Textos Perfeitos
Anjos caem do céu
Folhas caem do céu?
Raios caem do céu.
Se a vida é linda por qual motivo usa véu?
Para me proteger do sol usei um velho chapéu.
Sim, Meu sangue é solúvel.
Meu coração é frágil e se rasga igual papel.
Sim, Já vi várias luzes no fim de um túnel.
Meus sentimentos amargam feito mel.
Eu não queria ser um humano tão sujo e cruel.
As vezes meus pensamentos brincam de rapel.
As vezes me pergunto se a mim mesmo fui fiel.
Eu errei e não preciso de um réu, vou direto ao hell.
Criei muros internos mais fortes que os de Israel.
Me fechei tão bem que me tornei até mesmo impermeável.
Mesmo assim sou a ti vulnerável.
Se vida é bela por qual motivo se tornou indesejável?
Se a morte é horrível por qual motivo se tornou tão desejável?
Sim, Eu também já li Maquiavel.
Sim, eu também já li sobre a torre de Babel.
Caim de fato matou Abel?
Aceitável? Inacreditável? Anulável?
Sou contigo incompatível?
Você é comigo compatível?
Minha presença imperceptível?
O destino é infalível?
Meu grito de socorro é inaudível?
Um Anjo? Rafael?
Gabriel?
Miguel?
Castiel?
Micael?
Eliel?
Kushiel?
Ariel?
Uriel?
Azrael? Anjo da morte.
Asariel?
Anael?
Daniel?
Zaniel?
Samuel?
Theliel?
Azazel?
Aniel?
Haniel?
Cassiel?
Zadiel?
Adriel?
Nathaniel?
Sei lá... Eu poderia continuar, mas vou jogar bye bye...
na vida muitas pessoas chegamos a conhecer,algumas durante muito tempo vão permanecer,outras verdadeiras lições nos fazem aprender,mas o que importa realmente é quê todas elas deixam um pouco de sua energia,sendo que levam também um pouco de você,sejamos sempre o tipo de pessoa que saibamos absorver somente o positivo de quem vinhermos há conhecer e que Deus nos ilumine para que sempre a melhor decisão venhamos á ter em relação a vida sem se perguntar por quê!!!
〽️〽️〽️🪄🤨
"Caros mortos/vivos,"
Quantos de vocês,
realmente tiveram
vida?
Quantos de vocês,
viveram vocês mesmos,
ao invés de viver os outros?
Caros mortos,
Quantos de vocês
viveram mais que muitos vivos?
Caros vivos,
Quantos de vocês
já estão mortos por dentro?
Caros mortos/vivos,
Quantos de vocês
deixaram de viver?
Dói, e como doí.
A dádiva da vida é viver numa roda de incerteza?
Medo, insegurança, que mundo é esse?
Onde vamos chegar, oque conquistar?
Meu coração dói em perceber que o medo paralisa. Machuca.
Não, isso não é normal.
Quero viver leveza de poder ouvir os cantos dos pássaros.
Que ao AMANHECER, o sol me ilumine para que eu possa passar adiante.
Vamos juntos acreditar que tudo isso foi um sonhos? Sonho acordado, talvez.
Quem quer e busca ser diferente do que já viveu e só foi atraso de vida, não fica fazendo o que já fez e nem casando os mesmos trajetos já percorridos.
Ela busca viver o novo, alcançar o inesperado, faz de tudo pra que de certo quando se tem uma oportunidade na sua frente.
Não caça assunto e muito menos da ouvidos à terceiros, que geralmente não estão querendo ajudar e sim te ver na derrota.
Muitos desses terceiros não querem te fazer o bem, mas ficam muitos felizes por causarem a sua infelicidade.
A vida é algo tão hipócrita e mentiroso.
Todos são acomodados em uma enganação.
Enganação de uma falsa liberdade,
Se existisse tal coisa, não teríamos apenas desejos.
