Textos Perfeitos
Você deve estar se perguntando agora se esse texto vai ser romântico ou vai lhe ensinar algo, mas esse texto é apenas tudo o que você precisa saber e o que não deveria esquecer.
Foi como hoje, um dia de tarde, normal, ela falou com ele. Estavam em um Restaurante famoso, e como visto apenas pessoas de classe alta frequentavam o Lugar. Ela estava lá, e ele também. Estava sentada em uma das mesas redondas, coberta com um pano vermelho, combinava com seu batom e seus olhos _ Verdes, Azuis, ou apenas claros _ Nos quais ele sempre se confundia, brilhavam intensamente. Ele é um garçom, servindo a mesa onde se encontram o amigo de trabalho mais sua namorada e o namorado dela. Ele não se sentia constrangido, porque ainda não a olhou nos olhos, e ela sabia que ele trabalhava ali. Após servi-los, ele pediu licença e foi direto para a porta dos fundos, tomar um ar e/ou apenas parar para observar o céu, já estava alaranjado, como se a noite estivesse chegando. De repente ela aparece ao lado dele, sem palavras, somente olhou para ela, e ela tomou iniciativa:
- Oi. Disse Ela com uma expressão nervosa.
- Olá, tudo bom?
- Sim, eu vi que tinha saído, então vim falar com você.
- Seu namorado pode sentir sua falta, não quero que ele pense algo de errado sobre mim e você.
- Eu sei, mas olha, eu não ligo.
Ele ficou com Mil duvidas após ela ter dito isso. E então se virou em sua direção e perguntou:
- Do que tem medo agora?
- Medo?
- Sim.
- Como assim?
- Você tem medo de gostar de mim novamente?
- Não é medo, eu só acho que não temos mais nada haver.
- E o que te levou a vir falar comigo?
- Eu queria saber como você estava!
- Se preocupa comigo?
- Sim, mas é isso, somente, não quero tentar de novo.
- Como está tão certa disso, você nem tentou, nem se quer ainda se encontrou comigo de novo.
- E nem quero tentar.
Ele franziu as sobrancelhas e disse:
- Deixa eu te mostrar, que eu posso fazer você sentir tudo aquilo outra vez.
- Mas já faz quatro anos, não tem mais nada haver nós dois!
- É eu sei, quatro anos, mas olha, eu namorei com duas mulheres ao longo desses anos e não tirei você da minha cabeça.
- Duas? Exclamou ela. Em sua face, uma expressão indignada.
- Foram mais que duas! Você tirou sim.
- Não, se eu tivesse tirado, eu não te procuraria sempre.
- Você só me procurava quando estava carente, de vez em quando e pra ser exata, de 3 em 3 meses.
- Sempre quando eu te procurava você me pedia para eu desistir, Sempre! Mas eu nunca desisti de nós dois!
- Não? Ela derramou uma lagrima de seus olhos verde-mel e ele inclinou a cabeça para baixo, como um condenado, e com uma voz trêmula ela Falou:
- Você não está comigo agora, você não estava comigo em minha casa, você não está na mesa comigo agora, você está sempre longe de mim!
- Eu sei. Disse ele silenciosamente.
E com o mesmo ar de arrependimento ele disse:
- Não vou desistir e você sabe disso.
- Não vai rolar.
- Eu espero!
- Nunca deu na verdade.
- Agora pode dar!
- Eu não sou mais uma garota, que acreditava em príncipe e conto de fadas.
Neste momento, ele olhou em seus olhos e disse balançando a cabeça:
- Eu posso não ser mais um príncipe no cavalo branco... Mas não há ninguém melhor para cuidar de você e te fazer feliz.
Eles ficaram se olhando por um bom tempo. Ele percebeu que já estava de noite quando olhou novamente para o céu e então ele disse:
- Vai! Você precisa ir.
- Eu sei... Eu vou.
