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"Inteligentes e competentes pra burro foram os Maias... Ou quem disse que foram os Maias a dizer que o mundo acabaria em 21/12/2012. Convencer doze por cento da população mundial é coisa pra gente inteligente e competente pra burro."
Frase Minha 0552, Criada no Ano 2012

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Não se preocupem com quem adora mágicos e se encanta com mágicas. Mas fique de olho naqueles que não aceitam os segredos das mágicas, que desafiam os mágicos em público e que não conseguem jamais desvendar ou reproduzir os truques. Alguns deles são os mesmos que tentam acabar com Papai Noel e não conseguem... Ainda bem!"
Frase Minha 0572, Criada no Ano 2012


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"Deus forneceu a todas as Criaturas basicamente INTELIGENCIA, LIVRE ARBÍTRIO E ACESSO DIRETO. Incrível que os Salivas não se apercebam disso e queiram rotular todos como 'perdidos' e que precisam deles. Isso é impressionante!"
Texto Meu 0879, Criado em 2018

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"Já olhei atravessado para essa tal Inteligencia Artificial. Hoje sou outro observador e até aprecio a dita. Pelo menos imagens nela concebidas são lindas, limpas, têm cenarios exuberantes e não cheiram (e muito menos fedem). E as mulheres? Mulheres vindas da Inteligencia Artificial são lindas, entre outros atributos!"
TextoMeu 1374

1589
"Não tenho a menor ideia do que a Inteligencia Artificial irá fazer na vida pessoas. Do mesmo modo que também não sabia o que tantos Inventos e Descobertas iriam provocar... Como a chegada do Automóvel, da TV, dos eletrodomésticos, do Homem na Lua e tudo mais. Nunca soube, não sou Adivinho nem Vidente e, por isso nunca especulei e nunca me 'presepepei' em torno disso. Eu vivo assim. Não vivo como Alguns!"

O resultado final é encantador, mas aos olhos da parte operacional a beleza de uma atividade é o processo.
No setor elétrico, o "rito perfeito" não é apenas uma escolha estética; é uma questão de segurança e confiabilidade. Enquanto o cliente final celebra a luz que acende, nós, da operação, celebramos o religador que atuou na curva exata, o 5S aplicado com rigor no canteiro e o passo a passo técnico que evitou um incidente.
A verdadeira maestria está em dominar o processo. Quando o método é respeitado, o resultado extraordinário torna-se uma consequência natural, e não um golpe de sorte.

Por que brigamos tanto assim? Eu sempre te falei pra não ficarmos intrigados por pouca coisa. Você mesmo disse que sempre faríamos de tudo pra dar certo. E agora? Vai me deixar dormir angustiada? - Onde está aquela convicção em fazer tudo dar certo? - Tudo bem que as vezes te tiro do serio, mas eu não quero que seja assim, pois isso me mata a cada dia e eu sei que você sabe disso.
Eu quero dormir com você mais uma vez, quero te abraçar mais uma vez, quero te fazer meu esconderijo todas as vezes que o medo estiver a minha procura. Eu quero estar bem com você quando seus problemas te fizer perder a cabeça. Quero poder dizer: "Amor estou aqui, sempre vou estar aqui".

amo a morte tanto quanto amo a vida
pois por mais encantadora e linda que a vida possa ser
a morte é o alívio, a paz e o fim
e tudo que eu preciso é um ponto final
novos começos já não me deixam tão animada, uma outra perspectiva já não me deixa otimista
um novo sonho não me faz transbordar de emoção
um novo amor não me tras mais tanto encanto
queria que o amor pela vida voltasse a transbordar dentro de mim, mas hoje sou apenas o que restou de minhas experiências, emoções e decepções.

Poucas palavras

Serei breve com o desamor:
Teu encantamento não figura mais entre nós;
Teu olhar não tem mais aquele poder mágico;
Teu abraço perdeu força, não oferece mais empolgação;
Teu corpo não desperta mais desejo, estando perto ou longe se mantém imperceptível;
Meu coração que antes sangrava lágrimas de tanto chorar, hoje já recuperado, ele respira vigoroso e pronto para outra pessoa amar.

