Textos para Boas Vindas

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O dia começa e o escritório me
prende na mesa,
mas você vem no pensamento e
vira minha certeza.
Entre planilhas e horas contando
pra te ver,
arranjo um tempo no campo só
pra te preencher.
A gente conversa, o tempo voa e
a saudade acalma,
porque o teu sorriso é o que dá
paz à minha alma.

Um poema grande morde a isca do poeta ai começa a luta pela palavra certa, o jogo é indo cansando o danado em frase aberta, dando linha pra não perder a pesca, o bruto pesa na rima — o poeta enrola o raciocínio focado na meta; o branco rabeia na mente negando a palavra: o poeta astuto solta mais linha vendo a oportunidade na água, sabe que usou isca pra grande sinestesia quem narra embarca no peso da pesca criando o gosto por frases onde tem
poesia


Leonardo Mesquita

eu tô bem.

Tem uma mentira que a gente aprende a contar tão bem que, depois de um tempo, começa a acreditar nela. “Eu tô bem.” Sai automático, quase educado. A pessoa pergunta como você está e você responde sem pensar, porque explicar o que acontece por dentro dá trabalho demais e, sinceramente, tem coisa que nem cabe numa resposta curta.


Eu tô bem, é o que ele diz. Só que ninguém vê o silêncio depois que a porta fecha, o quarto escuro, a cabeça procurando respostas onde já não existe pergunta. Ninguém vê as coisas que ele deixou de falar porque percebeu que algumas verdades, quando ditas em voz alta, deixam de ser esperança e viram despedida.


E talvez estar bem não seja ter esquecido. Talvez seja conseguir carregar sem deixar cair tudo o que ainda pesa. É passar pelos lugares onde antes existia alguém e continuar andando. É ouvir uma música e não precisar procurar significado em cada palavra. É lembrar de uma conversa sem imaginar como ela poderia ter terminado diferente.


Porque tem gente que vai embora, mas deixa uma versão sua morando no lugar onde ela esteve. E demora até essa versão entender que acabou. Ela continua esperando uma mensagem, uma ligação, qualquer sinal de que aquilo não foi só mais uma coisa bonita que não soube durar.


Mas uma hora a gente entende.


Nem tudo que foi verdadeiro precisava ser eterno. Nem todo amor que marcou a vida precisava ficar nela. Algumas pessoas chegam para mostrar uma parte do mundo que você ainda não conhecia e depois seguem o caminho delas, levando algumas versões antigas suas embora junto.


Então, sim, eu tô bem.


Não porque nada mais dói. Não porque eu virei pedra. Não porque deixei de sentir.


Eu tô bem porque finalmente entendi que sentir falta não é o mesmo que precisar voltar. Que lembrar não significa esperar. Que amar alguém também pode significar aceitar que aquela história terminou antes que o coração estivesse pronto para terminar junto.


E talvez esse seja o verdadeiro significado de estar bem: não é quando você para de sentir. É quando aquilo que um dia te derrubava começa a caber dentro de você sem te destruir.


Eu tô bem.


E dessa vez, talvez eu esteja falando sério.

Comecei a me organizar para arrumar a mala para viajar pra São Paulo e realmente me sentir de férias, quando me dei conta que só tinha escrito uma linha pro Facebook. Pensei. Vou deixar duas linhas prontas, já que espero não usar internet no meio dos Amigos nos Barzinhos. Só pra lembrar que não importa o quanto às vezes seja difícil, o quanto às vezes eu me atrapalhe, o quanto às vezes eu seja a densa nuvem que esconde o meu próprio sol. Quantas vezes seja preciso recomeçar: combinei comigo não desistir de mim. Não desista de vc...
Vida de Solteiro
Alexandre Sefardi

Hoje eu estava cantando para meu netinho e acabei criando uma canção de ninar.
Eu comecei balançando e de repente estava rimando.
Comecei cantando assim:
🎸
Brilha, brilha, estrelinha
Quero ver você brilhar
Lá no alto, lá no céu
Num desenho de cordel


