Textos para Boas Vindas
Eu comecei a pensar em liberdade quando tinha oito anos de idade. Me fixei nos 18 anos quando eu poderia sair de casa legalmente. Saí aos vinte através de um casamento. Depois fiz tudo para me livrar desse casamento para ser livre. A liberdade chegou trazendo um gosto amargo. Não há como ser livre sem perdas, sem renúncias.
Assim como o poder e a oportunidade, a escolha na Omissão desnuda a verdadeira natureza humana. Ela não distingue raça, nacionalidade, religião, cultura, educação, ideologia, partido político ou qualquer outro status quo, é universal e silenciosa. Em algum ponto de nossas breves existências, todos já fomos cúmplices por Omissão. E quase sempre, essa escolha de nada fazer serve apenas para corroer, em silêncio, o que ainda resta de nossa Humanidade.
O dia de viver é hoje, um presente que se desdobra diante de nós, repleto de oportunidades e desafios. Amar também se revela agora, uma escolha que colore nossas experiências, transformando o ordinário em extraordinário. E no hoje, a magia do perdão encontra seu espaço, permitindo que cicatrizes se curem e que a leveza da reconciliação floresça. Então, que neste dia singular, abracemos a vida, celebremos o amor e pratiquemos a arte libertadora do perdão, tornando cada momento uma página única e inesquecível de nossa jornada.
E então isso acontece, aquele momento em que sua respiração começa a desacelerar, e toda vez que você respira, você expira todo o oxigênio que tem, e tudo para... Seu coração, seus pulmões e, finalmente seu cérebro, e tudo que você sente e deseja e quer esquecer, tudo, simplesmente afunda.
Minha mãe não vai me ver envelhecer. Ela não vai ver minha pele enrugar ou meu cabelo começar a murchar. Ela é a criadora da minha vida e ainda assim, é apenas uma passageira. Ela segurou minha mão e assistiu meu corpo dar o primeiro suspiro mas, ela não estará lá para me segurar quando eu der o último. Minha mãe é minha vida inteira e ainda assim, é apenas um momento dentro dela. Eu sinto muito! Sinto muito por todas às vezes que eu disse coisas que te machucaram; coisas que te fizeram chorar escondida. Eu deveria ter sido mais gentil com você! Porque agora eu mal te vejo e fico sozinho em momentos que, no passado, eu tinha a possibilidade de correr para os seus braços. Você fez tudo sozinha e superou tanto. Eu gostaria de te ajudar a voltar a ser a garotinha que você era quando você estava feliz.
Catolicismo sistema religioso que terá tido do o seu início com a conversão de Constantino (Imperador Romano). No ano 313 teve lugar um edito de Milão. Por este édito deu-se plena liberdade ao cristianismo de poder ter liberdade de culto. E aqui que começou de algum modo a junção entre a igreja e estado. Apartir desde momento, o imperador começa a interferir na igreja e a igreja também a ter um papel ativo na política de estado. Toda a base deste sistema religioso é uma junção de paganismo com Judaísmo mais alguns elementos de cristianismo. Só no século XX a igreja católica começou a usar a Bíblia, pois em séculos anteriores , era proibido ler a Bíblia. É um conjunto de crenças místicas e lendárias, que consiste em: Adoração de imagens, adoração de santos, adoração de Maria, culto aos anjos. Na sua essência é uma oposição ao evangelho genuíno, tendo como um dos pontos principais a submissão a um líder, denominado "Papa" que exerce todo o controlo doutrinário, na doutrina Católica Romana. Ao contrário do evangelho da Bíblia, esta religião vai se fundamentar, na salvação pelas obras.
Fomos (todos) criados na mentira, na ilusão e depois quando somos jogados no mundo, começamos a entender que não é bem assim e o pior é que quando você volta para pedir explicação lhe silenciam e isso nos torna covardes, nesse ponto temos duas opções ou abaixa a cabeça e segue arrastando as asas ou levanta a cabeça, olha para trás e fala um "vaitomarnocú" (uníssonico) e criamos nossas regras.... Assim, acredito, a Alma cria asas e alça vôos altos....