Desejos quais seriam errados para sociedade,
Sociedade a qual dá a sensação de uma falsa liberdade
Liberdade que se eu tivesse,
Estaria verdadeiramente sendo quem sou
E vivenciando a verdadeira liberdade.
Tudo nessa vida depende de alguma coisa, não a, vitória sem um dia ser derrotado,
Não a, um doente, que um dia não ouviu você tem uma saúde de ferro.
Não a, uma cicatriz aonde um dia foi um corte profundo, não a, um rosto alegre e feliz, aonde já foi um rosto triste e exausto.
Não a, um recomeço, aonde um dia foi ponto final.
achamos que a vida é só isso aqui, só esse dia, só esse lugar, só esse cargo, só essa atual financeira, e só essas tangíveis circunstâncias.
e esquecemos que não tem como presumir o dia de amanhã.
por isso não devemos pisar, diminuir e nem atrasar ninguém.
porque como bem sabemos, a vida é uma complexa roda gigante.
- Quem prejudicamos hoje, podemos precisar amanhã.
costumamos a isentar das nossas próprias responsabilidades afetivas e acabamos romantizando a vida, e pintando um mundo sobre vilões e bonzinhos...talvez por isso o mundo esteja cheio de pessoas frágeis, que potencializam a influência do outro sobre suas emoções.
temos que tirar das pessoas um poder que nunca foram delas.
e nesse dia, ficará notável que a coisa toda tem mais haver com a gente e o que aceitamos, do que com as pessoas, e o que elas oferecem...
Escopos da vida
Mais uma vez; sozinho!
Estive ontem, também; sozinho!
Amanhã não posso estar diferente.
Afinal de contas, todos os meus amanhãs
Serão sempre, sozinho.
Passei pela vida sem ter religião e nem amigos.
Ou talvez tivesse amigos; mas todos, sem religiões.
Não, não tenho arrependimentos!
Estou hoje entre a covardia de ser eu mesmo
E o mistério que é a covardia de não ser ninguém.
Ainda que para isto; eu me torne subitamente alguém.
Tenho vivido de fronte à tantas portas,
Portas que ninguém mais consegue passar...
Que não passam, porque diante de mim nada passa.
Estou indiferente a mim mesmo.
Porque tudo aquilo que não posso ser
Hoje eu sou!
Mas sem pais.
Ah, se ao menos tivesse um pai.
Se ao menos tivesse um pai, teria os ombros mais leves.
Como um pássaro carregado pela mãe.
Estou sozinho, sendo um bonifrate imaginário, sem imaginações.
Sem imaginações, porque na minha vida nada muda.
Nada melhora e nada piora, nada é novo!
Tudo é velho e cansativo, com a minha alma.
Sou um escritor que faz versos que não são versos.
Porque se fossem versos, teriam melodias e métricas.
Ah, escrever, sem versos e métricas, como a vida.
Ao passo que os meus não-versos prosseguem,
A inabilidade caminha rumo ao meu coração.
Este castelo fantasmagórico, este lugar de terra cinza.
Tudo na minha literatura é velho e cansativo.
Como o autor deitado em uma cama esticado como uma cuíca.
O silêncio do meu quarto fatiga os ouvidos do meu coração.
A minha vida é uma artéria atulhada de lembranças solitárias.
Lembro-me que ao nascer...
O médico olhou-me aos olhos e parou de súbito.
Caminhou pelo quarto e sentou-se em uma cátedra.
Ergueu as mãos ao queixo, apoiou-se fixamente sobre ele.
E ficou ali a meditar profundamente.
Passou-se o tempo e tornei-me infante.
Subi ao céu, observei o mundo e aconteceu;
Deitei o mundo sob os meus ombros.
Depois desci ao pé de uma árvore e adormeci.
Quando acordei estava a chorar de arrependimento.
Na casa que eu morava, já não havia ninguém.
A minha mãe diziam ter ido ao céu; procurar-me!
Não tendo me encontrado, tratou logo de nunca mais voltar.