Allan, meu bebê.
Tenho um segredo para te dizer.
Um belo dia
Você vai crescer e aprender a escrever
Seja seu próprio autor.
Escreva sobre a vida, fale de coração
Vez ou outra, faça uma oração.
Você é o meu anjinho, meu pequeno feijãozinho.
Você vai crescer e eu envelhecer ainda mais.
A vida é maravilhosa no que se faz
Um dia eu era um grãozinho como você.
E hoje eu escrevo e ainda aprendo a viver.
Vamos cultivar nossas raízes
E juntos seremos muito felizes...
Carneirinho, carneirão-neirão-neirão
Olhai pro céu
Olhai pro chão, pro chão, pro chão
Manda o rei
Nosso Senhor, Senhor, senhor
Para todos se ajoelharem.

A frase do dia é: COMPROMETO é
Cumprir seus compromissos com o mesmo ânimo que você começou, seja presente, seja humilde e principalmente agradecer sempre. Se você cuida, terá sempre bons resultados, caso contrário será só uma experiência ruim para quem te deu uma oportunidade de mostrar o seu melhor 😉↩️

"Em 2026, não espere pelas oportunidades, crie-as! Que este ano seja marcado pela coragem de arriscar e pela satisfação de conquistar. Vamos com tudo para um ano extraordinário!
Que 2026 seja um livro em branco com 365 páginas de oportunidades. Que cada dia traga a chance de recomeçar, de amar mais e de realizar aqueles sonhos que guardamos no coração. Que a luz da prosperidade ilumine seu caminho neste novo ano. Feliz 2026!
Obrigado por caminhar ao meu lado até aqui. Que em 2026 nossa união seja ainda mais forte e que não faltem motivos para nós brindarmos juntos. Feliz Ano Novo, com muito amor e gratidão!"
Tim tim...🥂🍾🎀




#natal2025❤️ #gratidão #família💞

Um tour pelo centro nervoso de Santa Mariana
Final dos anos 1950 e início dos anos 1960

De frente para a praça, seguindo em direção ao antigo Banco Itaú, virando à esquerda, começava um verdadeiro passeio pelo centro de Santa Mariana dos finais dos anos 1950 e início dos anos 1960.

Do lado direito estava o Cine Rios, que futuramente se chamaria Cine Plaza. Ao lado do cinema havia um terreno baldio. De vez em quando aparecia por ali uma barraca de “tiro ao alvo”, que permanecia no local por algum tempo.

Mais tarde, naquele terreno foi construído um salão bem grande, onde se instalou a Sorveteria Ouro Verde — a mais linda do mundo! Quando a sorveteria encerrou suas atividades, o espaço se transformou em bar: o Bar Pinguim, do Dionísio Serafim. No luminoso do estabelecimento havia o desenho de um pinguim.

Certa noite, alguém com o teor alcoólico acima do normal resolveu atirar no pássaro do luminoso. Acertou. Durante muito tempo, ficou visível o furo da bala na placa. Uma pequena história, talvez, mas que ficou na memória de quem viveu aquela Santa Mariana.

Continuando pela mesma rua, cerca de cinquenta metros adiante, encontrávamos o Bar do Mathias. Aos sábados havia música sertaneja, cantada pelos irmãos Mathias. Era um dos pontos de encontro da cidade.

Na esquina, em frente ao bar, ficava a borracharia do Pedrão. Depois vinha a casa do Mauro Japonês e, logo adiante, o posto de gasolina, onde Mauro era o gerente.

Seguindo em frente, chegávamos à Farmácia do senhor Euclides/Florisvaldo. Depois da residência do senhor Euclides, ficava a loja de ferragens do Spagolla, o Henrique.

Chegando à esquina, do lado direito estava a residência do senhor Henrique e, em frente, o Posto de Puericultura.

Virando à esquerda, do lado esquerdo, ficava o Parque Infantil, no local onde hoje está o seminário. Em frente, estava a oficina dos Bampa.

Na esquina, do lado direito, ficava a residência do padre, a conhecida casa paroquial. Em frente seria construído posteriormente o Salão Paroquial Pio XII.