E então ela estendeu a mão para ele, ele pegou em sua mão e a puxou para abraça-la, um acontecimento que ambos não iriam esquecer nunca, e sabiam disso; Ainda abraçados ele sussurrou no ouvido dela, "Me perdoa por ter te deixado.", ela o largou segurou em suas duas mãos e afirmou:
- Eu Já perdoei, mas não vou esquecer.
E de uma forma conformada ele disse:
- Eu sei disso.
Ela voltou para a mesa onde estava seu atual namorado e os amigos, e Ele continuou do lado de fora olhando para o céu e então o namorado dela pediu a conta, pagou tudo e foram para o carro do lado de fora. No momento em que ela ia embora, o avistou da janela do carro. Ele estava chorando, não tinha ideia de quando ia vê-la de novo, mas ele se lembrou do olhar dela, quando a viu embora pela primeira vez, eram apenas adolescentes e não podiam fazer nada para poderem se ver novamente, pois moravam longe, muito longe um do outro e isso não era uma barreira para o que eles sentiam. Um amor verdadeiro, que ao passar dos anos, insistiu em seus corações, porém, não teriam como ficar juntos e cada um seguiu sua vida. Mas ele sabe que ela o escolheu. Ele sabe que ela é o amor de sua vida e ela nunca deixou de pensar nele, porque nunca sentiu nada igual com outro homem e vice-versa. Um feito para o outro. Vivendo e apanhando do orgulho. Será que valia a pena? Será que por ela estar feliz ele se sentia conformado? Há mais respostas em atitudes que palavras. Eles podiam não mais se ver, mas não iam esquecer e não pensariam em outra coisa além de estarem juntos, porém, ele queria vê-la feliz, e pedia a Deus, todas as noites olhando para o céu, que ele fosse o motivo de sua felicidade.
Vida Pávida?
Será que a vida é bela?
Todo mundo a ama,
ou que há nela?
Nunca se sabe o que fazer.
Mas será que é só viver?
Num dia estamos engatinhando, noutro trabalhando.
Talvez o tempo tenha passado rápido demais,
ou será que o perdi
sem ter olhado para trás?
Somos como uma flor: plantada, cresce, vive e morre.
Mas quem planta?
Deus? Devemos refletir?
Na verdade, nem adianta.
Acabamos pensando e produzindo demais.
Somos algo tão complexo,
para muitas vezes sermos jogados fora.
Nessa angústia, antes de consertarmos,
já teríamos ido embora.
O Tempo e os Sonhos
O tempo nunca para, mas nossos sonhos também não deveriam.
Quantas vezes adiamos o que nos faz vibrar, esperando o "momento certo"?
A verdade é que o momento certo é aquele em que decidimos agir.
Os sonhos são sementes. Algumas germinam rápido, outras demoram,
mas todas precisam de cuidado, paciência e fé.
Não importa o tamanho do passo, desde que ele te leve adiante.
Então, que hoje seja o dia em que você escolhe acreditar um pouco mais.
Que você continue, insista, mesmo que o caminho pareça longo.
Porque no fim, cada passo dado já é uma vitória.
Certa vez havia um jovem aprendiz que buscava avidamente a sabedoria. Ele seguia seu mestre, um homem de cabelos grisalhos e olhos profundos, que carregava consigo a serenidade de quem havia vivido muitas estações. Um dia, enquanto caminhavam por um jardim repleto de flores murchas e outras em pleno desabrochar, o jovem, curioso e inquieto, fez uma pergunta que ecoou como um sino no silêncio da tarde:
— Mestre, se você tivesse que pedir perdão a alguém antes de morrer, quem escolheria?
O mestre, surpreso pela pergunta, fechou os olhos. Por um momento, parecia ter se perdido em um labirinto de memórias e reflexões. Respirou fundo, como quem mergulha nas águas profundas de um lago, e ao abrir os olhos, estavam marejados. Com um olhar pensativo, respondeu:
— Eu pediria perdão à única pessoa que nunca me abandonou, mesmo eu, por inúmeras vezes, ter errado com ela. Busquei a perfeição e a aceitação de tudo e de todos, mas fui falho com ela.
