Textos para Reencontros
Entre becos e vielas me reencontro e encontro com a cara do Brasil, um resgaste da história, um contato com a nossa verdade, sem censura e vetos, o pelourinho traduz de forma viva e atual toda a verdade da nossa raça, esse povo que desce as ladeiras em busca de um sonho e sobe trazendo de volta a certeza de que apesar de difícil, a luta o sorriso é a afirmação que dias melhores virão, pois a história que se conhece através daquelas ruelas e vielas é uma história de um povo que não fugiu a luta e nem temeu a morte e que trás em sua pele dourada batizada pelo sol toda a verdade de um povo batalhador e feliz em fim a cara do Brasil!
O pelourinho é esse lugar, lugar onde recarrego as minhas forças e tenho a certeza de que nasci em um lugar privilegiado, e que tem como legado a garra e força de uma história linda de ser contada e vivida nesse nosso Brasil.
Esperança de reencontro
Você saiu sem se despedir
Fechou a porta sem permitir
Que eu te desse o beijo de toda manhã.
Foi tão rápido,
Foi tão prático,
Quando eu me dei conta estava sem ti
A minha alma querendo partir
E um vazio devastando meu coração
Parei pra pensar,
Pensar em você
Mas pensar o quê?
Se decidisse partir e me deixar
Deixar a sonhar com o dia da sua volta
Com o abrir daquela mesma porta
Que você saiu sem se quer me olhar
Hoje sigo sem “eira nem beira”
E o que me sustenta é a única certeza
De que um dia você voltará
De braços abertos querendo ficar
Porque um outro alguém não soube te amar
Espero esse dia com ansiedade
Pois sinto por ti uma grande saudade
E amor como o meu não vai encontrar.
MOMENTO DE MÃE
Num repente sentiu vontade de entrar no quarto há muito desabitado. Lá reencontrou o berço, os bichinhos de pelúcia e as fotos. Passou as mãos nos lençóis e sentiu o antigo odor de infância. Num devaneio lembrou-se das noites que passou acordada; das histórias que, na maioria das vezes, inventava para proporcionar o sonho; das vezes que precisou encolher as pernas para atender ao convite para pernoitar e das muitas melodias que ganharam letras de acordo com o momento.
Mas, o tempo passou... E aquele bebê cresceu...
De repente, ouviu um ruído de porta se abrindo. Uma figura de um metro e oitenta surgiu. Ela tentou limpar as lágrimas, mas foi impedida por duas mãos fortes que resultou num abraço e numa frase dita em voz grave:
- Os anos passam mãe, mas o amor não. Obrigado por tudo – Em lágrimas se permitiu e assim, ela viveu o melhor Dia das Mães da sua vida.
Nota do autor: Dedicado a todas as mães da minha vida.
MINHA GAZELA.
- O Reencontro
RN/Out. 2004.
Oh! Minha pequenina donzela
Tal qual uma gazela...
És linda... És bela!
Quantas vezes homenageei o teu "Eu
Tronando-nos, assim
Dois seres de atitudes harmoniosas
...E como tu gostavas.
Teu véu a cair
...E como eu te amava.
Eras minha pequenina
Linda, bela... Gazela.
...Homenageaste o meu "Eu
Roubavas todo o meu Ser
...E eu te desejava.
E assim, nos abafávamos
...e tu te apressavas
E... Por instantes...
Talvez minutos
[segundos]
- Certeza!
Amávamos.
Dizem que o tempo passa
Mas... Que nada
Por natureza...
Hoje te vejo completa
E, pela própria natureza,
Eu me sinto descoberto
Mas me conformo.
Mesmo na distancia
Ainda que na lembrança
Tu sempre serás...
Oh! Minha pequenina gazela!
Acho tão curioso reencontrar pessoas.
A gente nunca sabe se é questão de destino ou pura coincidência, até mesmo sorte. Seja o que for, ainda acho graça de estar no mesmo local, na mesma hora e no mesmo olhar que alguém que já não encontrava há muito tempo. Pode ser destino, pode sim. Até porque coincidências não existem.
gostei de vc não usar o seu nome de família, XAVIER. O demais, mostra q vc está se reencontrando, o que é bom. Muito bom! O passado, foi aprendizado e vc tem muito ainda por viver e demonstrar o seu valor. O nosso mestre e pai, já com sabedoria dogmática, veja "O Sermão do Monte" - As Benm-aventurança: os que choram, serão consolados; s os que são injustiçados, porque receberão justiça; os que são humilhados, porque serão exaltados (JESUS CRISTO). Que Deus te abençoe. Alberto Teixeira Xavier
> ----- Original Message -----
> Sent: Tuesday, May 03, 2005 1:14 PM
>
>
LOUCA EU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!???????????????????