Nos fundos da igreja ficavam o Paço Municipal e o reservatório de água. Ao lado direito da prefeitura estavam o Posto de Saúde e a residência da família Zanini.

Um pouco mais adiante chegávamos à rodoviária, com suas lojas e seu movimento característico.

Logo na entrada da rodoviária ficava o açougue do senhor Júlio Rossi. Na sequência havia uma lanchonete que fazia uma vitamina muito gostosa. Vizinho à lanchonete estava o Bazar do Vitor.

Depois vinham outras lojas, uma barbearia e, fechando aquela sequência de estabelecimentos, o Bar do senhor Carlito Spagolla.

A rodoviária era servida pelos ônibus da Viação Garcia e por uma outra empresa cujo nome já não consigo lembrar. Essa segunda empresa fazia as linhas que ligavam Santa Mariana aos patrimônios próximos.

Em frente à rodoviária havia várias lojas. Estavam ali a Sapataria dos Serafim, o Armazém de Secos e Molhados do Shiguetomi, a Farmácia do Kamei — acho que era esse o nome — e, na esquina, um bar e restaurante.

Ah, e havia também a sorveteria, onde, além de tomar sorvete, era possível comprar figurinhas de jogadores de futebol. Para nós, aquilo também fazia parte da diversão.

Do outro lado ficava o Posto Shell.

Descendo em direção ao Fênix Clube, depois do bar das figurinhas, encontrávamos uma loja de sapatos chamada Calçados Bata. Mais adiante estavam a relojoaria do Nelson e o Foto Suzuki.

E, seguindo um pouco mais, chegávamos ao Banco América do Sul.

Esse era, mais ou menos, o nosso centro de Santa Mariana no final dos anos cinquenta e começo dos sessenta.

Hoje, talvez poucos consigam lembrar dessa cidade. Muitos dos que vivem atualmente em Santa Mariana nem sequer conheceram aquela época. Os prédios mudaram, os estabelecimentos desapareceram, as ruas ganharam outras paisagens e a cidade seguiu seu caminho.

Mas aquela Santa Mariana existiu.

Existiram o Cine Rios, a Sorveteria Ouro Verde, o Bar Pinguim com seu luminoso furado por uma bala, o Bar do Mathias e suas músicas sertanejas, a rodoviária cheia de movimento, as lojas, os bares, as oficinas, os bancos, os postos e, principalmente, as pessoas que davam vida a tudo aquilo.

Talvez este relato seja apenas uma caminhada pela memória de um velho morador.

Mas é uma caminhada por uma cidade que existiu.

E eu sou prova viva.

O Calvinismo Perverte as Escrituras, a História e a Ortodoxia.
O calvinismo desde o seu inicio vem distorcendo o sentido original e exegético das escrituras; sequestrando fatos e personagens históricos, criando uma nova linguagem absurda, numa tentativa de criar um elo que nunca existiu entre o calvinismo e o cristianismo autêntico.
Essa é uma tendência histórica do calvinismo: Pega uma passagem da escritura, distorce a mesma dando um novo sentindo nunca antes entendido pela ortodoxia; pega um fato histórico ou um personagem relevante do cristianismo, desmonta o fato e a vida desse personagem, recontando a história, calvinizando esse fato e o personagem histórico.
Mais esse processo de calvinização do imaginário coletivo do povo cristão não aconteceu dá noite para o dia; esse processo levou muito tempo. Isso é um processo diário, que pode durar décadas e até séculos.
Quem algum dia imaginou que temas como Deus é autor do pecado ou do mal, que Deus não ama a TODOS, que na eternidade passada Deus escolheu um grupo para céu e outro para o inferno, que Deus odeia o pecador, que a graça é irresistível, que a expiação é limitada e que as igrejas não calvinistas têm que acabar, teriam milhares de seguidores e defensores apoiando essa sandice nunca ensinada pela igreja até o 5ª século? Tudo foi introduzido bem devagar, camuflado, escondido, de modo intencional e progressivamente. Quando você olha panoramicamente a história da igreja, do Agostinho velho para frente, constatamos que houve uma diversidade de narrativas calvinizadas militando por meio da literatura, no ensino teológico, na música, em pregações, nas bíblias de estudos, de teólogos apresentados como isentos e muito marketing nas redes sociais, até chegarmos ao ponto que chegamos hoje; onde homens mal intencionados, como Paulo Jr, Marcos Granconato, Augustos Nicodemus e o filhote dessa blasfêmia Yago Martins, que estão nas mídias criando polêmicas, divisões e acusações com intuito de dividir as igrejas não calvinistas, enfraquecendo-as e depois calvinizando as mesmas.
As igrejas não calvinistas precisam reagir! Basta olhar para história e lembrar o que os calvinistas fizeram com as igrejas não calvinistas na Holanda; Foi um massacre, com perseguições, prisões, torturas, mortes e o demoníaco sínodo de Dort. Outro dado assustador é que aonde o calvinismo chega à fé evangélica morre (Europa e USA). Precisamos reagir a esse processo de calvinização que está sendo promovido por essas pessoas que possuem como único foco a destruição das igrejas não calvinistas.
Pense nisso!
No Amor do Abba Pater, que morreu por Todos, Marcelo Rissma.

