Textos poemas sobre Filhos
IRMÃOS, AO BOM COMBATE!
Catarina Labouré / Irmã Zoé .
Irmãos queridos,filhos desta pátria bendita,onde a luz do evangelho resplandece com as normas do amor de Nosso Senhor Jesus Cristo,que se exprime como sendo ainda como sempre será a Pátria e o coração deste mesmo amor benemérito e sem destinos prepostos por rótulos que não definem a jornada triunfal do bem.
Filhos de tantas terras enquanto andastes nas trajetórias carnais,todos somos convocados a ouvir o tilintar dos tempos que sacodem os que sussurram,pois;o silêncio dos pacíficos,começou a gritar e a se fazer ouvir,para as mudanças que esperastes a séculos que caminham lado a lado com a progressão humana.
Tremores morais que dormitavam não na matéria,mas na alma que já fecundada pelo semeador das estrelas,iniciam-se em férteis raízes que cada um em si,encarnados e desencarnados alimentam com a abundância que vem sendo transmitida em nome da paz,da esperança e da fé sólida que o Mestre maior,embaixador do Pai infinito na terra permite que já os galhos se estendam sobre todos!
Espíritos que somos,sem elevarmo-nos por estarmos desalojados do corpo,não nos faz indiferentes as lutas que travastes no mundo onde ninguém ignora que há choro e rangeres de dentes,rumores de guerras,doenças invasoras...
Mas bem sabeis,ainda não é o fim! Mas sim meus amados,o início de novos crepúsculos que a árvore frondosa do evangelho vem ha séculos junto com as plêiades de amigos do bem,erguem novos horizontes.
Mas,não confundamos ou nos percamos na tempestade onde quem está no leme é o senhor do amor e pelo mesmo,conclama todos espíritos que relembrem que pertencemos todos à verdadeira morada de origem imortal e que antecede a mais rústica matéria.
Todos,sem os que amam Jesus,saberão como agir,sem se macular com a inatividade,mas sim, com a ação feliz de saber dar pela sua pátria de então,as forças necessárias para que o único sangue desejado seja aquele que impulsiona todos os praticantes do direito que possuem,saibam também relembrar dos deveres que lhes cabem.
Oremos e vigiemos sempre,meus filhos,sempre uma vez mais,pois nunca que agir pelo toque suave da calmaria que Jesus faz da e na tempestade,estejamos de braços dados a ele!
Falanges desprovidas ou que não se nortearam mesmo nas pátrias que os abraçaram,agindo ali sempre sem ponderação e amor,por não aceitarem aquele que denominam como o cordeiro,investem de forma massante nos períodos críticos de todas as regiões. O Brasil é o coração do mundo e a pátria do evangelho,mas não olvidemos,que é pertencente a todos,até mesmo aos que gargalham com a desordem,mas a tempestade se acalmará porque tudo está de antemão nas decisões de venerandas e missionárias entidades com ordens diretas de Deus.
A terra se convulsiona em seu todo sentido...
E a terra prometida vigora dentro das perspectivas que cada um dos dois planos podem realizar por ela.Por isso,recorramos sempre,sem cessar aos pensamentos elevados que permitirão que os emissários da luz,continuem agindo e reagindo,pois o mal tem de ser menor,porém cada mente,cada coração,cada gesto pequenino que seja feito com base nas doses homeopáticas do amor de Nosso Senhor Jesus Cristo,fará triunfar primeiro dentro do cerne espiritual repatriando aqueles que labutam nas raízes já fecundadas que estão na carne,mas que não são dela.
Lutemos,mas lutemos com amor,patriotismo e acima de tudo,combatamos o bom combate!
Com a paz de Nosso senhor,muita paz a todos!
MIGALHAS DA GRANDE MESA.
A INGRATIDÃO DOS FILHOS E OS LAÇOS DE FAMÍLIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Entre todas as dores que atravessam o espírito humano, poucas são tão lancinantes quanto a ingratidão dos filhos. A pobreza pode ferir o corpo. A enfermidade pode consumir os dias. As perseguições sociais podem dilacerar a dignidade. Contudo, quando o sofrimento nasce dentro do próprio lar, quando a frieza brota daqueles que receberam colo, alimento, renúncia e amor, a alma experimenta uma das mais profundas provas morais da existência terrestre.