Louca eu,
todos os dias me chamam,
é como lama na cara,
é marca para a vida,
logo eu que mais lutei,
me debatendo insana nesses negros anos.
Louca eu, que mais assumi a tudo,
e que por dedicação e amor doei
meus melhores momentos!
As humilhações já vividas,
sào marcas de uma vida,
Que em lágrimas doídas,
só por vocês eu vivi.
Louca eu por ter
por ter sonhado tanto,
esperando além,
um vão contentamento
e só as migalhas do amor...
Amor exigente,
igual ao que lhes quis doar,
e o qual nunca recebi.
Louca eu... pelos momentos perdidos
para que fossem mais felizes,
Pelas lágrimas derramadas sempre em vão,
pelas palavras trancadas e nunca ditas
pelas orientações, pelas idéia e sonhos:
Quão louca fui...acreditei!!!!!!!!!!!!
Louca eu...
dirão com muita razão
os que me atiram as pedras
que lhes machucam os pés.
Louca sim, eu serei
quando enfim eu puder gritar
o maior de todos os gritos:
O grito da libertação!
Almas Gêmeas.
O universo em toda conjunção nos dá mais um reencontro.
Senti a vida permitir uma nova oportunidade de ressignificar a existência.
A lua, nossa eterna cúmplice, sempre foi e será o farol para quanto nossas almas se perder pela trajetória da evolução.
A união das almas gêmeas é a certeza que juntas o amor ágape permaneça em florescer a qualquer tempo e torna o caminho suave e próspero.
Os tempos de tormentas e aflições cessam, trazendo a paz necessária ao progredir em alcançar a eternidade.
No Labirinto do Eu
Despedaçar-se para reencontrar-se,
Sucumbir para ressurgir.
Nas penumbras de um cosmo interior,
Onde os pensamentos se dilaceram,
Na candura de um ciclo inexorável.
Sou fragmento de um mundo arcano,
Que germina e se desfaz em meio à tormenta.
Nas trincheiras do tempo,
Quem sou eu, senão uma sombra errante?
As certezas se esfacelam como um delírio divino,
E no embate, a verdade oscila.
Sou uma alma subjugada pelos ventos,
Uma prece olvidada no vácuo.
Sou fragmento de um mundo arcano,
Que germina e se desfaz em meio à tormenta.
Nas trincheiras do tempo,
Quem sou eu, senão um espectro distante?
Sou apenas um sussurro,
Ressoando no vasto labirinto da mente.
Um teatro espectral e efêmero,
Serei eu mesmo ou um mero eco?
'REENCONTRO'
Serei neurastênico ao vê-la. Esguichar-me-ei pelas ventanas como um louco paralisado pelos terremotos vivos. O relógio amordaçado falará aos quatros ventos enquanto ficarei na calçada ambígua.
Afundarei silente, ruidoso tal qual um quarto escuro, exceto pelo cintilar das insônias. Descobrirei textos frágeis e não sonharei palavras. Saudarei raios, trovões, penúria, chuva, sete mares.
A luz que nascera na maternidade se tornará rupestre, corpo celeste e o escalar das montanhas será avesso. O elo, com sofreguidão, irá distanciar-se do intermitente alvo. Dizer 'adeus' sempre foi atrito, dilema. Não mais que um bocejar: desconforto!
Que assim, seja!
Reencontrar, sem pensar em julgamentos;
Causar efeitos , sem destacar as transformações sentidas;
Renunciar a solidão, sem definir que vai valer a pena;
Anunciar a entrega, sem apontar ou evitar as manifestações alheias;
Estender as mãos, dando um novo significado a sua existência;
Desejar, da cumprimento as promessas antigas;
Imaginar que tudo vai da certo, sabendo aproveitar com o aprendizado dos choros, gritos e sorrisos já vistos antes;
Impedir que desapareça do dia a dia, a dedicação, o interesse, o conversar, o demonstrar, o completar e o confirmar;
Recuperar os dias perdidos, sendo limpo e justo com os novos sonhos;
Satisfazer, surpreendendo e despertando admiração sem precedentes, de tal forma que venha á sacudir diariamente a relação;
Elevar o amor ao último nível de contemplação, prolongando pela vida inteira sem hesitar, essa gloriosa comemoração a dois!
Reflexo
Amo te amar
Amo poder te amar
Amo te encontrar
Te reencontrar
Amo sentir teu cheiro
E na sua presença te beijar
Amo esta minha vida
E minha vida é você
Amo quando vou te ver
E por te amar tanto
Só tenho a crescer
Eu amo todos os dias
Eu amo o dia que eu nasci para amar
E se eu nasci para amar
Eu nasci para amar você.
