Textos que Descreva a Si Própria

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⁠Na escuridão silenciosa de nossa própria mortalidade, surge uma pergunta que muitos de nós prefeririam evitar: como será o nosso epitáfio? Afinal, o epitáfio não é apenas uma inscrição gravada em uma lápide; é o resumo de como vivemos nossas vidas, como tocamos os corações das pessoas e o legado que deixamos para trás.

⁠A força de consciência, é o princípio motriz na motivação da própria razão do indivíduo. O fortalecendo em todos os seus direitos democráticos e do indivíduo; Como a liberdade de expressão principalmente. Acarretando a reações e ações na pessoa do indivíduo, de acordo as suas crenças e na razão de ser.

Garantir cada qual a sua própria felicidade é um dever (pelo menos indireto), pois na ausência de contentamento com sua própria situação, aquele que é molestado por muitos cuidados sem ter satisfeitas as suas necessidades poderia facilmente ser uma vítima da tentação de infringir seus deveres.

Immanuel Kant
Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Martin Claret, 2004.

⁠Ninguém toma dor de ninguém. Cada um é responsável pela sua própria vida e cabe somente a cada um de nós buscar a solução das nossas dores. O aprendizado é único, intransferível e de total responsabilidade de quem o está vivendo. Bom ou não, nós atraímos aquilo que precisamos aprender. Trazemos em nós as lições que precisamos aprender estando nessa vida, trazemos os ensinamentos que precisamos compartilhar com os outros.

⁠Na vastidão da solidão, encontramos a oportunidade de mergulhar nas profundezas de nossa própria essência, descobrindo a força e a coragem que habitam dentro de nós. É na solidão que aprendemos a nos amar, a nos conhecer verdadeiramente e a cultivar a nossa própria companhia. Não devemos temer a solidão, pois ela nos convida a explorar a riqueza de nosso mundo interior, a nos conectar com nossos sonhos e desejos mais profundos. É nesse silêncio solitário que encontramos a tranquilidade e a paz, e descobrimos que, mesmo sozinhos, nunca estamos realmente desprovidos de amor e conforto, pois podemos encontrar tudo isso dentro de nós mesmos.

Confie no tempo e na sua própria capacidade de transformar dor em crescimento. As nuvens passam, o sol retorna, e com ele a clareza de quem você é: alguém que continua tentando, mesmo quando tudo parece difícil. Acredite que cada amanhecer traz uma nova margem de escolha, uma nova oportunidade de cuidar de si, de se levantar com mais ternura e de seguir adiante. Você é maior do que a tempestade, e o mundo precisa da sua luz.

"Na definição de pessoas, formo a minha própria teoria; só há dois tipos: consumidores de arte e feitores da mesma... O que só consome, engole a seco as ideias do outro, aniquilando assim àquelas suas adormecidas. O feitor, delicia-se com aquilo que criou e ainda por cima alimenta os gostos de seus adeptos!"

Paixão é forte, é voraz, tem força própria, basta que uma pessoa seja possuída por esse espírito para que ela (paixão) sobreviva a tudo, lute contra tudo é contra todos, e se auto-alimenta, mas quando esse espírito vai embora, o que resta é o amor, e o amor é frágil, o amor é fraco, tanto que precisa de duas pessoas pra sentir senão acaba rápido... Paixão é chama, amor é brasa...

Quem uma vez esteve diante deste enigma indecifrável da nossa própria natureza, fica amedrontado, sentindo que o gérmen daquilo está depositado em nós e que por qualquer coisa ele nos invade, nos toma, nos esmaga e nos sepulta numa desesperadora compreensão inversa e absurda de nós mesmos, dos outros e do mundo. Cada louco traz em si o seu mundo e para ele não há mais semelhantes: o que foi antes da loucura é outro muito outro do que ele vem a ser após.

Lima Barreto
Triste Fim de Policarpo Quaresma

Carinha de bondade, propaganda da própria caridade, voz com extrema docilidade, sufocante sentimento de humanidade, excesso, arbitrário, de serenidade e autopiedade devido a vida ser cheia de fatalidade muitas vezes é o argumento necessário, usado por algumas pessoas, para justificar suas atitudes de imoralidade.