O Evangelho Segundo o Espiritismo apresenta essa questão não apenas como drama psicológico ou conflito social, mas como fenômeno espiritual de longa duração, vinculado aos processos reencarnatórios, às leis de afinidade moral e às reparações do pretérito. A Doutrina Espírita desloca o problema da mera ótica biológica e o eleva à dimensão transcendente da consciência imortal.
A família, segundo o Espiritismo, não é simples agrupamento consanguíneo formado pelo acaso biológico. Antes de tudo, constitui reencontro de Espíritos ligados por afinidades, débitos, afetos, antagonismos e necessidades de crescimento mútuo. Muitas vezes, aqueles que hoje se chamam pai, mãe, filho ou irmão já estiveram unidos em existências pretéritas sob outras circunstâncias. O amor pode reunir. O ódio também. A reparação moral frequentemente reorganiza os vínculos que outrora foram destruídos pelo orgulho, pela violência ou pelo abandono.
É precisamente nesse ponto que o texto de Santo Agostinho adquire profundidade filosófica admirável. O Espírito que desencarna não abandona instantaneamente suas paixões. Leva consigo ressentimentos, desejos, tendências e marcas psicológicas profundamente sedimentadas. A morte não santifica ninguém. Apenas remove o invólucro físico. A individualidade prossegue sendo aquilo que moralmente construiu em si mesma.
Por essa razão, muitos Espíritos carregam para além do túmulo animosidades violentas. Alguns despertam para o arrependimento e compreendem que somente a caridade pode libertá-los da própria inferioridade. Entretanto, compreender não significa vencer imediatamente. A consciência vacila entre o desejo de renovação e os impulsos cristalizados do passado. Surge então o drama íntimo da reforma espiritual.
Em diversos casos, segundo a ótica espírita, o Espírito pede para renascer exatamente no seio da família daqueles a quem odiou ou por quem foi odiado. A reencarnação converte-se, assim, em mecanismo educativo da Providência Divina. O antigo adversário retorna como filho. O ofendido reaparece como pai. O perseguidor nasce sob os cuidados daquele que perseguiu. A convivência doméstica torna-se oficina de reconciliação.
Sob essa perspectiva, muitas antipatias aparentemente inexplicáveis da infância deixam de ser vistas como simples caprichos temperamentais. Existem crianças que, desde muito cedo, demonstram rejeição intensa, revolta desproporcional ou frieza afetiva sem causa aparente na atual existência. O Espiritismo interpreta certos casos como reminiscências emocionais profundas, impressões subconscientes oriundas de experiências anteriores ainda não pacificadas.
Tal entendimento não pretende estimular fatalismos psicológicos nem justificar abusos familiares. Pelo contrário. A Doutrina Espírita responsabiliza moralmente os pais pelo esforço educativo e afetivo destinado ao progresso espiritual dos filhos. A educação deixa de ser mero preparo intelectual e transforma-se em tarefa sacramental da alma.
O lar converte-se em laboratório moral.
Cada gesto dos pais modela estruturas psíquicas profundas na criança. A indulgência excessiva fortalece o egoísmo. A ausência afetiva alimenta inseguranças futuras. A violência verbal produz traumas silenciosos. A negligência moral favorece tendências destrutivas já existentes no Espírito reencarnante. Assim, o Espiritismo compreende que educar não é apenas ensinar regras sociais, mas auxiliar o Espírito a dominar suas imperfeições ancestrais.
A metáfora utilizada no texto é extremamente significativa. Os pais devem agir como jardineiros atentos, cortando os rebentos defeituosos antes que se transformem em raízes profundas. O orgulho e o egoísmo, se alimentados desde cedo, convertem-se mais tarde em ingratidão, insensibilidade e endurecimento moral.
Sob o prisma psicológico, percebe-se aqui extraordinária lucidez acerca da formação da personalidade humana. A infância constitui período de plasticidade emocional intensa. Tendências morais podem ser fortalecidas ou enfraquecidas conforme o ambiente afetivo, os exemplos familiares e os estímulos recebidos. O Espiritismo antecipa, em muitos aspectos, reflexões modernas sobre condicionamento emocional, desenvolvimento ético e estruturação psíquica da consciência.