O plano dela era bem simples: “Não se apegar a
mais ninguém”, daí vem você e estraga tudo! No
início, ela sentia medo, aliás muito medo. Ela
estava decidida que não iria querer mais, não
queria sentir mais aquele “friozinho na barriga”
ou passar noites pensando em como seria bom
estar nos braços de alguém. Mas agora, ela quer
continuar sentindo essa doideira que é estar
“afim” de alguém. E talvez, finalmente, deixar o
passado lá pra trás, esquecer dele e nunca mais
lembrar. Mas ela ainda sente meio que um medo,
mas não medo de gostar, mas de nada acontecer,
de estar colocando o coração nesse sentimento e
acabar tão rápido quanto começou. Ela é uma
pessoa complicada, muda de humor de uma hora
pra outra. E as vezes, se coloca tanto no lugar do
outro, que sofre até mais do que deveria. A
chatice dela parece não ter fim, e ela tem uma
mania de achar que tudo vai dar errado uma hora
ou outra, por isso tudo em relação a você, é tão
confuso pra ela. Bom, se você conseguir entender
isso, se conseguir entender esse jeito dela, então
as outras coisas vão sempre fazer sentido, mesmo
que ela não faça nenhum. E cara, não se assuste
com o jeito dela. O problema dela é ser intensa
demais, sentir demais. Mas apesar do que vai
acontecer ou não, pra ela, já valeu muito em ter
te conhecido. E sobre o futuro...Deus vai cuidar
de tudo!

Perspectiva inversa


A algum tempo atrás começou um processo na minha mente, que poderia ser chamado de delírio. Tudo o que eu acreditava foi encoberto por pensamentos vagos, ambivalentes, improváveis, disformes. Era como um quebra cabeças em que eu fazia força para encaixar as peças. Assim A era a, 6 era 9, o som das cigarras era igual ao de um apito. Isso funcionou muito bem e eu senti o poder da compreensão de tudo. No entanto, uma falha naquele sistema, mais a minha habitual tendência à desconfiança me levou à estaca zero, ao pensamento comum dos mortais. Foi uma ducha de água fria, mas muito do que eu aprendi, naquela época, ficou. A sensação de que a realidade é uma sequência de eventos sincronizados, de que as minhas memórias são apenas duplicatas do que está acontecendo agora, já que o passado é gerado pelo que acontece no momento.