É nesses dias secos e frios que as lembranças parecem ter vida própria . Não mais aceitam ficar guardadas no meu íntimo. Aliás, os sentimentos também resolveram se rebelar. Por um bom tempo os mantive intactos, cheguei a pensar que tinham morrido. Mais não são como animaizinhos de estimação, que se você deixa de alimentá-los, eles morrem. Infelizmente, não são..

Quem sente vergonha de tudo vive preso à própria percepção, achando que todos estão olhando e julgando cada gesto. Mas, na real, mesmo que alguém repare, isso muda alguma coisa na sua vida? Nada. A vergonha exagerada só pesa e limita, enquanto aceitar que nem tudo precisa de atenção ou aprovação alivia e deixa a vida mais leve. Quanto mais a gente se importa com o olhar dos outros, menos aproveita o próprio caminho.

⁠Ser advogado criminalista é suportar o peso da causa alheia sobre os ombros da própria consciência, é atravessar as trevas da dúvida com a tocha da Constituição nas mãos. É falar quando todos mandam calar. É proteger quando todos querem destruir. É ser, por vezes, o único entre o acusado e o abismo. A defesa não é conivência, é coragem. Não é privilégio, é pilar da justiça. E quem a exerce com honra, exerce o sacerdócio mais solitário, mais impopular e, por isso mesmo, o mais nobre do Direito. – Adib Abdouni

⁠Ser advogado criminalista é suportar o peso da causa alheia sobre os ombros da própria consciência, é atravessar as trevas da dúvida com a tocha da Constituição nas mãos. É falar quando todos mandam calar. É proteger quando todos querem destruir. É ser, por vezes, o único entre o acusado e o abismo. A defesa não é conivência, é coragem. Não é privilégio, é pilar da justiça. E quem a exerce com honra, exerce o sacerdócio mais solitário, mais impopular e, por isso mesmo, o mais nobre do Direito. Adib Abdouni

A autopiedade é talvez a manifestação mais sutil e perversa da vaidade. É a crença velada da propria superioridade que, mesmo admitindo a própria incapacidade diante da criação do belo ou do significativo, ainda assim se reivindica do todo aquilo que não se soube gerar em si mesmo. É a ilusão de que o mérito alheio nos pertence apenas por existir, e de que a dádiva da vida nos deve algo que nunca lhe oferecemos em troca.

Existem coisas que não podemos mudar, coisas que não dependem da nossa vontade própria, da nossa força... Portanto, aprenda uma coisa, quando eu não posso mudar esse tipo de fato na minha vida, é inútil sofrer, se desgatar, parar no tempo e ficar ali parado e batendo sempre na mesma tecla, nesses casos, o melhor a fazer é entregar nas mãos de Deus e olhar pra frente e continuar a caminhada. Deixa Deus agir e tomar conta do seu coração, só Ele sabe de todas as coisas.

⁠A própria arrogância nos tira a serenidade de nosso viver, acaba com a leveza de nossa alma e atormenta mossa paz, a arrogância nos tira o direito de sermos grato, cantanmina nosso coração e nos deixa tira o único bem maior, que é a paz, buscamos assim a luz divina que possa iluminar o nosso sono, e ter leves sonhos, então pedimos em silêncio que Deus cuide e nos abençoe pra que nunca a arrogância venha a nós perseguir, então se cuidamos e nos fortalecemos pra ter paz, o nosso único motivo de viver

De milhões de coisas que fazemos na vida e pela própria vida, o que mais faz a diferença no final de tantas coisas, são apenas três coisas que supri todas as coisas que fazemos na vida e pela vida, primeira delas é amar, segunda delas é gonguistar um amor, terceira que seja eterno este amor, escrito por Armando Nascimento

Ninguém tira sua própria vida porque o inverno chegou ou porque escureceu o céu. São acontecimentos externos. Assim,também, são externos e passageiros os elogios e as críticas, os fracassos e os sucessos. Alguém pode te elogiar de manhã e te criticar à noite e tanto o sucesso como o fracasso são viajantes do tempo.(Walter Sasso)

Seria ingênuo ignorar que a mulher rural não ganhou espaço na sociedade e na própria família, através de suas lutas, reivindicações e avanços na Constituição Federal, e, talvez, seria ousado demais afirmar que, repentinamente, a mulher é autônoma, independente e velou-se de qualquer ato de dominação masculina, seja em âmbito de representação social ou na dinâmica interna da propriedade.