Entretanto, o Evangelho Espírita também consola os pais que, apesar de todos os esforços sinceros, enfrentam filhos ingratos ou moralmente perturbados. Nem toda responsabilidade pertence à família atual. Existem Espíritos profundamente comprometidos consigo mesmos, resistentes ao progresso, que utilizam o livre-arbítrio para permanecerem estacionários. Nesses casos, o sofrimento dos pais converte-se em prova expiatória e testemunho de perseverança moral.
As dores domésticas possuem singular intensidade porque atingem diretamente o centro afetivo da alma. Há indivíduos que suportam heroicamente a fome, a miséria e as humilhações sociais, mas desmoronam diante da indiferença de um filho. Isso ocorre porque os laços familiares penetram regiões profundas da sensibilidade humana. O coração paterno e materno frequentemente ama sem condições, sem contratos e sem medidas.
Quando esse amor não encontra reciprocidade, instala-se uma das mais amargas experiências da existência terrestre.
Todavia, o Espiritismo procura impedir que a dor se transforme em desespero absoluto. A reencarnação relativiza o instante presente. O filho ingrato de hoje pode tornar-se amanhã o Espírito arrependido que retornará buscando reconciliação. Nenhum sofrimento é eterno. Nenhuma consciência permanece para sempre endurecida. A justiça divina opera através de séculos invisíveis ao olhar humano.
Há também dimensão sociológica extremamente relevante nesse ensinamento. Em épocas marcadas pelo individualismo exacerbado, pela dissolução dos vínculos familiares e pela cultura do imediatismo, a ingratidão filial tornou-se fenômeno cada vez mais recorrente. Muitos pais envelhecem abandonados emocionalmente. Tornam-se instrumentos utilitários descartados após cumprirem funções materiais. A sociedade contemporânea frequentemente estimula autonomia sem responsabilidade moral, liberdade sem dever e prazer sem gratidão.
O resultado inevitável é a erosão dos laços afetivos.
O Espiritismo propõe caminho oposto. A família não é prisão cármica destinada apenas ao sofrimento, mas instituição educativa da alma. É dentro dela que o Espírito aprende tolerância, renúncia, perdão, disciplina emocional e fraternidade. As imperfeições que emergem no convívio doméstico revelam precisamente aquilo que ainda necessita ser curado.
Por isso Santo Agostinho conclui exortando os pais a acolherem até mesmo os filhos difíceis como irmãos espirituais em processo de restauração. Muitas vezes, aqueles que mais causam perturbação são justamente os que mais necessitam de amparo moral. A família verdadeira não se define apenas pela harmonia natural, mas pela capacidade de permanecer unida diante das provas.
Existe profunda grandeza espiritual na mãe que continua amando o filho ingrato. Existe heroísmo invisível no pai que persevera orientando aquele que o despreza. Tais criaturas silenciosas carregam cruzes morais que raramente são compreendidas pela sociedade, mas que possuem elevado valor diante das leis divinas.
A ingratidão dos filhos não representa apenas falha afetiva humana. Em muitos casos, constitui reflexo de conflitos antigos ainda não resolvidos entre consciências imortais. E os laços de família, longe de serem acidentes biológicos passageiros, revelam-se instrumentos providenciais para a reconstrução do amor onde outrora existiram ruínas morais.
Porque, diante da eternidade, nenhuma lágrima sincera é inútil. Nenhuma renúncia amorosa permanece esquecida. E nenhum coração que verdadeiramente ama atravessa as sombras da existência sem recolher, mais cedo ou mais tarde, as claridades da redenção espiritual.
Fontes consultadas.
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Santo Agostinho
O Livro dos Espíritos
José Herculano Pires
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NÃO CRIE SEUS FILHOS PARA PRECISAREM DE VOCÊ PARA SEMPRE
“Passei muitos anos querendo proteger meu filho de tudo que pudesse feri-lo. Até entender que meu verdadeiro dever não era impedir suas quedas, mas amá-lo de um jeito que, quando eu não estivesse mais aqui, ele ainda encontrasse forças para se levantar.”
— Goreth, personagem
Obra: The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
Duas Viúvas
Eram duas viúvas. Sem marido, sem filhos, sem lei que as defendesse. Sem valor para o mundo da época.
