Textos para Reflexão
" Saber Amar é difícil, mas sei que quando se ama alguém sorrimos o sorriso do outro e também choramos a lágrima do outro, ainda que essa alegria seja a tristeza de te-lo longe. Não acredito que a felicidade possa estar distante de quem lhe ama puramente de verdade, mas se acaso algum dia estiver, somente então deixarei que seja saudade o abrigo dos sentimentos, se não for como sei que não é, então só poderá ser de perto amor."(Mariana Mens)
Eu já sabia qual era o final daquele livro, já o tinha lido a algum tempo atrás. Mas, por algum estranho motivo, decidi que queria viver tudo aquilo por mais uma vez. Não havia muito sentido no que eu estava fazendo, afinal, eu já sabia como as coisas iriam terminar, e o desfecho daquela história não era um dos mais felizes, mas, de certa maneira, apesar de tudo aquelas páginas conseguiam me fazer sorrir... Talvez fosse isso... Elas me faziam sorrir...
Conceitualmente, hoje a arte é efêmera mas a cultura da arte é gigantesca e completa. Pois é deste conceito cultural da arte que advirá ainda múltiplos desdobramentos e linguagens.O tempo é aceleradamente tecnológico e não há a menor possibilidade de qualquer expressão artística permanecer circunscrita nos limites e nas formas dos arcaicos templos do belo. A contemporaneidade da arte é livre e cada vez mais publica. Uma metalinguagem entre o artista e o espectador, que se trans- posicionará em intrépido admirador.
Geralmente fujo um pouco dos ditos especialistas. Afinal todo especialista tem um discurso teórico quase pronto diante de qualquer objetiva tipicidade do assunto mas diante do novo, da surpresa e do inusitado, geralmente ele se retrai e se cala pois diante do diferente parece me que só resolve mesmo o profundo saber, a feliz criatividade aliada a uma alta sensibilidade.
Podíamos fazer várias coisas mas ele o medo não deixa podíamos nos tornar grandes gênios se não fosse ele o medo, convivemos tanto com ele que ele acaba nos colocando dentro de uma caixa e nos sufoca a ponto de matar quem nós somos e fazer nós adquirir uma rotina como um outro qualquer robô da sociedade
A educação não se faz sozinha, antes, precisa de mentes humildes e abertas ao conhecimento. Tem quem acredita já saber de tudo, e não aceita novos ensinamentos, por isso permanece às margens da ignorância. E há quem sabe muito, mas acredita nada saber, são pessoas que estão sempre se propondo a novos aprendizados. Na escala do progresso, alcançarão saberes inimagináveis, pelo simples fato de estarem sempre abertos ao conhecimento. São mentes que possuem a convicção de que, na vida, nunca se sabe tudo.
Perguntaram-me uma vez, num debate, como definia a honestidade intelectual. Sem pestanejar, respondi: é você não fingir que sabe aquilo que não sabe, nem que não sabe aquilo que sabe perfeitamente bem. Se sei, sei que sei. Se não sei, sei que não sei. Isto é tudo. Saber que sabe é saber; saber que não sabe é também saber.
O artista é temporal, pessoal, preso, circunscrito ligado e derivado de seu tempo mas sua arte é infinita, transmutável, obliqua, renova se por si só milhões de vezes dentro dela mesma de tempos em tempos, segue a lei inexorável e mais que sagrada da vida, que não tem medo explicito, nem fim e nem começo.
Um macaco viu um peixe dentro de um rio e como não conhecia este tipo de animal ele apressou-se a tirá-lo da água com receio que o peixe se afogasse. Então viu o peixe pulando e achou que estava feliz por tê-lo salvado mas em seguida percebeu que ele morreu e pensou “pena que eu cheguei tarde demais para salvá-lo”, nos ensina uma fábula africana a procurar sabermos se podemos realmente ajudar alguém, se querem nossa ajuda e se nossa ajuda realmente fará bem o outro, pois além de tudo temos que respeitar o tempo do outro e sua organização psíquica para que não promovamos mau maior.
Essa conexão de estrada nunca vai em linha reta, está sempre cruzando caminhos do qual me fazem entender o motivo por qual tais coisas ainda não deram certo ainda, mas que mostram sonhos do qual está interligada. Que se acontecesse aquilo que eu queria no momento eu iria perder as maravilhosas do qual essa conexão tem a me mostrar.
Não ache um insulto por eu te chamar de ignorante. Isto não foi um insulto. A palavra ignorância vem do latim ''Ignorare'', cujo significado é ''não saber''. Se eu disse que você é um ignorante, sorria! Socrates, um grande filosofo para os vulgares, também afirmou "ipse se nihil scire id unum sciat" (só sei que nada sei). Então, na teoria você é um sábio para os vulgares também. Não é preciso saber viver. É preciso viver para saber.