O jovem, confuso, inclinou a cabeça e perguntou:
— Mestre, quem é essa pessoa com quem você, em toda a sua sabedoria, foi falho?
O mestre fitou o discípulo com um olhar que parecia atravessar o tempo e respondeu:
— Essa pessoa sou eu mesmo. Fui o único que nunca me abandonou, mas, por ego e vaidade, errei comigo inúmeras vezes. Busquei algo que, no fim, não faria falta.
O jovem, ainda perplexo, sentou-se sob uma árvore frondosa, enquanto o mestre continuou:
— A vida, meu jovem, é como este jardim. Algumas flores desabrocham, outras murcham. O tempo é o jardineiro que cuida de tudo, mas nós, em nossa soberba, muitas vezes tentamos controlar o que não nos pertence. O ego nos cega, a vaidade nos engana, e a soberba nos afasta de nós mesmos. Buscamos a perfeição nos olhos dos outros, mas esquecemos de olhar para dentro.
O mestre ergueu uma flor murcha e mostrou-a ao discípulo:
— Veja esta flor. Ela já foi bela, mas seu tempo passou. No entanto, ela não se lamenta por não ser mais como antes. Ela simplesmente existiu, cumpriu seu propósito e agora descansa. Nós, porém, carregamos o peso de nossas falhas, de nossos erros, como se fôssemos eternos. Mas a verdadeira sabedoria está em entender que o tempo é nosso mestre, e a humildade, nossa maior aliada.
O jovem, agora com os olhos brilhando de compreensão, perguntou:
— E como posso evitar cair nas armadilhas do ego e da vaidade, mestre?
O sábio sorriu e respondeu:
— Olhe para dentro de si todos os dias. Reconheça suas falhas, mas não se puna por elas. Aprenda com o tempo, mas não tente dominá-lo. E, acima de tudo, lembre-se de que a verdadeira sabedoria não está em ser perfeito, mas em ser verdadeiro consigo mesmo. Pois, no fim, é a nós mesmos que devemos prestar contas.
E assim, o jovem aprendeu que a vida é uma jornada de erros e acertos, de flores que desabrocham e murcham, e que a verdadeira sabedoria está em aceitar a si mesmo, com todas as imperfeições, e em viver em harmonia com o tempo, sem deixar que o ego e a vaidade obscureçam o caminho.
Achar? Talvez achei. Mas o sentimento ainda vive aqui, todos os dias mostrando que está presente. Um sorriso perdido, um olhar seguro de suas decisões, escolher entre a razão e o coração, são coisas fáceis pra quem tem facilidade em sobreviver, não que seja difícil, mas ter um caminho cheio de buracos, poças de águas por suas tempestades e ao mesmo tempo poeira. É, não é fácil viver, mas não é impossível. E se começarmos a ver a vida com outros olhos? Um olhar puro, que encontre as soluções dos mínimos problemas, um olhar comamor, um olhar com segurança. Às vezes me sinto perdida, mas eu paro e penso:
"Se estamos vivos, então vamos viver, a vida é curta e não sabemos ao certo o fim"
Pra que se importar com o que fulano ou ciclano citou sobre você? Será que ele já olhou pra vida dele?
É sobre valorizar as pessoas mas também valorizar ainda mais a paz, e quando temos paz, ela vem acompanhada de despedidas, quais não precisamos nos culpar, então vamos viver enquanto há tempo!
A esta tal liberdade hoje escreverei. Escreverei em palavras duras, dura como esta imposição.
Imposição esta que, hipocritamente, é mascarada em um antigo dito, chamado: Liberdade.
Como posso eu, a vida aproveitar, da vida desfrutar, se junto a mim tenho esta tal liberdade?