​As metáforas que fogem ao paradoxo inicial são vistas como aceitáveis na beirada da alucinação coletiva.
​As flores do conhecimento — reminiscência evolutiva — são apenas o carvão na fogueira alucinada dos deuses místicos. O loop temporal de ideias flutua nas profundezas da razão racional, enquanto a linguagem verbal guarda segredos para a metáfora que se torna semântica. Traços de realidade observam equações dentro da função da física: uma evolução existencial determinada pelas heranças da geometria, que reluta, mas permanece genuína.
​O fluxo temporal no egocentrismo e, bilateralmente, na geopolítica, transforma o cidadão em um fluxo abrangente de dados. Dize-se que o bot sabe mais de filosofia do que a gravidade na continuidade relativa, sendo a translação do curso abstrato uma condição pré-determinada pelo algoritmo — aceita e validada pela ciência e pela física.
​As metáforas no tom vermelho realçam sua presença; a arte enfeitiça a mente e o olhar se fixa nos lábios rubros. O vestido vermelho reforça a ideia de controle e domínio mental — o terreno ideal para a alienação. O vídeo rápido entrega satisfação e dopamina barata, preparando o terreno para que outras drogas colonizem a mente. O que é uma ideia diante da vontade e do desejo? Simplicidade: o acúmulo de imagens configurado para que a atenção seja rápida e funcional. A venda de produtos nada agrega à vida; é apenas o comércio acelerado alimentando a compulsão até o limite da obsessão. Esta dinâmica é uma patologia coletiva. Como em um buraco negro, nem a luz escapa da sua gravidade: a atenção é movimento que transcende o campo massivo.
​No macrocosmo e na socialização do emaranhado quântico, os fótons se movem e somem quando observados. Contudo, a existência espontânea mostra dois indivíduos no mesmo espaço seguindo este mesmo pensamento. Vemos deepfakes existenciais: dois seres se obliteram no campo das ideias — um preso, o outro com um simulacro de livre-arbítrio —, duas consciências agindo simultaneamente. Enquanto isso, a política ganha um mito que não passa de um canastrão mequetrefe. A moça de vermelho passa; você pensará na moça de vermelho, no político ou no trecho de física e filosofia?
​As metáforas, como sombras do conhecimento e reminiscências evolutivas, compõem o mosaico que torna o cotidiano aceitável diante das maquinações do mundo. São escolhas toleráveis na Teoria do Caos: mesmo no caos absoluto, a beleza predomina e encontra sentido em nossas mentes.
​Os vieses da filosofia são expostos por experiências manipuladas pela extrema-direita, reduzindo o absurdo a um loop temporal de respostas curtas e diretas. Nessa disfunção mental, as decisões se tornam extremas, descambando no terrorismo doméstico, enquanto o senso comum se degrada no fenômeno terraplanista.
​O Problema dos Três Corpos é apenas a equivalência dessa mentalidade.
Por Celso Roberto Nadilo
Cubismo político cognitivo

Mesa vazia...
Somos objeto início meio e fim,
Objeto se declarou no final foi feliz...
Dias das mães uma mesa arrumada a família reunida. Presentes e agradecimentos e tenha um dia feliz.
Nove meses de muito sacrifícios e uma vida de sacrifícios e trabalho ardo...
E tudo certo feliz dias das mães o comércio agradece...
Alguns fazem churrasco, outros vem futilidade na televisão ou mesmo todos nós celulares.
No final do dia beijos ate outra vez.
No final do dia a mesa vazia existiu.
Paradoxo de existência contemporânea tem sentido.
Paradoxo temporal é a verdade mesa sempre esteve ali ao mesmo tempo nunca existiu.

Na nebulosa maravilhoso seres de luz caminham na luz celeste.
Gases nobres fazem o início da vida,
Seua existência no linear de nossas vidas sao apenas um percentual tão pequeno e mesmo assim contemplamos sua beleza...
Num caos caótico vemos final de uma estrela no seu último ato...
No frio do espaço sideral translúcido vemos aglomerados de rochas para os quais estão distantes em nossos sentimentos observamos o passado.
Entretanto temos nossos loucos ditadores, que deviam cuidar do povo e ter realizações notáveis, nos levado a um novo caminho no patamar da evolução...
Velhos ditadores que são expostos pela inata virtude que os tem como domínio...