E por lá ficou, e nunca mais a vi.
Nunca soube por que o destino inóspito lhe tirou a vida...
Se o altruísmo materno é a metafísica de toda a essência
Ou se abúlica vivência é pela morte absorvida,
Não seria à vossa morte um grande erro da ciência?
Talvez um pai!
- Meu pai perdeu-se nos meus ombros,
Era um fardo que eu sustentara sem nunca tê-lo visto.
Todos os meus sonhos e ambições nasceram mortos.
Descobri que a alegria de todos; era o mundo sob os meus ombros.
Olhavam-me e riam-se: Apontavam-me como a um animal.
Quando resolvi descer o mundo dos meus ombros,
Percebi que a vida passou; e nada de bom me aconteceu.
Não tive esperanças ou arrependimentos.
Não tive lembranças, culpas ou a quem culpar.
Não tive pais, parentes e nem irmãos.
E por não tê-los; este era o mundo que eu carregava aos ombros.
Este era eu.
Sozinho como sempre fui.
Sozinho como hoje ainda sou.
Um misantropo na misantropia.
Distante de tudo aquilo que nunca esteve perto.
Um espectador que tem olhado a vida.
Sem nunca ter sido percebido por ela.
A consciência dos meus ombros refletida no espelho
Demonstra a reflexibilidade desconexa de quem sou.
Outra vez fatídico, outra vez um rejeitado por todos.
Como a um índio débil que o ácido carcomeu.
Ah! Esse sim; por fim, sou eu.
Eu que tenho sido incansavelmente efetivo a vida.
Eu que tenho sido o fluídico espectro de mim mesmo.
Eu que tenho sido a miséria das rejeições dos parentes.
Eu que tenho sido impiedoso até mesmo em orações.
Eu que... – Eu que nunca tenho sido eu mesmo.
Ah! Esse sim; por fim, sou eu.
Ouço ruídos humanos que nunca dizem nada.
Convivo com seres leprosos que nunca se desfazem,
Desta engrenagem árida que chamamos mundo.
Ah, rotina diária que chamamos vida.
Incansáveis restos de feridas que sobrevivem,
Nesta torrente da consciência humana.
A ingratidão é um dos mais amargos remédios que a vida lhe da através de pessoas. Hoje você é importante, amanhã já não é mais. Hoje és prioridade, amanhã tanto faz.
Siga a vida viva intensamente como se não houvesse amanhã, contudo guarde seu coração e assim evitarás as fadigas de consequências.
Por que foram te abandonar?
Pobre cachorro de rua
Triste essa vida sua
De um cão abandonado
Traído, rejeitado
E você, pobre gato
Não te deram nenhum afeto
O abandono, a rejeição
Também feriu seu coração
Sentem sede e tristeza
A dor é uma infeliz certeza
Reviram os lixos para comer
Covardia te fazerem sofrer
Às noites frias é sofrimento
Solidão o sentimento
É tão grande a dor
Vocês merecem tanto amor
Serem ignorados é uma atrocidade
Vocês fazem parte da sociedade
Por que foram te abandonar?
Quem fez isso não aprendeu amar
Alan Alves Borges
Livro No Olhar Mergulhei
Gratidão e consciência
Nesta roda gigante que é a vida,
a gratidão tem que ser
exercida.
Pois, cada benção e oportunidade,
é um presente da Grande Fonte da
bondade.
Aqui o tempo é temporário,
mas cada um tem seu tempo,
seu próprio
horário.
Fracasso e sucesso são meras ilusões,
que enganam
corações.
O caminho é a consciência,
viver certo,
com bondade e
inteligência.
A vitória verdadeira é a paz interior,
pois, a riqueza maior,
é felicidade que provém do
amor.
Não um amor romantizado ou paixão,
mas sim aquele que vem
de uma decisão consciente,
do espírito, alma e
coração.
Alan Alves Borges
Livro No Olhar Mergulhei
Vida pulsante
A vida pulsa intensamente,
externa e internamente.