Liberdade esta que dita minhas escolhas e imprime o meu viver. Viver... Se é que ainda tenho esse viver.
Por que esta liberdade, toma a liberdade, de minha liberdade fazer a dela? Por que finges que me conhece?
Por que finges que sou livre? Por que finges que ainda tenho decisões próprias a tomar?
Existem seis tipos de comportamentos que não são suportaveis.
- Os hipócritas que pregam valores que eles mesmos não seguem.
- Os sinalizadores de virtudes que só querem aprovação e aplausos, não mudanças reais.
- Os slacktivists que acham que ativismo é só postar algo online e não agir.
- Os controladores de opinião que querem calar qualquer ideia que não se alinhe com a deles.
- Os parasitas que vivem às custas do esforço e sacrifício dos outros.
- Os irresponsáveis que nunca assumem seus erros e colocam a culpa em tudo e todos no mundo.
- E os vampiros de energia que sugam tempo, atenção e paciência, desviando qualquer conversa para conflitos inúteis e desgastantes.
A Sinfonia do Silêncio
Passei anos acreditando que a vida era uma sucessão de equações a serem resolvidas, um labirinto de espelhos onde cada reflexo era uma promessa de resposta. Mas, ao atravessar os corredores do tempo, percebi que esses espelhos estavam quebrados. O que vi refletido neles nunca foi a verdade, apenas fragmentos distorcidos de quem eu achava que deveria ser. O problema dos espelhos quebrados não é apenas a distorção: é o fato de que, ao tentarmos nos enxergar neles, corremos o risco de nos cortar.
Ninguém nos ensina a caminhar sobre cacos sem nos ferirmos. Crescemos com a ilusão de que há um roteiro, uma sequência lógica que nos levará a algum lugar seguro, estável, definitivo. Mas a verdade, essa entidade cruel e irônica, é que tudo o que chamamos de segurança não passa de um castelo de cartas erguido sobre a ventania do acaso. Ainda assim, insistimos em seguir regras invisíveis, colecionamos conquistas como se elas fossem amuletos capazes de nos proteger do inevitável, buscamos um propósito como se ele fosse a resposta universal para todas as angústias.
Não existe trilha sonora para o vazio. O silêncio, esse grande maestro, rege a nossa existência sem partitura, sem compasso, sem ensaios. Passamos a vida tentando dar sentido ao som das nossas próprias pegadas, mas, no fundo, estamos apenas tentando não nos perder de nós mesmos. E há algo de profundamente irônico nisso: vivemos com medo do silêncio, mas é nele que a vida realmente se revela. Tudo o que somos, tudo o que sentimos, tudo o que aprendemos só faz sentido quando finalmente ousamos escutar aquilo que nos recusamos a ouvir.
Fernando Pessoa dizia que a dor, quando fingida, parece mais real do que quando sentida. Eu acrescentaria que a busca por sentido, quando levada a sério demais, se torna um tipo sofisticado de autoengano. Tentamos nomear cada experiência, medir cada sentimento, organizar cada memória como se fôssemos arquivistas de nós mesmos. Mas a vida não cabe em um sistema de classificação. Ela escorre pelos dedos, rindo do nosso desespero em tentar segurá-la. Acreditamos que podemos domesticar o tempo, que podemos domar o imprevisível, que existe um manual escondido em algum lugar. Mas não há. Nunca houve.
E então vem a pergunta inevitável: se nada tem um sentido definido, qual o motivo de continuar? A resposta, se houver uma, está na própria pergunta. Às vezes, continuar é o suficiente. Nem tudo precisa ser justificado. Talvez o real aprendizado seja esse: aceitar que o vazio é parte do percurso, que a dúvida é uma velha amiga, e que nunca estaremos completamente prontos. Há beleza em não saber. Há liberdade em admitir que estamos todos tateando no escuro, tropeçando em certezas temporárias, colecionando respostas que amanhã já não servirão mais.