Uma tinha idade. Outra tinha pátria longe.
O que as unia não era o sangue. Era a escolha.
Rute disse: "Aonde fores, irei. Teu povo será meu povo."
Noemi não tinha mais nada para oferecer. Rute não tinha mais nada a ganhar ficando. E mesmo assim ficaram. Juntas.
Não viveram de esmola humilhante. Viveram da lei boa — aquela que manda deixar a espiga caída para a viúva, para o órfão, para o estrangeiro.
Todo dia Rute catava. Todo dia Noemi fazia o pão.
Uma confiava na força da outra. Uma respeitava a dor da outra.
Não foi piedade. Foi amor.
Não foi favor. Foi dignidade.
Não foi medo. Foi confiança.
Duas mulheres que o mundo deu como mortas, ensinando a Israel o que é permanecer.
E por permanecerem juntas, tiveram casa, pão e futuro.
inspirado em Rute a moabita
Marcio Melo
437 🙏🌹Sabe...Fazendo uma reflexão sobre vocês meus filhos eu me sinto realizado como pai, a trajetória de vida abençoada, voltada para Deus, me faz feliz e realizado, onde o despertar divino aos poucos envolve o coração de todos e nos abraça dia após dia e a esperança renasce para um futuro de luz para todos, traz um novo caminhar em suas vidas numa revoada de luz e de paz, um bálsamo na família, o remédio de cura espiritual, onde o refazimemento se concretiza numa nova fase, um novo ser em suas vidas, tenho uma gratidão imensa à Deus por essa Dádiva divina, uma nova criatura, uma nova roupagem onde o velho se renova surgindo um ser iluminado em vocês, sinto isso em mim, é dadiva divina, é Deus trabalhando na vida de todos nós, na Renovação da família, onde nos alinhanhamos com a luz, busquemos sempre sob a luz do Senhor, ser melhor, ser luz, na vida uns dos outros emanar a paz, amor, caridade e perdão, uma nova criatura em cada um, em cada momento dessa jornada, mesmo com turbulências e momentos difíceis, tenhamos coragem e determinação, para prosseguir, a vitória virá com todo amor de Deus, transformando nossas vidas, como fez comigo mas vale a pena a luta, por todos...
Amemos sempre somos degraus uns dos outros, somos aprendizes da luz divina...🌹🙏 BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
Não tive filhos
por dois motivos:
por falta de tempo
ou porque Deus
deve ter escrito
algo diferente
no meu destino.
Não desencorajo
quem quer ter,
porque tudo tem
a sua razão de ser.
Há quem lembre por
esta razão de Uadi,
e comece a comer Pequi
por crer talvez no Divino.
Só me lembro mesmo
é da Ciência por ser
o conjunto de tudo que
fez a gente chegar até aqui.
(É sobre orientação e respeito).
Não sou obrigada a nada,
você também não é,
somos filhos desta porção
austral continental,
Posso ser diferente,
e você também igualmente.
Não existe cultura igual
ou pior apenas diferente,
Ninguém é obrigado a gostar,
e tampouco ser exigente
espero que entendamos
isso daqui para frente
sob a sombra do Pau-Brasil.
Às vezes ter acesso
a alguma Cultura é para uns
questão de estímulo,
acesso próximo ou oportunidade
na vida simplesmente ao som
do Sabiá-laranjeira em liberdade.
[[[Sem capricho, feitiço ou maniqueismo]]].
Intensos filhos de Gaia,
e atrevidos no Olimpo,
Furtivamente colho o teu beijo,
doce não resisto;
Acaloradamente e terna provoco
o teu instinto...
Protegidos por Deméter,
travessamente no Olimpo,
A minha nuca coberta pelo teu beijo,
doce te excito;
Apaixonadamente estou em tuas mãos,
te mordisco.
Acompanhados por Perséfone,
vagarosos no Olimpo,
Os meus seios nas tuas mãos
são um punhado de trigo;
Sinfonicamente doce atingiremos o paraíso,
predestino.
As três deusas são por nós dois,
já somos de nós dois,
Somos mistérios revelados,
e ainda não consumados;
Eles hão de nunca serem suficientemente
descobertos.