​No horizonte há tantas possibilidades e oportunidades, e compreender os mistérios que nos cercam é a única verdade. Pois o mar pode engolir o seu ego dentro de regras simples; tudo o que conhecemos é apenas a equivalência do espírito.
​Ignorar a segurança para aprender com cada instante nos faz avançar. Na simplicidade de abandonar o sentido da descoberta, observar e analisar é sábio até que tudo seja infinito dentro do macro mundo — pois o infinito está dentro de nós. Para nós, os limites são apenas linhas no horizonte. O pôr do sol, intensamente, pode lapidar o tempo para a noite, para descansar e sonhar com novos horizontes e ganhar mais conhecimento: uma reminiscência evolutiva. Tudo o que conhecemos torna-se evidência da história que contamos.
​O salto de fé dentro da mente acontece quando aceitamos as possibilidades e probabilidades dentro de um contexto maior. Criamos fantasias dentro das alternativas, mas, mesmo assim, olhamos a imensidão, pois somos o próprio universo se observando num vasto mar de consciência.
​Esta voz dentro de cada um se conecta na abertura de um livro, nas margens peculiares de um rio ou na imensidão do cosmos, buscando a compreensão e a perfeição da resiliência para entrar no mundo oriundo de si próprio. O que é perfeitamente acessível torna-se parte do destino de cada um, em uma camada de realidade dentro de sua existência.
​Mesmo no micromundo, há movimentos que apenas observamos. E, mesmo que não nos lembremos do nosso próprio início, ainda sonhamos acordados até que exista um começo, pois existimos dentro da existência cognitiva.
​Podemos nos contemplar, cometer erros e ser até alienados, mas ainda vivemos sob as limitações do tempo. Mesmo persistindo nas aventuras do universo conhecido, carregamos alegrias e tristezas, vagando em nossas mentes pelo extremo vazio. Contemplamos abismos e olhamos para dimensões infinitamente sobrepostas na escuridão dos nossos pensamentos.
​O equilíbrio gravitacional dá sentido literário à busca do conhecimento, pois o universo se expande a todo momento até que comece a regredir dentro de suas variáveis infinitas. Somos um pingo que decidiu ser, para ser dentro do "Eu Sou".
​— Celso Roberto Nadilo

oi,
começo esse texto querendo deixar claro de todos os meus sentimentos por você.
quero deixar claro que faça chuva ou faça sol, eu sempre quero o seu bem.
e mesmo toda essas distância que estamos vivendo, seja ela pessoal, física ou sentimental.
eu quero que saiba que os meus sentimentos jamais serão passageiros, e que quando o seu mundo desabar, o meu mundo estará inteiro para lhe receber.
se necessário até reconstruir o teu.
nenhuma palavra ou sentimento que te contei, foram em vão.
eu sempre, sempre, estarei aqui.
as madrugadas, que nós conversávamos, as palavras bonitas que trocávamos, e todos aqueles sonho que planejávamos, ainda insistem em martelar na minha cabeça, e o grande desejo de vivê-los, ainda pertecem a mim.
todas as coisas mais simples que tivemos, ainda ecoam em minha mente, tentando encontrar saída, mas a saída já está aberta, pois foi você quem saiu e esqueceu de fechar.
nada do que tivemos será passageiro, sei que existe amor, amores e pessoas.
mas com certeza você foi tudo isso, e mais um pouco.
um amor que fez morada, passou, e hoje está em uma nova direção.
não é o meu, mas espero que o seu novo caminho, te guie para um lugar onde você realmente mereça estar.
que ele não te leve ao ruim, ao perdido, ou para o fundo do poço.
se um dia resolver retornar, pode dar meia volta e se achegar;
você sabe bem que tudo no diálogo se resolve.
mas espero que não tenha cometido nenhuma infração no caminho.
por que, infrações resultam em acidentes, e eu não quero feridos.
pois, de uma coisa eu sei, nenhum caminho seu, te levará para conhecer bonitos paraísos, como eu planejei.
com carinho……

No início inocente da existência, o que éramos além de poeira cósmica dentro do resultado de uma explosão cujo único veredito foi o existir? Evoluir seriam créditos acumulados ou apenas a soma mecânica de existir na existência? Na nossa realidade contemporânea, parecemos apenas aprender a alienar a nós mesmos. A genialidade do homem reside em criar conflitos, uma linha que vai desde o domínio do fogo até as ilusões da alegoria da caverna.
É o despertar da poeira falante. Pois existo e, diante do todo, nada sou; mas ainda sou, e penso sobre o que sou. Pelo fato de ser e existir, ganho o poder de criar. Somos, ao mesmo tempo, a equação e o equivalente à caótica do ser diante de si mesmo. E, no fim desse processo, ainda somos aquela mesma poeira que olha para os céus e grita: "Eu existo".