Por mais que diariamente eu me atualize e absorva conhecimentos, há pessoas que começaram antes de mim e tem o nível de conhecimento superior ao meu. Isso é orgânico. Porém, se o conhecimento do meu inquisidor for da mesma área que a minha, eu exijo dele, de início, o nível básico! Se não tiver... Vai ficar feio!
O início da nossa jornada foi marcado por uma campanha intensa, nove dias de dedicação total aos seus sonhos e objetivos. No entanto, o que tornou esses dias verdadeiramente memoráveis foi o fato de que você não apenas se empenhava pelos seus sonhos, mas também incluía os meus. Cada dia era uma dança sincronizada de esperança e determinação, onde nossos sonhos se entrelaçavam em uma harmonia única e poderosa.
Somente quando, e tão somente quando você começar a valorizar o que não passa e parar de tratar como prioridade o que é secundário e irrelevante, é que sentirás que a vida tem sentido. Que só a Verdade pode preencher o vazio do seu coração, pois existem muitas mentiras, mas somente uma Verdade.
o verdadeiro sofrimento ou a verdadeira Paz Começa depois da morte preste bem atenção o que você, vive fazendo nesse mundo e tenha paciência com as pessoas tolas Não fique com raiva dessas pessoas seja forte de espírito porque vontade da Carne e colocar você no caminho que ela possa te controlar seja forte de espírito porque a carne é fraca tanto que aprodece .
Judeus! Creiam no Messias Jesus Cristo! Ele começa por estar no Antigo Testamento, de Genesis a Malaquias, está ele mencionado, em profecia e em Teofania. Ele vem aí. Zacarias 12-14! É mesmo o Messias de Israel! Não há outro como ele. Não estejam à espera de um falso Messias ( o Anticristo), que vem antes de Jesus Cristo, para profanar o vosso templo, no Monte de Moriá! Depois do vosso templo ser reconstruído, será profanado. Depois virá o verdadeiro Messias, para reinar em todas as nações a partir de Jerusalém!
Ironicamente, quando alguém nos abandona, o nosso coração, antes longe, começa a bater dentro da gente. E a gente aprende a se virar com tanta palpitação, tanta exigência, tanto barulho que ele faz. Parece que quanto mais o coração bate dentro da gente, maior ele fica. E mais coisas nele cabem. Mais gente, mais sentimentos, mais esperança, mais fé. E mais trabalho. Coração, de uma hora pra outra, vira chefe: aquele que manda. E manda embora, pra longe. Aquele que ordena. E ordena a bagunça. Aquele que governa desgovernado. Até chover. Até transbordar...
Eu leio o texto. Começo a captar o sentido pelo passo da interpretação (posterior ao da leitura e anterior ao da compreensão). Posso não trazer a ideia do outro dentro de mim, me apropriar dela, me tornar seu seguidor fiel. Mas posso trazê-la perto de mim. Próxima de mim. Para observá-la com maior atenção e facilitar, assim, sua assimilação por minha parte.
Vivemos sob a sombra de uma vida que nunca chega a começar, perseguindo um ainda não que se desloca infinitamente. A sensação de estar atrasado não é fruto da escassez de tempo, mas da impossibilidade de habitar o presente, sequestrado pelo fantasma das possibilidades não realizadas. A gente vive com a impressão de que está sempre correndo atrás de algo que sequer começou direito. Um atraso crônico para uma vida que nunca nos foi entregue por completo, apenas esboçada, nunca habitada. O sujeito contemporâneo não sofre por falta de liberdade, mas por seu excesso, uma liberdade que se transformou em obrigação de otimizar, experimentar, abraçar infinitos eus potenciais. O problema não é a quantidade de opções, mas a crença de que precisamos experimentar todas elas para ser felizes. Essa exigência nos fragmenta. Cada possibilidade que se abre exige um eu que se adapte, que performe, que justifique. Estamos esgotados não pela escassez, mas pela abundância. A ilusão da autonomia absoluta esconde uma verdade mais cruel: escolher não é sobre ganhar, mas sobre perder. Cada decisão é um luto pelas vidas alternativas que não serão vividas. Escolher não é decidir o que se quer, é aceitar o que se vai deixar para trás. É reconhecer que cada caminho traçado é um adeus silencioso às paisagens não percorridas. Mas estamos nos tornando incapazes de dizer esse adeus. Temos