decidiu olhar para si com mais amor. Sem medo dos julgamentos, recomeçou. Sozinha, mas inteira. E descobriu que o amor mais bonito é aquele que nasce quando aprendemos a nos escolher todos os dias.
Sentado aos pés de uma figueira, imerso em pensamentos que desafiam até minha própria compreensão, percebo a tênue fragilidade do tempo. As horas se dissolvem como grãos de areia escapando pelos dedos da consciência, e o mundo ao redor se reduz a murmúrios sutis, o canto distante de um galo, o sussurro das folhas, ecos de lembranças e dilemas que insistem em me perseguir. Sem perceber, sou tragado para dentro de uma introspecção que transcende o instante, como se cada fragmento de percepção fosse simultaneamente revelação e enigma.
Somos tolos em nossa própria ilusão, atribuindo valor ao que se desfaz com o tempo, dinheiro, status, títulos. Olhamos com arrogância para aqueles que sustentam silenciosamente a vida em sociedade, os que limpam, os que recolhem, os que tornam possível o nosso cotidiano, como se a dignidade fosse privilégio e não essência. No fundo, seguimos apenas rótulos impostos por uma sociedade adoecida, sem perceber que a verdadeira grandeza não está no que se ostenta, mas no que se é.
Tive uma segunda chance, já atravessei portais invisíveis e experimentei, em minha própria vida, o esplêndido sabor da glória de Deus. Vi rostos iluminados de todas as idades, ouvi louvores que transbordavam amor sincero ao Senhor. Desde então, carrego em minha alma uma saudade profunda do céu, pois sei, com convicção, que para a linda cidade um dia voltarei.
O paradoxo revela a dor de existir sabendo que a própria presença ou ausência não altera o curso do mundo. É a consciência da própria irrelevância diante de um universo indiferente, onde o desejo de significado colide com a certeza do esquecimento. A ferida nasce do conflito entre querer importar e perceber que, no fundo, o vazio permanece o mesmo.
- Relacionados
- Personalidade Própria
- Frases de mulher segura de si para fortalecer a autoconfiança
- Acreditar em Si Mesmo
- Frases sobre ser sozinha para encontrar beleza na sua própria companhia
- Frases sobre luz própria que revelam o brilho das pessoas
- Enganar a Si Mesmo
- Frases sobre ser feliz sozinho para aproveitar sua própria companhia