A vida não é um destino, é um fluxo. E talvez o maior erro seja acreditar que existe um ponto de chegada. Passamos tanto tempo preocupados em alcançar algo que esquecemos de olhar ao redor. Quantos momentos desperdiçamos porque estávamos ocupados demais tentando encontrar uma resposta que nem sabíamos formular? Quantas vezes olhamos para trás e percebemos que o que realmente importava estava nos detalhes que ignoramos?
Este livro é uma coleção de cacos. Pequenos fragmentos de um caminho que percorri sem mapa, sem roteiro, sem garantia de chegada. São verdades provisórias, aprendizados imperfeitos, epifanias tardias. Talvez, no fim, nada disso importe. Ou talvez importe mais do que eu imagino. No fim das contas, quem decide isso não sou eu. É você.
A originalidade, afinal,
é um mito bonito contado por quem esqueceu
que até a luz do sol é repetida
todos os dias,
e ainda assim nos encanta como se fosse a primeira vez.
Criar é respirar o mundo,
engolir memórias, sons, dores e belezas,
e depois devolver tudo isso
com outra forma, outra cor, outra alma.
Somos colagens vivas —
de livros que lemos, músicas que ouvimos,
pessoas que amamos,
e sonhos que não são só nossos.
Nada é original, mas tudo pode ser autêntico.
Porque a arte não nasce do nada.
Ela floresce do tudo
que carregamos por dentro.
Hora de parar.
Quantas vezes você já parou para (re)pensar nos seus hábitos?
Quantas vezes, no seu dia a dia, pratica atividades movidas por hábitos que, de tanto serem repetidos, acabam se tornando automáticos?
No auge de uma vida em que pagamos inteligências artificiais para pensar por nós, acabamos desperdiçando a chance de pensar em nós mesmos.
Não percebemos a lógica controversa — e ilógica — que nos faz esquecer de ser quem somos, à medida que atribuímos personalidade, ainda que inanimada, a seres que, por mais irreais que possam ser ou parecer, nos retratam o vazio existencial de pessoas que falam, ouvem e sentem, mas que, talvez por capricho ou vaidade mental, se esvaem em uma realidade inanimada, movidas por seres que, de tamanha fantasia, não extrapolam a barreira mental de seus idealizadores.
Qual seria a razão, ainda que irracional, que nos faz acreditar na métrica de atribuir personalidade a quem de fato não a detém, usurpando direitos de quem, como a gente, fala, ouve e, principalmente, sente?
Seria esse um reflexo de uma realidade que, a cada dia, caminha para o desabastecimento de valores morais? Ou o medo, quase que instintivo, de encarar o outro em sua humanidade crua, imperfeita, imprevisível?
Por muito tempo, eu ficava irritado ao ver voltar para o meu lado uma bola que batia querendo que fosse indefensável.
A beleza do tênis, porém — assim como da vida — está muito mais na troca, no ponto bem disputado.
Encare a bola que retorna como uma nova oportunidade de fazer o seu melhor.
Nem toda curva da vida tem placa de aviso,
Nem tudo que se perde de fato é um prejuízo.
Há dor que desperta, há fim que liberta,
E sonho que nasce quando a alma está aberta.
Caminho incerto, mas cheio de lição,
Tropeço que forma o rumo da missão.
A ausência ensina o valor do abrigo,
E o tempo revela quem anda contigo.
Não temas o escuro, nem temas a queda,
Às vezes é no breu que a luz mais se enreda.
A vida é estrada sem mapa preciso —
mas todo desvio pode ser um aviso.
Hoje percebo que o que sei é tão pouco, que me faz ter a necessidade de buscar o aprendizado diariamente e continuamente;
Percebo que o presente é tão precioso e isso me faz aproveitar e viver no agora, sem desconsiderar um planejamento promissor para conquistas futuras e atingimentos de objetivos;
Percebo que apenas em olhar para o céu e vivenciar um novo dia, sabendo que eu e minha família estamos bem, é motivo para ser grato a Deus.
