Textos que Descreva a Si Própria

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Eu luto contra minha própria alma e a natureza humana que há em mim minha mente luta para entender que voltar ao criador é natural, e é onde a luta começa porque os meus olhos te vê onde não estás , os meus ouvidos te escutam onde não estás, é tão surreal e triste quando noto que são saudades tuas, e a realidade é que já não tem o teu barulho na cozinha, aquela cadeira na sala está sempre vazia, do nada ecoa tua voz na minha cabeça e ainda te escuto gritando me chamando pra comer quando chego em casa, as vezes me perco quando volto tarde e tenho de mudar de janela pra alguém abrir as portas , dói porque entendo com a cabeça mas sangro com o peito.

⁠O sentido da vida se desenha nas linhas da própria existência, evidente e descomplicado. Nessa simplicidade reside a chave para desvendar aquilo que não compreendemos e que muitas vezes nos envolve. Ao compreendermos que o sentido da vida é uma tela em branco, moldada pelo que desejamos, encontramos liberdade. Somos fragmentos do universo, testemunhas e participantes, numa contemplação mútua. Ao aceitar essa conexão, a vida se torna um convite para explorar infinitas possibilidades, um espelho refletindo a grandeza do cosmos em cada escolha. O sentido da vida é, afinal, o que decidimos fazer dela.

Existe um tipo de amor humano, natural, que faz parte da própria essência do homem em relação ao próximo. Porém, o amor verdadeiro apresentado na Bíblia tem origem espiritual e, muitas vezes, manifesta características e profundidade diferentes desse amor comum. Enquanto o amor natural é inerente ao ser humano e possui limitações, o amor espiritual vem de Deus, é cultivado em nós pelo Espírito Santo e é capaz de ir muito além dessas limitações.

Tranquei-me por alguns instantes em mim mesma, procurando sentir minha própria essência. E quão grande foi minha surpresa, ao perceber que minh'alma relutava em abrir-se comigo mesma. Recolhida em seus próprios medos recusou-se a repetir para mim, tudo aquilo que havia falado milhares de vezes, e que por algum motivo, não fui capaz de compreender ou resolver. Sou a mais pura essência feminina mergulhada em dilemas, e não sou tão forte assim, não tenho todas as verdades. No entanto, vejo-me como a água, se não posso ultrapassar na força, posso contornar as barreiras, e assim sigo em frente sem parar, sem fraquejar.

"Há ideias que não apenas informam a mente, mas alteram a própria estrutura do nosso olhar. Depois de compreender certas verdades, é impossível regressar à velha ignorância sem sentir o peso da limitação anterior. Sou a prova viva desse axioma, na medida que o conhecimento foi o caminho sem volta que me permitiu chegar onde as condições mais adversas insistiam em dizer que eu não chegaria."

Não saber mais quem é declina a própria identidade e o ser se torna apenas uma gota de chuva em meio a uma grande tempestade no universo, se as estrelas fossem destinos de redenção eu me tornaria uma viajante, o céu se tornaria o meu limite e a imensidão infinita seria meu destino sem fim, embora os sonhos sejam possíveis na mente de um sonhador, nem sempre a possibilidade é igualada entre semelhantes.

Como suportar... como compreender... como continuar vivendo quando a própria alma parece cansada de existir? Tudo o que eu queria era entender o porquê de sentir uma dor tão profunda, tão fria, tão cruel, uma dor que não grita, mas corrói por dentro, que não sangra por fora, mas dilacera em silêncio, uma desesperança pesada, sufocante, como se o mundo estivesse lentamente se afastando de nós, como se tudo aquilo que um dia foi abrigo estivesse, agora, desmoronando diante dos nossos olhos, é como se uma mão fria tocasse o nosso rosto na escuridão, não para consolar, mas para nos obrigar a encarar aquilo que tentamos negar: a rejeição, o abandono, os olhares carregados de julgamento, o desprezo disfarçado de silêncio, a indiferença que fere mais do que palavras duras, aqueles que um dia chamamos de importantes, aqueles por quem estendemos as mãos, por quem lutamos, ajudamos, acolhemos… hoje nos viram as costas com uma frieza que assusta, e dói perceber que nos tornamos invisíveis para quem já foi casa, dói sentir que tudo o que fizemos parece não ter valor algum, como se fôssemos apenas mais um rosto perdido na multidão, ou talvez nem isso… talvez até um estranho, que nada sabe da nossa história, tenha mais consideração do que nós, e assim seguimos, carregando no peito o peso de uma ausência que grita, de um silêncio que machuca, tentando sobreviver a uma tristeza que parece não ter fim.

“O mal, em sua essência, não possui substância própria; é apenas o vazio deixado onde o bem se recusou a habitar. Assim como as trevas não têm existência senão pela retirada da luz, o pecado nasce onde o Espírito se cala e o coração humano se afasta do Eterno. Na política dos céus, até mesmo o silêncio de Deus é justiça, pois onde o bem não governa, o homem constrói seu próprio abismo.”

Quem sou eu como psicóloga se, antes de tudo, não reconheço minha própria humanidade diante da humanidade do outro? É no encontro de humano para humano que os sentimentos encontram espaço para existir, ser acolhidos e compartilhados. Sem essa conexão genuína, o que realmente conseguimos dizer sobre aquilo que sentimos?