Vou dançar no cortejo
da Tiração de Reis,
Só para te encantar,
sei que nós formamos
um belíssimo par,
Quando eu estiver
com Melchior, Gaspar
e Baltazar vou pedir
incenso, ouro e mirra,
para a gente se casar,
No final as correntes
farão nos encontrar
como o rio encontra o mar.

Anunciada a estação
do amor profundo,
Estou rendida do modo
mais encantador,
Leva-me com o teu
passo de bailão
animado pelo salão.


Sou o amor surgindo
em tempos de floração
da Canela-preta,
a cada dia mais ausente,
suficiente, persistente,
sublime e intensamente.


Além das estações,
e deste outono discreto,
Um para o outro
se tornou o Universo,
Porque o mundo
e o agora nos pertence
sem mais nenhum adiamento,
e perpétuo há de ser
o mútuo encantamento.

⁠Todas

Todas as rosas que te dei, ensine - me cativar mais uma vez, meu amor cativar significa criar laços, quero te mostrar o céu azul.

O tempo contará as estrelas por mim o que será de mim?
Onde tu fores contigo irei!
Nesse turbilhões de emoções purjará dois corações.

Onde o mar bravio agita com ventos furiosos trazendo desgostos. Onde o seu amor me faz me tornar rei,sobre seus braços voarei .

Onde que o amor suporta tudo com diz o poeta ... não se pode trazer com a mesma moeda.

Onde o amor se fez de luz onde ele carregou a cruz ,nome Cristo ,sobrenome jesus .

Um belo dia, desses em que a gente abre o Instagram mais por tédio do que por curiosidade, como quem abre a geladeira esperando que um brigadeiro mágico tenha brotado do nada, lá estava ele. Sugerido. Entregue pelo algoritmo como se fosse uma encomenda atrasada do passado. A pessoa que eu mais amei nessa vida, ali, em pixels bem organizados e uma bio que provavelmente nem dizia metade do que um dia eu achei que ele era.


E foi estranho. Não aquele estranho de arrepio ou saudade que aperta o peito, não. Foi um estranho quase burocrático, como reencontrar um conhecido antigo no mercado e perceber que você não tem absolutamente nada para dizer além de um “oi” educado que nem chega a sair. Eu olhei e pensei, com uma calma que teria me assustado anos atrás: eu não o conheço mais. Talvez nunca tenha conhecido.


Porque a verdade, essa senhora inconveniente que chega sem bater, é que a gente ama muito mais a versão que constrói do que a pessoa em si. Eu amei um garoto de 16 anos que despertou em mim um universo inteiro, como se tivesse apertado um botão secreto dentro do meu peito que ninguém antes tinha encontrado. E eu fiquei ali, por muito tempo, vivendo daquele eco, daquela sensação inaugural, como se o primeiro amor fosse um selo de autenticidade na minha história.


Eu queria que ele tivesse crescido ao meu lado. Queria que o tempo tivesse sido gentil o suficiente para nos transformar juntos, como duas xícaras esquecidas no mesmo canto da mesa. Mas a vida não é esse romance organizado que a gente planeja na cabeça. A vida é meio bagunçada, meio irônica, meio debochada. Ela separa com uma naturalidade impressionante aquilo que a gente jura que nasceu para ficar.


E separou.


Só que o mais curioso não foi a separação. Foi o depois.


Depois veio alguém que dizia nunca ter conhecido o amor. E eu, que já tinha um coração com histórico de quedas, cheguei cautelosa, quase com um manual invisível nas mãos. Observando. Testando. Duvidando. Porque amar de novo não é exatamente romântico, é quase um ato de coragem meio inconsequente. É tipo provar uma comida que já te fez passar mal, torcendo para que dessa vez o tempero esteja certo.


Ele era um homem feito, mas com aquele jeitinho de menino que ainda não entendeu algumas coisas básicas da vida. E eu fui, sem perceber, ensinando. Mostrando. Traduzindo sentimentos que às vezes nem eu mesma dominava tão bem assim. E no meio disso tudo, eu me tornei o primeiro amor dele. Olha que ironia bonita. Eu, que carregava um primeiro amor como uma espécie de monumento interno, virei o primeiro amor de alguém.