Percebo que não sou melhor que ninguém, mas apenas diferente por ser um indivíduo que tenho minhas particularidades e que minhas escolhas e decisões evidenciam quem eu sou.
Percebo que no mundo há muita malignidade e se fizermos o bem já somos diferentes da maioria.
Eu te convido a se sentar. Sim, sente-se. Pegue uma caneta.
Revise sua letra, sua caligrafia.
Revise também a hora em que você acorda todos os dias — e, principalmente, por que acorda.
Releia as provas que já enfrentou, não só aquelas da escola, mas também as provações da vida.
Analise cada detalhe da sua curta e preciosa existência, porque um dia ela simplesmente deixará de existir.
Se você não revisar agora, quando partir será tarde demais.
A revisão ficará incompleta, e no papel restará apenas uma mancha de tinta, algo escrito assim:
"Por que eu não me escutei quando devia?"
"Por que não me fiz o bem?"
"Por que não fui amor a quem tanto necessitava?"
Restará apenas o lamento.
Então, hoje — não importa onde você esteja, o que esteja passando ou do que esteja precisando —
não se esqueça de revisar.
Não se esqueça de refletir.
Porque, no fim de tudo, a conta chega —
e ela pesa.
E pesa muito… nas nossas lembranças.
Chuva e Querer
Lá fora, o cinza da tarde se derrama,
Em gotas que batem na vidraça e chamam.
Caxias se esconde num véu de saudade,
E eu aqui, com a alma em tempestade.
Cada pingo que escorre pela telha,
É um eco distante de uma velha centelha.
Um coração que pulsa, meio calado,
Apenas querendo ser amado.
O cheiro da terra molhada no ar,
Me faz a cada sopro mais te buscar.
Em cada lágrima que o céu despeja,
A minha esperança mais lateja.
Que essa chuva lave o que me inquieta,
E traga em seu murmúrio a resposta mais direta:
Que em meio a essa dança de água e chão,
Floresça um amor para o meu coração.
A vida é muito louca
A vida é um turbilhão de mudanças, um caleidoscópio de emoções. Um dia, o sol brilha forte; no outro, as nuvens escuras se acumulam. A vida é um rio que flui sem parar, com águas cristalinas e turbulentas. Num momento, o amor nos envolve; no outro, a dor nos consome.
Mas, ao refletir sobre essas ondas da vida, percebo que não é a vida que é louca, é apenas o tempo que dança ao ritmo do universo. Há um tempo para cada coisa, e cada momento é um fio precioso na tapeçaria da existência. É como se a vida fosse uma sinfonia, com notas altas e baixas, criando uma melodia única e complexa.
Essa perspectiva me faz pensar que, em vez de lutar contra as correntezas da vida, posso aprender a navegar com elas. Posso encontrar beleza e significado em cada momento, mesmo nos mais turbulentos. E, ao fazer isso, posso descobrir que a vida não é louca, mas sim uma jornada mágica, cheia de surpresas e oportunidades para crescer e aprender.
🪁 O Peixinho e o Quadrado
Nas quebradas do céu da favela,
Sobe o peixinho na linha singela.
Feito de jornal, varetas tortinhas,
Mas voa ligeiro, cortando as linhas.
Lá do asfalto, vem todo montado,
O tal do quadrado, pipa de “abastado”.
Colorido, pomposo, de corte preciso,
Mas falta-lhe arte, coragem e riso.
O peixinho dança, ele gira no vento,
Desvia, mergulha, ataca no tempo.
Não tem carretel de alumínio brilhando,
Mas tem o menino que vai controlando.
Com olho afiado e alma de guerreiro,
Solta na manha, recolhe ligeiro.
O quadrado se exibe, achando-se rei,
Até que o peixinho dá o golpe da vez.