Saber é uma coisa e entender é outra... Pela teoria, sabemos que o sangue corre em nossas veias entretanto, só entendemos na pratica essa verdade quando nos ferimos, quando nos cortamos. Sabemos que temos vida, mas só á entendemos quando ela se esvai por entre os dedos da morte que se anuncia. Sabemos também que temos um coração e só entendemos isso, quando perdemos um grande amor. Duas coisas para mim agora são certas; Se sofro hoje, é por que não busquei entender sobre as coisas que sei, e que o verdadeiro sábio não é àquele que sabe em sim, àquele que põe na prática todo entendimento do que por ventura venha saber.
Muito se sabe sobre tudo aquilo que nos interessa. Posso muito saber sobre o que me agrada mas pouco sei sobre mim mesmo. Semelhantes em gênero, número e gral mais sabemos sobre o outro do que a nós mesmos. Podemos falar de parte de sua história, ou de sua família, de seus modos ou gostos. Não que isso não seja possível para nós mesmos, mas é que para nós mesmos, na história contada, somos apenas personagens, meros coadjuvantes de nossa própria realidade. Inocentes e incoerentes como nós mesmos; Podemos falar do mundo, sua história, suas paisagens, seu passado, tudo! Podemos também exercer propriedade sobre o que falamos. Exceto quando falamos de nós mesmos. Isso por quê o espelho quase sempre está sujo o bastante para ver nossas manchas, mas a visão perfeita para ver a mácula do outro. Podemos ser tudo aquilo que quisermos: Grandes pensadores, grandes pessoas, podemos ainda fazer coisas grandes, que se eternizem, podemos ter sucesso, realizações, podemos sermos completos e sábios, mas a pergunta mais difícil que podem nos fazer sempre será: “QUEM É VOCÊ?”
"É possível construirmos uma nova história, mas esta deverá ser feita com interesses mais profundos, e não superficiais, para realizarmos grandes pescarias, precisamos velejar por mares mais profundos, e não ficarmos apenas rodeando as orlas marítimas da emoção, mas nos lançarmos num caminho seguro que somente você e eu sabemos o que é, e este é revelado a nossa alma"
Quando quiseres ocupar-te com os outros, ocupa-te com o mundo, com a miséria, com a fome, com o abandono. Ou, se preferires, ocupa-te com a natureza, com a beleza, com o afeto e com o silêncio. Não lances indirectas porque elas cairão no vazio. Não utilizes o sarcasmo porque te revelas ao mundo. Sacode a indiferença, porque, só, à solidão te condenas. E enquanto tu escondes as tuas mãos, eu ofereço as minhas duas. E enquanto tu vences com inimizade, eu derrubo com um sorriso. Porque, como disse Mark Twain “São necessários o inimigo e o amigo juntos para ferir-te no coração: o primeiro para caluniar-te, o segundo para vir contar-te.”
Entender o que não entendo, eis a meta, quando não entendo, isso me perturba, enlouquece, tira o sono e da irritação. Entender um pouco já seria o suficiente e talvez desse contentamento e paz a mente, e assim procuro saber, entender um pouco do tudo e do nada que é esse Mistério....... Você. Eu.... o outro, nós... a imensidão de tudo que é vago, é simples, é complexo é a existência das coisas, dos seres que não consigo Entender.
O aluno medíocre não tem interesse em aprender, em conhecer, em saber. Limita-se a marcar presença nas aulas e a estudar nas vésperas das provas decorando fórmulas ou conceitos. Recebe a nota suficiente para fazê-lo passar de ano. Vai engordar a massa de operários na vida profissional, seja apertando parafusos ou preenchendo relatórios. E, assim, vai passar pela vida, sem deixar lembrança, legado ou marca.
As dores são pra ser aproveitadas, contempladas, revisitadas, impróprias. A dor do primeiro amor, e do último; Do adeus, e do até mais; A dor de inventar uma dor pra se refazer de uma ainda pior, a dor da ilusão despida e da realidade coberta, a dor de saber que nada nunca volta, e que nada nunca é como deveria ser. A dor é pra ser desfrutada, como a pele que desfruta do sol.
É distinto o significado de “saber”, do significado de “conhecer”, parecendo que não, podem até mesmo vir a ser “antónimos”. Tente pensar em algo que na sua vida ou na vida de alguém conhecido, julgou conhecer e saber sobre o mesmo mas que no final veio a saber que sobre o mesmo pouco conhecia. Se reparar, por vezes as pessoas julgam conhecer alguém e saber tudo sobre a mesma pessoa, porém, muitas das vezes as pessoas conhecem outras pessoas e que pouco sabem sobre as mesmas.
Eu, as vezes me pergunto qual o motivo de estar viva de tentar acertar se no final sai tudo tão esmagadoramente errado, se as coisas teimam em nunca ser como você sempre imaginou, quis ou acreditou. E mesmo assim você continua acreditando, mesmo sem saber em que, você dorme e acorda, acreditando que nunca vai morrer, mesmo podendo ser aquele o ultimo dia da sua vida!
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