Reencontro
Quero te reencontrar
Com medo de não me aceitar
Luto para aguentar a dor da ilusão
Num momento simples de felicidade
Sofro por não estar aqui
Quero mais atenção
Quero transformar seus sonhos na realidade dos meus
Te fazer crescer em felicidade
Mesmo que seja por um instante
Em um simples momento
Ou na ilusão de um sonho.
Quando nos olhamos pela primeira vez
já sabia que seria meu, quando nos reencontramos
vi a magia do amor se espalhar no ar. Suas mãos tremulas,
seu sorriso bobo, sua vós macia, sua pele exalando um
aroma de amor. Mergulhei no mais profundo de sua alma,
conheci seus mistérios e desvendei seus segredos. Num
beijo me tomaste, e quando olhastes dentro dos meus olhos
me fizeste tua. Tua eterna namorada Lua.
REENCONTRO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Foi um tanto confusa pra minha saudade
a mornura do encontro que tanto esperei;
houve grade, fronteira, sinal de limite
ou alarme velado entre tênues lacunas...
Foste branda e polida, puseste adoçante
onde nunca faltava o excesso de açúcar,
teu afeto distante frustrou a presença
e fiquei constrangido com a simpatia...
Não há como sentir dessa forma contida
o que a vida curtiu tão profundo em meu ser
ou deixar decair o que voou tão alto...
Nem te quero comum, reticente, formal,
no formol, na vitrine, com tal reverência
de museu; catedral; conferência; consulta...
SÓ UM CONTO QUASE DE AMOR
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Durante anos e anos, em todos os reencontros ocasionados sempre por ele, depois de longos afastamentos, ela dizia que o amava. Com todas as forças do seu ser. Toda sua verdade. Parecia mesmo que ela o amava, pela comoção demonstrada; os abraços desmedidos; a multiplicação das mãos; os beijos que não escolhiam quais partes do corpo.
Eles eram amigos íntimos; muito íntimos. Deitavam juntos inteiramente nus; se acariciavam sem fazer sexo; frequentavam campos, recantos e cachoeiras desertas, onde mais pareciam no jardim do Éden. Trocavam juras de amizade perpétua, sempre assim: sem permitirem que um romance pusesse tudo a perder. Que as nominatas e os arremates físicos os tornassem proibidos, porque ambos já tinham em separado, perante a sociedade, nominatas formais incompatíveis com quaisquer outras.
Um dia, ela não reconheceu sua voz numa ligação telefônica. E quando ele se anunciou, disse que lá não havia ninguém com aquele nome; portanto, era engano. Certo de que o engano era seu, e de muitos anos, o velho amigo desligou o aparelho e seguiu sem fazer queixumes.
Bem vivido, com uma larga experiência de mundo e formado em seres humanos pela escola do tempo, aquele homem sobreviveu ao baque. Não a culpou e compreendeu que a grande amiga se rendera finalmente às nominatas, mesmo sem os arremates. Fora convertida pela sociedade sempre correta, imaculada, religiosa e defensora de nomes.
Esperei muitos anos para poder te reencontrar. E é incrível saber que depois de todo esse tempo, eu ainda me senti feliz por estar ao seu lado. Seguimos nossas vidas, não tive outra escolha. Mas de certa forma, uma parte minha ficou presa no passado. E quando eu te vi novamente, pude perceber que o motivo disso, é que porque vivi momentos maravilhosos ao seu lado.
Sua amizade foi algo muito importante para mim. Eu sempre vou ter um carinho muito grande por você, mesmo entendendo, que apesar de gostar muito de você, a nossa aproximação não faz mais sentido.
O motivo? Escolhemos caminhos diferentes. Não somos mais as pessoas que costumávamos ser. Nós duas mudamos muito. Mas sempre que precisar de mim, é só me chamar. Não importa o quanto tempo a gente fique sem se falar, jamais vou te esquecer.
Mesmo que as lembranças apareçam com menos frequência, mesmo que eu tenha me acostumado com a sua ausência. Eu sempre vou lembrar de você de uma forma positiva e com muita gratidão.
O nosso reencontro permitiu uma despedida apropriada. No passado, simplesmente seguimos caminhos diferentes. A vida nos afastou naturalmente. Mas não se esquece alguém que tanto marcou a sua história.
Desejo o melhor a você e agradeço por esse reencontro. Espero que essa sua nova fase da sua vida seja cheia de experiências significativas e se transforme em boas memórias no futuro, como aquelas que eu tenho quando eu lembro da nossa adolescência.