Num rasante ousado, feito passarinho,
CRÁ! — vai-se embora o quadrado no ninho.
A criançada grita, a favela aplaude:
“Foi o peixinho que fez mais um baude!”
Porque não é o preço que faz campeão,
É a coragem, a ginga e o coração.
E o céu lá de cima já sabe a verdade:
Quem corta com arte… não compra vaidade.
No raiar do dia
O que é a vida?
Questão subjetiva
Quero entender?
Cada um tem seu modo de viver.
Silêncio ou pronuncia?
Invade o meu ser
Na busca infinita
Em ser compreendida
O que escolher?
Se cada um tem o seu saber.
Já passou a hora
De olhar lá fora
Ventos em direções opostas
O que quer dizer?
Busca infalível de explicar algo..
Que ninguém possa compreender.
MAR
Muito se fala na imensidão e profundidade de um lugar onde nem mesmo a luz do sol pode alcançar. Temido por muitos e admirado por todos, nossas vidas, assim como o mar, são ondas constantes, maremotos inundados de problemas, mas que, por diversas vezes, nos trazem calmaria.
Acredito que o maior medo do mar seja sua profundidade, mas é incrível como, muitas vezes, nos afogamos no raso. Assim como a profundidade de nossos problemas, por vezes, os mais simples são os que mais nos deixam afogados.
Saber flutuar é o mais importante: tentar sempre manter a cabeça fora da água, respirar e admirar o que temos de mais bonito, o azul infinito.
Existem contos antigos de um amor impossível: o mar e a lua, atormentados por uma maldição, onde a lua conseguia tocar o mar todas as noites, mas nunca podia encontrá-lo de verdade. Muitas vezes, o mar se irrita e cria tempestades e enormes mares como efeito de sentir a lua e não poder tê-la.
É normal, em nossas vidas, desejarmos algo que nunca conseguiremos alcançar, mas acredito que o importante é fazermos por onde e chegarmos o mais próximo de nossos objetivos, cruzar oceanos, desbravar correntezas e encontrar a calmaria.
Parte do nosso navegar nos pede paciência, mas, acima de tudo, humildade: em reconhecermos nossos limites, fraquezas. Nem mesmo o que um dia já foi o maior navio do mundo resistiu às reviravoltas de um mar tempestuoso, frio e congelante. Como na vida, sempre precisamos saber que, às vezes, naufrágios fazem parte. Tudo o importante é não ficar à deriva.
O vai e vem das ondas é o ciclo do mar, da vida e, como um rio, é impossível entrar no mesmo mar duas vezes. Só vivemos uma vez, e o que nos torna mais fortes é sabermos navegar. No final, sabemos flutuar, viver de forma leve, manter sempre a cabeça fora d'água. Lembrar que, depois da tempestade, vem a calmaria. Amar a vida, amar o MAR.
"É muito louco esse mundo..."
É muito louco esse mundo…
Quando somos crianças, tudo o que queremos é crescer.
Ficamos ansiosos pelos 18, como se essa idade fosse um portal mágico pra liberdade, pra vida de verdade.
Mas quando ela chega… mal dá tempo de sentir.
Ela passa. Rápido. Rápido demais.
Mais veloz que um foguete, mais impiedosa que o tempo.
E aí, o que era sonho, vira rotina.
A liberdade vira responsabilidade.
A pressa vira cobrança.
E o medo começa a crescer dentro do peito.
Medo de não dar tempo.
Medo de falhar.
Medo de ir embora desse mundo sem entender direito o que viemos fazer aqui.
Porque, no fundo, ninguém sabe o que vem depois.
E talvez seja isso que mais assuste:
essa incerteza do destino final, esse silêncio depois da última batida do coração.
Mas enquanto estamos aqui…
Talvez o segredo não seja entender o final,
mas dar sentido ao agora.
Viver de verdade.
Amar sem medida.
Ser presença.
Ser memória boa.
Ser o que o tempo não apaga.
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