Sob a proteção do Olimpo,
juntos somos apenas dois meninos,
Divertidamente nos seduzindo
como os astros seduzem a orbe,
No nosso Universo tudo é repleto
- nele tudo pode -
e nos sacode;
Somos duas oferendas no Olimpo,
e perfeitos Mistérios Eleusinos.
Os pais que mais poupam os filhos costumam ser os mesmos que mais empobrecem o futuro deles. Poupam do esforço e colhem a preguiça. Poupam da disciplina e colhem a indisciplina. Poupam das consequências e colhem a irresponsabilidade. Poupam da frustração e colhem a revolta. Poupam da realidade e colhem adultos que vivem em guerra contra ela.
Toda vez que um pai faz pelo filho aquilo que o filho já deveria fazer por si mesmo, não demonstra amor; decreta uma pequena falência da educação. E falências morais não aparecem no extrato bancário, aparecem no caráter.
Há pais obcecados em deixar herança, mas completamente desinteressados em deixar herdeiros. Acumulam patrimônio enquanto desperdiçam princípios. Financiam confortos enquanto hipotecam consciências. Protegem o corpo dos filhos e abandonam a formação da alma.
No tribunal da vida, a sentença é implacável: a conta que os pais poupam na infância é a conta que os filhos pagarão na maturidade. Porque toda proteção que substitui a educação deixa de ser amor e passa a ser uma dívida. E dívidas educacionais não vencem no banco; vencem na consciência, na dignidade e na incapacidade de caminhar sem alguém empurrando por trás.
" 'Morreu' outra vez! Anteontem 'morreu' para os filhos, ontem para os colegas do trabalho e hoje 'morreu' para a mulher. Cada dia ele 'morre' um pouco e sequer desconfia, pobre coitado!"
Frase Minha 0420, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Os filhos são a continuidade da nossa existência, alguém que um dia dirá:
-Meu pai me ensinou...
-Meu pai me disse...
Ser pai é ser orgulho do filho.
Tenho muito a ensinar e tenho muito a aprender.
Inteligência, carinho, atenção e força eu já tenho...ainda falta uma coisa...
OI PAI...
MEUS FILHOS SÃO TUDO NA MINHA VIDA (e na vida de qualquer mãe, rs...)
Sou meiga, super carinhosa, mas tenho um gênio forte...
Sou justa, tenho uma personalidade inflexível e valores rígidos...
Sou mulher á moda antiga (mas não abandono minhas convicções de vanguarda e vivo tbm segundo elas)...
Odeio rotina!
Já sofri por amor (apesar de sempre me colocarem como lobo-mau!)...
Acredito demais nas pessoas e tomo na cabeça...
Sou da turma do toque, do abraço, apesar de me expressar muito bem com as palavras...
Sou leal, sou família, sou amiga!
Amo ler, adoro filmes...
Tudo pra mim é música....
Já tive momentos de puro rosa, mas conheço tbm a mais profunda escuridão...
Amo borboletas!!!
Fui criada como princesa, mas encontrei uma guerreira escondida em mim, sempre que precisei.
Confesso... sou apaixonada por futebol!
Tenho uma grande saudade... já perdi um pedaço de mim...
Aprendi que quando não temos motivos pra sorrir... plantamos a semente deles no coração e deixamos nossas lágrimas os regarem...
Um dia eles brotam... amadurecem...
Eu sou assim... contraditória, intensa, disposta e normal!
"Meus filhos"
Amor que troca de lugar,
Eu cuido deles, e eles de mim.
Erro e acerto.
Não sigo fórmulas
de como ser mãe...
Seus olhares sempre atentos!
Me escondo,
mas eles me acham...
Sabem quem eu sou.
Acho que ensino eles a ser gente.
Eles me mostram que já são!
E ser gente de verdade,
as vezes parte o coração.
Não tem jeito.
Cada um de sua forma ...
Thiago,
Tuas broncas me fazem refletir,
me acho uma boba diante de ti !
Luana,
teu abraço já é tudo que preciso.
Amo vocês.
O princípio da Sabedoria é temer a Deus.
Respeitá-Lo através da obediência.
Como somos Filhos de Deus temos o dever filial, que se transforma em gratidão, respeito e obediência. É preciso corresponder com o nosso amor ao Seu Divino Amor.