Agora, sei que preciso deixar você ir. Boa sorte no seu caminho! E se precisar, lembre-se que apesar de eu não fazer mais parte do seu presente e muito menos do seu futuro, tenho muita gratidão pela nossa amizade e história no passado. Que essa sua nova caminhada seja abençoada por Deus.
Indomável é o mar de resistência,
Verdadeiro reencontro da alma,
Incrível é a luz da [lembrança]...,
Relembro, respiro e me emociono;
Exilo o teu nome dos meus versos,
Assim assumo que sinto a tua falta.
Memorável é a nossa história,
Sublime convivência em paz,
Perpétua é a minha [presença]...,
Relembra, respira e se emociona;
Sente a minha ausência poética,
Assim convive com a tua dialética.
Amando-me intensamente calado,
Sofrendo todas as dores do [mundo,
Sou a flor que falta no teu canteiro,
Doendo lateja o teu [corpo,
Respirando a minha poesia,
Preenchendo o vazio das tuas horas,
Procurando-me até em desculpas
Só para eu não caber dentro do teu peito.
Eu preciso te contar
Que no girar das horas
Não quero te (perder)
Eu necessito te reencontrar
Sim, eu quero te ver!...
Do instinto eu quero
E vou me enlaçar
Do destino eu desejo
E quero te reencontrar
Sim, eu quero te beijar!...
Eu te aceito com tudo:
- Tudo mesmo!
Eu te aceito com tudo
Àquilo que te falta!...
Do divino eu quero
E vou me encontrar
Do despido eu desejo
E quero contemplar
Sim, eu quero te amar!...
Na América Latina sinto
- ou melhor -
Constato as falsas revoluções
Porque longe do correto,
E de todas as intenções,
Percebo que há um jogo
De ambições - inflamações;
Para não libertar o povo,
Para colaborar, infelizmente,
Com as mais de mil explorações.
Eu te aceito com tudo:
- Tudo mesmo!
Eu te aceito com tudo
Que te afaste do mundo!
Na América Latina vejo
- prevejo -
Antevejo o pior sinal
Porque se ninguém pensar
Um caminho correto,
Querer fazer o quê quer,
Escrevendo a própria sentença,
Caíremos na maior decadência,
É só questão de usar a cabeça
Para não termos um triste final.
Quem não sabe obedecer a Lei:
É igual ao guerrilheiro escavando
- a própria cova -
Comigo a hipocrisia da desordem
- não cola -
Quero a liberdade carinhosa e ordeira,
Que me permita caminhar em paz,
E viajar contigo por toda a Pátria Grande
Experimentando as estradas latinoamericanas
Que serão as estradas das nossas almas ciganas.
Corre o mundo, e se repleta ao reencontrar-me. Não tem mais jeito, o caminho é não devolver-me. Completude até em soletrar-me.
Escrever para um amor de verdade,
um amor correspondido,
Se o amor assim não o foi,
é porque era tudo menos amor.
As estrelas moram nos teus olhos, As ternuras saltam dos teus zelos, As verdades entre nós viram segredos - ledos.
Ideias de revolução plantadas na cabeça podem não mais sair do coração.
Eu posso revirar a tua alma, Com a calma de uma lavanda fresca, Eu posso revirar a tua vida, Para que jamais me esqueça.
Vejo as nuvens se arrumando no firmamento, Elas se organizando como flores de algodão - um só sentimento.
Amanhece em mim meu terno sol, Entardece cor de coral, Cintila poesia de cor sem igual - celestial.
O azul hortênsia do céu cumprimenta a tarde, É a maior expressão de felicidade, Estou feliz por te pertencer...
Eu não sei me conter, Eu só sei te dizer: - Eu quero você, Pecado é ocultar, Esse carinho que tenho para te dar...
Eu tenho a chama poética que não se apaga, A poesia é o meu broquel e escudo, Com ela nos protejo do mundo.
As nuvens fazem desenhos jasmineiros no firmamento, O mar de jade revela o encantamento, Vivo um mar de amor, doce sentimento.
Eu preciso de você, sempre aqui comigo, És o meu divino solo, o meu pão místico e o meu paraíso.
Não importa, Sê um, mas que seja inteiro, Se inteiro, mas que seja poesia, E traga em cada verbo, o sabor perfeito.
O azulado celeste perene, O mar brinda solene, O amor perfuma ainda mais o ambiente, Ele trouxe você - o meu maior presente.
O frio foi dissipado mansamente, A tardinha despontou docemente, Os dois nascidos do teu beijo dado calorosamente...
O encontro sagrado do masculino e o feminino...
Foram tantos reencontros com começos alguns sem meios e muitos fins.
Chegou a hora magica para florescer e permanecer a eterna primavera na estação da alma.
Com calma e serenidade uniremos nossas metades para novamente formarmos um inteiro.
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