medo de fechar portas. Só que quem vive tentando manter tudo aberto, não entra de verdade em lugar nenhum. A multiplicidade de opções não nos liberta; nos paralisa. O menu infinito não amplia a existência, mas a esvazia. Por trás do fetiche pela experimentação total, há um pavor mudo ao compromisso, à irreversibilidade da escolha. Tem algo em nós que desejaria não decidir, como se a não-escolha nos protegesse da dor do arrependimento. Mas isso vai nos matando aos poucos, com uma overdose silenciosa de tudo. Porque, no fim, o excesso não nutre; entorpece. O neoliberalismo nos vendeu a ficção de que podemos (e devemos) ter tudo, mas a realidade é que a felicidade só emerge quando aceitamos os limites, quando nos permitimos ser finitos. Essa sociedade produz não vencedores, mas perdedores glorificados, indivíduos que interpretam a hesitação como sabedoria e a acumulação de possibilidades como libertação. Mas estamos criando, na verdade, uma geração de perdedores, de pessoas para quem a vida é uma porta fechada. Não por falta de chaves, mas por excesso de entradas possíveis. A overdose de opções é um sintoma da miséria espiritual de nossa época. O arroz com feijão do cotidiano, o ordinário, o repetitivo, nos apavora porque exige entrega, exige que paremos de correr atrás do próximo estímulo. Feche o outro cardápio. É só outra versão do mesmo prato, apresentado com verniz gourmet. No fundo, é a vida pedindo presença. Mas estamos ausentes, de nós, dos outros, do mundo. Quem insiste em manter todas as portas abertas condena-se a ser eterno espectador de si mesmo, um turista da própria existência. Uma vida cheia de possibilidades, mas sem entrega, acaba rasa. A verdadeira liberdade não está em ter infinitos caminhos, mas em caminhar por um deles, e pagar o preço. No fim, quem vence não é quem tem mais opções, mas quem consegue escolher... e bancar essa escolha.
Me lembro muito bem, o quanto fui submissa a nossa relação, no início vivi os melhores momentos da minha vida, e quando surgiram os piores, lá estava eu ao seu lado, te dei todo meu amor, carinho e atenção, esqueci de mim, me dediquei ao máximo para manter nossa relação, e o que ganhei em troca? Apenas migalhas e traição, meu erro foi te amar de mais e esquecer o primordial, o amor-próprio.
Quando começamos a sermos tão intolerantes com os nossos próximos? Em regra deveríamos gostar ou não de alguém após conhecê-lo e nos deparar com o que ele tem de melhor oude pior para nos apresentar. Algumas pessoas apenas não gostam de nós. E geralmente não têm um motivo específico. Isso é tão assombroso.
A árvore do amor é muitas vezes surpreendente sob vários aspectos. Começa com aquela sementinha cuidadosamente plantada no lugar certo. Muitos dirão que é preciso regar todo dia para o amor crescer. Mas a vida tem dessas coisas. Nem sempre será possível dedicar e acompanhar de pertinho todo o crescimento. Seus objetivos pessoais podem te levar para outro lugar. Afinal não plantamos só amor, plantamos suor e trabalho. Plantamos família e amizades. Nem sempre todos estarão no mesmo lugar. Entender isso é difícil. Mas o que importa é que no dia que você voltar para ver a árvore do amor que ela esteja forte e frutífera. E principalmente, saiba que foi você quem a plantou.
Nossa liberdade vai até... Nossa liberdade vai até onde começa a liberdade do outro. Isso significa que somos livres para agir e expressar nossas opiniões, desde que não prejudiquemos ou interfiram na liberdade e nos direitos das outras pessoas. Respeitar o espaço e a liberdade alheia é essencial para uma convivência harmoniosa.
" Quando nossa viagem passa da metade, ou supõem-se que tenha passado, começamos a ver a morte de uma maneira simples, necessária, embora queiramos vida eterna. Alguns sinais vão aparecendo, coisas da época , diriam alguns, alegria dos médicos, dirão outros, mas o fato é que tudo passará, inclusive nós, eu e você. Por isso é sempre libertador, deixar a alma leve, descarregar pesos, atribuir perdão, pedir desculpas, ser menos intransigente com coisas banais. Somos meros passageiros e o que devemos é viajar buscando sempre a felicidade...
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