E neste caminho da retidão quero persistir.
Ó Deus Pai Generoso!
Faz com que minha sabedoria aumente.
Ensinai-me o que é o Bem; ensinai-me o que és Tu!
Salvai-me do orgulho, da inveja e do ciúme.
Derramai sobre mim o Saber, a Virtude e a Paz de Consciência.
Examino em minha vida o que é essencial.
Fortaleço-me em princípios morais.
Com a firmeza no propósito de ser melhor hoje do que fui ontem.
Quero desenvolver através da prática todas as virtudes que possam contribuir para a minha evolução espiritual.
NÂO SOFRAS MAIS.
Estás sofrendo por que seus filhos lhes viraram as costas? achas que tudo o que fez por êles até que se tornassem adultos, mesmo cometendo erros, não merecias isso?Achas que hoje são pessoas duras demais?Se afastaram em definitivo?
Não sofras mais, peça perdão a Deus, unicamente a Deus e não sofras mais, não se magõe mais, fizeste a sua parte como pai,deu a vida,educou, deu o sustento,cuidou, passou noites sem dormir e mesmo que fosses bandido, sómente por ter dado a vida já seria obrigação dos filhos ama-lo.
Enquanto os filhos são pequenos,eles amam os pais, depois que ficam adultos, passam a julga-los e raramente ou quase nunca os perdoam, pois quando crescem se tornam criaturas perfeitas e acham que foram educados para serem somente filhos a vida toda e nunca pensam que se tornarão pais e que seus filhos tambem irão crescer e farão com êles o mesmo que fizeram com seus pais.
Não sofras mais,apenas ajoelhe todos os dias e reze ou ore pelos seus filhos,peça a Deus que os abençõe, que tire de seus corações toda a magoa, todo rancor, por que enquanto tiverem sentimentos ruins não serão felizes,não terão paz,não crescerão como seres humanos, não crescerão financeiramente,nada os satisfará,pois a lei do universo( Deus) ensina que enquanto não existir pureza em vossos corações, nada vos será acrescentado.
Não sofras mais,pois fizeste a sua parte como pai e os erros cometidos lhes custaram caro, agora chegou a vez dos seus filhos fazerem e não podes interferir,não deves interferir, pois êles se tornaram pessoas adultas, pessoas perfeitas, donos da verdade, com poderes para julgar e condenar, acham que nada os abalará e com isso o respeito pelos pais só resiste enquanto os pais respeitam os interesses deles.
Nao sofras mais,o tempo cura todas as feridas, todas as escolhas que fizestes em sua vida teve consequencias, e assim será tambem com seus filhos, e hoje já não podes mais ensina-los a fazer uma avaliação do que se ganha ou ou que se perde com uma escolha, apenas o tempo irá mostrar-lhes os erros que cometeram e não estarás mais aqui para orienta-los ou ajuda-los e então chorarão lagrimas de sangue como um dia chorastes sem ter um ombro amigo para aliviar a sua dor. NÃO SOFRAS MAIS.
DEUS: Por que quer acabar com meus filhos?
ABORTO: Se ninguém dá valor a ninguém, por que dariam valor a um feto qualquer?
DEUS: Esse feto indefeso corresponde a um ser humano, uma nova vida gerada para este mundo. Eu jamais dei ordem a você para colocar coisas na cabeça do homem para matar este ser que não possui força para se defender.
ABORTO: Não me culpe completamente, apenas espero que os homicidas realizem o meu trabalho. E o homem é criação sua.
DEUS: Eu dei a eles o livre arbítrio e você soube se apoderar desse espaço, criei o homem e a mulher pra se multiplicarem e não se destruírem entre si.