Gostar da própria personalidade não significa achar que é perfeito. Significa olhar para a própria história, com suas dores, erros, decepções e conquistas, e entender que tudo isso ajudou a moldar quem você é. É conhecer a si mesmo tão profundamente que você consegue aceitar tanto suas cicatrizes quanto suas qualidades, sem precisar ser outra pessoa.

No fundo, ninguém está imune às oscilações da própria mente e das próprias emoções, principalmente quando se está distante de algo que dê sentido e direção à existência. Afinal, a fé sem obras é morta; acreditar exige movimento, persistência e atitudes que sustentem aquilo que carregamos no coração.

Quando olho ao meu redor, enxergo que a verdadeira guerra é travada dentro da nossa própria mente. Nem tudo vai nos definir, e nem todas as pessoas serão capazes de despertar algo dentro de nós. Mas a covardia deve ser repreendida, principalmente em um mundo onde quase ninguém sabe quem você realmente é. Hoje, sabemos que vivemos em tempos de opressão, julgamentos e tentativas constantes de nos moldar. Ainda assim, nem todos conseguirão arrancar de mim a minha melhor vibe, a minha melhor versão. Isso é meu momento. E, dessa vez, eu escolho permanecer fiel a quem eu sou, sem permitir que o mundo apague a minha essência.

⁠Tirar pedras do caminho é facilitar a jornada! Cada um é quem constrói sua própria trilha, há obstáculos que colocamos lá sem nem perceber, mas com sabedoria e orientação Celestial todos podem ser eliminados! Nem sempre na mesma velocidade que se estabeleceram no trajeto, mas podemos perseverar e remove-los um a um! Feliz dia novo!

Não sou teu amigo, não sou teu inimigo. Sou o mensageiro da tua própria consequência. O que recebes de mim é o que mereces não por vingança, não por justiça divina, mas porque a vida, o acaso, o universo (ou apenas eu) decidimos que a única verdade que mereces é a que plantaste. Carteiro, Hermes, Courier. chama como quiseres. No fim, entrego a carta. E o que ela diz não depende de mim. Depende de ti. E de como me trataste quando eu ainda era apenas o mensageiro, e não a mensagem.

A própria Vida anda solitária. Ela se faz presente em cada detalhe, no ar que respiramos e no momento que passa, mas ninguém a nota. Estão todos viciados nos telemóveis, vivendo como 'índios' de uma realidade virtual, isolados em si mesmos. A Vida continua ali, estendendo a mão, esperando que alguém largue o ecrã para finalmente viver o que é real.

Sua vida é infinita e plural, encontra-se divulgada em livros da própria vida, cadernos escolares dos tempos, bibliotecas espalhada no mundo, fotografias em muitas mente de nossos amigos, ruas que levam seu nome e, sobretudo, na palavra da vida — sua matéria-prima e seu legado existencial. Ainda assim, como tantas vezes acontece neste país chamado Brasil, as nossa memória desse herói silencioso corre o risco de ser esquecida para sempre. Portanto um convite à lembrança da nossas memorias. Uma invocação à permanência dela para sempre. Porque, se há algo que não nos pode faltar em nossas vida, são as memorias — e a memória de quem soube amá-las com devoção como eu e você.

São corredores da morte. São condenados que carregam a sentença cravada no próprio corpo, na própria carne. Na face, nos pulmões, no fígado, no pâncreas, na próstata, nas pernas, nos braços, enfim, onde o veredicto imposto pela cruel e desumana caneta da vida consegue alcançar. São olhos marejados que se perdem no espaço e, em silêncio, fazem perguntas, a maioria delas, sem respostas. Será culpa minha? Será um castigo? Será que sobrevivo? Será...Será...Será...E dor...Dor que faz questionar a própria essência, caráter...Os anjos? Os anjos são aqueles que acompanham os condenados por entre os corredores da morte...São aqueles que já conseguiram remissão se foram mesmo expulsos do céu pelo Criador...São aqueles para os quais não existe mais pecado, simplesmente por serem anjos...Anjos em momento de dor...Para estes e para os condenados, a vida não é somente vida, é presente, é perdão, é amor...E o Criador, por amor, desenha e redesenha o destino dos condenados...Somente por amor...

Cada osso guarda uma memória mais antiga que a própria história. O Primevo não habita apenas a alma; sedimentou-se na carne, nos nervos, no sangue e na arquitetura silenciosa do corpo. Antes que a consciência aprendesse a pensar, o corpo já sabia sobreviver, temer, desejar e recordar. Há memórias que jamais passaram pela linguagem, porque foram inscritas na matéria muito antes de existirem palavras para descrevê-las.

A psicologia não nasceu nos consultórios, mas no espanto ancestral do homem diante da própria alma. Sigmund Freud e Carl Jung não criaram o abismo — apenas lhe deram novas linguagens. Muito antes deles, Fyodor Dostoevsky já descia às regiões subterrâneas da culpa, do desejo e da contradição humana; e, antes ainda, os gregos haviam convertido esses conflitos em tragédia e mito. O inconsciente não surgiu como descoberta moderna — acompanha o homem desde o instante em que ele começou a temer aquilo que carregava dentro de si.

Criou-se uma agenda que ocupa tudo — menos a própria vida. O sujeito se preenche de tarefas para não se encontrar, organiza o tempo para evitar o silêncio onde algo verdadeiro poderia emergir. E, nesse excesso funcional, confunde movimento com existência: faz muito, vive pouco — até que a exaustão revela, tardiamente, que o vazio não estava na falta de atividades, mas na ausência de si entre elas.