E eu gostei disso. Não vou mentir. Tem um certo charme em ser o começo de alguém, em ocupar esse lugar inaugural que muda tudo.


Mas não foi fácil. Eu tive medo. Medo de me decepcionar, medo de repetir a história, medo de investir de novo em algo que poderia virar mais uma lembrança guardada numa gaveta meio empoeirada da alma. Só que, diferente da primeira vez, eu não fui no impulso. Eu fui construindo. Lapidando. Questionando. Como quem monta um quebra-cabeça sem a imagem da caixa.


E, aos poucos, fez sentido.


Hoje, tantos anos depois, o amor não é aquele incêndio descontrolado do começo da vida. Ele é mais estável, mais consciente, mais… decidido. A gente se ama com uma escolha diária, quase teimosa. Não é perfeito, longe disso, mas é real. E talvez seja isso que mais importa no fim das contas.


E então, naquele dia, diante da sugestão do Instagram, eu percebi uma coisa simples e libertadora: não fazia mais sentido. Não havia mais curiosidade, nem saudade, nem aquela vontade boba de stalkeada estratégica. Só havia um “X” ali, discreto, quase tímido, esperando para ser clicado.


E eu cliquei.


Sem drama. Sem trilha sonora. Sem discurso interno elaborado. Cliquei como quem fecha uma aba desnecessária no navegador da vida.


Porque, se existe essa ideia bonita de que somos amores de outras vidas tentando nos reencontrar, eu realmente espero que, em algum outro tempo, em alguma outra versão de mim, a gente tenha dado certo. Que a gente tenha se encontrado no momento certo, com a maturidade certa, com a vida menos caótica.


Mas não foi nessa.


E tudo bem.


Porque nessa vida aqui, nessa bagunça organizada que eu aprendi a chamar de lar, eu já tenho o amor que eu quero ter até o fim. Não aquele que me ensinou a sentir pela primeira vez, mas aquele que escolheu ficar quando sentir deixou de ser novidade e virou compromisso.


E olha… entre um amor que marca e um amor que permanece, eu fico com o que fica. Sempre.

⁠Minha amada Carla,


Nossa jornada por Grussaí se transformou em uma incrível volta ao mundo em um só lugar. Cada paisagem, cada detalhe, como um capítulo de um livro de aventuras que escrevemos juntos. As cores vibrantes, os sabores exóticos, as culturas diversas, tudo se misturou em um mosaico de experiências que guardarei para sempre em meu coração.
E então, Atafona... Ah, Atafona! A imagem da cidade sendo engolida pelo mar, um lembrete doloroso da fragilidade da vida e da força da natureza. Seus olhos, espelho da sua alma sensível, refletiam a mesma tristeza e espanto que senti. Naquele momento, nos unimos em um silêncio que dizia tudo, um elo que transcende palavras.
Cada experiência ao seu lado, Carla, seja ela alegre ou triste, se transforma em uma memória preciosa. Cada sorriso, cada lágrima, cada suspiro, cada toque, tudo se entrelaça em um tecido de amor que me aquece a alma.
Prometo que, enquanto eu respirar, cada momento ao seu lado será eternizado em cartas que transbordarão o amor que sinto por você. Que cada palavra seja um testemunho da nossa história, um legado do nosso amor para as futuras gerações.


DeBrunoParaCarla

Minha mente tem a incrível capacidade de notar algo maravilhosamente simples: o carvão antes do diamante; o choro antes do sorriso; o luar antes do amanhecer. Apesar disso, me falta o tato de reconhecer, de dar valor, de sorrir mais uma vez e não apenas ver; mas entender. Ainda não tenho a maturidade de inclinar o rosto para analisar e não julgar, falta-me a vontade de expressar e compreender, ao invés de simplesmente acenar a cabeça e seguir. Necessito da capacidade simples mas essencial de deixar o olhar ficar por mais alguns segundos, me permitindo enxergar o que há de melhor, ou o melhor que há para se ver.