Banho de Chuva
Abafa! Sou da época de filhos não protegidos, sou da época de pés descalços, comer com a mão, ir solta no banco de trás do carro, Banhos de chuva. Uma das coisas que mais sinto falta é de banho de chuva, escorregar na cerâmica do pátio da casa dos meus avós, brincar, cantar e correr na chuva. Isso não fazia mal, não tínhamos pneumonias por causa disso, tampouco gripes, resfriados ou viroses, não sei porque éramos mais saudáveis que a geração atual, quando mais pinotávamos, mas fortes e robustos nos tornávamos. Talvez porque a industria farmacêutica lá de casa era chá, limão e alho e um caldo de caridade que levantava até defunto. Nada de tilenol, dipironas, doril e essas coisitas mais, nada de xaropes e descongestionantes nasais, a cura era chá, chá insuportável, chá que éramos obrigados a beber sob vigilância paterna ou sob ameaça de surra ou palmada ou castigo. Chá tomado por bem ou por mal. A vida era menos cheia de nãos, não pode, cuidado, isso não, eram palavras pouco usadas, o que não podia era aceitar bombons de estranhos, o que não podia era conversar com estranhos, o que não podia era se afastar dos pais ou beber alguma coisa oferecida por alguém. Isso não! Nunca! Era perigoso. Hoje os perigos são outros, os perigos são alguns amigos virtuais, os perigos é o descontrole internetário.
Ser Mulher
Preocupação com casa, comida, filhos, marido, enteado, gato e cachorro.
Dar conta de tudo com ajuda ou sem ajuda.
Estar sempre pronta para o que der e vier, ser a bengala, o apoio, a força e a plenitude.
Ser livre em pensamentos, atos e ações.
Amar, desejar, viver, sentir tudo isso elevado ao quadrado.
Ter mau-humor, tpm, cólica, dor de cabeça e muitas e muitas vezes não reclamar.
Está em sintonia sempre consigo e com os outros.
Pai, Mãe não vivam em função somente dos filhos, o tempo vai passar e eles, mudarão, um dia com um beijo no rosto irão viver suas vidas. Esquecerão 70% de tudo que vocês fezeram por eles, deixarão de ser seus bebês e terão uma habilidade de magoa-los. Isto acontecerá se você der tudo de "mão beijada", se fizer todas as vontades e desejos e se não tirar eles de baixo das suas asas. Sem contar que eles sofreram muito nos tropeços da vida.
Todos sabemos que viver bem e felizes precisamos ser lapidados, preparados para aprendermos a importância de cada queda. Queremos que os jovens aprendam o português, mas não a falar de seus medos. Queremos que aprendam matemática, mas não a somar valores humanos, subtrair frustrações, dividir conquistas e a multiplicar a fé em tempos difíceis. Queremos que aprendam a orar, mas não a buscar e confiar em Deus. Queremos que aprendam a ter respeito, mas não somos exemplos. Queremos que saibam ser amigos, mas não temos tempo para mostrar que os melhores amigos estão dentro de casa. Queremos que saibam fazer escolhas, não bebam, não fumem, tenham responsabilidades e ficamos no querer, informamos, e não formamos! Queremos que nos amem e demonstrem, mas não nos abrimos para eles, não contamos nossas derrotas, não mostramos quem mora atrás dos papeis de Pai e Mãe, assim não ensinamos o valor e o salgado sabor de uma lágrima.
Este que vos escreve ainda não tem filho, talvez por isto estou em situação confortável para discorrer, não esqueçam, sou filho como você. Um filho que cresceu sem pai, com uma mãe abençoada a quem devo minha vida e amo e admiro, eram outros tempos, mas sofri por ela não ir além do papel de mãe.
Em outro momento escrevo para os filhos. Por fim Pai e Mãe, vivam do exemplo, companheirismo, diálogo, fé e da amizade com teus filhos, e não esqueça de viver!
Respeitosamente,
UM BRINDE A NÓS QUE TENTAMOS COM TODAS AS FORÇAS FAZER DESSE UM MUNDO MELHOR PARA NOSSOS FILHOS,NETOS E FUTURAS GERAÇÕES.
OBRIGADA AS 146 MULHERES QUE FORAM CARBONIZADAS NUM INCENDIO NA FABRICA Triangle Shirtwaist, A ONU E A GETÚLIO VARGAS QUE EM 1932,DECIDIU QUE AS MULHERES TINHAM OS MESMOS DIREITOS QUE OS HOMENS.
EM AGRADECIMENTO Á ESSES FATOS NÓS, MULHERES, TEMOS A OBRIGAÇÃO DE CONTINUAR LUTANDO ATÉ O FIM PARA QUE ESSA IGUALDADE NÃO SEJA PERDIDA COM O PASSAR DO TEMPO.
PARABÉNS MULHERES!!!!!