Ela nasce, cresce e acaba;
e deste mundo não levamos nada.
O que importa são as experiências,
viver certo, com inteligência.
Dar valor no que se tem,
e buscar ir além.
Pois, a triste acomodação,
paralisa a mente e o coração.
Assim como a excessiva ambição,
nos faz perder a certa direção.
Com a natureza precisamos aprender,
o equilíbrio harmônico do viver.
Alan Alves Borges
Livro No Olhar Mergulhei
Tudo se transforma
Na vida tudo se transforma
Dia a dia tudo se renova
Haverá momentos de se alegrar
Em outros você vai chorar
Aceite que às vezes você vai cair
Mas é preciso levantar e seguir
Injustiças você sofrerá
E erros também cometerá
Às vezes sentirá muita dor
Porém, nada vence o amor
E no meio de tanta confusão
Olhe bem dentro do seu coração
Observe bem profundamente
Tudo que há em sua mente
Pois, o importante sempre vai ser
Você aprender a se conhecer
O segredo é saber quem você é
E em Deus ter sempre muita fé
Alan Alves Borges
Livro No Olhar Mergulhei
Faça
Faça de cada dia
Uma bela poesia
De cada momento
Um bom pensamento
E da sua vida
Uma história bendita
Faça de seus tropeços
Sábios recomeços
De cada derrota
Pontes para vitória
E dos medos e dores
Momento de louvores
Faça de sua alma
Um lugar de calma
De sua mente
Uma força crescente
E do seu coração
Um templo de oração
Alan Alves Borges
Livro No Olhar Mergulhei
Escrever é meditar
Escrever é traduzir sentimentos
É materializar pensamentos
Dar mais vida a imaginação
Conectar mãos e coração
Mergulhar na própria mente
Fazer da criatividade sua semente
Das palavras seu jardim
Cada letra brota assim
Faz a alma florescer
Seu interior transcender
Se tornando um altar
Escrever é meditar
Alan Alves Borges
Livro Confuso Coração
"Para se ter sucesso na vida é preciso percorrer um caminho longo e durante esta caminhada aprendemos o essencial nesta jornada que, todo processo que passamos tem um propósito de Deus. Logo, a garantia é uma chegada com vitórias. Então não desanime no processo. Vença este percurso que Deus já decretou na sua vida."
—By Coelhinha
ESCALA DE VALORIZAÇÕES
No roldão da vida material, somos muito influenciados a valorizar e desejar uma infinidade de coisas, motivando-nos em muitas atividades. Contudo, é importantíssimo valorizarmos o que já nos foi permitido. Lembrarmos de quantos adorariam estar em nossas condições.
Por vezes, a diferença do remédio para o veneno é a dose!
Soneto da Existência Dicotômica
No rastro da vida, um dilema se esconde,
Por ouro e por sombra, em dúvida me perco.
Nas curvas do ser, o destino que arremesso,
Vale a pena o viver, ou é fardo que responde?
Verdades se ocultam em fé não contida,
Na pressa da vida, a eterna busca insana,
Cada curva, um desafio, na estrada que emana,
Onde a mente batalha, na jornada sofrida.
Mas na sinfonia da vida, um regente persiste,
Talento e decência, em harmonia tão rara,
Na dualidade do ser, a escolha declara,
Na ética e na luta, o caráter insiste.
E ao final, na busca incessante do ser,
Nos versos da vida, a essência revela:
Na força do sonho, a alma anseia e apela,
Por um mundo que, em dualidades, devemos percorrer.
- Relacionados
- Lugares Perfeitos
- Lugares e Momentos Inesquecíveis
- Frases de Paulo Coelho que inspiram reflexões
- 153 frases de reflexão para ampliar os seus horizontes
- Frases da vida para transformar os seus dias ✨
- Frases espíritas: sabedoria e reflexão para iluminar seu caminho
- 67 frases para pessoas especiais que iluminam a vida