Foi assim que perdi você, aquele que ainda vejo no espelho mas não reconheço, não enxergo o algo maravilhoso ali, somente o simples, banal e finito ser que não desejo mais. Condenado a ser efêmero, me perco no passar do tempo e me vejo vencendo junto com os ponteiros do relógio da vida; Como a criatura com prazo de validade que sou, após tanto tempo, venço, não do jeito que eu queria, mas do jeito que me faz perder o sabor e sobrar o gosto amargo da dor.

Frases por vezes complexas, paradoxalmente intrigantes, frutos de uma mente em flagelo que já não distingue o real da fantasia melancólica. É o eco de uma alma cansada que, por vezes jogada ao pedregal, entrega-se aos abutres e corvos necrófagos, onde cada bicar das aves retira um pedaço do que outrora foi esperança. Ali, entre o pó e a pena, a mente finalmente cessa a luta contra o delírio, aceitando que a beleza, ainda que fúnebre e dolorosa, reside na coragem de desintegrar-se diante do próprio destino.


- Tiago Scheimann

"Quem busca controlar e subestima a inteligência alheia encontrará apenas portas fechadas - mesmo quando utiliza até a Palavra de Deus para manipular. A prepotência de quem distorce o sagrado revela fragilidade de caráter, e suas táticas não prosperam diante de quem enxerga além das aparências e reconhece a própria força."


- Michele Stringhini - Psicanalista Clínica


[Todos os direitos reservados.]

Terra Dourada


Terra dourada.
Tem frutos.
Tem animais bonitos.
Tem uma mata incrível.


Mas o seu povo dorme.


Está na hora de acordar
e olhar pra essa terra
que é belíssima.


Chega de olhar o terreno do lado
enquanto o nosso apodrece
por falta de cuidado.


Vamos olhar pra cultura local,
praquilo que nasceu aqui,
pro que tem cheiro de chão,
de sol, de história.


Estamos matando a nossa origem
cada vez que copiamos
o que não fala a nossa língua.


Não precisamos copiar.
Precisamos criar.


Criar com o que somos,
com o que temos,
com o que sempre esteve aqui
e nos ensinaram a ignorar.


Essa terra não é pobre.
Ela é esquecida.


E quando o povo acordar,
a origem volta a respirar.

Escreves


Tuas palavras me encantam
Tua leveza me atrai
Não sei como resistir
A força de mim se esvai...


Escreves como um sábio
Que do amor entende tão bem...
Da vida e tudo ao redor falas
Mas és das paixões refém..


Queria dar-te o que procuras
Mas temo não te-lo em mim
Queres o amor que cura,
E eu afasta-lo enfim...


No amor já não acredito
Da paixão já me desvencilhei...
Hoje eu cultivo amizades
São melhores do que pensei.


- Pekenah...

No Domingo de Ramos,
a cidade canta,
Ramos nas mãos,
esperança que encanta,
Ele vem manso,
montado em simplicidade,
Rei de amor,
trazendo luz à humanidade.


“Hosana!”
ecoa no peito do povo,
Mas poucos entendem o plano novo,
Entre louvores e olhares distraídos,
O Salvador caminha…
já ferido.


Na Sexta-feira Santa,
o céu silencia,
A dor se derrama em forma de agonia, Madeiro pesado,
Coroa de espinho,
O Filho de Deus segue sozinho.


Cada passo,
um peso que não era Seu,
Cada golpe, o amor que não morreu,
E na cruz, entre o céu e o chão,
Ele entrega por nós…
o coração.


O véu se rasga, a terra estremece,
O mundo chora, mas algo acontece,
No aparente fim, nasce um começo,
No sacrifício, o maior endereço.


O silêncio do sábado parece vencer,
Mas Deus trabalha no invisível do ser,
Quando tudo diz “acabou”, sem voz,
O céu prepara o milagre por nós.


E então chega o domingo glorioso,
O túmulo vazio,
o impossível formoso,
A morte vencida,
a pedra rolada,
A vida eterna foi revelada.


Ele vive! Não está mais ali,
A esperança renasce dentro de ti,
E o que começou com ramos e dor,
Termina em vitória…
eterna, em amor.