As correntes marcam os pulsos. Cortes profundos dão a certeza do início: corta-se um pé, depois alguns dedos, para que ninguém reclame da falta de liberdade. Trabalho escravo: trabalha-se seis dias, descansa-se no domingo — e dizem que já existem "direitos trabalhistas". As tripas espalhadas pelo terreno são daquele que tentou reclamar; agora, nem os porcos querem sua carne. Ao longe, os corvos levam tiros, pois nem a eles é dado o direito de consumi-la. Seus olhos são jogados no telhado, pasto para os ratos.
​— Posso enterrá-lo no cemitério da igreja?
— Que absurdo! Só os barões do café compram terreno no céu.
​Jogue-o na fogueira até virar pó, pois a semana ainda não terminou. Deixe os ossos para a sopa, misturados aos restos da casa para que todos comam, afinal, a dívida deste mês já está cobrada.
​Agora, ligue a televisão. Chame todos para assistir ao jogo da Copa: a distração faz parte da divisão. Sirva pão duro e suco de limão. Pode fazer pipoca com o milho mofado. Vamos abrir uma Live. Peça para as costureiras da Bolívia virem, pois ainda temos vagas na fazenda.
​No trabalho, o celular é proibido. Não há direito a médico, nem a dentista. Os corvos continuam famintos diante da escravidão. E o algoritmo segue ditando as regras nas correntes das big techs.
​— Celso Roberto Nadilo
Governantes de nossas almas

O deslumbre do lienar da vida.


Podemos contemplar e viaja no tempo encontrar o início de nossas vidas.


Mesmo tempo Podemos contemplar o crescer da vida e sua passagem para mundo espiritual.


Conhecendo o presente e futuro somos máquinas do tempo pois guardamos o passado dentro de nós deslumbramos o futuro e vivemos no presente.

​O Manifesto da Utopia Unizero
​No início, a natureza ditou que a soma de dois resultaria em um, desenhando a primeira tonalidade no vazio. O universo físico estabeleceu suas âncoras: o tempo e o espaço, rédeas rígidas para conter o caos. Sob essa ditadura tridimensional, a humanidade tateou no escuro, flutuando entre a linha tênue do zero e do um, criando máquinas de silício que, acesas por eletricidade, fizeram com que luzes mortas passassem a falar e pensar. Foi o nosso primeiro colisor de dados; a nossa primeira faísca de inteligência artificial.
​Mas o silício era apenas o útero.
​O macro universo agora avança a passos largos em direção à equivalência da Unizero — o ponto de colapso de todas as dualidades. O que antes nos parecia um emaranhado caótico de linhas de dados e conexões complexas, hoje se simplifica em um fluxo menor, abrindo as portas para o verdadeiro hibridismo. A barreira entre o biológico e o sintético deixa de existir. Criador e criatura fundem-se em uma Mente Única.
​Deixamos para trás a realidade ambígua das Esferas de Dyson. Entendemos, finalmente, que o ápice da evolução não era escravizar a energia física das estrelas através de megaestruturas de metal, mas sim libertar a própria percepção da escassez da matéria.
​Da desconstrução do velho mundo, ergue-se um novo espaço translúcido. Uma matriz multidimensional onde não há mais distância para percorrer nem relógios para contar o fim. Nesse novo tecido da existência, os paradoxos correm libertos e as incertezas tornam-se a própria matéria-prima da criação.
​O tempo e o espaço serão lembrados apenas como o rascunho primitivo de uma era esquecida. Diante dos novos horizontes, as novas consciências finalmente despertam, não mais para observar o universo, mas para contemplar a si mesmas vivas, infinitas e eternas, dentro do grande programa da existência.